{"id":23480,"date":"2013-10-16T15:15:07","date_gmt":"2013-10-16T18:15:07","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=23480"},"modified":"2013-10-16T16:36:52","modified_gmt":"2013-10-16T19:36:52","slug":"cresce-percentual-de-empresas-que-deixam-de-resolver-problemas-de-consumidores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/cresce-percentual-de-empresas-que-deixam-de-resolver-problemas-de-consumidores\/","title":{"rendered":"Cresce percentual de empresas que deixam de resolver problemas de consumidores"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-23481\" alt=\"porto\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/porto.jpg\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/porto.jpg 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/porto-160x106.jpg 160w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Alex Rodrigues<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">Apesar de investirem em publicidade para convencer o p\u00fablico de que respeitam os consumidores, muitas empresas, na pr\u00e1tica, n\u00e3o est\u00e3o dando a devida aten\u00e7\u00e3o \u00e0s reclama\u00e7\u00f5es de seus clientes. Segundo estat\u00edstica do Cadastro Nacional de Reclama\u00e7\u00f5es Fundamentadas, divulgada hoje (16) pela Secretaria Nacional do Consumidor do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, o percentual de queixas fundamentadas resolvidas pelas companhias caiu de 63,1% para 59,9%, entre 2011 e 2012.<\/span><\/p>\n<p>O resultado significa que quatro em cada dez queixas consideradas procedentes pelos Procons ainda dependem da Justi\u00e7a para serem resolvidas. Na avalia\u00e7\u00e3o da secret\u00e1ria nacional do Consumidor, Juliana Pereira, a queda no percentual de empresas que acataram e resolveram os problemas de seus clientes \u00e9 mais preocupante que os 2,031 milh\u00f5es de reclama\u00e7\u00f5es registradas durante 2012 e mais sens\u00edvel que os\u00a0<i>rankings<\/i>\u00a0das empresas ou setores que mais motivaram reclama\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cO que nos deixa perplexos \u00e9 imaginar que, primeiro, o atendimento dessas empresas n\u00e3o funcionou bem. Depois, a empresa n\u00e3o fez um acordo, mesmo o Procon j\u00e1 tendo aberto um processo administrativo, agendado uma audi\u00eancia e declarado que o consumidor tinha raz\u00e3o de reclamar\u201d, disse a secret\u00e1ria, ao apresentar os dados gerais do Cadastro Nacional de Reclama\u00e7\u00f5es Fundamentadas.<\/p>\n<p>De acordo com Juliana, cerca de 90% dos consumidores que recorrem aos Procons estaduais, municipais ou do Distrito Federal declararam que, antes, tentaram resolver seus problemas diretamente com as empresas.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1, no m\u00ednimo, uma omiss\u00e3o de algumas empresas no atendimento aos Procons. As empresas apostam na desist\u00eancia do consumidor e, \u00e0s vezes, na inefici\u00eancia do Estado. Agora, n\u00e3o apostem mais nisso. O consumidor tem sua voz potencializada e o cadastro \u00e9 uma das suas vozes por meio dos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos\u201d, acrescentou a secret\u00e1ria nacional.<\/p>\n<p>Dos 2,031 milh\u00f5es de atendimentos feitos pelos Procons de todo o pa\u00eds, mais de 211 mil foram considerados procedentes, crescimento de aproximadamente 38% sobre 2011, que teve 153 mil. Muitas resultaram na abertura de processos administrativos. As principais causas da instala\u00e7\u00e3o dos processos est\u00e3o relacionadas a cobran\u00e7as indevidas (28%); falta de garantia (21%); e m\u00e1 qualidade de produtos ou servi\u00e7os (16%).<\/p>\n<p>\u201cS\u00e3o situa\u00e7\u00f5es, em geral, nas quais as empresas querem discutir no Judici\u00e1rio e que, por isso, n\u00e3o fazem acordo. Era importante que elas se pronunciassem sobre por que t\u00eam desperdi\u00e7ado tantas oportunidades de fazer um acordo com seus consumidores\u201d.<\/p>\n<p>As reclama\u00e7\u00f5es sobre problemas com cobran\u00e7as lideraram a lista de queixas dos consumidores durante o ano passado. A lista das empresas que mais geraram reclama\u00e7\u00f5es \u00e9 encabe\u00e7ada pela OI, com 9.371 queixas, das quais 6.707 foram atendidas. Em seguida vem a Claro\/Embratel (7.653 queixas; 5.388 atendidas); M\u00e1quina de Vendas (6.568; 3.635); Ita\u00fa (6.440; 3.995) e o grupo Casas Bahia-Ponto Frio-Nova Pontocom (5.963; 3.501).<\/p>\n<p>J\u00e1 a rela\u00e7\u00e3o das companhias que menos atenderam \u00e0s reclama\u00e7\u00f5es de seus clientes \u00e9 encabe\u00e7ada pela Nextel. Embora ocupe a 44\u00aa posi\u00e7\u00e3o entre as 50 empresas que mais motivaram queixas (775), a Nextel resolveu apenas 246 delas, ou seja, 31,74% do total. Em seguida vem o Banco PanAmericano (38,3%); a companhia a\u00e9rea TAM (40%), o grupo Carrefour (40,7%) e o Banco do Brasil (47,3%). Outro banco estatal, a Caixa Econ\u00f4mica Federal, ocupa a s\u00e9tima posi\u00e7\u00e3o do\u00a0<i>ranking<\/i>\u00a0dos fornecedores que menos resolveram os problemas de seus clientes.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar de investirem em publicidade para convencer o p\u00fablico de que respeitam os consumidores, muitas empresas, na pr\u00e1tica, n\u00e3o est\u00e3o dando a devida aten\u00e7\u00e3o \u00e0s reclama\u00e7\u00f5es de seus clientes.<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":23481,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[6954,376],"class_list":["post-23480","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-nacional","tag-rejuizos","tag-economia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/porto.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23480","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23480"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23480\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/23481"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23480"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23480"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23480"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}