{"id":263103,"date":"2018-11-06T09:16:57","date_gmt":"2018-11-06T12:16:57","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=263103"},"modified":"2018-11-06T09:16:57","modified_gmt":"2018-11-06T12:16:57","slug":"uma-europa-em-seu-pior-momento-revisita-o-fim-da-primeira-guerra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/uma-europa-em-seu-pior-momento-revisita-o-fim-da-primeira-guerra\/","title":{"rendered":"Uma Europa em seu pior momento revisita o fim da Primeira Guerra"},"content":{"rendered":"<div class=\"articulo__apertura\">\n<header id=\"articulo-encabezado\" class=\"articulo-encabezado \">\n<div class=\"articulo-encabezado-texto\">\n<div id=\"articulo-titulares\" class=\"articulo-titulares\">\n<h1 id=\"articulo-titulo\" class=\"articulo-titulo \" style=\"text-align: justify;\"><\/h1>\n<div class=\"articulo-subtitulos\" style=\"text-align: justify;\">\n<h2 class=\"articulo-subtitulo\"><em>Uma viagem ao local em que, h\u00e1 um s\u00e9culo, morreu o \u00faltimo soldado franc\u00eas da Primeira Guerra Mundial, regi\u00e3o de fronteira na Europa onde hoje o nacionalismo est\u00e1 de volta<\/em><\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"articulo-apertura \" style=\"text-align: justify;\">\n<figure class=\"foto superior foto_w980\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541342789_noticia_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541342789_noticia_normal_recorte1.jpg 1960w, \/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541342789_noticia_normal_recorte2.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541342789_noticia_normal.jpg 980w\" alt=\"Os signat\u00e1rios do armist\u00edcio firmado em Compi\u00e8gne (Fran\u00e7a), em 11 de novembro de 1918.\" width=\"980\" height=\"668\" \/><\/p>\n<div class=\"seedtag-gohan seedtag-adunit\">\n<div class=\"st-container\"><\/div>\n<\/div><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">Os signat\u00e1rios do armist\u00edcio firmado em Compi\u00e8gne (Fran\u00e7a), em 11 de novembro de 1918.<\/span>\u00a0<span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">AFP<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"firma \">\n<div class=\"autor\">\n<div class=\"autor-texto\"><span class=\"autor-nombre\"><a title=\"Ver todas as not\u00edcias de Marc Bassets\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/autor\/marc_bassets_claret\/a\/\">MARC BASSETS<\/a><\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"articulo_contenedor\" class=\"articulo__contenedor\">\n<div id=\"cuerpo_noticia\" class=\"articulo-cuerpo\">\n<p style=\"text-align: justify;\">O local exato em que morreu o soldado Augustin Tr\u00e9buchon, em 11 de novembro de 1918, entre 10h40 e 10h50, \u00e9 uma inc\u00f3gnita. Sabe-se que aconteceu entre a ferrovia e o rio. E tamb\u00e9m que Tr\u00e9buchon morreu de um tiro na cabe\u00e7a e que foi o \u00faltimo franc\u00eas a cair em solo franc\u00eas durante a\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/primera_guerra_mundial\">Primeira Guerra Mundial<\/a>. Dez minutos depois, \u00e0s 11h00, entrou em vigor o armist\u00edcio: o cessar-fogo que p\u00f4s um fim a quatro anos de guerra infernal com a vit\u00f3ria da\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/francia\">Fran\u00e7a<\/a>\u00a0e seus aliados, e a derrota da Alemanha.<\/p>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"COO2-qLfv94CFYRqwQodutAKgA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/internacional\/intext_0__container__\"><iframe id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/internacional\/intext_0\" title=\"3rd party ad content\" name=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/internacional\/intext_0\" width=\"1\" height=\"1\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" data-google-container-id=\"5\" data-load-complete=\"true\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um s\u00e9culo se passou e faz frio nesta manh\u00e3 nublada em Vrigne-Meuse, o povoado de 350 habitantes em que se desenvolveram as \u00faltimas hostilidades no front ocidental. Passa um TGV, o trem de alta velocidade. O prefeito, Jean-Christophe Chanot, passeia pelas ruas vazias e reconstr\u00f3i at\u00e9 onde \u00e9 poss\u00edvel aqueles \u00faltimos minutos do conflito. \u201cEste povoado viveu muitos per\u00edodos de ocupa\u00e7\u00e3o\u201d, reflete. \u201cEstamos no rio Meuse: este \u00e9 um corredor de invas\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As guerras napole\u00f4nicas em 1815, a franco-prussiana em 1870, a de 1914-1918 e