{"id":224726,"date":"2017-11-18T09:03:22","date_gmt":"2017-11-18T12:03:22","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=224726"},"modified":"2017-11-18T09:03:22","modified_gmt":"2017-11-18T12:03:22","slug":"tuberculose-ainda-e-infecao-mais-mortal-e-os-avancos-contra-ela-sao-insuficientes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/tuberculose-ainda-e-infecao-mais-mortal-e-os-avancos-contra-ela-sao-insuficientes\/","title":{"rendered":"Tuberculose ainda \u00e9 a infe\u00e7\u00e3o mais mortal e os avan\u00e7os contra ela s\u00e3o insuficientes"},"content":{"rendered":"<header id=\"articulo-encabezado\" class=\"articulo-encabezado \">\n<div id=\"articulo-titulares\" class=\"articulo-titulares\">\n<h1 id=\"articulo-titulo\" class=\"articulo-titulo \" style=\"text-align: justify;\"><\/h1>\n<div class=\"articulo-subtitulos\" style=\"text-align: justify;\">\n<h2 class=\"articulo-subtitulo\"><em>O Brasil \u00e9 respons\u00e1vel por um ter\u00e7o dos casos nas Am\u00e9ricas da doen\u00e7a que o ano matou 1,7 milh\u00f5es de pessoas<\/em><\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<aside id=\"compartir_superior\" class=\"compartir compartir--fijo\">\n<div class=\"compartir__interior\">\n<div class=\"compartir-varios\"><\/div>\n<\/div>\n<\/aside>\n<\/header>\n<div class=\"articulo-apertura \" style=\"text-align: justify;\">\n<figure class=\"foto centro foto_w980\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/27\/planeta_futuro\/1509132472_518243_1509132634_noticia_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/27\/planeta_futuro\/1509132472_518243_1509132634_noticia_normal_recorte1.jpg 1960w, \/\/ep01.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/27\/planeta_futuro\/1509132472_518243_1509132634_noticia_normal_recorte2.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/27\/planeta_futuro\/1509132472_518243_1509132634_noticia_normal.jpg 980w\" alt=\"Tuberculosis\" width=\"980\" height=\"472\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">Imagem do relat\u00f3rio mundial da tuberculose de 2017 da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS).<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"firma \">\n<div class=\"autor\">\n<div class=\"autor-texto\"><span class=\"autor-nombre\"><a title=\"Ver todas as not\u00edcias de Pablo Linde\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/autor\/pablo_linde\/a\/\">PABLO LINDE<\/a><\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"autor\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"articulo_contenedor\" class=\"articulo__contenedor\">\n<div id=\"cuerpo_noticia\" class=\"articulo-cuerpo\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO Brasil \u00e9 respons\u00e1vel por um ter\u00e7o dos casos de\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/tuberculosis\/a\">tuberculose<\/a>\u00a0nas\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/america\/a\">Am\u00e9ricas<\/a>. No contexto da luta global, temos uma responsabilidade na elimina\u00e7\u00e3o da epidemia na regi\u00e3o\u201d, calcula para EL PA\u00cdS Denise Arakaki, coordenadora do\u00a0<a href=\"http:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/publicacoes\/ProgramaTB.pdf\">Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Brasil<\/a>\u00a0em 2018. Fala de Moscou, onde participar\u00e1 da\u00a0<a href=\"http:\/\/redetb.org\/index.php\/301-conferencia-ministerial-mundial-da-oms-em-moscou\">I Confer\u00eancia Ministerial da OMS<\/a>\u00a0em 16 e 17 de novembro. O desafio \u00e9 consider\u00e1vel. Em 2015 a tuberculose superou a\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/sida\/a\">AIDS<\/a>\u00a0como a doen\u00e7a infecciosa com mais v\u00edtimas mortais. E n\u00e3o parece que perder\u00e1 esse posto em m\u00e9dio prazo. Ainda que pouco a pouco as mortes estejam baixando, n\u00e3o caem num ritmo suficiente para acabar com a epidemia, um objetivo que a comunidade internacional adotou para 2030. O\u00a0<a href=\"http:\/\/www.searo.who.int\/tb\/documents\/annual_tb_repot_2017\/en\/\">relat\u00f3rio mundial de 2017 sobre a tuberculose<\/a>, que a\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/oms_organizacion_mundial_salud\/a\">Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade<\/a>\u00a0(OMS) acabar de apresentar, mostra que quase 1,7 milh\u00e3o de pessoas perderam a vida em 2016 por culpa dessa antiga doen\u00e7a, e 374.000 delas tamb\u00e9m tinham AIDS.