Doria: “Não há endireitamento do PSDB”

Em evento em Brasília, partido lançou o manifesto “Acima de tudo, democracia”.

Foto: Ricardo Matsukawa/VEJA.com

Por da Redação da Veja

 

O governador de São Paulo, João Doria, afirmou neste sábado que o PSDB não deveria ser rotulado como um partido de direita. “Quem aposta nisso está errando. O Brasil não pode viver na conflagração e no Fla-Flu permanente. O extremo não vai conduzir o Brasil a nenhum campo. Não há endireitamento do PSDB”, disse Doria em convenção da legenda realizada em Brasília.

Fazendo um contraponto ao slogan de campanha do presidente Jair Bolsonaro – “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” -, o PSDB também lançou hoje o manifesto “Acima de tudo, democracia”, que foi lido pelo presidente do partido, Bruno Araújo.

O documento admite um “compromisso com a recuperação do país” e traz duras críticas aos governos que adotam posições autoritárias e proclama que os tucanos estarão do lado oposto ao das atitudes anticivilizatórias.

“Sempre que o governo, qualquer governo, investe contra as instituições, age com desrespeito e intolerância, ameaça a nossa democracia, as liberdades, adota iniciativas e atitudes autoritárias e anticivilizatórias, o PSDB esteve, está e estará do lado diametralmente oposto”. O partido diz ainda que não aceitará qualquer tentativa de retorno “aos tempos sombrios do autoritarismo”.

Questionado sobre a concorrência nas próximas eleições presidenciais, João Doria respondeu que ainda era cedo para  discutir nomes. “Foco integral em gestão e eficiência: isso será determinante nas futuras eleições gerais. Porque experiência é importante. Não podemos ter em 2022 testes”, disse ele, em entrevista dada ao jornal O Estado de S. Paulo. Doria também declarou que o liberalismo é “o campo que pode mudar o Brasil, na geração de empregos e oportunidades”.

Como esperado, o governador de São Paulo foi a principal figura na convenção. Também estiveram presentes os governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul; Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso do Sul; e alguns prefeitos do PSDB e militantes de grupos temáticos como o de negros, mulheres e LGBT.
O documento admite um “compromisso com a recuperação do país” e traz duras críticas aos governos que adotam posições autoritárias e proclama que os tucanos estarão do lado oposto ao das atitudes anticivilizatórias.

“Sempre que o governo, qualquer governo, investe contra as instituições, age com desrespeito e intolerância, ameaça a nossa democracia, as liberdades, adota iniciativas e atitudes autoritárias e anticivilizatórias, o PSDB esteve, está e estará do lado diametralmente oposto”. O partido diz ainda que não aceitará qualquer tentativa de retorno “aos tempos sombrios do autoritarismo”.

Questionado sobre a concorrência nas próximas eleições presidenciais, João Doria respondeu que ainda era cedo para  discutir nomes. “Foco integral em gestão e eficiência: isso será determinante nas futuras eleições gerais. Porque experiência é importante. Não podemos ter em 2022 testes”, disse ele, em entrevista dada ao jornal O Estado de S. Paulo. Doria também declarou que o liberalismo é “o campo que pode mudar o Brasil, na geração de empregos e oportunidades”.

Como esperado, o governador de São Paulo foi a principal figura na convenção. Também estiveram presentes os governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul; Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso do Sul; e alguns prefeitos do PSDB e militantes de grupos temáticos como o de negros, mulheres e LGBT.

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