{"id":270214,"date":"2019-01-15T06:43:20","date_gmt":"2019-01-15T09:43:20","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=270214"},"modified":"2019-01-15T06:43:20","modified_gmt":"2019-01-15T09:43:20","slug":"onze-visitantes-ilustres-que-passaram-por-salvador-nos-ultimos-40-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/onze-visitantes-ilustres-que-passaram-por-salvador-nos-ultimos-40-anos\/","title":{"rendered":"Onze visitantes ilustres que passaram por Salvador nos \u00faltimos 40 anos"},"content":{"rendered":"<div class=\"row visible-lg\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"noticias-single__tags\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12 col-lg-3\">\n<div class=\"noticias-single__meta\">\n<div class=\"noticias-single__author\">\n<div>Doris Miranda<\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"col-xs-12 col-lg-9\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"noticias-single__image\"><img decoding=\"async\" class=\"noticias-single__image-source\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/c\/5\/csm_salvador_2c3fbbef1c.jpg\" alt=\"\" \/><span class=\"noticias-single__image-caption\">Papa Jo\u00e3o Paulo II, Elthon John, Nelson Mandela, Fidel Castro, Michael Jackson e Paul McCartney (Fotos de Arquivo\/CORREIO)<\/span><\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"col-xs-12 noticias-single__stick-parent\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12 col-md-7 col-lg-7\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"noticias-single__description visible-lg\"><em><strong>Jo\u00e3o Paulo II, Nelson Mandela, Michael Jackson e mais: personalidades deixaram mensagens de amor, igualdade e muita alegria<\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"noticias-single__content\">\n<div class=\"noticias-single__content__text js-mediator-article\">\n<p class=\"bodytext\">Conhecido como um dos estados mais receptivos ao turismo, a Bahia acolhe viajantes aos milh\u00f5es por ano. Os an\u00f4nimos, que descobrem e relatam a recep\u00e7\u00e3o calorosa, s\u00e3o maioria, claro. Especialmente, quando se tem o maior Carnaval de rua do mundo. Mas h\u00e1 aqueles visitantes que entraram para a hist\u00f3ria local e v\u00e3o deixar muita saudade, sobretudo, na popula\u00e7\u00e3o de Salvador.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Como n\u00e3o lembrar do tumulto bom que Michael Jackson causou entre o Hotel da Bahia e o Pelourinho? E o papa Jo\u00e3o Paulo II, que reuniu quase um milh\u00e3o de pessoas na missa que rezou no CAB? Nelson Mandela, fazendo um relevante discurso na Pra\u00e7a Castro Alves? O visitante mais recente, Sir Paul McCartney, incluiu Salvador na turn\u00ea One on One e deixou a galera na ansiedade por meses antes da apresenta\u00e7\u00e3o ic\u00f4nica na Arena Fonte Nova. Relembramos, abaixo, alguns dos personagens que mudaram nossa hist\u00f3ria nestes \u00faltimos 40 anos e vote na enquete sobre qual visitante ilustre mais marcou na cena local.<\/p>\n<h2><b>1 \u25cf Papa Jo\u00e3o Paulo II<\/b><\/h2>\n<p class=\"bodytext\"><strong><em>Jo\u00e3o de Deus nos bra\u00e7os dos baianos<\/em><\/strong><\/p>\n<div id=\"sc-ava-48768317\"><\/div>\n<p class=\"bodytext\">O papa Jo\u00e3o Paulo II (1920-2005) desembarcou na Base A\u00e9rea de Salvador, \u00e0s 15h10, numa tarde de c\u00e9u escuro e nuvens carregadas. Beijou o ch\u00e3o, no gesto de humildade com que saudou todos os pa\u00edses em que esteve, e se dirigiu ao \u2018papam\u00f3vel\u2019. Dali, saiu \u00e0s ruas em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Catedral Bas\u00edlica, no Terreiro de Jesus, onde rezaria a missa. Era a primeira vez que a autoridade m\u00e1xima da Igreja Cat\u00f3lica vinha a Salvador. Nas ruas, milhares de fi\u00e9is, vestidos de amarelo e branco, cores do Vaticano, cantavam a m\u00fasica Jo\u00e3o de Deus (\u201cA b\u00ean\u00e7\u00e3o, Jo\u00e3o de Deus, nosso povo te abra\u00e7a\u201d), composta para o papa por Nelson Biasoli.