{"id":254026,"date":"2018-08-18T10:44:27","date_gmt":"2018-08-18T13:44:27","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=254026"},"modified":"2018-08-18T10:44:27","modified_gmt":"2018-08-18T13:44:27","slug":"o-retorno-secular-do-lendario-barco-maud","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/o-retorno-secular-do-lendario-barco-maud\/","title":{"rendered":"O retorno secular do lend\u00e1rio barco Maud"},"content":{"rendered":"<div class=\"col s12\">\n<section class=\"box-featured full-size header\">\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rel\u00edquia das expedi\u00e7\u00f5es polares norueguesas, o barco do explorador Roald Amundsen regressa neste domingo ao pa\u00eds de origem, cem anos depois de partir rumo ao Polo Norte<\/p>\n<div class=\"header-information\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>Por:\u00a0<strong class=\"responsible\">DA AFP<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"share-mattler\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"row mb-none\">\n<div class=\"col l6 m6 s12\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<div class=\"content\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"col m6 l6 s12 medium-matler\">\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.folhape.com.br\/obj\/48\/289279,475,80,0,0,475,365,0,0,0,0.jpg\" alt=\"Barco naufragado foi  rebocado atrav\u00e9s do Atl\u00e2ntico Norte (acima). Equipe no conv\u00e9s do Maud durante as \u00faltimas semanas antes da partida da Ba\u00eda de Cambridge  (\u00e0 esquerda).\" \/><\/p>\n<div class=\"caption\">Barco naufragado foi rebocado atrav\u00e9s do Atl\u00e2ntico Norte (acima). Equipe no conv\u00e9s do Maud durante as \u00faltimas semanas antes da partida da Ba\u00eda de Cambridge (\u00e0 esquerda).<em>Foto: Maudreturnshome<\/em><\/div>\n<\/figure>\n<\/div>\n<p>O\u00a0<strong>barco<\/strong>\u00a0utilizado pelo\u00a0<strong>explorador noruegu\u00eas<\/strong>\u00a0<strong>Roald Amundsen<\/strong>regressou finalmente a Noruega, seu pa\u00eds de origem, na \u00faltima segunda-feira (13), cem anos depois de partir rumo ao Polo Norte, anunciou o diretor do projeto de repatria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Maud<\/strong>, um robusto\u00a0<strong>veleiro<\/strong>\u00a0com tr\u00eas mastros, valiosa rel\u00edquia das expedi\u00e7\u00f5es polares norueguesas, foi resgatado em 2016, depois de ter passado 85 anos sob as \u00e1guas do norte do\u00a0<strong>Canad\u00e1<\/strong>, onde afundou em 1930. Ap\u00f3s sair da\u00a0<strong>Groenl\u00e2ndia<\/strong>\u00a0no fim de junho, o barco naufragado foi rebocado atrav\u00e9s do Atl\u00e2ntico Norte em uma barca\u00e7a e chegou nesta \u00faltima segunda-feira ao porto de Bergen, no oeste da\u00a0<strong>Noruega<\/strong>.<\/p>\n<p>\u201cA viagem foi longa, mas foi boa\u201d, declarou o diretor da opera\u00e7\u00e3o, Jan Wanggaard. Gra\u00e7as ao financiamento de tr\u00eas irm\u00e3os e empres\u00e1rios noruegueses, o\u00a0<strong>Maud<\/strong>\u00a0ser\u00e1 exposto no munic\u00edpio de Asker (sudeste), perto de Oslo, onde foi lan\u00e7ado \u00e0 \u00e1gua em 1917.<\/p>\n<div id=\"content-teadstv\" class=\"\">\n<div id=\"div-gpt-ad-1530800188537-0\" data-google-query-id=\"CNvrqsbd9twCFVQKNwodTG4BTw\">\n<div id=\"div-gpt-ad-1530800188537-0_ad_container\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>\u201c<strong>Roald Amundsen<\/strong>\u00a0\u00e9 um personagem hist\u00f3rico importante na Noruega\u201d, explicou Wanggaard. \u201cQueremos contar a hist\u00f3ria desta\u00a0<strong>expedi\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0ao\u00a0<strong>povo noruegu\u00eas<\/strong>\u201d, acrescentou. Returns Home foi criado em 2011 para marcar o centen\u00e1rio da\u00a0<strong>conquista do Polo Sul<\/strong>\u00a0por Amundsen, mas problemas jur\u00eddicos e invernos rigorosos atrapalharam o cronograma. Apenas em 2016 a embarca\u00e7\u00e3o foi retirada do gelo e colocada numa balsa. A viagem de volta para casa come\u00e7ou em agosto de 2017.<\/p>\n<p><strong>O explorador<\/strong><br \/>\nAmundsen, que foi a primeira pessoa a alcan\u00e7ar o\u00a0<strong>Polo Sul<\/strong>\u00a0em 1911, queria utilizar o Maud para estudar o oceano \u00c1rtico, com a inten\u00e7\u00e3o de ficar preso entre o gelo e navegar \u00e0 deriva pelo\u00a0<strong>Polo Norte<\/strong>.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>expedi\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0lan\u00e7ada em 1918 permitiu especialmente explorar a Passagem do Noroeste, fornecendo uma grande quantidade de resultados cient\u00edficos, mas a fal\u00eancia de Amundsen fez com que ele vendesse o\u00a0<strong>barco<\/strong>\u00a0\u00e0 companhia da Ba\u00eda de Hudson em 1925. Rebatizado \u201cBaymaud\u201d, o barco\u00a0<strong>afundou<\/strong>\u00a0cinco anos depois perto da Ba\u00eda de Cambridge, no territ\u00f3rio canadense de Nunavut. A ideia era utiliz\u00e1-lo como posto avan\u00e7ado no norte do Canad\u00e1. No inverno de 1926, o barco foi congelado na costa de Cambridge Bay, onde naufragou em 1930.<\/p>\n<p>Em 1990, a Hudson Bay Company vendeu os destro\u00e7os para o vilarejo canadense, que os repassou para a comunidade norueguesa de Asker, em Oslo, pelo valor simb\u00f3lico de US$ 1. Ap\u00f3s tentativas sem sucesso de repatriar os destro\u00e7os, a iniciativa \u201cMaud Returns Home\u201d foi criada, com apoio de investidores noruegueses.<\/p>\n<p>Em agosto de 2017, Maud deixou Cambridge Bay rebocado por um outro navio, em dire\u00e7\u00e3o a Aasiaat, na costa Oeste da Groenl\u00e2ndia, onde ficou preso durante o inverno. Em junho deste ano, a jornada de volta foi retomada.<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cA viagem foi longa, mas foi boa\u201d, declarou o diretor da opera\u00e7\u00e3o, Jan Wanggaard. 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