{"id":241508,"date":"2018-04-27T07:46:43","date_gmt":"2018-04-27T10:46:43","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=241508"},"modified":"2018-04-27T07:46:43","modified_gmt":"2018-04-27T10:46:43","slug":"cresce-o-numero-de-baianas-que-moram-sozinhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/cresce-o-numero-de-baianas-que-moram-sozinhas\/","title":{"rendered":"Cresce o n\u00famero de baianas que moram sozinhas"},"content":{"rendered":"<h1 class=\"noticias-single__title noticias-single__title--with-image visible visible-lg\" style=\"text-align: justify;\"><\/h1>\n<div class=\"noticias-single__description visible-lg\" style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Aumento de 7,7% em 2017 fez n\u00famero chegar a 382,6 mil; conhe\u00e7a algumas hist\u00f3rias<\/em><\/strong><\/div>\n<div class=\"noticias-single__content js-mediator-article\" style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"bodytext\">Levanta a cabe\u00e7a, princesa, sen\u00e3o a coroa cai! N\u00e3o fique esperando pelo pr\u00edncipe encantado &#8211; ou pela princesa. Na verdade, c\u00e1 pra n\u00f3s, eles nem existem, e rainha que \u00e9 rainha n\u00e3o precisa disso. Permitam-me a ousadia, nem \u00e9 o lugar de fala deste que escreve, mas voc\u00eas est\u00e3o cada vez mais donas de si e de seus lares. E n\u00e3o sou eu que estou dizendo isso, nem cabe a mim. S\u00e3o dados de uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O levantamento, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad Cont\u00ednua), revela que, na Bahia, de 2016 para 2017, houve um aumento de 7,7% no n\u00famero de mulheres morando sozinhas. Um salto de 355,3 mil para 382,6 mil mulheres que n\u00e3o dividem o teto com mais ningu\u00e9m &#8211; 27,4 mil a mais em um ano. Isso representa 46% dos 832,1 mil baianos que declararam ao IBGE que moravam s\u00f3s em 2017.<\/p>\n<div id=\"div-gpt-ad-1504711491229-3\" data-google-query-id=\"COet4d2i2toCFTDR4Qod9XIEIw\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/44585206\/c24h_minhabahia_300x250_01_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"bodytext\">Isso quer dizer que, embora haja um aumento nesse tipo de morada para a popula\u00e7\u00e3o feminina no estado, elas ainda n\u00e3o s\u00e3o maioria entre os \u201cbaianos solit\u00e1rios\u201d. Ao contr\u00e1rio, no Brasil elas s\u00e3o a maioria, chegando a 51,4% do total de 10,485 milh\u00f5es de pessoas que moravam s\u00f3s \u00e0 \u00e9poca da pesquisa.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Em todo o Brasil, a m\u00e9dia de crescimento foi de 5 mil mulheres passando a morar sozinhas, j\u00e1 que o n\u00famero cresceu em alguns estados e diminuiu em outros. Na Bahia, em n\u00fameros absolutos, o crescimento foi mais de cinco vezes a m\u00e9dia nacional. O estado s\u00f3 perde para o Rio Grande do Sul, onde 56,9 mil passaram a ser donas dos seus pr\u00f3prios lares entre os anos de 2016 e 2017.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/_processed_\/3\/2\/csm_26042018_Info_estados_ranking_9f08416469.jpg\" alt=\"\" width=\"212\" height=\"1000\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\">(CORREIO Infogr\u00e1ficos)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Respons\u00e1veis pelo lar<\/strong><br \/>\nAt\u00e9 quando n\u00e3o moram sozinhas, as baianas s\u00e3o respons\u00e1veis pelo domic\u00edlio. \u00c9 que a pesquisa tamb\u00e9m aponta que uma em cada tr\u00eas mulheres (29,1%) \u00e9 respons\u00e1vel pelo domic\u00edlio em que vive &#8211; inclusive quando divide o lar com um homem ou mulher. Em 2016, elas eram 28,2% e em 2012, 24,4%.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u00c9 o caso da analista de informa\u00e7\u00f5es Lorena Cova, 39 anos, que, desde muito cedo, ainda na inf\u00e2ncia, depois da morte do pai, teve um exemplo de mulher que passou a gerir o pr\u00f3prio lar: a m\u00e3e. Anos depois, Lorena passou a viver sozinha, mas h\u00e1 12 anos, divide a casa com sua companheira. \u00c9 ela que, desde ent\u00e3o, responde pelas contas.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201cEu j\u00e1 tive a experi\u00eancia de ter morado sozinha, o que me fez uma mulher mais forte. Quando voc\u00ea passa a morar sozinha, tudo depende de voc\u00ea, at\u00e9 os procedimentos mais simples, como trocar uma l\u00e2mpada. Voc\u00ea passa a ter mais jogo de cintura, aprendendo a lidar com os gastos\u201d, conta Lorena.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"bodytext\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2018\/04\/26\/26042018_Juliana_Cristal_Fernandes_MS_CP.jpg\" alt=\"\" width=\"816\" height=\"543\" \/><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"text-center\"><strong>Para Juliana, morar sozinha a deixou mais madura\u00a0<\/strong>(Foto: Marina Silva\/CORREIO)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Amadurecimento<\/strong><br \/>\nA administradora Juliana Cristal Fernandes, 33, passou a se compreender melhor desde que saiu da casa dos pais. Chegou, aos 22 anos, a morar nos Estados Unidos, junto com uma fam\u00edlia americana. Embora estivesse sozinha em um outro pa\u00eds, ainda n\u00e3o tinha tido a sensa\u00e7\u00e3o de ter um teto s\u00f3 para ela.