{"id":245734,"date":"2018-06-03T11:23:00","date_gmt":"2018-06-03T14:23:00","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=245734"},"modified":"2018-06-03T11:23:00","modified_gmt":"2018-06-03T14:23:00","slug":"quebrando-tabus-quando-o-cinema-ousou-mostrar-a-masturbacao-feminina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/quebrando-tabus-quando-o-cinema-ousou-mostrar-a-masturbacao-feminina\/","title":{"rendered":"Quebrando tabus: quando o cinema ousou mostrar a masturba\u00e7\u00e3o feminina"},"content":{"rendered":"<div class=\"articulo__apertura\">\n<header id=\"articulo-encabezado\" class=\"articulo-encabezado \">\n<div class=\"articulo-encabezado-texto\">\n<div id=\"articulo-titulares\" class=\"articulo-titulares\">\n<h1 id=\"articulo-titulo\" class=\"articulo-titulo \"><\/h1>\n<div class=\"articulo-subtitulos\">\n<h2 class=\"articulo-subtitulo\"><em>Mulheres se masturbando s\u00e3o uma raridade nas telas: por que a sexualidade feminina continua escondida?<\/em><\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"articulo-apertura \">\n<div class=\"firma \">\n<div class=\"autor\">\n<div class=\"autor-texto\"><span class=\"autor-nombre\"><a title=\"Ver todas as not\u00edcias de Carlos Meg\u00eda\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/autor\/smoda\/a\/\">CARLOS MEG\u00cdA<\/a><\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"articulo_contenedor\" class=\"articulo__contenedor\">\n<figure class=\"foto centro foto_w980\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/06\/01\/cultura\/1527804047_313894_1527880919_noticia_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/06\/01\/cultura\/1527804047_313894_1527880919_noticia_normal_recorte1.jpg 1960w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/06\/01\/cultura\/1527804047_313894_1527880919_noticia_normal_recorte2.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/06\/01\/cultura\/1527804047_313894_1527880919_noticia_normal.jpg 980w\" alt=\"Cena do filme Ata-me, de Almod\u00f3var\" width=\"980\" height=\"550\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">Cena do filme Ata-me, de Almod\u00f3var<\/span>\u00a0<span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">REPRODU\u00c7\u00c3O<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div id=\"cuerpo_noticia\" class=\"articulo-cuerpo\">\n<section id=\"sumario_9|apoyos\" class=\"sumario_apoyos derecha\">\n<div class=\"sumario__interior\">\n<header class=\"sumario-encabezado\">\n<h3 class=\"sumario-titulo\"><\/h3>\n<\/header>\n<div class=\"sumario-texto\">\n<div class=\"apoyos\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p>Nem todos os atores ousam sugerir mudan\u00e7as em um roteiro de fic\u00e7\u00e3o. Ainda mais se o roteirista que assina \u00e9 tamb\u00e9m o produtor executivo da produ\u00e7\u00e3o e uma das mentes criativas mais brilhantes do s\u00e9culo XXI. A fa\u00e7anha vem acompanhada de coragem se essa mudan\u00e7a n\u00e3o \u00e9 nada menos do que uma cena de masturba\u00e7\u00e3o, e voc\u00ea \u00e9 quem deve interpret\u00e1-la, caso o pedido seja aceito. Mas estamos falando de\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/maggie_gyllenhaal\">Maggie Gyllenhaal<\/a>. A atriz de filmes como\u00a0<em>Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas<\/em>\u00a0revelou em uma conversa com o\u00a0<em>The Hollywood Reporter<\/em>\u00a0como pediu a\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/david_simon\">David Simon<\/a>\u00a0(<em>The Wire<\/em>) uma sequ\u00eancia de masturba\u00e7\u00e3o feminina para enriquecer seu personagem na aclamada s\u00e9rie da HBO,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/10\/06\/cultura\/1507300036_185370.html\"><em>The Deuce<\/em><\/a>. &#8220;Quando mencionei isso a ele pela primeira vez, fingiu cuspir a \u00e1gua de volta no copo&#8221;, disse Gyllenhaal.<\/p>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\" data-google-query-id=\"CLHjwKXYt9sCFURThgodLBoLpg\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/cultura\/intext_0__container__\"><iframe id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/cultura\/intext_0\" title=\"3rd party ad content\" name=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/cultura\/intext_0\" width=\"1\" height=\"1\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<p>A atriz interpreta uma prostituta na\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/nueva_york\/a\">Nova York<\/a>\u00a0dos anos setenta que, insatisfeita depois de um encontro com um cliente, come\u00e7a a se masturbar. Depois de terminar de beber a \u00e1gua, Simon aceitou a sugest\u00e3o de bom grado e a cena foi gravada, mas ficou de fora do primeiro corte. Quando a int\u00e9rprete soube que havia sido descartada, defendeu novamente por e-mail e pessoalmente a necessidade de inclu\u00ed-la a fim de respeitar a personalidade de seu papel. Agora sabemos que esse momento, finalmente inclu\u00eddo na primeira temporada da s\u00e9rie, nunca teria chegado aos televisores em todo o mundo, se n\u00e3o fosse o empenho de sua protagonista. &#8220;Boa. Fizemos algo\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/feminismo\">feminista<\/a>&#8220;, pensou a atriz depois de ver o resultado.