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/_processed_\/1\/1\/csm_234078_aeef72327a.jpg\" width=\"662\" height=\"1000\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"text-center\"><strong>Jo\u00e3o Paulo II em Salvador<\/strong><br \/>\n(Foto: Arquivo\/CORREIO)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">A segunda apari\u00e7\u00e3o num altar aconteceu no dia seguinte, dia 8 de julho de 1980, na missa campal realizada no Centro Administrativo da Bahia para mais de 800 mil pessoas, que, mesmo debaixo de chuva, n\u00e3o se deixaram abalar. Recebido com berimbaus, atabaques e agog\u00f4s, em sua homilia, o Santo Pont\u00edfice destacou que os \u201cpa\u00edses sul-americanos j\u00e1 nasceram crist\u00e3os\u201d. Num certo momento, chamou Irm\u00e3 Dulce, a quem tinha encontrado no dia anterior, numa visita ao bairro de Alagados, para uma b\u00ean\u00e7\u00e3o especial. Na Bahia, a fala do papa sobre religiosidade ganhou um sentido imenso, quando disse ser preciso respeitar as diversas manifesta\u00e7\u00f5es de f\u00e9: \u201cAqui se constr\u00f3i, com inspira\u00e7\u00e3o crist\u00e3, uma comunidade multirracial, um tapete de ra\u00e7as\u201d.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/2\/9\/csm_663389_7fd44718b7.jpg\" width=\"1000\" height=\"737\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"text-center\"><strong>Irm\u00e3 Dulce e Papa Jo\u00e3o Paulo II na Base A\u00e9rea de Salvador<\/strong><br \/>\n(Foto: Arquivo\/CORREIO)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\"><i>&#8220;O catolicismo brasileiro \u00e9 resultado de um dos caldeamentos mais importantes da hist\u00f3ria humana: aqui se mesclaram o \u00edndio, o europeu e o africano&#8221;, disse o Papa Jo\u00e3o Paulo II<\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<h2><b>2 \u25cf Nelson Mandela<\/b><\/h2>\n<p class=\"bodytext\"><em><strong>Passagem r\u00e1pida, mas marcante<\/strong><\/em><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Figura emblem\u00e1tica da luta contra o brutal regime do apartheid na \u00c1frica do Sul, Nelson Mandela (1918-2013) tinha reencontrado a liberdade um ano e meio antes de pisar em Salvador. Preso pol\u00edtico, ficou encarcerado por 27 anos e foi libertado em fevereiro de 1990, aos 72.\u00a0\u00a0N\u00e3o era ainda o primeiro presidente negro da \u00c1frica do Sul, pa\u00eds que governou de 1994 a 1999, quando, em 5 de agosto de 1991, chegou \u00e0 capital baiana, recebido pelo ent\u00e3o governador Antonio Carlos Magalh\u00e3es (1927-2007), com quem almo\u00e7ou refei\u00e7\u00e3o farta de dend\u00ea no Pal\u00e1cio de Ondina. Tinha vindo ao Brasil para \u201cagradecer o apoio na luta contra o racismo na \u00c1frica do Sul\u201d, embora seu povo, por conta do regime, n\u00e3o sabia muita coisa sobre o Brasil, a n\u00e3o ser que t\u00ednhamos um enorme futebol e um \u2018rei\u2019 chamado Pel\u00e9.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/_processed_\/9\/a\/csm_1005934_e0e626aeaa.jpg\" width=\"646\" height=\"1000\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"text-center\"><strong>Visita de Nelson Mandela em Salvador<\/strong><br \/>\n(Foto: Luiz Hermano\/Arquivo Correio)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">Para o p\u00fablico, Madiba fez uma apari\u00e7\u00e3o memor\u00e1vel:\u00a0\u00a0um discurso sobre liberdade e igualdade ao ar livre, na Pra\u00e7a Castro Alves. E, na cidade em que o movimento negro se construiu na resist\u00eancia dos terreiros, rodas de capoeira e blocos afros, Mandela recebeu a acolhida de chefe de Estado, ainda que estivesse s\u00f3 no caminho, conduzindo uma transi\u00e7\u00e3o pac\u00edfica do apartheid para uma sociedade democr\u00e1tica supostamente n\u00e3o racista, da qual seria presidente eleito pelo voto direto.\u00a0\u00a0\u201cPela nossa experi\u00eancia amarga, sabemos que o racismo n\u00e3o morre voluntariamente\u201d.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn3.