{"id":166873,"date":"2016-12-19T07:47:13","date_gmt":"2016-12-19T10:47:13","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=166873"},"modified":"2016-12-19T07:47:13","modified_gmt":"2016-12-19T10:47:13","slug":"acordo-de-paz-morte-de-fidel-e-suspensao-marcam-america-latina-em-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/acordo-de-paz-morte-de-fidel-e-suspensao-marcam-america-latina-em-2016\/","title":{"rendered":"Acordo de paz, morte de Fidel e suspens\u00e3o marcam Am\u00e9rica Latina em 2016"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Na Am\u00e9rica Latina, al\u00e9m de conturbado politicamente, 2016 n\u00e3o foi um ano dos melhores do ponto de vista econ\u00f4mico, com poucas exce\u00e7\u00f5es. Segundo relat\u00f3rio de dezembro da Comiss\u00e3o Econ\u00f4mica para a Am\u00e9rica Latina e o Caribe (Cepal), \u201ca regi\u00e3o finalizar\u00e1 2016 com uma contra\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 1,1%, e a Am\u00e9rica do Sul ser\u00e1 a mais afetada, com uma queda de 2,4%. Dos dez pa\u00edses sul-americanos, quatro terminam o ano no vermelho: Venezuela, Brasil, Argentina \u00a0e Equador, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Col\u00f4mbia, o presidente Juan Manuel Santos e o comandante das For\u00e7as Armadas Revolucion\u00e1rias da Col\u00f4mbia (Farc), Rodrigo Echeverri, o &#8220;Timochenko&#8221;, assinaram no dia 24 de novembro, em Bogot\u00e1, um acordo de paz que p\u00f4s fim ao conflito armado mais longevo da Am\u00e9rica Latina. As negocia\u00e7\u00f5es entre Bogot\u00e1 e as Farc duraram mais de quatro anos e renderam a Manuel Santos o Pr\u00eamio Nobel da Paz de 2016. O acordo final foi firmado pouco menos de dois meses depois de um pacto anterior ter sido rejeitado em referendo popular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cuba: rela\u00e7\u00e3o com EUA e morte de Fidel Castro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Cuba, dois grandes acontecimentos marcaram o pa\u00eds em 2016: o reatamento das rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas com os Estados Unidos (EUA) e a morte de Fidel Castro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ex-presidente e l\u00edder da revolu\u00e7\u00e3o cubana morreu em Havana no dia 25 de novembro, aos 90 anos de idade. O<a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/internacional\/noticia\/2016-11\/havana-comecou-despedida-fidel-na-plaza-de-la-revolucion\" target=\"_blank\"> funeral<\/a> do ex-l\u00edder durou dias e teve grande repercuss\u00e3o internacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Col\u00f4mbia: acordo de paz entre Farc e Col\u00f4mbia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Col\u00f4mbia, o presidente Juan Manuel Santos e o comandante das For\u00e7as Armadas Revolucion\u00e1rias da Col\u00f4mbia (Farc), Rodrigo Echeverri, o &#8220;Timochenko&#8221;, assinaram no dia 24 de novembro, em Bogot\u00e1, um acordo de paz que p\u00f4s fim ao conflito armado mais longevo da Am\u00e9rica Latina. As negocia\u00e7\u00f5es entre Bogot\u00e1 e as Farc duraram mais de quatro anos e renderam a Manuel Santos o Pr\u00eamio Nobel da Paz de 2016. O acordo final foi firmado pouco menos de dois meses depois de um pacto anterior ter sido rejeitado em referendo popular.<\/p>\n<figure class=\"teaser\" style=\"text-align: justify;\"><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cuba: rela\u00e7\u00e3o com EUA e morte de Fidel Castro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Cuba, dois grandes acontecimentos marcaram o pa\u00eds em 2016: o reatamento das rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas com os Estados Unidos (EUA) e a morte de Fidel Castro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ex-presidente e l\u00edder da revolu\u00e7\u00e3o cubana morreu em Havana no dia 25 de novembro, aos 90 anos de idade. O<a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/internacional\/noticia\/2016-11\/havana-comecou-despedida-fidel-na-plaza-de-la-revolucion\" target=\"_blank\"> funeral<\/a> do ex-l\u00edder durou dias e teve grande repercuss\u00e3o internacional.