<\/p>\n<p>Este epis\u00f3dio refor\u00e7a o hist\u00f3rico de injusti\u00e7as relativas \u00e0 representa\u00e7\u00e3o da sexualidade feminina em\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/hollywood\">Hollywood<\/a>. No caso de\u00a0<em>The Deuce<\/em>, torna-se ainda mais marcante, ao se referir a uma s\u00e9rie que tem como pano de fundo a origem da ind\u00fastria pornogr\u00e1fica e na qual n\u00e3o faltam cenas de sexo, transmitida por um canal de TV a cabo com reputa\u00e7\u00e3o de assumir riscos e endossada por um criador longe de ser um militar no conservadorismo art\u00edstico. Por que custa tanto mostrar a masturba\u00e7\u00e3o feminina em uma obra de fic\u00e7\u00e3o? Embora v\u00e1rios dos filmes e s\u00e9ries mais assistidos atualmente estejam repletos de cenas de sexo gratuito \u2013 algumas respondendo apenas ao imagin\u00e1rio viril \u2013, a representa\u00e7\u00e3o do prazer feminino por si s\u00f3 ainda \u00e9 um tabu. Para visualizar essa lacuna, abaixo est\u00e3o algumas das cenas mais inesquec\u00edveis de mulheres que t\u00eam orgasmos sozinhas. Roteiristas, tomem nota.<\/p>\n<h3>Sally Hawkins &#8211;\u00a0<em>A Forma da \u00c1gua<\/em><\/h3>\n<p>A\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/03\/05\/cultura\/1520290484_267038.html\">produ\u00e7\u00e3o mais premiada de 2018<\/a>, vencedora do Oscar de melhor filme, pode ser descrita como um avan\u00e7o em termos de como abordou o sexo. N\u00e3o s\u00f3 por causa da expl\u00edcita rela\u00e7\u00e3o entre o monstro anf\u00edbio e a protagonista, mas tamb\u00e9m porque mostra a masturba\u00e7\u00e3o como parte da rotina di\u00e1ria da faxineira muda interpretada por Hawkins. &#8220;N\u00f3s nos acostumamos a n\u00e3o representar a sexualidade feminina, ou a represent\u00e1-la de maneira glamorosa e artificial&#8221;, disse o diretor\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/guillermo_del_toro\">Guillermo del Toro<\/a>\u00a0ao site\u00a0<em>IndieWire<\/em>.<\/p>\n<section id=\"sumario_1|html\" class=\"sumario_html centro\"><a name=\"sumario_1\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9fnYlwJlrGc\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<h3>Maggie Gyllenhaal &#8211;\u00a0<em>Secret\u00e1ria<\/em><\/h3>\n<p>N\u00e3o \u00e9 a primeira vez que a atriz de\u00a0<em>The Deuce<\/em>\u00a0representa uma mulher se masturbando na fic\u00e7\u00e3o. J\u00e1 havia feito isso no subversivo filme\u00a0<em>Secret\u00e1ria<\/em>, interpretando uma secret\u00e1ria que se envolve em um relacionamento sadomasoquista com seu chefe (James Spader). Mais uma vez, a atriz teve que corrigir seu diretor (Steven Shainberg), que queria que sua personagem se masturbasse sentada no vaso sanit\u00e1rio do banheiro do escrit\u00f3rio. &#8220;Eu disse: &#8216;O qu\u00ea? Como me tocar dessa forma?&#8217;, comentou Gyllenhaal em entrevista ao\u00a0<em>The<\/em><em>Independent<\/em>, revelando a falta de conhecimento do cineasta. Finalmente, a cena foi feita com a atriz de p\u00e9.<\/p>\n<section id=\"sumario_2|html\" class=\"sumario_html centro\"><a name=\"sumario_2\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/QflHaPOXcA4\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<h3>Natalie Portman &#8211;\u00a0<em>Cisne Negro<\/em><\/h3>\n<p>Segundo a atriz, a cena em quest\u00e3o causou uma sensa\u00e7\u00e3o &#8220;muito desagrad\u00e1vel&#8221; quando foi ver o filme na companhia de seus pais. Supomos que o Oscar posterior fez valer a pena a saia justa, mas, ao contr\u00e1rio do resto de sua interpreta\u00e7\u00e3o neste drama de\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/darren_aronofsky\/a\">Darren Aronofsky<\/a>, a &#8220;irrealidade&#8221; de seu orgasmo foi muito criticada por se parecer muito com a fantasia masculina t\u00edpica que se tornou realidade.<\/p>\n<section id=\"sumario_3|html\" class=\"sumario_html centro\"><a name=\"sumario_3\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/DbgY9Boh02U\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<h3>Victoria Abril &#8211;\u00a0<em>Ata-me!