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/3\/7\/csm_1005957_971f1a3f92.jpg\" width=\"628\" height=\"1000\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"text-center\">(Foto: Luiz Hermano\/Arquivo Correio)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\">&#8220;O racismo n\u00e3o pode passar por uma pl\u00e1stica para ser mais aceit\u00e1vel. Racismo \u00e9 racismo, qualquer que seja o nome ou m\u00e1scara que vestir&#8221;, disse\u00a0Nelson Mandela<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2><b>3 \u25cf Paul Simon<\/b><\/h2>\n<p class=\"bodytext\"><em><strong>Do Pelourinho para o mundo<\/strong><\/em><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Os moradores do Centro Hist\u00f3rico nunca tinham ouvido falar nesse tal de Paul Simon, famoso int\u00e9rprete de Mrs. Robinson, hit da dupla Simon &amp; Garfunkel. Mas todo mundo queria ver de pertinho aquele ilustre desconhecido, nem que para isso precisasse se espremer na conten\u00e7\u00e3o que limitava o pov\u00e3o do artista, que gravava\u00a0\u00a0no Pel\u00f4 o clipe de The Obvious Child com a percuss\u00e3o de Neguinho do Samba e seu Olodum.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/c\/6\/csm_132419_48ad82ca0f.jpg\" width=\"780\" height=\"1000\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\">(Foto: Shirley Stolze\/Arquivo Correio)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h2><b>4 \u25cf Fidel Castro<\/b><\/h2>\n<p class=\"bodytext\"><em><strong>Se esbaldou no azeite de dend\u00ea na casa de ACM<\/strong><\/em><\/p>\n<p class=\"bodytext\">O comandante Fidel Castro (1926-2016), s\u00edmbolo da revolu\u00e7\u00e3o em Cuba, esteve duas vezes em Salvador. Em ambas n\u00e3o demorou muito, mas disse ter levado consigo para casa boas impress\u00f5es e amizades da Bahia. A primeira, em agosto de 1993, veio a convite do governador Antonio Carlos Magalh\u00e3es, a quem o cubano devotava carinho e creditava \u201co impulsionamento das rela\u00e7\u00f5es entre Brasil e Cuba\u201d.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2019\/01\/11\/916495.jpg\" width=\"748\" height=\"781\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"text-center\">(Foto: Agnaldo Novais\/Agecom)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">Na segunda visita do estadista cubano, que esteve no poder por quase meio s\u00e9culo, a Salvador, em setembro de 1998, ACM j\u00e1 n\u00e3o estava mais no Pal\u00e1cio de Ondina, pois era senador e presidente do Congresso Nacional. Mas o la\u00e7o de amizade ainda era estreito e Fidel foi at\u00e9 a resid\u00eancia do pol\u00edtico baiano, no bairro da Gra\u00e7a, para almo\u00e7ar um vasto card\u00e1pio de comidas t\u00edpicas. Quem esteve no local garante que Fidel comeu de tudo um pouquinho. De moqueca a frigideira, de ef\u00f3 a fil\u00e9 mal-assado acebolado. Bom de papo, passou quase tr\u00eas horas na casa do senador, entre garfadas e gaitadas. N\u00e3o dispensou nem o cafezinho.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/8\/d\/csm_917591_e265c403e9.jpg\" width=\"1000\" height=\"626\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"text-center\"><strong>Fidel Castro, ACM, Felix Mendon\u00e7a<\/strong><br \/>\n(Foto: Arquivo\/Correio)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\">&#8220;<i>N\u00e3o nos enganemos, nunca houve tantos pobres e marginalizados em nosso continente, nunca os pa\u00edses latino-americanos foram submetidos a saque t\u00e3o grande&#8221;. disse\u00a0<\/i>Fidel Castro<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2><b>5 \u25cf Michael Jackson<\/b><\/h2>\n<p class=\"bodytext\"><strong><em>O rei do pop dan\u00e7ou na batida do Olodum e encantou geral<\/em><\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">At\u00e9 aquele fevereiro de 1996, Salvador nunca tinha visto um popstar de tamanha grandeza. Mas, sim, Michael Jackson (1958-2009) esteve entre n\u00f3s. Cantou, dan\u00e7ou, foi carinhoso com os