<\/p>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"CKymoNaJyNcCFZKGkQodLM0BMQ\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">O dado significa uma ligeira queda em rela\u00e7\u00e3o a 2015, quando a OMS estima que o n\u00famero de v\u00edtimas mortais da tuberculose foi de 1,8 milh\u00e3o. Desde o ano 2000, a incid\u00eancia da doen\u00e7a diminuiu 37%, o que permitiu salvar 53 milh\u00f5es de vidas. O n\u00famero de novas infec\u00e7\u00f5es se mant\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior (10,4 milh\u00f5es), mas em termos relativos tamb\u00e9m significa uma ligeira queda, levando em considera\u00e7\u00e3o o aumento da\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/poblacion\/a\">popula\u00e7\u00e3o<\/a>\u00a0global. A taxa de\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/mortalidad\/a\">mortalidade<\/a>\u00a0est\u00e1 caindo 3% ao ano; a incid\u00eancia, 2%. Esses n\u00fameros precisam aumentar at\u00e9 4-5% e 10%, respectivamente, para cumprir com o calend\u00e1rio que marca a estrat\u00e9gia de elimina\u00e7\u00e3o, que tem como objetivo final reduzir em 90% as mortes e em 80% a incid\u00eancia at\u00e9 2030, em rela\u00e7\u00e3o a 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com esses dados sobre a mesa, Jos\u00e9 Luis Castro,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.theunion.org\/espanol\">diretor-geral da Uni\u00e3o Internacional Contra a Tuberculose e as Doen\u00e7as Respirat\u00f3rias<\/a>\u00a0(The Union), fez um pedido para modificar a estrat\u00e9gia contra a doen\u00e7a: \u201cMais uma vez escutamos que o progresso para acabar com ela \u00e9 muito lento. Precisamos mudar nossa forma de pensar. A epidemia \u00e9 mais do que um problema\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/medicos\/a\">m\u00e9dico<\/a>. Tamb\u00e9m \u00e9 um problema social, pol\u00edtico e econ\u00f4mico e precisamos de diferentes tipos de profissionais trabalhando de maneira efetiva se queremos eliminar a tuberculose\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil isso significa coordenar os sistemas sociais com os de sa\u00fade; centrar-se nos coletivos mais vulner\u00e1veis de cada cidade, e abordar o desafio da sa\u00fade nas\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/chabolas\/a\">favelas<\/a>. \u201cQue papel t\u00eam os assentamentos informais, a viol\u00eancia e as car\u00eancias educativas no acesso dos pacientes de TB aos servi\u00e7os [sociais e de sa\u00fade]? Queremos compreend\u00ea-lo melhor para ver como chegar a essas pessoas\u201d, explica Arakaki.<\/p>\n<section id=\"sumario_2|html\" class=\"sumario_html izquierda\">\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<p class=\"texto_grande\">1,7 milh\u00e3o de pessoas perderam a vida em 2016 por culpa dessa antiga doen\u00e7a, e 374.000 delas tamb\u00e9m tinham AIDS<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pelo tamanho e a heterogeneidade do pa\u00eds, o Programa de TB tamb\u00e9m orientar\u00e1 esfor\u00e7os aos coletivos mais vulner\u00e1veis de cada localidade. Em 2017, come\u00e7ou por classificar as cidades em fun\u00e7\u00e3o de indicadores epidemiol\u00f3gicos, de n\u00edvel socioecon\u00f4mico e de capacidade operativa. \u201cAgora temos um novo mapa do Brasil e podemos saber qual \u00e9 o motor da epidemia em cada lugar\u201d. Em uma cidade a luta contra a tuberculose dever\u00e1 centrar-se na popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena; em outra, nas pessoas sem teto, ilustra a coordenadora. Um terceiro eixo de trabalho ser\u00e1 avan\u00e7ar na coordena\u00e7\u00e3o entre os