Bahia: Professora faz sexo oral em aluno

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04/02/2014

As imagens começaram a circular na cidade a partir do início da última semana e já são investigadas pelo Conselho Tutelar e pelo Ministério Público da cidade

Uma professora que dava aulas de reforço escolar na cidade de Palmas de Monte Alto, a cerca de 520 quilômetros de Salvador, aparece em um vídeo divulgado na internet fazendo sexo oral em  um adolescente de 13 anos. As imagens divulgadas no início da última semana estão sendo investigadas pelo Conselho Tutelar e pelo Ministério Público.

Segundo o delegado da 22ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), de Guanambi, José Berto, a professora de 30 anos se apresentou com um advogado na manhã desta segunda-feira (3) na Coorpin. Ela confirmou o caso com o menino e disse que o vídeo foi gravado há cerca de um mês.

Em depoimento, ela disse que decidiu se mudar de Palmas de Monte Alto para a casa de familiares em Guanambi por conta da repercussão das imagens. O delegado José Berto disse que o caso deve ser encaminhado para a Delegacia de Palmas de Monte Alto, e a mulher pode ser enquadrada no crime de estupro de vulnerável. “O estupro não contempla mais a questão do gênero. Pela idade, o caso pode ser enquadrado como estupro de vulnerável”, disse o delegado ao Correio24horas.

O chefe de gabinete da Secretaria de Educação do município, Adenilton Silva de Carvalho, disse que a professora não tinha vínculos com nenhuma instituição de ensino municipal. Ela é formada em Educação Física e trabalhava na Secretaria de Agricultura.

Ainda segundo o secretário, ela atualmente estuda Direito e não apareceu mais no trabalho desde que o vídeo começou a circular. “Ela deixou a cidade. Como ela não era concursada, já foi automaticamente desligada da Secretaria”, afirmou ao Correio24horas.

O adolescente e a professora foram reconhecidos no vídeo de sete minutos e 31 segundos. As imagens foram gravadas pelo próprio jovem, e, em determinado momento a mulher pede para que ele não mostre a gravação. “Não vá emprestar o celular a ninguém, não, tá?”, pede.

O caso também está sendo investigado pelo Conselho Tutelar e pelo Ministério Público. Adenilton Silva de Carvalho diz não acreditar que o vídeo tenha sido filmado em um lugar público. “Não tem como perceber, mas acreditamos que foi na casa da própria Mônica ou do adolescente”, relata. Ao Correio24horas,  o advogado da professora, Custódio Lacerda, disse que não decidiu se vai assumir o caso em definitivo e que ainda precisa conhecer melhor as acusações.

Apesar de morar e ter aulas de reforço na cidade, o garoto estudava em uma escola particular de Guanambi, a cerca de 40 quilômetros de Palmas de Monte Alto.

Fonte: Correio

*Imagem ilustrativa

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