Prefeito de Curaçá (BA) diz que oposição está fazendo ‘terrorismo’ contra administração

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O prefeito da cidade de Curaçá (BA), Carlos Brandão participou do Movimento S.O.S Municípios, em defesa aprovação da PEC 39 e do aumento de  2% do Fundo de Participação dos Municípios, que aconteceu em Juazeiro. O prefeito falou do evento e das recentes manifestações ocorridas no seu município nos últimos dias.

“Acho que foi um passo muito importante essa união dos prefeitos, é um alerta ao Governo Federal, porque os municípios estão em decadência, então o governo federal tem que se preocupar mais sobre a questão do FPM, senão fica difícil os municípios trabalharem”, comentou o prefeito.

Nas últimas semanas, a gestão de Brandão vem sofrendo por causa das manifestações dos professores, que na sexta-feira (25), decidiram sair em protesto pelas ruas da cidade com uma série de acusações contra o prefeito, inclusive, de desvio dos recursos da educação, além de constantes denúncias dos vereadores referente aos recursos provenientes do FNDE e FUNDEB, destinados para o pagamento de despesas da merenda escolar e transporte escolar, e irregularidades nas contas públicas. O Prefeito associou as denúncias e as acusações dos vereadores à questões políticas de grupos adversários a sua administração. “Ali não é manifestação dos professores, é de um grupo político irresponsável. Lá, com os professores está tudo em dias. Ali não é APLB, é irresponsabilidade desse grupo político que está dizendo que são professores. Esse mesmo grupinho que está fazendo essa safadeza, esse terrorismo. É só visitar Curaçá e ver o que o prefeito está fazendo, agora fica um grupo político mentindo, fazendo chantagem, isso é triste”, disse.

“Temos que fazer milagre, temos que ter um jogo de cintura. Vamos esperar os meses novembro e dezembro pra ver se vai melhorar o FPM ou se vai entrar mais recursos, temos que fazer nossa parte. Numa prefeitura, as despesas só aumentam, se os recursos não chegarem, o momento será de cortar os gastos o máximo possível , o povo tem que entender, se não, não temos condições de assumir os compromissos”, esclareceu Brandão.

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