Pai e filho médicos recebiam salários para trabalhar em posto de saúde que não existe

Grazzielli Brito – Ação Popular

A nova administração municipal de Casa Nova, Bahia, detectou na folha de pagamento do município dois médicos, pai e filho, que recebiam o valor de 9 mil reais mensais, para realizar atendimento na Unidade de Saúde Básica (USB) do bairro de Vila Galvão. A estranheza é que o referido posto de saúde não existe, configurando crime contra a administração pública.

O prefeito Wilson Cota ao tomar conhecimento do caso, não escondeu sua revolta. “Isso vais ser denunciado ao Ministério Público Federal, porque a verba que vinha para esse pagamento era do governo federal e eles vão ter que devolver esse dinheiro”.

Caso parecido e que ganhou grande destaque na mídia, aconteceu no Rio de Janeiro, na noite do ultimo Natal: O neurocirurgião Adão Orlando Crespo cometeu crime contra a administração pública e ainda foi indiciado por omissão de socorro, uma vez que uma criança morreu no Hospital municipal Salgado Filho, no Méier, no horário em que o médico deveria estar de plantão, mas não se encontrava no local.

Durante as investigações ficou comprovado que o médico não só faltou àquele plantão como nunca havia trabalhado naquele Hospital, embora recebesse salário por desempenhar suas atividades médicas na unidade de saúde citada.

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