{"id":210867,"date":"2017-08-16T05:54:36","date_gmt":"2017-08-16T08:54:36","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=210867"},"modified":"2017-08-16T05:54:36","modified_gmt":"2017-08-16T08:54:36","slug":"geracao-que-nao-assiste-mais-tv-e-corre-atras-dos-youtubers","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/geracao-que-nao-assiste-mais-tv-e-corre-atras-dos-youtubers\/","title":{"rendered":"A gera\u00e7\u00e3o que n\u00e3o assiste mais TV e corre atr\u00e1s dos &#8216;youtubers&#8217;"},"content":{"rendered":"<header id=\"articulo-encabezado\" class=\"articulo-encabezado \">\n<div id=\"articulo-titulares\" class=\"articulo-titulares\">\n<h1 id=\"articulo-titulo\" class=\"articulo-titulo \"><\/h1>\n<div class=\"articulo-subtitulos\">\n<h2 class=\"articulo-subtitulo\"><\/h2>\n<h2 class=\"articulo-subtitulo\">Duas das tr\u00eas personalidades mais influentes do Brasil s\u00e3o &#8216;youtubers&#8217;, diz pesquisa<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<aside id=\"compartir_superior\" class=\"compartir compartir--fijo\">\n<div class=\"compartir__interior\">\n<div class=\"compartir-varios\"><\/div>\n<\/div>\n<\/aside>\n<\/header>\n<div class=\"articulo-apertura \">\n<figure class=\"foto centro foto_w980\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2017\/08\/13\/tecnologia\/1502578288_835104_1502750167_noticia_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2017\/08\/13\/tecnologia\/1502578288_835104_1502750167_noticia_normal_recorte1.jpg 1960w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2017\/08\/13\/tecnologia\/1502578288_835104_1502750167_noticia_normal_recorte2.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2017\/08\/13\/tecnologia\/1502578288_835104_1502750167_noticia_normal.jpg 980w\" alt=\"YouTube Brasil\" width=\"980\" height=\"565\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">A &#8216;youtuber&#8217; Nah Cardoso em evento no Rio.<\/span>\u00a0<span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">DIVULGA\u00c7\u00c3O<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"firma \">\n<div class=\"autor\">\n<div class=\"autor-texto\"><span class=\"autor-nombre\"><a title=\"Ver todas as not\u00edcias de Mar\u00eda Mart\u00edn\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/autor\/maria_martin_delgado\/a\/\">MAR\u00cdA MART\u00cdN<\/a><\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"articulo_contenedor\" class=\"articulo__contenedor\">\n<div id=\"cuerpo_noticia\" class=\"articulo-cuerpo\">\n<p>S\u00e3o 21 horas de uma ter\u00e7a-feira no\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/rio_de_janeiro\/a\">Rio de Janeiro<\/a>\u00a0e Mateus Sales, um garoto loiro e meigo de 13 anos, aguarda com pulinhos de impaci\u00eancia para tirar uma foto com algum de seus \u00eddolos. O pequeno est\u00e1 t\u00e3o emocionado que nem atende sua m\u00e3e no telefone e minimiza as mais de sete horas de plant\u00e3o que leva \u00e0 frente de um galp\u00e3o na zona portu\u00e1ria da cidade. Os \u00eddolos que Mateus e mais seis amigos esperam n\u00e3o s\u00e3o futebolistas, nem apresentadores de televis\u00e3o, nem cantores. Tampouco atores.<\/p>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\" data-google-query-id=\"CImO86uw29UCFdaFkQodTh0MrA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/tecnologia\/intext_0__container__\"><iframe id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/tecnologia\/intext_0\" title=\"3rd party ad content\" name=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/tecnologia\/intext_0\" width=\"1\" height=\"1\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" data-integralas-id-76ef6cba-3ad5-6078-8e03-18bdb0b7a2cf=\"\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<p>Estamos \u00e0s portas de\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/08\/07\/tecnologia\/1502141548_309521.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">um evento do YouTube<\/a>\u00a0cujas estrelas s\u00e3o J\u00falio Coccielo, Luba ou Whindersson Nunes,\u00a0<em>youtubers<\/em>com milh\u00f5es de seguidores na rede, que se tornaram os\u00a0<em>pop-stars<\/em>\u00a0de uma gera\u00e7\u00e3o que n\u00e3o assiste mais TV. Mateus e seus amigos n\u00e3o sabem o que \u00e9 almo\u00e7ar com a trilha do Jornal Hoje nem v\u00e3o dormir ap\u00f3s o fim da novela das 21h. \u201cSe eu assisto a TV? TV normal? Como assim?\u201d, questiona o garoto. \u201cBom, s\u00f3 se houver jogo\u201d. \u201cA experi\u00eancia de ver televis\u00e3o n\u00e3o \u00e9 mais familiar, \u00e9 individual. Foi uma mudan\u00e7a comportamental das novas gera\u00e7\u00f5es\u201d, afirma a diretora do YouTube no Brasil, Fernanda Cer\u00e1volo.