Túnel do tempo

Eduardo Campo na campanha para prefeito do Recife em 1992, ao lado do policial federal João Evangelista, responsável pela área de segurança. O registro é de uma caminhada na periferia e faz parte do acervo histórico de Evangelista, profissional competente, amigo e leal à família Arraes, tendo trabalhado também com Miguel Arraes.

Agente da PF, Evangelista não poderia ser requisitado para a campanha. A forma encontrada na época foi a de se lançar candidato a vereador e assim, fiel ao grupo, se submeteu às regras do jogo. Nesta eleição, a primeira majoritária de Eduardo, Jarbas Vasconcelos foi eleito prefeito do Recife e Eduardo saiu como lanterninha, atrás até de Nilton Carneiro.

Mas Evangelista mostrou que tem personalidade e lealdade. Que o diga Ana Arraes, ministra do TCU, com quem trabalhou também e por ela foi indicado para a Fundação Joaquim Nabuco. Na verdade, o agente foi literalmente abandonado pelo deputado João Campos, a quem deu todo sangue na campanha de 2018.

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