a\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/segunda_guerra_mundial\">Segunda Guerra Mundial<\/a>, entre 1940 e 1944: o vale do Meuse, na regi\u00e3o de bosque e montanha de Ardennes, foi um espa\u00e7o de ruptura e fraternidade, o local em que as placas tect\u00f4nicas da hist\u00f3ria colidiam e onde, \u00e0s vezes, as feridas da Europa eram suturadas. Aqui\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/01\/05\/cultura\/1515164110_088216.html\">a Europa se destruiu e aqui se reconstruiu<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O presidente franc\u00eas\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/emmanuel_macron\/a\">Emmanuel Macron<\/a>\u00a0d\u00e1 in\u00edcio neste domingo, 4 de novembro, a uma viagem de seis dias pelos monumentos, cemit\u00e9rios e campos de batalha da guerra no norte da Fran\u00e7a. O mundo que teve origem em 1918 mant\u00e9m, em sua opini\u00e3o, semelhan\u00e7as inquietantes com o atual. \u201cA Europa enfrenta um risco: o de desmembrar-se pela praga nacionalista e ser ultrapassada por pot\u00eancias estrangeiras\u201d, disse Macron esta semana.<\/p>\n<section id=\"sumario_2|foto\" class=\"sumario_foto derecha\"><a name=\"sumario_2\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w360\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541279734_sumario_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541279734_sumario_normal_recorte1.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541279734_sumario_normal.jpg 360w\" alt=\"Foto dos signat\u00e1rios do armist\u00edcio em Compi\u00e8gne, em 11 de novembro de 1918.\" width=\"360\" height=\"422\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">Foto dos signat\u00e1rios do armist\u00edcio em Compi\u00e8gne, em 11 de novembro de 1918.<\/span>\u00a0<span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">STR<\/span><span class=\"foto-agencia\">AFP<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"sumario-texto\"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p style=\"text-align: justify;\">De Reims \u2014onde o \u00f3dio entre a Fran\u00e7a republicana e a Alemanha imperial estourou depois de um bombardeio \u00e0 catedral em setembro de 1914\u2014 at\u00e9 Compi\u00e8gne \u2014onde quatro anos depois, em um vag\u00e3o de trem, os aliados for\u00e7aram a assinatura de um armist\u00edcio que a Alemanha encarou como uma humilha\u00e7\u00e3o\u2014 as marcas continuam vivas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tr\u00e9buchon era um campon\u00eas do centro da Fran\u00e7a que estava desde 1914 na trincheira. Na noite de 9 e 10 de novembro, os comandantes deram ordem de atravessar o rio Meuse. Era uma fronteira simb\u00f3lica, dolorosa para os franceses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na outra margem estava a aldeia de Vrigne-Meuse, mas tamb\u00e9m Sedan, a 10 quil\u00f4metros dali e palco, 48 anos, da grande batalha da guerra franco-prussiana, que custou \u00e0 Fran\u00e7a a perda da Als\u00e1cia-Lorena.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O marechal Foch, chefe aliado, e os emiss\u00e1rios alem\u00e3es assinaram o armist\u00edcio em Compi\u00e8gne \u00e0s 5h15 de 11 de novembro. Na ribeira do Meuse a refrega se prolongou at\u00e9 que \u00e0s 11h soou a corneta que anunciava que a guerra estava suspensa. Por 10 minutos, Tr\u00e9buchon teria vivido. Morte absurda? Her\u00f3ica? \u201cNenhum soldado morto pela Fran\u00e7a\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/05\/02\/cultura\/1493739174_353413.html\">teve uma morte in\u00fatil<\/a>. Qualificaria a dele mais como dram\u00e1tica\u201d, diz a historiadora Carole Marquet-Morelle, diretora do Museu de Ardennes, em Charleville-M\u00e9zi\u00e8re, a 15 quil\u00f4metros de Vrigne-Meuse. A recupera\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria de Tr\u00e9buchon segue com uma tend\u00eancia de personalizar a Hist\u00f3ria, dar-lhe nome e sobrenome.<\/p>\n<section id=\"sumario_3|foto\" class=\"sumario_foto izquierda\"><a name=\"sumario_3\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w360\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541279998_sumario_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541279998_sumario_normal_recorte1.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541279998_sumario_normal.jpg 360w\" alt=\"Augustin Tr\u00e9buchon, o \u00faltimo soldado morto antes do armist\u00edcio.\" width=\"360\" height=\"523\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">Augustin Tr\u00e9buchon, o \u00faltimo soldado morto antes do armist\u00edcio.