WhatsApp é a rede social que mais cresceu na pandemia do coronavírus

O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp, na pandemia do coronavírus, é o que mais cresce no mundo, seguido do russo VK.

Desgraça de uns, felicidade de outros. A rede social WhatsApp é a que mais cresceu durante a pandemia do coronavírus em todo o mundo.

De acordo com dados da SimilarWeb, o aplicativo teve o compartilhamento de 496,8 milhões de mensagens instantâneas na semana passada — aumento de 4.13%, em comparação à semana anterior.

A segunda rede social que mais cresceu na última semana foi a russa VK, equivalente ao Facebook, com 434,2 milhões de compartilhamentos, aumento 3.84% em relação à semana anterior.

O Facebook, líder absoluto nas redes sociais, em terceiro, cresceu 0.13% em uma semana, e foi responsável pelo compartilhamento de 6,3 bilhões de mensagens instantâneas na semana passada.

O aplicativo de imagens Instagram, em uma semana, cresceu 0.02% e registrou o compartilhamento de 1 bilhão de fotos e vídeos na última semana.

Veja os setores que estão lucrando com a pandemia de coronavírus
Se a indústria do turismo sofre com a COVID-19, há aqueles que sobressaem na pandemia em todo o mundo.

O destaque para os setores que estão crescendo na crise fica para a Saúde, Governo e Direito, comida e bebida para entregar em casa, sites de notícias, redes sociais, filmes e streaming (lives e conteúdos online), computadores e componentes eletrônicos.

Pelas estatísticas, o cidadão médio fica em casa freneticamente conectado na internet. Ele quer saber notícias sobre novas infecções pelo coronavírus, informações acerca das melhores práticas para evitar o vírus. Nesse sentido, os sites governamentais ganham relevância como fonte confiáveis de notícias.

A lógica é mais ou mesmos essa: uma onda de tráfego indicaria que a população está ficando preocupada com a situação; uma queda no tráfego sugere um retorno à normalidade.

Veja os setores que cresceram com a pandemia de coronavírus (dados da semana passada):

  • Condições e preocupações de saúde
    0,91%
  • Direito do Consumidor e governo
    2,32%
  • Comida e bebida – Restaurantes e entrega em casa
    6,67%
  • Redes sociais e comunidades online
    0,72%
  • Artes e entretenimento – Filmes e streaming de TV
    2,44%

A indústria do turismo sente o impacto do coronavírus
À medida que o coronavírus se espalha pelo mundo, com os países fechando suas fronteiras, a indústria do turismo agoniza.

Os setores de passagens aéreas, hospedagens e aluguel de carros têm perdas que chegam a quase um terço em comparação a período anterior ao avanço do vírus.

As restrições de viagem foram promulgadas e, para muitos, férias em um país estrangeiro parecem mais arriscadas do que divertidas.

O rastreamento do setor de turismo nos permite entender como o coronavírus afeta nossa economia globalizada.

O monitoramento cuidadoso do tráfego nos hotéis pode dar uma ideia da magnitude do impacto do coronavírus, bem como um sinal precoce de retorno à normalidade.

Impacto do coronavírus por setor (dados da semana passada):

  • Passagens Aéreas
    32,77%
  • Hospedagem e Hotéis
    23,59%
  • Aluguel de Carros
    22,35%

70% de bares e restaurantes irão falir na crise do coronavírus
O empresário Fábio Aguayo, presidente da ABRABAR (Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas), no último dia 20 de março, traçou um cenário desolador para o setor na crise do coronavírus: 70% dos empreendimentos irão falir, ou seja, fecharão agora e não retornarão mais.

Com informações do SimilarWeb

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