O PDT e o triangulo amoroso

O PDT selou o casamento com o DEM e estará no palanque de Bruno Reis em Salvador. Mas o matrimônio, que se deu nas cercanias nacionais dos partidos, ignorou a união estável que a legenda brizolista tem com o PT baiano. O novo amor falou mais forte e o PDT quer a façanha de carregar duas alianças na mão esquerda, desfrutando dos prazeres dos palácios de Ondina e Thomé de Souza ao mesmo tempo. Quem acompanha o início desse triângulo amoroso avisa que a coisa não vai longe. Em Salvador, Lupi conversou cara a cara com Neto, mas Rui recebeu apenas uma ligação breve. O pedetista disse que a agenda estava apertada, mas que volta para uma DR na Governadoria.

Em Juazeiro, o deputado Roberto Carlos é aliado do prefeito Paulo Bomfim (PT). O PDT ocupa 3 secretarias e ainda conta com a vice-prefeita Doutora Dulce. Hoje a legenda não tem a minima condição de indicar o vice, e caso continue fazendo parte do grupo político com a possível reeleição do prefeito, não terá as mesmas regalias. Nos bastidores da política já se cogita num pula pela sobrevivência.

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