<\/p>\n<figure class=\"teaser\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"Image img__fid__90385 img__view_mode__teaser attr__format__teaser\" title=\"\" src=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/_agenciabrasil2013\/files\/styles\/interna_grande\/public\/fotos\/1055820-alejandro%20ernesto1_lusa.jpg?itok=rF4PNb8H\" alt=\"Fidel Castro\" width=\"580\" height=\"388\" \/><figcaption>Fidel Castro <span class=\"author\">Alejandro Ernesto\/Lusa\/Direitos Reservados<\/span><\/p>\n<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nJ\u00e1 a reaproxima\u00e7\u00e3o de Cuba com os Estados Unidos incluiu uma visita do presidente americano Barack Obama \u00e0 ilha caribenha em mar\u00e7o, encerrando, no \u00e2mbito das Am\u00e9ricas, o \u00faltimo cap\u00edtulo da guerra fria na pol\u00edtica externa dos Estados Unidos. Em 27 de setembro, Obama nomeou o primeiro embaixador americano em Cuba ap\u00f3s mais de 50 anos de rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas rompidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Venezuela: crise pol\u00edtico-econ\u00f4mica e suspens\u00e3o do Mercosul<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a Venezuela, pa\u00eds imerso numa prolongada crise pol\u00edtico-econ\u00f4mica, o ano de 2016 significou contra\u00e7\u00e3o do PIB de 9,7% e a persist\u00eancia de um cen\u00e1rio de agravamento que tende a prosseguir em 2017. O governo de Nicol\u00e1s Maduro, que enfrenta forte resist\u00eancia interna, suspendeu um referendo revogat\u00f3rio do seu mandato, levando a oposi\u00e7\u00e3o \u00e0s ruas. E, em 2016, pela primeira vez em 17 anos de chavismo, a oposi\u00e7\u00e3o assumiu maioria no Congresso, o que levou a um enfrentamento entre os poderes, com um Executivo que n\u00e3o reconhece o Congresso e vice-versa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, os quatro pa\u00edses fundadores do Mercosul suspenderam em dezembro a Venezuela do bloco, devido ao descumprimento por Caracas de suas obriga\u00e7\u00f5es de ades\u00e3o ao grupo. Os reflexos da crise venezuelana j\u00e1 se fazem sentir nos pa\u00edses vizinhos, como Brasil e Col\u00f4mbia, com levas de imigrantes atravessando as fronteiras em busca de melhores condi\u00e7\u00f5es de vida.<\/p>\n<figure class=\"teaser\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"Image img__fid__91740 img__view_mode__teaser attr__format__teaser\" title=\"\" src=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/_agenciabrasil2013\/files\/styles\/interna_grande\/public\/venezuelanos_deportados_dilvugacao_pf-rr.jpg?itok=dq5O9ECa\" alt=\"PF em Roraima deporta 450 venezuelanos\" width=\"580\" height=\"388\" \/><figcaption>\n<div class=\"know_more\"><\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bol\u00edvia: economia em alta, falta d&#8217;\u00e1gua e renova\u00e7\u00e3o pol\u00edtica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2016, os bolivianos rejeitaram a reforma constitucional promovida pelo presidente Evo Morales, de 56 anos, para se candidatar a um quarto mandato (2020-2025), abrindo campo para a renova\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Este ano tamb\u00e9m a Bol\u00edvia viveu a sua pior seca desde a d\u00e9cada de 1980. O governo declarou emerg\u00eancia nacional, por conta da falta de \u00e1gua em v\u00e1rias cidades, inclusive na capital, La Paz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na \u00e1rea econ\u00f4mica, as receitas de hidrocarbonetos tiveram um aumento exponencial e as vendas de g\u00e1s possibilitaram ao pa\u00eds melhorar sua infraestrutura e servi\u00e7os e fornecer g\u00e1s dom\u00e9stico gratuito a 3,5 milh\u00f5es de bolivianos. A Bol\u00edvia e o Paraguai lideraram o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) na Am\u00e9rica do Sul em 2016, com 4%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Chile: baixa popularidade de Bachelet<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Chile, o governo da presidente Michelle Bachelet chega \u00e0 metade do segundo mandato com\u00a0 \u00edndices baixos de popularidade &#8211; apenas cerca de 27% de aprova\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, as elei\u00e7\u00f5es municipais em outubro impuseram uma derrota aos partidos que fazem parte do seu governo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como um dos pa\u00edses que t\u00eam na exporta\u00e7\u00e3o de <em>commodities<\/em> grande parte de suas receitas, o Chile sofreu com a queda na cota\u00e7\u00e3o do cobre (35% do consumo mundial v\u00eam de minas chilenas), obrigando o Estado a rever e realocar investimentos b\u00e1sicos. Mas, apesar das dificuldades, o pa\u00eds apresentou crescimento de 1,6% do PIB e mesmo opositores admitem que o Chile avan\u00e7ou muito em quest\u00f5es b\u00e1sicas como educa\u00e7\u00e3o e direitos humanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, em contraponto ao Mercosul, foi realizada em junho em Santiago a 11\u00aa C\u00fapula da Alian\u00e7a do Pac\u00edfico, a iniciativa de integra\u00e7\u00e3o regional idealizada pelo Chile, a Col\u00f4mbia, o M\u00e9xico e Peru.