f\u00e3s e gravou no Largo do Pelourinho o clipe da percussiva They Don\u2019t Care About Us com o Olodum. Dirigido por um tenso e arredio Spike Lee, regido pelo mestre de bateria Neguinho do Samba (1955-2009), Michael cantou sobre a mis\u00e9ria e o abandono dos miser\u00e1veis &#8211; em outras tomadas, o clipe seria complementado numa favela do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/QNJL6nfu__Q\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Acompanhado de duas crian\u00e7as (um menino e uma menina) e de uma imensa entourage, que envolvia um m\u00e9dico e um chef de cozinha particular, Jackson movimentou Salvador inteira, da rotina pr\u00e1tica do tr\u00e2nsito do centro da cidade \u00e0 emo\u00e7\u00e3o dos seu milhares de f\u00e3s. No aeroporto, a histeria foi coletiva, dos passageiros aos fucion\u00e1rios dos balc\u00f5es das companhias a\u00e9reas. Os f\u00e3s, ent\u00e3o, nem se\u00a0\u00a0fala. Foram em peso com gritaria, choro, cartazes e viram de longe um Michael coberto da cabe\u00e7a aos p\u00e9s: chap\u00e9u, mangas compridas e at\u00e9 uma m\u00e1scara cir\u00fargica. De fora, s\u00f3 os olhos e as m\u00e3os.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn3.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/e\/e\/csm_944357_9eb9b784fe.jpg\" width=\"1000\" height=\"646\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\">(Foto: Arquivo\/CORREIO)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">Dali para o Hotel da Bahia: gente que n\u00e3o acabava mais, chorando no sagu\u00e3o, tentando invadir o estabelecimento e at\u00e9, quem sabe, vislumbrar o \u00eddolo maior na janela&#8230; Mas, que nada, a su\u00edte que hospedou o astro americano dava para a Av. Sete de Setembro e n\u00e3o para o Campo Grande, onde a multid\u00e3o teve pouca chance de v\u00ea-lo.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Melhor vis\u00e3o do astro teve quem bateu ponto no\u00a0\u00a0Pelourinho no outro dia. Ele chegou por volta do meio-dia, vestido com jeans, camiseta do Olodum e nada da m\u00e1scara com que saiu do avi\u00e3o. Surpreendentemente simp\u00e1tico, Michael atendeu pedidos de aut\u00f3grafo, abra\u00e7os, toques em sua pele cor de rosa e at\u00e9 beijos &#8211; ainda que o n\u00famero de policiais dispon\u00edveis para fazer a seguran\u00e7a estivesse marcando o jogo (e tietando).<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Michael almo\u00e7ou no Senac e \u00e0s 14h come\u00e7ou a filmar, com sol quent\u00edssimo do Ver\u00e3o baiano. N\u00e3o se fez de rogado. Dan\u00e7ou em todos os takes que Spike Lee pediu, prestou aten\u00e7\u00e3o na bateria do Olodum, \u2018roubou\u2019 o cassetete de um militar, fez dele seu instrumento e ainda arrumou um jeito de deixar os jornalistas presentes na cobertura mais \u00e0 vontade. Uma estrela, sem d\u00favida.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/7\/4\/csm_944414_1afcf648f0.jpg\" width=\"999\" height=\"658\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"text-center\"><strong>Michael no Pelourinho<\/strong><br \/>\n(Foto: Edson Ruiz\/Arquivo Correio)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h2><b>6 \u25cf Paul McCartney<\/b><\/h2>\n<p class=\"bodytext\"><strong><em>O dia em que um beatle fez uma noite hist\u00f3rica em Salvador<\/em><\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Por essa, ningu\u00e9m esperava. Afinal, eu, voc\u00ea e todo mundo pensava: muita areia pro nosso caminh\u00e3ozinho. Mas, n\u00e3o \u00e9 que ele veio mesmo? Um Beatle em Salvador, minha gente! Paul McCartney incluiu a capital baiana na turn\u00ea One on One, que passou tamb\u00e9m por S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. E fez uma noite hist\u00f3rica na Arena Fonte Nova em 20 de outubro de 2017 para f\u00e3s de v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es, todos com expectativa no n\u00edvel m\u00e1ximo para ouvir cl\u00e1ssicos, como A Hard Day\u2019s Night (que abriu o repert\u00f3rio do show e que ele nunca tocou ao vivo em carreira solo) da pr\u00f3pria boca do mito de Liverpool.