Trump perdoa pena de prisão do chefe do seu gabinete do ódio

 

(Foto: REUTERS/Joe Skipper)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva comutando a sentença de seu ex-conselheiro e estrategista Roger Stone, informou a Casa Branca em comunicado nesta sexta-feira (10).

Stone é um dos seis associados de Trump que foram condenados após a investigação do conselheiro especial Robert Mueller sobre a suposta interferência russa nas eleições de 2016. Ele foi condenado a 40 meses de prisão por obstruir a investigação. Atualmente em liberdade, Stone deveria se apresentar à prisão até o dia 14 de julho.

A Casa Branca afirma em comunicado que a sentença de Stone é “injusta” e que o ex-conselheiro do presidente foi condenado por sua conduta durante a investigação de Mueller já que não há “evidência” de “conluio com a Rússia”. Ainda de acordo com a Casa Branca, Stone é vítima do “boato da Rússia que a Esquerda e seus aliados na imprensa perpetuaram por anos na tentativa de minar a presidência de Trump”.

“Roger Stone já sofreu muito. Ele foi tratado de maneira injusta, como muitos outros neste caso. Roger Stone agora é um homem livre!”, afirmou a Casa Branca.

Em fevereiro, Trump afirmou que a condenação de seu ex-conselheiro foi um “erro judiciário” porque “crimes reais estavam do outro lado”.

Stone foi preso pelo FBI em janeiro de 2019 após ser alegado que ele mentiu ao Congresso sobre seus laços com o WikiLeaks e a publicação de emails vazados do Partido Democrata. Todavia, as acusações apresentadas contra o ex-conselheiro do presidente foram acusações processuais de violação de testemunhas, obstrução de um processo oficial e cinco acusações de falsas declarações.

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