“Vereador sem prefeito aliado, é como filho sem pai”, declara vereador de Uauá

Jerônimo Oséas

Grazzielli Brito – Ação Popular

Da oposição para a situação, neste segundo mandato, o vereador Jerônimo Oseas de Loiola (PMDB), foi o mais votado dentre os onze que conseguiram uma cadeira na Câmara Municipal de Uauá, Bahia. Ele se orgulha dos seus 866 votos, por ser o maior número alcançado pelos que disputavam a eleição, mesmo com pouco recurso. “Saia sozinho em meu carro, fazendo campanha, nunca comprei voto, os que obtive foram de livre e espontânea vontade”, assegura Jerônimo de Oseas, como é conhecido.

Líder da situação na câmara enfrentará grande embate, uma vez que a oposição fez maioria com seis vereadores, quanto a isso Jerônimo se mostra confiante. “Nós temos 5 e a oposição 6, mas para mim isso não é problema porque a gente sabe vereador nenhum mesmo de oposição vai se negar a votar a favor de projetos que beneficiem o município”.

Lembrando seus momentos de oposição declarou. “Vereador sem prefeito aliado é como filho sem pai. Passei quatro anos sendo oposição ao ex-prefeito Jorge lobo e senti o peso disso, mas superei. Fiz oposição a um governo que destruiu a cidade, hoje a gente encara o desafio de reconstruir Uauá, um município cheio de débitos em todas as secretarias, lixo tomando conta das ruas, saúde não existia, um desespero”, lamentou.

Jerônimo de Oseas demonstra consciência de seu papel de legislador. “Pretendo legislar como manda a lei, criar e aprovar as leis do município, fiscalizar o recurso público tanto no executivo como no legislativo e aprovar projetos de grande relevância para que Uauá tenha desenvolvimento e dias melhores pela frente”.

Com o recesso da câmara municipal, que só deve retornar no dia 15 de fevereiro, o vereador diz que não está de férias, que ainda durante o recesso vai à câmara todos os dias e explica sobre o orçamento aprovado na legislatura anterior para esse novo governo. “Ele ficou orçado em mais de 39 milhões, mas com autorização prévia de uma suplementação de 50%, que ele pode remanejar o valor de até 19 milhões. Mas, independente disso acredito que na hora que ele precisar de qualquer coisa a câmara não vai se opor, é nosso dever”, finalizou.

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