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Na plateia, o clima era de puro \u00eaxtase. At\u00e9 para quem n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e3, como a dentista L\u00edvia Silveira, que veio de Itapetinga acompanhar o marido, o tamb\u00e9m dentista Leandro Silveira. \u201cN\u00e3o conhe\u00e7o muito bem as m\u00fasicas dele, mas eu olho para as pessoas e elas est\u00e3o t\u00e3o hipnotizadas. \u00c9 t\u00e3o bonito ver isso\u201d, destacou ela.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/RHQ1FtR0Ct8\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<p class=\"bodytext\">A ansiedade dos baianos ganhou for\u00e7a mesmo em novembro de 2017, quando o CORREIO publicou uma entrevista exclusiva que o rep\u00f3rter Roberto Midlej fez com Macca. \u201cConvidado para a miss\u00e3o, aceitei. Segundos depois, ca\u00ed na real, e pensei em desistir, mas n\u00e3o tive coragem de refugar. Passaram-se dez, vinte, trinta dias, dois meses&#8230; E nada de confirmarem a entrevista. Finalmente, o telefone toca. \u2018Hi, Roberto! How are you doing?\u2019. Sim, era ele. Depois dessa, \u00e9 como dizem os mais jovens: \u2018Zerei a vida\u2019\u201d, relatou Midlej, em cr\u00f4nica tamb\u00e9m publicada.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Conversa fluindo, Paul encerrou a entrevista com sua j\u00e1 conhecida gentileza: \u201cMande meu amor para a plateia de Salvador e diga que vamos ter uma grande noite\u201d. E \u2018amea\u00e7ou\u2019: \u201cAcho que a plateia se cansa mais do que eu no show\u201d.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"text-center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn3.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/1\/6\/csm_20102017MS2225_104bc56eb1.jpeg\" \/><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"text-center\"><strong>Paul McCartney na Arena Fonte Nova<\/strong><br \/>\n(Foto: Arisson Marinho\/ CORREIO)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">Quem esteve na Fonte Nova p\u00f4de constatar que a brincadeira era mesmo verdade. Em duas horas e tanto de show, aos 75 anos na \u00e9poca, McCartney n\u00e3o demonstra cansa\u00e7o &#8211; n\u00e3o para nem para beber \u00e1gua. Cantou um cl\u00e1ssico atr\u00e1s do outro, sem perder o f\u00f4lego.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O \u00fanico momento de descanso que teve foi para convidar uma f\u00e3 baiana para dan\u00e7ar com ele. E o que se descobriu poucos meses depois era que se tratava da filmagem de um videoclipe para seu \u00e1lbum recente.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/7\/4\/csm_925848_84ea3db56d.jpg\" width=\"1000\" height=\"667\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><strong>Paul na Arena Fonte Nova<\/strong><br \/>\n(Foto: Breno Galtier\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\"><i>&#8220;E a\u00ed, Salvador, beleza? Finalmente, eu vim para a Bahia! Voc\u00eas s\u00e3o massa! O principal \u00e9 aquilo que voc\u00ea recebe da plateia. Temos uma resposta \u00f3tima e \u00e9 isso que me motiva a fazer mais. Ent\u00e3o, em vez de me sentir cansado,\u00a0\u00a0eu me sinto ainda mais energizado por causa do p\u00fablico&#8221;, disse Paul McCartney<\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<h2><b>7 \u25cf Elton John<\/b><\/h2>\n<p class=\"bodytext\"><em><strong>Glamour e talento na Fonte Nova<\/strong><\/em><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Primeira atra\u00e7\u00e3o internacional da Arena Fonte Nova, em fevereiro de 2014, bem pertinho do Carnaval, o astro ingl\u00eas Elton John emocionou os baianos com alguns dos seus maiores sucessos, todos devidamente costurados na\u00a0<a href=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/noticia\/nid\/elton-john-emociona-publico-na-arena-fonte-nova\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">turn\u00ea comemorativa de seus 40 anos de carreira<\/a>.