{"id":169440,"date":"2017-01-04T06:27:37","date_gmt":"2017-01-04T09:27:37","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=169440"},"modified":"2017-01-04T06:28:08","modified_gmt":"2017-01-04T09:28:08","slug":"empresa-e-condenada-por-assedio-de-supervisor-que-batia-com-chicote-na-mesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/empresa-e-condenada-por-assedio-de-supervisor-que-batia-com-chicote-na-mesa\/","title":{"rendered":"Empresa \u00e9 condenada por ass\u00e9dio de supervisor que batia com chicote na mesa"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"title\"><\/h2>\n<div class=\"wysiwyg\">\n<p>Uma empresa de telefonia ter\u00e1 que indenizar uma empregada terceirizada que era chamada de burra, pregui\u00e7osa e ignorante por um supervisor, que chegava a bater com um chicote na sua mesa.\u00a0A conduta abusiva do supervisor foi confirmada por testemunha que exerceu as mesmas fun\u00e7\u00f5es que ela durante todo o per\u00edodo de contrato.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/empresa-e-condenada-por-assedio-de-supervisor-que-batia-com-chicote-na-mesa\/chicote\/\" rel=\"attachment wp-att-169441\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-169441\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/chicote-300x148.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"148\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/chicote-300x148.jpg 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/chicote-160x79.jpg 160w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/chicote-305x150.jpg 305w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/chicote.jpg 474w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Ao manter senten\u00e7a que condenou a empresa a pagar R$ 5 mil pelo ass\u00e9dio moral,\u00a0o Tribunal Regional do Trabalho da 4\u00aa Regi\u00e3o (RS), concluiu que o comportamento do supervisor &#8220;atenta contra a dignidade e a honra do indiv\u00edduo, uma vez que exp\u00f5e os empregados a uma situa\u00e7\u00e3o vexat\u00f3ria, sendo humilhado e diminu\u00eddo perante os colegas de trabalho&#8221;.<\/p>\n<p>A empresa ainda tentou reverter a condena\u00e7\u00e3o, sem sucesso, no Tribunal Superior do Trabalho.\u00a0No recurso a empresa argumentou que os depoimentos das testemunhas revelaram considera\u00e7\u00f5es contradit\u00f3rias e que as alega\u00e7\u00f5es da trabalhadora n\u00e3o foram provadas. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 responsabilidade subsidi\u00e1ria pela condena\u00e7\u00e3o, afirmou que &#8220;n\u00e3o pode responder por penalidades inerentes ao real empregador&#8221;.<\/p>\n<p>No entanto, para o relator do processo na 1\u00aa Turma do\u00a0TST, desembargador convocado Marcelo Lamego Pertence, a decis\u00e3o do TRT foi &#8220;incensur\u00e1vel&#8221;. Ele destacou tamb\u00e9m que a condena\u00e7\u00e3o subsidi\u00e1ria da empresa resultou de sua condi\u00e7\u00e3o como tomadora de servi\u00e7os, benefici\u00e1ria do trabalho realizado pela profissional.<\/p>\n<p>O relator explicou que o tomador dos servi\u00e7os responde por todos os atos a que estaria obrigado o devedor principal, e que a responsabilidade subsidi\u00e1ria decorre da culpa pela n\u00e3o fiscaliza\u00e7\u00e3o. \u00c0 empresa de telefonia, caberia n\u00e3o apenas escolher empresa id\u00f4nea para a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os como tamb\u00e9m velar pelo cumprimento de suas obriga\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o a terceiros. <em>Com informa\u00e7\u00f5es da Assessoria de Imprensa do TST.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A empresa ainda tentou reverter a condena\u00e7\u00e3o, sem sucesso, no Tribunal Superior do Trabalho. 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