Lúcio Vieira Lima festeja São João em Uauá e se diz a favor da PEC 37

Lúcio Vieira Lima

Da Redação

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB) prestigiou o São João de Uauá, realizado graças aos recursos do Ministério do Turismo, vindos inclusive com seus esforços. “Foram 150 mil reais para realização desse magnífico São João, que é tradição na Bahia. Não é pela festa em si é a geração de empregos, existem barraqueiros, músicos, garçons, os hotéis, pessoas que têm a oportunidade de aumentar a renda familiar”.

Lúcio Vieira explica que este é um investimento no turismo do município. “Em outubro começa o período em que nós deputados colocamos as emendas, e estou conversando com Olimpinho (Prefeito) para ver as necessidades de Uauá, podemos arrumar quadras, praças, vamos trazer obras”.

O deputado lembrou que a dificuldade financeira que os municípios atravessam é proveniente da política federal de desoneração de impostos que compõe o Fundo de Participação dos Municípios, segundo ele o PMDB é um partido municipalista. “Essa desoneração estimula o consumo, mas sobrecarrega o município. Temos que rever esse pacto federativo, porque do jeito que está a união fica com os recursos e os municípios com os serviços”.

Sobre a polêmica PEC 37 (Proposta de Emenda Constitucional 37/2011), que se aprovada, tira o poder de investigação criminal de alguns órgãos e, sobretudo, do Ministério Público (MP), Lúcio Vieira Lima disse ser a favor.

“Sou a favor! Acho que só aprovar a PEC 37 não é suficiente, precisa de mais, mas se não chegar a um entendimento até o dia da votação, sou a favor sim. Eu acho que o Ministério Público tem realmente excesso, comete algumas medidas arbitrárias. Muitas vezes querem divulgar para a imprensa com o objetivo apenas de se auto promover, tem a questão da perseguição política. Mesmo não sendo ideal se não chegar a um acordo eu voto a favor da PC 37”.

Em relação ao governo Jaques Wagner o deputado avaliou que ele tem dois calcanhares de Aquiles: saúde e segurança pública. “Logicamente outras áreas também são deficitárias, mas a deficiência na saúde e a violência, todo baiano tá sentindo na pele”.

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