sistemas de sa\u00fade e social para encaminharem-se casos mutuamente, pelo v\u00ednculo entre tuberculose e quest\u00f5es como a pobreza \u2013 que termina nas condi\u00e7\u00f5es de moradia e saneamento \u2013 e o HIV\/Aids. Os cuidados de sa\u00fade para a TB s\u00e3o de acesso universal, incluindo a hospitaliza\u00e7\u00e3o, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas para o resto do mundo, Castro pede aos presidentes e aos primeiros-ministros que \u201cmobilizem recursos para vencer esta epidemia\u201d. \u201cEstamos falando de uma doen\u00e7a em que o cont\u00e1gio se d\u00e1 pelo ar, que est\u00e1 se tornando cada vez mais resistente aos antibi\u00f3ticos que temos contra ela\u201d, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse \u00e9 justamente um dos grandes problemas assinalados pelos sucessivos relat\u00f3rios da OMS. No de 2017, exp\u00f5e que s\u00e3o estimados em 600.000 os novos casos resistentes \u00e0 rifampicina, o medicamento de primeira linha mais efetivo. Deles, 490.000 apresentam resist\u00eancia a v\u00e1rios rem\u00e9dios, o que \u00e9 conhecido como multirresist\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 uma das emerg\u00eancias de sa\u00fade mais urgentes enfrentadas pela humanidade nos pr\u00f3ximos anos. Os especialistas calculam que\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/09\/21\/ciencia\/1506004048_715947.html\">em 2050 as resist\u00eancias aos antibi\u00f3ticos<\/a>\u00a0\u2013 n\u00e3o s\u00f3 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 tuberculose, mas nas doen\u00e7as bacterianas em geral \u2013 ser\u00e1 a primeira causa de morte no mundo, \u00e0 frente do c\u00e2ncer. T\u00ednhamos rem\u00e9dios muito eficientes contra esse tipo de doen\u00e7a, mas seu uso incorreto, tanto em pessoas como em animais, est\u00e1 tornando os microrganismos cada vez menos vulner\u00e1veis a eles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar dessa amea\u00e7a, ainda hoje a grande maioria das mortes por tuberculose poderia ser evitada com os tratamentos que j\u00e1 existem. Isso mostra a necessidade de melhorar o diagn\u00f3stico e o acesso aos rem\u00e9dios em lugares aonde ainda n\u00e3o chegam. \u201cOs dois medicamentos mais novos para se tratar a resistente (bedaquilina e delamanid) est\u00e3o dispon\u00edveis h\u00e1 quatro anos, e est\u00e1 demonstrado que ambos podem ajudar a salvar mais vidas. Mas menos de 5% das pessoas que precisam deles est\u00e3o recebendo\u201d, lamenta Isaac Chikwanha, m\u00e9dico respons\u00e1vel pelo combate \u00e0 tuberculose na Campanha de Acesso dos M\u00e9dicos sem Fronteiras. A imensa maioria dos casos da doen\u00e7a se distribui entre \u00c1sia e \u00c1frica, e mais da metade est\u00e1 concentrada em cinco pa\u00edses: \u00cdndia, Indon\u00e9sia, China, Filipinas e Paquist\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A OMS fez um pedido \u00e0 comunidade internacional para colocar todas as ferramentas necess\u00e1rias em cima da mesa para acabar com a epidemia. Pela primeira vez, o problema ser\u00e1 discutido em n\u00edvel m\u00e1ximo na pr\u00f3xima Assembleia Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas em setembro do ano que vem. \u201cEstamos em um momento que nunca hav\u00edamos vivido antes para solucionar o problema\u201d, afirmou Mario Raviglione, diretor de tuberculose da OMS, na apresenta\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Raviglione assinalou cinco defici\u00eancias que deveriam ser solucionadas para acabar com a epidemia em 2030:<\/p>\n<ol class=\"en_contenido\" style=\"text-align: justify;\">\n<li>O diagn\u00f3stico e a notifica\u00e7\u00e3o de casos est\u00e3o muito abaixo da realidade. Dos 10,4 milh\u00f5es de casos estimados pela OMS, somente 6,3 foram oficialmente notificados.<\/li>\n<li>Somente um de cada cinco casos de tuberculose multirresistente obteve tratamento.<\/li>\n<li>De quase meio milh\u00e3o de casos reportados de infec\u00e7\u00e3o dupla de tuberculose e HIV, 15% n\u00e3o receberam terapia antirretroviral.