<\/p>\n<p>Os novos h\u00e1bitos dos mais jovens,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/06\/28\/cultura\/1498658933_664228.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">as chamadas gera\u00e7\u00e3o Z e os\u00a0<em>millennials<\/em><\/a>, come\u00e7am a aparecer nas pesquisas. Embora a TV aberta continue sendo campe\u00e3 de audi\u00eancia no Brasil, o tempo que o brasileiro passa assistindo a v\u00eddeos na Internet vem crescendo em maiores propor\u00e7\u00f5es, segundo um estudo de 2016 apresentado pelo YouTube em parceria com o site\u00a0<em>Meio&amp;Mensagem<\/em>\u00a0e a consultoria Provokers. \u201cOs brasileiros s\u00e3o consumidores compulsivos de conte\u00fado em v\u00eddeo\u201d, diz Cer\u00e1volo.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros da enquete revelam inclusive que o conte\u00fado da Internet j\u00e1 \u00e9\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/02\/28\/tecnologia\/1488316342_209179.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">mais procurado que o da televis\u00e3o a cabo:<\/a>\u00a0enquanto 82 milh\u00f5es de brasileiros, 42% da popula\u00e7\u00e3o, t\u00eam costume de assistir\u00a0 a v\u00eddeos na rede, os que assistem a TV por assinatura representam 37%. A pesquisa, que ouviu 1.500 pessoas entre 14 e 55 anos, das classes A, B e C, revela tamb\u00e9m que entre os adolescentes a televis\u00e3o recebe cada vez menos aten\u00e7\u00e3o: 89% declarou estar conectado enquanto est\u00e1 diante da tela tradicional.<\/p>\n<p>Mais pr\u00f3xima dos \u00eddolos aos que Mateus mal consegue ver est\u00e1 Larissa Mariana, de 21 anos. A gritaria durante o show de Wesley Safad\u00e3o, outra mina de ouro para o YouTube, faz imposs\u00edvel ouvir qualquer coisa a n\u00e3o ser na \u00e1rea externa do galp\u00e3o. \u201cTV? O que que \u00e9 isso? S\u00f3 ligo se algu\u00e9m falar que est\u00e1 acontecendo algo importante, fora isso pega poeira\u201d, diz a jovem.<\/p>\n<p>Larissa dedica boa parte do dia a assistir v\u00eddeos sobre jogos, humor e ativismo LGBT. Questionada pela \u00faltima publica\u00e7\u00e3o de um dos seus\u00a0<em>youtubers<\/em>\u00a0favoritos ela gargalha. No sketch, o jovem parodia o desespero de estar na casa do namorado ou namorada, ter diarreia, e n\u00e3o encontrar nem papel higi\u00eanico nem chuveirinho no banheiro. \u201cEu sei que \u00e9 coisa de doido, mas \u00e9 engra\u00e7ado. S\u00e3o pessoas normais que falam de situa\u00e7\u00f5es comuns\u201d. Al\u00e9m de humor, Larissa encontra acolhida na comunidade virtual. \u201cEu me identifico muito com esse pessoal. Tamb\u00e9m h\u00e1 discursos sobre viol\u00eancia e fala-se de momentos dif\u00edceis. Me d\u00e1 a sensa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o estar sozinha, de que, se eu precisar, vou ser ouvida\u201d.<\/p>\n<h3>Os mais influentes do Brasil<\/h3>\n<p>Boa parte dessas \u201cpessoas normais\u201d parodiando o cotidiano t\u00eam produtores, assessores de imprensa e at\u00e9 mais de 20 milh\u00f5es de seguidores nos seus canais.\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2015\/10\/15\/economia\/1444907882_482780.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Vivem disso. S\u00e3o estrelas.<\/a>\u00a0Whindersson Nunes, que a pesar de se encontrar na mesma sala da reportagem se recusou a dar entrevista, conta com mais de 22 milh\u00f5es de pessoas seguindo seus v\u00eddeos de humor. Ele, de regata, t\u00eanis e bermuda esportiva como pronto para uma aula de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica, \u00e9, conforme a pesquisa do YouTube, a segunda personalidade mais influente para os jovens brasileiros. Na frente apenas Luciano Hulk. Os\u00a0<em>youtubers<\/em>\u00a0como Nunes est\u00e3o desbancando m\u00edticos apresentadores de televis\u00e3o e atores como celebridades nas quais se espelhar. Nessa lista das dez personalidades mais bem colocadas, na qual aparecem Danilo Gentile, Ta\u00eds Araujo, L\u00e1zaro Ramos e Tat\u00e1 Werneck, metade s\u00e3o\u00a0<em>youtubers<\/em>. Neles, os entrevistados veem autenticidade, originalidade, senso de humor e intelig\u00eancia.<\/p>\n<p>Os jovens f\u00e3s desses\u00a0<em>vloggers<\/em>, al\u00e9m de ser uma audi\u00eancia massiva, s\u00e3o incans\u00e1veis. Capazes de aguardar horas num shopping por algo t\u00e3o\u00a0<em>vintage<\/em>como um aut\u00f3grafo, tamb\u00e9m averiguam os endere\u00e7os de hotel onde ficam seus \u00eddolos e os perseguem por apenas uma foto. Lucas Rossi, conhecido como Luba \u20134,6 milh\u00f5es de assinantes e o sexto na lista de mais influentes\u2013, j\u00e1 teve seu pr\u00e9dio invadido. \u201cSeria bom fazer a mesma coisa, n\u00e3o sendo t\u00e3o famoso\u201d, lamenta ele,\u00a0<em>youtuber<\/em>\u00a0profissional desde 2014 e um dos mais queridos por intercalar discursos de toler\u00e2ncia e autoestima entre suas palha\u00e7adas.