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Ap\u00f3s voltar de solo americano, Juliana passou a morar novamente com a fam\u00edlia, mas uma proposta de trabalho fez com que ela, de mala e cuia, deixasse o seio familiar para enfim morar s\u00f3 durante cinco anos em uma cidade do interior do estado.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Morar sozinha lhe permitiu ter um tempo a mais para ela, suas ideias e convic\u00e7\u00f5es. Hoje, ainda morando s\u00f3 em um apartamento em Salvador, Juliana se diz mais madura.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201cEu precisava da minha independ\u00eancia, mas de uma forma racional, para n\u00edvel de amadurecimento e aprendizado. Passei tamb\u00e9m a ser uma pessoa mais caseira e aprendi a ser mais respons\u00e1vel com custos e contas. Passei tamb\u00e9m a ser uma pessoa mais espiritualizada, passando a acreditar que minha casa \u00e9 como um santu\u00e1rio\u201d, conta Juliana.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Explica\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>\nPara ela, uma das hip\u00f3teses que poderiam explicar o aumento de mulheres morando sozinhas \u00e9 que, em outros estados, as pessoas se casam mais cedo.<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\"><strong>\u201cEnt\u00e3o, em vez de esperar o pr\u00edncipe encantado, elas est\u00e3o indo morar s\u00f3\u201d<\/strong>, arrisca.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"bodytext\">Al\u00e9m de Juliana, muitas mulheres que moram sozinhas apontam como um fator positivo o autoconhecimento desenvolvido com a escolha. \u201cAs pessoas sentem muito prazer de morar sozinhas tamb\u00e9m porque h\u00e1 perspectiva construtiva de crescimento como sujeito\u201d, explica a psic\u00f3loga e professora Darlane Andrade, pesquisadora do N\u00facleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher (Neim\/Ufba) e doutora em solteirice.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">De acordo com a analista de Dissemina\u00e7\u00e3o de Informa\u00e7\u00f5es do IBGE, Mariana Viveiros, tendo como base outras pesquisas do instituto, pode-se notar o envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Como as mulheres vivem mais que os homens &#8211; cerca de sete anos a mais -, temos mais mulheres passando a viver sozinhas ap\u00f3s a viuvez.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">A pesquisa \u00e9 quantitiva e, por enquanto, n\u00e3o apresenta mais detalhes, sendo imposs\u00edvel tra\u00e7ar, por exemplo, um perfil dessas mulheres que moram s\u00f3s, como faixa et\u00e1ria e classe social. Mas, de maneira geral, de acordo com a analista, \u00e9 poss\u00edvel verificar que elas s\u00e3o mais velhas.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Uma outra explica\u00e7\u00e3o, pontua Mariana, s\u00e3o os div\u00f3rcios. Eles aumentaram no Brasil 4,7% entre 2015 e 2016. Mas na Bahia, no mesmo per\u00edodo, o aumento de div\u00f3rcios concedidos foi bem maior que a m\u00e9dia nacional &#8211; chegou a 14,9%. Sendo assim, ap\u00f3s o rompimento, cada um vai para seu canto. Uma outra poss\u00edvel explica\u00e7\u00e3o \u00e9 que, diferente de outros tempos, as mulheres passaram a sair de casa n\u00e3o apenas para subir ao altar, mas para construir suas carreiras profissionais.<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\"><strong>\u201c\u00c9 um novo modo de viver. Elas, mulheres, n\u00e3o saem de uma fam\u00edlia para formar outra. Os casamentos est\u00e3o diminuindo e os casamentos est\u00e3o sendo desfeitos\u201d<\/strong>, explica a analista.<\/p>\n<\/blockquote>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2018\/04\/26\/26042018_Info_mulheres.jpg\" alt=\"\" width=\"362\" height=\"571\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\">(CORREIO Infogr\u00e1ficos)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Pesquisa<\/strong><br \/>\nA Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua), que revelou os n\u00fameros, acontece\u00a0durante todo o ano\u00a0em todo o pa\u00eds de forma \u00a0cont\u00ednua. Os pesquisadores\u00a0visitam, na Bahia, por m\u00eas, 3.500 resid\u00eancias, em 270 dos 417 munic\u00edpios.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Os pesquisadores chegam nos domic\u00edlios com um question\u00e1rio.\u00a0Dentre as perguntas feitas pelos profissionais est\u00e3o quantas pessoas moram na resid\u00eancia, se \u00e9 casa \u00e9 pr\u00f3pria ou alugada, os principais bens dur\u00e1veis existentes, presen\u00e7a de banheiro, cobertura de saneamento b\u00e1sico e fornecimento de energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Foi assim que, dentre essas caracteristicas, foi poss\u00edvel identificar que houve um aumento, de 2016 para 2017, na Bahia, no n\u00famero de mulheres morando sozinhas.