Prefeitura de Petrolina suspende exames e acusa Governo do Estado por não repassar contrapartida

População carente é a que mais sofre nessa briga sem fim

Da Redação

A cada dia que se passa o relacionamento entre o município de Petrolina e o Governo do Estado de Pernambuco fica mais complicado. No meio desse tiroteio, que não tem fim, quem está sofrendo com as consequência é a população, inclusive com a constante falta de água, e ainda com redes de esgotos estouradas, jorrando por ruas e avenidas.

O relacionamento com a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) ficou tão difícil que as duas partes terminaram nos bancos dos réus.

Como se não bastasse o inferno astral sofrido pela população, houve ainda outro problema relacionado à falta de repasse por parte do Estado,  dessa vez,  para manutenção dos serviços oferecidos pelo SAMU. Fato esse que gerou a paralisação dos profissionais, levando a público várias denúncias contra a administração Júlio Lóssio (PMDB).

 Nesta quinta-feira (17), outro fato constrangedor veio a tona: uma denúncia sobre a falta de material na Secretaria de Saúde para exame da glicemia, devido a não contrapartida que deveria ser efetuada pelo governo Eduardo Campos (PSB). A Secretaria lançou nota informando sobre o fato. Veja abaixo:

NOTA INFORMATIVA

A Secretaria Municipal de Saúde de Petrolina (SMS) informa que faltarão fitas para medida da glicemia no município. A disponibilização das fitas é competência exclusiva do Estado de Pernambuco, que deste janeiro não repassou a contrapartida referente ao ano de 2013. O município de Petrolina vem cobrando constantemente a entrega das fitas. A justificativa do Estado é que ainda estão em procedimento de compra.

As fitas que estavam sendo dispensadas eram referentes ao ano de 2012 e, por conta da não entrega da quantidade referente ao ano de 2013, a SMS está tomando as medidas cabíveis para aquisição, por conta própria, do material. Estima-se que pelo menos 4.500 pessoas utilizem as fitas.

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