<\/p>\n<p>Luba, que coleciona momentos hil\u00e1rios com a m\u00e3e, acredita que a chave do sucesso \u00e9 a proximidade com a audi\u00eancia. \u201cDiferentemente de artistas, atores ou cantores, a gente est\u00e1 muito pr\u00f3ximo de quem nos v\u00ea. Fazemos v\u00eddeo do quarto, da sala&#8230;\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/04\/05\/estilo\/1491410049_489719.html\">A rela\u00e7\u00e3o \u00e9 mais pessoal e nos veem como amigos<\/a>\u201d. Ele, com 27 anos, se considera, no entanto, dessa gera\u00e7\u00e3o que assistia ao JH na hora do almo\u00e7o e fica surpreso diante mudan\u00e7as t\u00e3o r\u00e1pidas. \u201cO filho de sete anos de uma amiga estava assistindo TV em casa porque tinha ca\u00eddo a Internet. Ele n\u00e3o gostou do desenho animado e pediu para trocar. Mas quando a m\u00e3e lhe explicou que n\u00e3o dava, que tinha que aguardar at\u00e9 o epis\u00f3dio terminar, a crian\u00e7a ficou confusa\u201d, relata. \u201cComo voc\u00ea explica hoje para um menino de sete anos que voc\u00ea n\u00e3o pode pausar, pular ou escolher outro epis\u00f3dio? Eles n\u00e3o entendem!\u201d.<\/p>\n<h3><strong>Filtro e conte\u00fados inadequados<\/strong><\/h3>\n<p>A mudan\u00e7a de h\u00e1bitos das novas gera\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m t\u00eam atra\u00eddo anunciantes a plataformas digitais fazendo de Facebook e Google, dona do YouTube, colossos que, praticamente, t\u00eam o monop\u00f3lio do que fazem. As marcas veem neles uma via r\u00e1pida para se dirigir diretamente ao seu p\u00fablico alvo. Este ano, de fato, o valor gasto globalmente em publicidade na Internet prev\u00ea superar a publicidade televisiva pela primeira vez, segundo c\u00e1lculos da ag\u00eancia de m\u00eddia Zenith,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.economist.com\/news\/business\/21719840-big-brands-protest-about-ads-next-offensive-content-youtube-highlights-problems-digital\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">recolhidos pela revista brit\u00e2nica\u00a0<em>The Economist<\/em>.<\/a><\/p>\n<p>Mas esse potencial escancara tamb\u00e9m uma fraqueza: a falta de controle e filtro dos conte\u00fados. Um desafio que n\u00e3o s\u00f3 incomoda aos usu\u00e1rios, mas tamb\u00e9m aos anunciantes. Segundo a revista, um bom n\u00famero de marcas, incluindo Coca-Cola, Walmart e General Motors, anunciaram planos para suspender seus investimentos em publicidade no YouTube porque os an\u00fancios apareciam em conte\u00fados ofensivos, como v\u00eddeos de grupos jihadistas ou\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/08\/14\/internacional\/1502725983_722333.html\">neonazistas<\/a>. As perdas da Google, com essa crise, poderiam chegar a um bilh\u00e3o de d\u00f3lares em 2017, ou cerca de 1% da sua receita bruta em publicidade, segundo\u00a0<em>The Economist<\/em>.<\/p>\n<p>No YouTube reconhecem que o controle do que \u00e9 publicado \u00e9 um \u201cdesafio\u201d, mas que a crise com seus anunciantes j\u00e1 foi resolvida. A companhia criou recentemente filtros mais r\u00edgidos para barrar conte\u00fado com discursos de \u00f3dio e terror, mas afirma que depende da pr\u00f3pria comunidade de usu\u00e1rios para se autorregular. \u201cO YouTube \u00e9 uma plataforma muito democr\u00e1tica e a linha entre o que \u00e9 censura e liberdade \u00e9 muito t\u00eanue\u201d, explica a diretora Cer\u00e1volo. \u201cTemos que ter cuidado com isso, porque o que vemos no YouTube \u00e9 um reflexo do que acontece na sociedade\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Percentual de brasileiros que v\u00ea v\u00eddeos na Internet j\u00e1 supera os ass\u00edduos da TV a cabo<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":210868,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1175,6],"tags":[],"class_list":["post-210867","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-educacao","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/juventude.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/210867","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=210867"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/210867\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/210868"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=210867"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=210867"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=210867"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}