{"id":16888,"date":"2013-09-18T15:30:08","date_gmt":"2013-09-18T18:30:08","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=16888"},"modified":"2013-09-18T15:37:05","modified_gmt":"2013-09-18T18:37:05","slug":"dores-cronicas-podem-ter-origem-no-cerebro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/dores-cronicas-podem-ter-origem-no-cerebro\/","title":{"rendered":"Dores cr\u00f4nicas podem ter origem no c\u00e9rebro"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-16889\" alt=\"dor\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/dor.jpg\" width=\"240\" height=\"167\" \/><\/p>\n<p>Uma nova pesquisa publicada nesta ter\u00e7a-feira afirma que a estrutura do c\u00e9rebro de um indiv\u00edduo pode ajudar a prever se ele vai conseguir se recuperar de uma crise de dor lombar ou se ela vai se tornar cr\u00f4nica, podendo lhe acompanhar pelo resto da vida. O estudo, publicado na revista Pain, d\u00e1 suporte \u00e0 ideia de que o c\u00e9rebro desempenha um papel cr\u00edtico nas origens da dor cr\u00f4nica \u2014 mais importante que o pr\u00f3prio lugar dolorido \u2014, um conceito que pode levar a mudan\u00e7as na forma como os m\u00e9dicos tratam os pacientes.<\/p>\n<p>Segundo os pesquisadores, a dor cr\u00f4nica (que dura, no m\u00ednimo, mais de um ano) afeta um n\u00famero cada vez maior de pacientes em todo o mundo. S\u00f3 nos Estados Unidos, ela atinge cerca de 100 milh\u00f5es de pessoas e custa at\u00e9 635 bilh\u00f5es de d\u00f3lares em tratamentos. &#8220;Esse tipo de dor est\u00e1 se tornando um enorme fardo sobre a popula\u00e7\u00e3o. Essa pesquisa \u00e9 um bom exemplo das medidas que estamos tomando para investigar esse assunto e reduzir a carga de dor cr\u00f4nica no futuro\u201d, diz Linda Porter, conselheira do Instituto Nacional de Sa\u00fade dos Estados Unidos, que financiou o estudo.<\/p>\n<p>A dor lombar atinge a parte baixa das costas e representa 28% de todas as dores que levam os pacientes a procurar ajuda m\u00e9dica. Em 23% dos casos, o inc\u00f4modo n\u00e3o some ap\u00f3s o per\u00edodo de um ano, levando ao diagn\u00f3stico de uma dor lombar cr\u00f4nica. Os pesquisadores n\u00e3o sabem ao certo qual a origem do problema.<\/p>\n<p>Durante muito tempo, eles pensaram que a causa poderia ser encontrada no pr\u00f3prio local da les\u00e3o. Mas, nos \u00faltimos anos, alguns estudos t\u00eam apontado que mudan\u00e7as nas estruturas cerebrais podem ter um papel mais central no processo. &#8220;Agora, n\u00f3s podemos ter encontrado um marcador anat\u00f4mico para a dor cr\u00f4nica no pr\u00f3prio c\u00e9rebro&#8221;, afirma Vania Apkarian, professor de fisiologia da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, autor principal da pesquisa. (Veja)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma nova pesquisa publicada nesta ter\u00e7a-feira afirma que a estrutura do c\u00e9rebro de um indiv\u00edduo pode ajudar a prever se ele vai conseguir se recuperar de uma crise de dor lombar ou se ela vai se tornar cr\u00f4nica, podendo lhe acompanhar pelo resto da vida. 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