<\/li>\n<li>O tratamento preventivo para tuberculose n\u00e3o est\u00e1 chegando \u00e0 maioria dos que necessitam (\u00e9 destinado principalmente a pessoas que vivem com HIV e crian\u00e7as menores de cinco anos).<\/li>\n<li>O investimento contra a tuberculose \u00e9 insuficiente. Calcula-se que em 2017 faltaram 2,3 bilh\u00f5es de d\u00f3lares (7,5 bilh\u00f5es de reais) do total de 9,2 bilh\u00f5es (30 bilh\u00f5es de reais) que seriam necess\u00e1rios ao diagn\u00f3stico e tratamento da doen\u00e7a. Al\u00e9m disso, seria preciso destinar mais 1,2 bilh\u00e3o de d\u00f3lares (4 bilh\u00f5es de reais) por ano para acelerar a pesquisa de novas vacinas, diagn\u00f3sticos e tratamentos.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">Coordenar os sistemas sociais com os de sa\u00fade; centrar-se nos coletivos mais vulner\u00e1veis de cada cidade, e abordar o desafio da sa\u00fade nas favelas. Essas ser\u00e3o tr\u00eas das grandes prioridades do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Brasil em 2018, como contou ao EL PA\u00cdS sua coordenadora, Denise Arakaki. \u201cQue papel t\u00eam os assentamentos informais, a viol\u00eancia e as car\u00eancias educativas no acesso dos pacientes de TB aos servi\u00e7os [sociais e de sa\u00fade]? Queremos compreend\u00ea-lo melhor para ver como chegar a essas pessoas\u201d, disse Arakaki em Moscou, onde participa da I Confer\u00eancia Ministerial da OMS, em 16 e 17 de novembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pelo tamanho e a heterogeneidade do pa\u00eds, o Programa de TB tamb\u00e9m orientar\u00e1 esfor\u00e7os aos coletivos mais vulner\u00e1veis de cada localidade. Em 2017, come\u00e7ou por classificar as cidades em fun\u00e7\u00e3o de indicadores epidemiol\u00f3gicos, de n\u00edvel socioecon\u00f4mico e de capacidade operacional. \u201cAgora temos um novo mapa do Brasil e podemos saber qual \u00e9 o motor da epidemia em cada lugar\u201d. Em uma cidade a luta contra a tuberculose dever\u00e1 centrar-se na popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena; em outra, nas pessoas sem-teto, ilustra a coordenadora. Um terceiro eixo de trabalho ser\u00e1 avan\u00e7ar na coordena\u00e7\u00e3o entre os sistemas de sa\u00fade e social para encaminharem-se casos mutuamente, pelo v\u00ednculo entre tuberculose e quest\u00f5es como a pobreza \u2013 que termina nas condi\u00e7\u00f5es de moradia e saneamento \u2013 e o HIV\/AIDS. Os cuidados de sa\u00fade para a TB s\u00e3o de acesso universal, incluindo a hospitaliza\u00e7\u00e3o, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Arakaki se mostrou otimista sobre o futuro da luta contra a TB, mas mencionou o desafio que significa eliminar a epidemia at\u00e9 2030, especialmente em um contexto de restri\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias. \u201cO Brasil \u00e9 respons\u00e1vel por um ter\u00e7o dos casos de TB nas Am\u00e9ricas; no contexto da luta global, temos uma responsabilidade na elimina\u00e7\u00e3o da epidemia na regi\u00e3o\u201d, afirmou.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil \u00e9 respons\u00e1vel por um ter\u00e7o dos casos nas Am\u00e9ricas da doen\u00e7a que o ano matou 1,7 milh\u00f5es de pessoas<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":224727,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[6,12],"tags":[],"class_list":["post-224726","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-municipios","category-saude"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/pessoas.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/224726","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=224726"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/224726\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/224727"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=224726"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=224726"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=224726"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}