{"id":241792,"date":"2018-04-29T14:43:51","date_gmt":"2018-04-29T17:43:51","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=241792"},"modified":"2018-04-29T14:43:51","modified_gmt":"2018-04-29T17:43:51","slug":"o-samba-uma-resistencia-uma-metafisica-uma-cura-para-o-corpo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/o-samba-uma-resistencia-uma-metafisica-uma-cura-para-o-corpo\/","title":{"rendered":"O samba: uma resist\u00eancia, uma metaf\u00edsica, uma cura para o corpo"},"content":{"rendered":"<header id=\"articulo-encabezado\" class=\"articulo-encabezado \">\n<div id=\"articulo-titulares\" class=\"articulo-titulares\">\n<h1 id=\"articulo-titulo\" class=\"articulo-titulo \"><\/h1>\n<div class=\"articulo-subtitulos\">\n<h2 class=\"articulo-subtitulo\">Exposi\u00e7\u00e3o no Museu de Arte do Rio lembra a hist\u00f3ria da m\u00fasica mais brasileira atrav\u00e9s de todas as artes<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"articulo-apertura \" style=\"text-align: justify;\">\n<figure class=\"foto centro foto_w980\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/04\/29\/actualidad\/1524959520_074146_1524960906_noticia_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/04\/29\/actualidad\/1524959520_074146_1524960906_noticia_normal_recorte1.jpg 1960w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/04\/29\/actualidad\/1524959520_074146_1524960906_noticia_normal_recorte2.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/04\/29\/actualidad\/1524959520_074146_1524960906_noticia_normal.jpg 980w\" alt=\"O m\u00fasico Djalma Corr\u00eaa em 1983\" width=\"980\" height=\"607\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">O m\u00fasico Djalma Corr\u00eaa em 1983<\/span>\u00a0<span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">WILTON MONTENEGRO<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"firma \">\n<div class=\"autor\">\n<div class=\"autor-texto\"><span class=\"autor-nombre\"><a title=\"Ver todas as not\u00edcias de Chema Garc\u00eda Mart\u00ednez\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/autor\/chema_garcia_martinez\/a\/\">CHEMA GARC\u00cdA MART\u00cdNEZ<\/a><\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"articulo_contenedor\" class=\"articulo__contenedor\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"cuerpo_noticia\" class=\"articulo-cuerpo\">\n<p>Tudo come\u00e7ou com um inesperado \u201cencontro c\u00f3smico\u201d. Evandro Salles, diretor cultural do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.museudeartedorio.org.br\/\">Museu de Arte do Rio<\/a>\u00a0(MAR), caminhava pensando na vida quando deu de cara com um grupo de sambistas vestidos a car\u00e1ter: \u201cFiquei t\u00e3o impressionado com a beleza e a magia daquilo que tive a ideia de fazer uma exposi\u00e7\u00e3o sobre a\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/samba\/a\">hist\u00f3ria do samba<\/a>\u201d.<\/p>\n<section id=\"sumario_3|apoyos\" class=\"sumario_apoyos izquierda\">\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<div class=\"apoyos\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\" data-google-query-id=\"COKyqoeE4NoCFUdShgod2f0BEQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/actualidad\/intext_0__container__\"><iframe id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/actualidad\/intext_0\" title=\"3rd party ad content\" name=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/actualidad\/intext_0\" width=\"1\" height=\"1\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<p><em>O Rio do samba: resist\u00eancia e reinven\u00e7\u00e3o<\/em>\u00a0\u00e9 o resultado daquele encontro inesperado: uma grande exposi\u00e7\u00e3o, contendo um total de 800 pe\u00e7as entre pinturas,fotografias, filmes e documentos, al\u00e9m de 5 instala\u00e7\u00f5es. A mostra abriu suas portas ao p\u00fablico neste s\u00e1bado 28 de abril. \u201cO samba constitui um\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/02\/06\/cultura\/1454753237_951814.html\">elemento estrutural da identidade cultural brasileira<\/a>\u201d, explica Salles, um dos 4 curadores da mostra, com Nei Lopes, Clarissa Diniz e Marcelo Campos. \u201cDe um ponto de vista social e cultural mais amplo, o samba aponta a uma\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/03\/11\/cultura\/1457714455_460596.html\">resist\u00eancia hist\u00f3rica frente ao escravismo<\/a>, \u00e0 coloniza\u00e7\u00e3o e \u00e0s tentativas de supremacia cultural branca que nega esse papel estruturante das culturas negras e \u00edndias na forma\u00e7\u00e3o do Brasil\u201d.