{"id":230129,"date":"2018-01-06T18:01:53","date_gmt":"2018-01-06T21:01:53","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=230129"},"modified":"2018-01-06T18:01:53","modified_gmt":"2018-01-06T21:01:53","slug":"tjpe-aprova-proposicao-nas-medidas-protetivas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/tjpe-aprova-proposicao-nas-medidas-protetivas\/","title":{"rendered":"TJPE aprova proposi\u00e7\u00e3o nas medidas protetivas"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"blog-post-title\"><\/h2>\n<p><em><strong>Conselho da Magistratura do TJPE aprova proposi\u00e7\u00e3o para maior celeridade na aplica\u00e7\u00e3o de medidas protetivas. Oficiais de Justi\u00e7a ter\u00e3o at\u00e9 48 horas para notificar as partes.\u00a0<\/strong><\/em><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.tvreplay.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/tjpe-660x375.jpg\" alt=\"\" \/>O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justi\u00e7a de Pernambuco (TJPE) aprovou proposi\u00e7\u00e3o que determina que, ap\u00f3s as medidas protetivas de urg\u00eancia serem concedidas, as partes precisam ser notificadas pelo oficial de Justi\u00e7a em at\u00e9 48 horas. As medidas protetivas \u2013 a exemplo de afastamento entre agressor e v\u00edtima de viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar \u2013est\u00e3o previstas no artigo 22 da Lei 11.340\/2006, a Lei Maria da Penha.\u00a0A proposta, aprovada em 4 de janeiro de 2018, \u00faltima quinta-feira,\u00a0foi apresentada pelo decano da Corte Estadual, desembargador Jones Figueir\u00eado. \u201cA Legisla\u00e7\u00e3o n\u00e3o prev\u00ea um prazo para que a notifica\u00e7\u00e3o seja entregue \u00e0s partes, embora o Judici\u00e1rio busque cumpri-la de forma c\u00e9lere. Quando voc\u00ea garante a medida em 48 horas, possibilita um segmento \u00fatil \u00e0 efetividade da decis\u00e3o\u201d, refor\u00e7a o magistrado.<\/p>\n<p>A proposi\u00e7\u00e3o vigente objetiva garantir que o implemento de medidas protetivas seja efetivado com a necess\u00e1ria urg\u00eancia. &#8220;Mais uma vez, o TJPE se destaca nas a\u00e7\u00f5es que garantem efetividade na aplica\u00e7\u00e3o da Lei Maria da Penha, ao assegurar o cumprimento, em at\u00e9 48 horas, das medidas protetivas concedidas pelos magistrados de todo o Estado. A proposi\u00e7\u00e3o demonstra o compromisso do Poder Judici\u00e1rio de Pernambuco com o enfrentamento e combate da viol\u00eancia contra a mulher&#8221;, ressalta a coordenadora estadual da Mulher em Situa\u00e7\u00e3o de Viol\u00eancia Dom\u00e9stica e Familiar do TJPE, desembargadora Daisy Andrade.<\/p>\n<p>Na Lei Maria da Penha, artigo 12, consta que a autoridade policial, ap\u00f3s registro da ocorr\u00eancia de viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar contra a mulher, deve remeter ao Judici\u00e1rio o pedido de concess\u00e3o de medida protetiva de urg\u00eancia, no prazo de 48 horas. O artigo 18 diz que, ap\u00f3s receber o pedido da ofendida, o Judici\u00e1rio tamb\u00e9m possui 48 horas para: conhecer o pedido e decidir sobre as medidas protetivas de urg\u00eancia; determinar o encaminhamento da ofendida ao \u00f3rg\u00e3o de assist\u00eancia judici\u00e1ria, quando for o caso; e comunicar ao Minist\u00e9rio P\u00fablico para que adote as provid\u00eancias cab\u00edveis. \u201cAlinhada \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es dos artigos 12 e 18 da Lei Maria da Penha, a proposi\u00e7\u00e3o garante uma interpreta\u00e7\u00e3o sist\u00eamica da norma ao prever que as notifica\u00e7\u00f5es das medidas protetivas ocorram em at\u00e9 48 horas\u201d, reitera o desembargador Jones Figueir\u00eado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conselho da Magistratura do TJPE aprova proposi\u00e7\u00e3o para maior celeridade na aplica\u00e7\u00e3o de medidas protetivas. 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