Escolas da rede pública do CE poderão escolher entre ensino híbrido ou remoto em 2021, diz sindicato

A proposta para o ano letivo que começará no dia 1º de fevereiro foi apresentada durante reunião entre a Secretaria da Educação e o Sindicato Apeoc na tarde desta quinta-feira (21)

A associação propôs, ainda, que os professores da rede pública também possam optar por participar ou não das atividades presenciais
Foto: Marília Camelo

introdução do sistema híbrido de ensino – parte remoto e parte presencial – para o ano letivo de 2021 na rede pública estadual do Ceará poderá ser decidida individualmente pela diretoria de cada unidade, com participação da comunidade escolar. Essa foi a proposta apresentada à Secretaria da Educação do Estado (Seduc) pelo Sindicato dos Professores e Servidores da Educação do Ceará (Apeoc), em reunião durante a tarde desta quinta-feira (21).

A associação propôs, ainda, que os professores da rede pública também possam optar por participar ou não das atividades presenciais, caso o ensino híbrido seja adotado em sua unidade. Esse processo seria acompanhado por uma comissão formada por entidades estudantis, pele próprio Sindicato Apeoc e a Seduc, para monitorar as comunidades atendidas por cada escola.

Retorno com segurança sanitária

 

“Nós iremos verificar se as comunidades têm condições de iniciar o ensino híbrido. O início das atividades presenciais, de forma parcial, só deverá acontecer nos conformes da segurança sanitária, das reformas e na garantir do acesso às tecnologias. A comissão vai cumprir esse papel, de verificar isso”, declarou Anízio Melo, presidente do Sindicato.

 

Segundo ele, as propostas apresentadas já foram acatadas pela Secretaria da Educação. A reportagem entrou em contato com a Pasta para confirmar a decisão, e aguarda o retorno.

“Nós conseguimos realizar o ano letivo de 2020 de forma remota, e precisávamos garantir os insumos, as reformas e as estruturas para que pudéssemos passar para o sistema híbrido”, acrescenta Anízio Melo. “Assim, a gente consegue dialogar com a realidade de uma pandemia que ainda não foi controlada. Os dados nos preocupam, e nós vamos estar atentos a qualquer mudança, de forma geral, nessa crise sanitária”.

O presidente do Sindicato reforça que, durante a reunião, foi cobrada também a inclusão dos profissionais da Educação nos grupos prioritários da campanha de vacinação contra a Covid-19.

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