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o, com a qual o MAR comemora seus 5 anos de exist\u00eancia, d\u00e1 aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0s rela\u00e7\u00f5es entre o samba e as artes visuais, a partir do movimento modernista: \u201cA exposi\u00e7\u00e3o revela como toda essa cultura africana que resistia de forma marginal e submetida foi tomando espa\u00e7o at\u00e9 configurar-se como uma express\u00e3o da identidade nacional na obra de Di Cavalcanti, Portinari, Djanira&#8230; e at\u00e9 H\u00e9lio Oiticica, no que ele chamou de \u201cparangol\u00e9s\u201d, ou, mais contemporaneamente, Ernesto Neto, criador de uma instala\u00e7\u00e3o interativa que ter\u00e1 lugar de destaque na Sala de Encontro, junto com o carnavalesco da Mangueira, Leandro Vieira\u201d.<\/p>\n<p>Em destaque na porta de acesso \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o, uma frase sintetiza o esp\u00edrito da mesma: \u201cO samba \u00e9 o dono do corpo\u201d. \u201cA quest\u00e3o do corpo nessa cultura \u00e9 fundamental enquanto um instrumento de rela\u00e7\u00e3o com o divino\u201d, frisa Evandro Salles. \u201cO samba toma o corpo e traz o sujeito a essa rela\u00e7\u00e3o c\u00f3smica com as for\u00e7as do universo, pode-se dizer que teatraliza sua presen\u00e7a no mundo&#8230; acho que o que faz o samba uma coisa especial \u00e9 justamente essa rela\u00e7\u00e3o metaf\u00edsica e f\u00edsica do sujeito com o universo\u201d.<\/p>\n<section id=\"sumario_1|foto\" class=\"sumario_foto derecha\"><a name=\"sumario_1\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w360\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/04\/29\/actualidad\/1524959520_074146_1524961713_sumario_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/04\/29\/actualidad\/1524959520_074146_1524961713_sumario_normal_recorte1.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/04\/29\/actualidad\/1524959520_074146_1524961713_sumario_normal.jpg 360w\" alt=\"Quadro 'A Roda de Samba', de Heitor dos Prazeres (1960)\" width=\"360\" height=\"542\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">Quadro &#8216;A Roda de Samba&#8217;, de Heitor dos Prazeres (1960)<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"sumario-texto\"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p>O per\u00edodo proposto pela exposi\u00e7\u00e3o\u00a0<em>O Rio do samba<\/em>\u00a0se divide em 3 momentos. No primeiro,\u00a0<em>Da heran\u00e7a africana ao Rio negr<\/em>o, \u00e9 abordada a chegada do escravo \u00e0 Pequena \u00c1frica carioca, cen\u00e1rio privilegiado das primeiras reuni\u00f5es de afrodescendentes, conhecidas inicialmente com o nome de \u201csembas\u201d. \u201cQuando os negros africanos de origens diversas se encontravam,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/02\/05\/cultura\/1454677768_746679.html\">cantavam para tentar sobreviver<\/a>\u00a0\u00e0 dura vida que levavam\u201d, explica o tamb\u00e9m curador Marcelo Campos. \u201cAinda que ele seja muito vinculado a uma condi\u00e7\u00e3o de alegria, o samba vem como essa tentativa de curar essa ferida, e sempre foi acompanhado por essa marca e essa rela\u00e7\u00e3o que ele tem com as comunidades e resistiu nos lugares mais pobres,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/01\/20\/cultura\/1453323851_134690.html\">nos morros, nas favelas..<\/a>.\u201d.<\/p>\n<p>O per\u00edodo da exposi\u00e7\u00e3o acompanha a viagem do sambista desde a p\u00f3s-escravid\u00e3o e a marginaliza\u00e7\u00e3o no ex\u00edlio perif\u00e9rico e sua volta \u00e0 vida p\u00fablica, com os primeiros carnavais. \u201cO que era uma manifesta\u00e7\u00e3o que ocorria no fundo do quintal, de noite, transforma-se em uma outra coisa no momento da expans\u00e3o urbana do Rio de Janeiro\u201d, diz Salles. \u201cA pr\u00f3pria hist\u00f3ria das escolas de samba est\u00e1 ligada a essas expans\u00f5es que levaram o samba aos sub\u00farbios, primeiro, e \u00e0s grandes avenidas, depois. \u00c9 assim que o samba vai se adaptando e se reinventando a cada momento hist\u00f3rico&#8230;\u201d.