<\/span>\u00a0<span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">STF<\/span>\u00a0<span class=\"foto-agencia\">AFP<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"sumario-texto\"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p style=\"text-align: justify;\">A comemora\u00e7\u00e3o de 1918 j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 franco-alem\u00e3, nem assunto de vencedores e vencidos, segundo o historiador Antoine Prost. \u00c9 mundial e traz li\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas. \u201c\u00c9 preciso limitar a soberania dos estados\u201d, diz Prost. \u201cUm estado n\u00e3o tem direito a fazer a guerra sem ter tentado resolver pacificamente o conflito. E os estados s\u00e3o necessariamente belicosos e revanchistas se n\u00e3o s\u00e3o liberais. Ou seja, estados que estabelecem em suas constitui\u00e7\u00f5es as liberdades fundamentais. O que chamamos de Estado de direito\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas a mem\u00f3ria se dilui e, viajando pelas estradas do norte da Fran\u00e7a, ter uma ideia do que foi a matan\u00e7a exige um esfor\u00e7o de imagina\u00e7\u00e3o. O \u00faltimo\u00a0<em>poilu<\/em>\u00a0\u2014como eram conhecidos os soldados franceses, os peludos\u2014 morreu em 2008. Fim da hist\u00f3ria?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta \u00e9 uma paisagem de cemit\u00e9rios militares e monumentos aos mortos, e tamb\u00e9m de arqueologia industrial. O vale de Meuse era o vale vermelho: regi\u00e3o metal\u00fargica desde o s\u00e9culo XIX, feudo socialista e comunista, hoje zona p\u00f3s-industrial que reflete as ang\u00fastias do continente.<\/p>\n<section id=\"sumario_1|foto\" class=\"sumario_foto centro\"><a name=\"sumario_1\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w980\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541278935_sumario_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541278935_sumario_normal_recorte1.jpg 1960w, \/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541278935_sumario_normal_recorte2.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/internacional\/imagenes\/2018\/11\/03\/actualidad\/1541262938_557449_1541278935_sumario_normal.jpg 980w\" alt=\"Uma Europa em seu pior momento revisita o fim da Primeira Guerra\" width=\"980\" height=\"504\" \/><\/figure>\n<div class=\"sumario-texto\"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO lugar aqui j\u00e1 n\u00e3o tem nada a ver com antes. Sa\u00edamos da escola e \u00edamos diretamente para a f\u00e1brica\u201d, lembra G\u00e9rard Baudoin, mem\u00f3ria viva do vale. \u201cQuando todo mundo trabalhava, todos acreditavam que amanh\u00e3 seria melhor do que hoje, sabiam que progrediriam. E hoje a perspectiva \u00e9 que amanh\u00e3 ser\u00e1 mais dif\u00edcil do que hoje.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos anos oitenta, Baudoin foi prefeito comunista de Bogny-sur-Meuse, \u00e0s margens do Meuse. Tamb\u00e9m \u00e9 autor de publica\u00e7\u00f5es sobre hist\u00f3ria e lendas locais. Nasceu em 1944, e cresceu ouvindo os poilus falarem da Grande Guerra. Participou como sindicalista das mobiliza\u00e7\u00f5es de 68. Depois viu as f\u00e1bricas fecharem, o desemprego aumentar, os jovens emigrarem, e os comunistas e socialistas deixarem de ser o partido da classe oper\u00e1ria e serem substitu\u00eddos pela ultradireita da Frente Nacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cOs povos felizes\u201d, resume um personagem de um relato de Baudoin, \u201cn\u00e3o t\u00eam hist\u00f3ria.\u201d Em Bogny-su-Meuse, em Ardennes, na Europa, essa hist\u00f3ria n\u00e3o acabou.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma viagem ao local em que, h\u00e1 um s\u00e9culo, morreu o \u00faltimo soldado franc\u00eas da Primeira Guerra Mundial, regi\u00e3o de fronteira na Europa onde hoje o nacionalismo est\u00e1 de volta<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":263104,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[3,6],"tags":[],"class_list":["post-263103","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/1-guerra.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/263103","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=263103"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/263103\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/263104"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=263103"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=263103"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=263103"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}