Cunha cobrou R$ 52 milhões para liberar dinheiro do FI-FGTS, diz PGR
Segundo a reportagem, no total, a PGR afirma que reuniu provas de R$ 52 milhões em propina, divididas em 36 prestações. A revelação foi feita na delação premiada de Ricardo Pernambuco e Ricardo Pernambuco Júnior, da empreiteira Carioca Engenharia.
Ao contrário dos outros casos da Lava Jato, a dupla afirma que a propina foi cobrada diretamente por Cunha, em encontros pessoais. Os delatores detalham até os centavos da propina paga para receber R$ 3,5 bilhões do Fundo de Investimento do FGTS, o FI-FGTS, para uma obra no Rio. O empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, também trocou mensagens diretas com Cunha, justamente para tratar da liberação de valores do FGTS.
Os documentos já foram, enviados ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, relator da operação Lava Jato que autorizou dezenas de buscas na última terça-feira.

