<\/p>\n<p>O n\u00facleo\u00a0<em>Da Pra\u00e7a XI \u00e0s zonas de contato<\/em>\u00a0finaliza com o samba transformado em espet\u00e1culo radiof\u00f4nico e teatral. Na opini\u00e3o de Marcelo Campos, &#8220;o samba n\u00e3o morreu porque os sambistas souberam negociar com as for\u00e7as conservadoras para sobreviver. Por exemplo, quem vai apresentar o samba na r\u00e1dio e nos teatros em um primeiro momento n\u00e3o foram sambistas, mas cantores brancos,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/02\/09\/cultura\/1486597787_904229.html\">era Carmen Miranda<\/a>&#8230; ocorreu uma estiliza\u00e7\u00e3o do samba at\u00e9 que os sambistas recuperaram o controle. Mas isso \u00e9 a hist\u00f3ria do samba, o tempo todo ele vem resistindo,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2015\/10\/06\/cultura\/1444133060_905753.html\">se reinventando<\/a>, por conta disso, e por isso ele sobreviveu\u201d.<\/p>\n<p>Em\u00a0<em>O Rio do samba<\/em>\u00a0\u00e9 poss\u00edvel observar uma cole\u00e7\u00e3o de joias que pertenceram a Carmen Miranda junto com um amplo mostru\u00e1rio de fantasias carnavalescas. \u201cUma de nossas dificuldades na curadoria foi justamente mostrar essa separa\u00e7\u00e3o: escola de samba \u00e9 uma coisa, samba \u00e9 outra\u201d, esclarece Marcelo Campos. \u201cAs escolas de samba est\u00e3o presentes na hist\u00f3ria do samba, mas outras coisas tamb\u00e9m est\u00e3o presentes e n\u00e3o est\u00e3o nas escolas de samba\u201d.<\/p>\n<section id=\"sumario_2|foto\" class=\"sumario_foto izquierda\"><a name=\"sumario_2\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w360\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/04\/29\/actualidad\/1524959520_074146_1524961888_sumario_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/04\/29\/actualidad\/1524959520_074146_1524961888_sumario_normal_recorte1.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/04\/29\/actualidad\/1524959520_074146_1524961888_sumario_normal.jpg 360w\" alt=\"A volta da baiana nos trilhos da Central do Brasil (1979)\" width=\"360\" height=\"460\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">A volta da baiana nos trilhos da Central do Brasil (1979)<\/span>\u00a0<span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">EVANDRO TEIXEIRA<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"sumario-texto\"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o termina com o retorno das rodas de samba aos quintais, o renascimento do bairro da Lapa e o surgimento de novos atores como Teresa Cristina e o grupo Galocant\u00f4. \u201cHoje temos mais de 200 rodas de samba espalhadas por todos os lugares, com m\u00fasicos que vivem dessas apresenta\u00e7\u00f5es, com novos compositores, e n\u00e3o tem fim&#8230;\u201d, conclui Campos. \u201cExiste at\u00e9 quem acredite que\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/funk\/a\">o compasso do funk<\/a>\u00a0vem do compasso bin\u00e1rio do samba e se reproduz na batida do funk&#8230;\u201d.<\/p>\n<p>A mostra vai ocupar o museu por um ano inteiro, com um recheado programa de shows, confer\u00eancias e atividades l\u00fadicas. \u201cEu acho que esse \u00e9 um momento pol\u00edtico importante de reafirma\u00e7\u00e3o da\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/02\/19\/cultura\/1455888899_047091.html\">forma\u00e7\u00e3o do Brasil a partir da cultura negra<\/a>\u00a0e africana\u201d, diz Evandro Salles.<\/p>\n<p>Fonte: El Pa\u00eds<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exposi\u00e7\u00e3o no Museu de Arte do Rio lembra a hist\u00f3ria da m\u00fasica mais brasileira atrav\u00e9s de todas as artes O m\u00fasico Djalma Corr\u00eaa em 1983\u00a0WILTON MONTENEGRO CHEMA GARC\u00cdA MART\u00cdNEZ Tudo come\u00e7ou com um inesperado \u201cencontro c\u00f3smico\u201d. Evandro Salles, diretor cultural do\u00a0Museu de Arte do Rio\u00a0(MAR), caminhava pensando na vida quando deu de cara com um [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":241793,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[3,6],"tags":[],"class_list":["post-241792","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/samba.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/241792","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=241792"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/241792\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/241793"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=241792"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=241792"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=241792"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}