Festa do Vaqueiro resgata a cultura e valoriza o homem do campo em Sobradinho

Luiz Vicente

Grazzielli Brito – Ação Popular

A 11ª Festa do Vaqueiro de Sobradinho atingiu seu objetivo de resgatar a cultura do sertanejo, promover a valorização dessa figura importante para a região – o vaqueiro – e promoveu um momento bonito de confraternização entre as famílias do interior do município.

Foi assim no ultimo dia da Festa. O domingo começou com um café da manhã para todos os vaqueiros e suas famílias, depois aconteceu uma grande cavalgada, a tradicional Missa do Vaqueiro, o almoço especial e logo após, o esperado Forró da Espora, realizado só para as famílias dos Vaqueiros.

Luiz Berti

O prefeito Luiz Vicente promoveu a Festa que foi iniciada na gestão de seu pai Luiz Berti, em 1997, infelizmente, em outras gestões ela deixou de acontecer por cinco anos. “Há muitos anos Sobradinho não via uma festa tão bonita. Os vaqueiros, homens e mulheres do campo são pessoas guerreiras, que passam por adversidades, mas não se curvam diante delas. Eles merecem uma festa a altura e é esse o nosso compromisso com o povo de sobradinho”, declarou Vicente.

O ex-prefeito Luiz Berti, idealizador do bonito evento, parabenizou a atual gestão pela 11ª Festa do Vaqueiro. “Luiz Vicente está fazendo uma festa mais bonita do que a minha, tenho que reconhecer. Mais organizada, acolhendo todos os vaqueiros e suas famílias do interior, o homem do campo, que tem uma vida dura e precisa desse momento de reconhecimento”.

Marcelo Francisco

O domingo dedicado ao vaqueiro teve também a participação do Diretor do EMSAE, Marcelo Francisco. “Acompanhei todas as Festas do Vaqueiro, aqui em Sobradinho, e posso dizer que essa foi a melhor já realizada”.

Antonio dos Santos

Os vaqueiros, grandes homenageados da festa, agradeceram o festejo. “A Festa tá muito boa, caprichada mesmo, do jeito que a gente gosta. Tem violeiro, aqui enquanto a gente toma o café, tá bonito. Mesmo com a seca, a gente tem que comemorar porque a gente tem é fé. Quanto maior o sofrimento, maior a fé. A gente não pode largar de mão é missão que a gente tem”, disse Seu Antônio dos Santos, de 71 anos, vaqueiro desde os doze.

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