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Argentina: um ano de Macri e Cristina Kirchner processada<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Argentina, 2016 come\u00e7ou sob o signo do governo do presidente Mauricio Macri, eleito com 51,42% dos votos, encerrando a era de oito anos de Cristina Kirchner. A ex-presidente viveu em 2016 seu inferno astral, com embargo dos seus bens pela Justi\u00e7a e respondendo a processo pela venda de d\u00f3lares no mercado futuro, que teria causado um preju\u00edzo de R$ 17 bilh\u00f5es aos cofres p\u00fablicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Macri iniciou seu mandato anunciando grandes mudan\u00e7as na pol\u00edtica econ\u00f4mica e em 2016 a Argentina finalmente saiu da morat\u00f3ria, decretada em 2001. O novo governo teve que mudar a legisla\u00e7\u00e3o para renegociar a d\u00edvida externa com os chamados &#8220;fundos abutres&#8221; (que especulam com t\u00edtulos da d\u00edvida) e, com isso, o pa\u00eds conseguiu reabrir seu acesso ao mercado financeiro global. Macri tamb\u00e9m acabou com os controles de c\u00e2mbio, impostos por Cristina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de ser a segunda economia do continente, a Argentina ainda enfrenta desafios como uma d\u00edvida p\u00fablica elevada, infla\u00e7\u00e3o alta, desemprego, corrup\u00e7\u00e3o e m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de infraestrutura e dos servi\u00e7os de sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o. Contudo, as a\u00e7\u00f5es de Macri demonstram disposi\u00e7\u00e3o para fazer reformas que poder\u00e3o ajudar as exporta\u00e7\u00f5es e a reintegra\u00e7\u00e3o do pa\u00eds aos mercados globais. Um dos destaques do ano foi a visita a Buenos Aires do presidente dos EUA, Barack Obama, em mar\u00e7o, junto com 400 empres\u00e1rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde que Macri assumiu, as tens\u00f5es sociais permanecem e os sindicatos relutam em ajudar um governo de centro-direita. Os protestos contra o feminic\u00eddio ocorridos em v\u00e1rias cidades foram outro fato merecedor de destaque na Argentina em 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Peru e Paraguai: elei\u00e7\u00f5es, crescimento econ\u00f4mico e estabilidade<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Peru, 2016 foi marcado por elei\u00e7\u00f5es presidenciais disputad\u00edssimas, em junho, das quais saiu vencedor o economista Pedro Pablo Kuczynski, com um resultado apertado e sem maioria no Congresso, controlado pelos aliados de sua rival, Keiko Fujimori, que era favorita nas pesquisas, mas saiu derrotada nas urnas. Na \u00e1rea econ\u00f4mica, o pa\u00eds fecha o ano com crescimento do PIB de 3,9%. Mereceu destaque ainda a 24\u00aa Reuni\u00e3o de L\u00edderes da \u00c1rea de Coopera\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica \u00c1sia-Pac\u00edfico (Apec), realizada em novembro em Lima e que amplia as possibilidades de com\u00e9rcio globalizado entre os pa\u00edses do bloco, especialmente com a China, segunda economia mundial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Surpreendentemente, o Paraguai liderou o crescimento do PIB na Am\u00e9rica do Sul este ano, com 4% de aumento. Parte do sucesso se deve \u00e0 estabilidade pol\u00edtica representada pelo segundo mandato do presidente Horacio Cortes, 58 anos, do Partido Colorado, um dos homens mais ricos do pa\u00eds, dono de mais de 25 empresas e de um banco. Na \u00e1rea regional, o Paraguai se posicionou contra a perman\u00eancia da Venezuela no bloco, alegando \u201cdescumprimento por parte de Caracas das obriga\u00e7\u00f5es do Protocolo de Ades\u00e3o ao Mercosul\u201d. Na parceria paraguaio-brasileira, destaca-se a hidrel\u00e9trica Itaipu Binacional, respons\u00e1vel por cerca de 17% de toda a energia consumida no Brasil e de 75% do Paraguai.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>* Com informa\u00e7\u00f5es de Monica Yanakiew, correspondente da EBC em Buenos Aires<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na Am\u00e9rica Latina, al\u00e9m de conturbado politicamente, 2016 n\u00e3o foi um ano dos melhores do ponto de vista econ\u00f4mico, com poucas exce\u00e7\u00f5es. Segundo relat\u00f3rio de dezembro da Comiss\u00e3o Econ\u00f4mica para a Am\u00e9rica Latina e o Caribe (Cepal), \u201ca regi\u00e3o finalizar\u00e1 2016 com uma contra\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 1,1%, e a Am\u00e9rica do Sul ser\u00e1 a mais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":166874,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-166873","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/05145330_0.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/166873","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=166873"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/166873\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/166874"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=166873"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=166873"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=166873"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}