{"id":17583,"date":"2013-09-20T15:12:53","date_gmt":"2013-09-20T18:12:53","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=17583"},"modified":"2013-09-20T15:12:53","modified_gmt":"2013-09-20T18:12:53","slug":"justica-condena-mandante-do-assassinato-de-stang-a-30-anos-de-prisao-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/justica-condena-mandante-do-assassinato-de-stang-a-30-anos-de-prisao-2\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a condena mandante do assassinato de Stang a 30 anos de pris\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-17575\" alt=\"bida\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/bida.jpg\" width=\"240\" height=\"167\" \/><\/p>\n<p>A Justi\u00e7a do Par\u00e1 condenou, no fim da noite de quinta-feira (19\/9), o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, a 30 anos de pris\u00e3o, inicialmente em regime fechado, pela morte da mission\u00e1ria Dorothy Stang, na qualidade de coautor e mandante do crime. O julgamento, o quarto realizado ap\u00f3s recursos dos advogados, durou mais de 14 horas. A senten\u00e7a foi lida pelo juiz Raimundo Mois\u00e9s Alves Flexa.<\/p>\n<p>Dorothy Stang foi morta a tiros no munic\u00edpio de Anapu, no sudoeste paraense, em 12 de fevereiro de 2005. De acordo com o Minist\u00e9rio P\u00fablico, ela foi assassinada porque defendia a implanta\u00e7\u00e3o de assentamentos para trabalhadores rurais em terras p\u00fablicas que eram disputadas por fazendeiros e madeireiros da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>As investiga\u00e7\u00f5es das pol\u00edcias Civil e Federal na \u00e9poca do crime indicaram que Rayfran das Neves Sales e Clodoaldo Batista foram os autores do assassinato. Amair Feijoli Cunha, o Tato, foi apontado como intermedi\u00e1rio. Ele foi contratado por Bida e por Regivaldo Pereira Galv\u00e3o, conhecido como Tarad\u00e3o, que pagaram R$ 50 mil pelo assassinato da mission\u00e1ria, conforme a investiga\u00e7\u00e3o. A defesa de Bida alegou que n\u00e3o havia evid\u00eancias suficientes que comprovasse o envolvimento do fazendeiro no caso.<\/p>\n<p>Condenado a 30 anos no primeiro julgamento, em 2007, Bida teve direito a novo j\u00fari em 2008, quando foi absolvido. O segundo julgamento, no entanto, foi anulado por fraude processual. No terceiro julgamento, que durou mais de 50 dias, Bida voltou a ser condenado, mas os advogados conseguiram a anula\u00e7\u00e3o alegando cerceamento de defesa.<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, o fazendeiro foi a j\u00fari representado por um defensor p\u00fablico, que admitiu posteriormente n\u00e3o ter tido acesso a todo o processo, o que foi usado pela defesa posterior de Bida para pedir a anula\u00e7\u00e3o do julgamento.\u00a0 (Ag\u00eancia Brasil)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Justi\u00e7a do Par\u00e1 condenou, no fim da noite de quinta-feira (19\/9), o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, a 30 anos de pris\u00e3o, inicialmente em regime fechado, pela morte da mission\u00e1ria Dorothy Stang, na qualidade de coautor e mandante do crime. 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