<\/em><\/h3>\n<p>Uma banheira. O mergulhador de brinquedo que desafia a corrente at\u00e9 encontrar um obst\u00e1culo intranspon\u00edvel. O sorriso de Abril. Uma das cenas mais emblem\u00e1ticas do cineasta\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/pedro_almodovar\">Pedro Almod\u00f3var<\/a>\u00a0\u2013 e, portanto, da hist\u00f3ria do cinema espanhol \u2013 n\u00e3o poderia ficar de fora dessa lista.<\/p>\n<section id=\"sumario_4|html\" class=\"sumario_html centro\"><a name=\"sumario_4\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/0YLIskws-Dg\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<h3>Beth Behrs &#8211;\u00a0<em>2 Broke Girls<\/em><\/h3>\n<p>\u00c9 especialmente complicado encontrar sequ\u00eancias de masturba\u00e7\u00e3o nas redes abertas norte-americanas. Ainda mais se falarmos de com\u00e9dias dirigidas a grandes p\u00fablicos. \u00c9 por isso que a exist\u00eancia desta sequ\u00eancia, sugestiva mas eficaz, \u00e9 relevante. Max (Kate Dennings) quer apresentar um rapaz \u00e0 sua colega de quarto Caroline (Beth Behrs). Pensando que o apartamento est\u00e1 vazio, Max abre a porta do banheiro e encontra Caroline com as pernas abertas na banheira. &#8220;N\u00e3o olhe para mim assim. Nem como se fosse a \u00fanica pessoa no mundo que se masturba&#8221;, responde a jovem, ignorando o fato de que seu pretendente \u00e9 testemunha do ocorrido.<\/p>\n<section id=\"sumario_5|html\" class=\"sumario_html centro\"><a name=\"sumario_5\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/6uPNMHbHAp0\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<h3>Naomi Watts &#8211;\u00a0<em>Cidade dos Sonhos<\/em><\/h3>\n<p>No filme considerado como o melhor at\u00e9 agora deste s\u00e9culo,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/naomi_watts\/a\">Naomi Watts<\/a>\u00a0se masturba pensando no personagem de Laura Harring (Rita), exibindo uma mistura de confus\u00e3o, raiva e desespero. A experi\u00eancia religiosa e simb\u00f3lica termina com convuls\u00f5es e l\u00e1grimas, muitas l\u00e1grimas, at\u00e9 que um telefone tocando a interrompe. David Lynch n\u00e3o podia criar uma cena de sexualidade convencional.<\/p>\n<section id=\"sumario_6|html\" class=\"sumario_html centro\"><a name=\"sumario_6\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YBsFQIs_W58\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<h3>Joan Allen &#8211;\u00a0<em>Pleasantville &#8211; A Vida em Preto e Branco<\/em><\/h3>\n<p>Algo capaz de transformar o preto e branco em cores. Tal \u00e9 a import\u00e2ncia que a descoberta da masturba\u00e7\u00e3o pode ter para uma mulher adulta, de acordo com o filme de Gary Ross que retrata a met\u00e1fora de maneira expl\u00edcita e literal. Depois de ser sua pr\u00f3pria filha (<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/laura_jeanne_reese_witherspoon\">Reese Witherspoon<\/a>) quem descobre as maravilhas de &#8216;trancar-se no banheiro&#8217; pela primeira vez na vida, a personagem de Allen (e o espectador) v\u00ea cada cena restante de sua exist\u00eancia monocrom\u00e1tica com um processo technicolor libertador.<\/p>\n<section id=\"sumario_8|html\" class=\"sumario_html centro\"><a name=\"sumario_8\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cLnaiI4DMtM\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<h3>Maeve Jinkings &#8211;\u00a0<em>O Som Ao Redor<\/em><\/h3>\n<p>Uma das cenas mais marcantes da hist\u00f3ria recente do cinema brasileiro, a personagem de Maeve Jinkings, uma dona de casa, aproveita as vibra\u00e7\u00f5es de uma m\u00e1quina de lavar roupa para se masturbar, enquanto os filhos est\u00e3o na escola e ela trabalha em afazeres dom\u00e9sticos.<\/p>\n<section id=\"sumario_7|html\" class=\"sumario_html centro\"><a name=\"sumario_7\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/rj0eeHW7lXU\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mulheres se masturbando s\u00e3o uma raridade nas telas: por que a sexualidade feminina continua escondida?<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":98349,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[3,6],"tags":[],"class_list":["post-245734","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/cene-de-sexo.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/245734","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=245734"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/245734\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/98349"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=245734"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=245734"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=245734"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}