<strong>\u00a0<\/strong>A mesma pesquisa revelou tamb\u00e9m que a Bahia manteve o terceiro menor crescimento populacional do pa\u00eds.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Aumento popula\u00e7\u00e3o masculina<\/strong><br \/>\nDe um ano para o outro, a popula\u00e7\u00e3o no estado passou de 15,256 milh\u00f5es para 15,325 milh\u00f5es de pessoas &#8211;\u00a0um aumento de 0,5% ou mais 68,7 mil habitantes.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">A taxa de crescimento\u00a0\u00e9 maior que a do Piau\u00ed (+0,2%) e do Rio Grande do Sul (+0,3%) e fica abaixo do crescimento m\u00e9dio da popula\u00e7\u00e3o brasileira, que foi de 0,8% no per\u00edodo, passando de 205,511 milh\u00f5es para 207,088 milh\u00f5es de pessoas (+1,6 milh\u00e3o de habitantes).<\/p>\n<p class=\"bodytext\">A popula\u00e7\u00e3o de homens cresceu mais que a de mulheres sobretudo nas faixas de 10 a 14 anos (4,8% para eles e -10,3% para elas) e de 20 a 24 anos (15,2% para eles e -1,1% para elas).<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Baianos conectados<\/strong><br \/>\nHouve tamb\u00e9m, na Bahia,\u00a0um crescimento de 15,7% no n\u00famero de domic\u00edlios onde algum morador acessou \u00e0\u00a0internet. O n\u00famero que era\u00a0de 2,689 milh\u00f5es passou para\u00a03,110 milh\u00f5es, um crescimento de 421 mil. As &#8220;casas conectadas&#8221; passaram a representar, no ano passado, 60,2% do total de resid\u00eancias no estado, frente a 52,3% em 2016.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Bens<\/strong><br \/>\nEntre 2016 e 2017, os bens que mais ampliaram sua presen\u00e7a nos lares baianos foram o telefone celular, que passou a existir em mais 92,2 mil domic\u00edlios &#8211; um de crescimento de 2,0%-, e a m\u00e1quina de lavar roupa, que passou a existir em mais 91,3 mil resid\u00eancias no estado , crescendo 5,7%.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O crescimento absoluto do n\u00famero de domic\u00edlios com celular na Bahia foi o segundo maior do pa\u00eds, ficando abaixo apenas do estado de Minas Gerais (158 mil resid\u00eancias). J\u00e1 o crescimento absoluto das resid\u00eancias com m\u00e1quina de lavar foi o terceiro maior do pa\u00eds, menor apenas que Minas Gerais ( 195 mil domic\u00edlios) e Rio de Janeiro (159 mil).<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Casa quitada<\/strong><br \/>\nDos 5,170 milh\u00f5es de domic\u00edlios baianos, 88,2% eram casas (4,6 milh\u00f5es), n\u00famero que cresceu\u00a0em rela\u00e7\u00e3o a 2016, quando era de 87,9% (42,4 mil casas de um ano para o outro). A participa\u00e7\u00e3o dos apartamentos, por sua vez, caiu um pouco, de 11,9% para 11,6% do total (-12 mil unidades), chegando a um total de 601,5 mil unidades em 2017.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">J\u00e1\u00a0no ano passado, a participa\u00e7\u00e3o das casas como resid\u00eancia na Bahia (88,2%) se manteve um pouco acima da m\u00e9dia nacional (86,6% dos 69,8 milh\u00f5es de domic\u00edlios). A propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios pr\u00f3prios e j\u00e1 integralmente pagos no estado (75,4%) tamb\u00e9m continuava maior que a m\u00e9dia nacional (67,9%) em 2017.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Por outro lado, os domic\u00edlios alugados mantiveram-se como 12,5% do total de resid\u00eancias baianas, em 2017, percentual abaixo da m\u00e9dia brasileira (17,6%) e o quinto mais baixo entre os estados. Os domic\u00edlios alugados mantiveram-se como 12,5% do total de resid\u00eancias baianas em 2017, percentual abaixo da m\u00e9dia brasileira (17,6%) e o quinto mais baixo entre os estados.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><em>*Com supervis\u00e3o do chefe de reportagem Jorge Gauthier<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aumento de 7,7% em 2017 fez n\u00famero chegar a 382,6 mil; conhe\u00e7a algumas hist\u00f3rias<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":241509,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[345,6],"tags":[],"class_list":["post-241508","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entretenimento","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/sozinha.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/241508","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=241508"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/241508\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/241509"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=241508"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=241508"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=241508"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}