<\/p>\n<table class=\"table\" summary=\"\">\n<thead>\n<tr>\n<th scope=\"col\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/acervo\/uploads\/RTEmagicC_2e61b7c26a.jpg.jpg\" width=\"560\" height=\"360\" \/><\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><strong>Elton John emocionou p\u00fablico na Arena Fonte Nova<\/strong><br \/>\n(Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">Estrela de primeira grandeza do glam rock arena dos anos 70, Sir Elton John cantou cl\u00e1ssicos como Goodbye Yellow Brick Road, Tiny Dancer, Rocket Man, Nikita e Skyline Pigeon.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn3.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/b\/6\/csm_646143_19ff9bf93d.jpg\" width=\"1000\" height=\"664\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\">(Foto: Mauro Akin Nassor\/CORREIO)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h2><b>8 \u25cf Desmond Tutu<\/b><\/h2>\n<p class=\"bodytext\"><strong><em>Ele adorou o camarote<\/em><\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">O arcebisbispo em\u00e9rito da Igreja Anglicana e Pr\u00eamio Nobel da Paz, 86 anos, veio algumas vezes \u00e0 Bahia. A \u00faltima vez em Salvador, em 2007, foi ao Camarote 2222, de Gilberto Gil, em plena folia do circuito Barra-Ondina.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/d\/2\/csm_374045_aa25fcda24.jpg\" width=\"1000\" height=\"750\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\">(Foto: Luiz Fernando\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\"><i>&#8220;O Carnaval da Bahia \u00e9 maravilhoso! \u00c9 bonito ver pessoas de ra\u00e7as diferentes unidas pela m\u00fasica e pela dan\u00e7a. Todos viram um s\u00f3!&#8221;, disse o Bispo Desmond Tutu<\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<h2><b>9 \u25cf Fatboy Slim<\/b><\/h2>\n<p class=\"bodytext\"><strong><em>Folia eletr\u00f4nica<\/em><\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Um dos maiores DJs\/produtores da m\u00fasica eletr\u00f4nica, o ingl\u00eas Fatboy Slim j\u00e1 tocou para muita gente, mas n\u00e3o esperava a multid\u00e3o que o seguiu no Carnaval de Salvador, em 2007, quando comandou suas pick-ups de um trio el\u00e9trico.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/5\/8\/csm_649308_5c506ece95.jpg\" width=\"1000\" height=\"834\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\">(Foto: Max Haack\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h2><b>10 \u25cf Bono<\/b><\/h2>\n<p class=\"bodytext\"><em><strong>O l\u00edder do U2: \u201cE, a\u00ed, chupa toda?\u201d<\/strong><\/em><\/p>\n<p class=\"bodytext\">A m\u00fasica nem era nova. Na real, no Carnaval de 2006, o hit Chupa Toda s\u00f3 era lembrado mesmo no repert\u00f3rio de Ivete Sangalo. Mas a lambadinha que deu fama \u00e0 banda Frutos Tropicais, nos anos 80, ganhou um admirador especial: o irland\u00eas Bono, que naquele ano veio experimentar a folia no Camarote Expresso 2222, de Gilberto Gil. Gravada por Ivete em 2004, com vocais de Gil, a m\u00fasica foi repetida \u00e0 exaust\u00e3o pelo cantor do U2.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn3.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/d\/2\/csm_358765_9049f3a144.jpg\" width=\"1000\" height=\"667\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\">(Foto: Arquivo\/CORREIO)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h2><strong>11\u00a0\u25cf Madre Teresa de Calcut\u00e1\u00a0<\/strong><\/h2>\n<p class=\"bodytext\"><em><strong>Serva da caridade<\/strong><\/em><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Em julho de 1979, Madre Teresa de Calcut\u00e1 (1910-1997) recebeu convite de dom Avelar Brand\u00e3o Vilela\u00a0 (1912-1986) para vir a Salvador e Irm\u00e3 Dulce quis conhecer a famosa religiosa, Pr\u00eamio Nobel da Paz daquele ano. Uma saia justa se estabeleceu, pois, aos jornais, dom Avelar disse que \u201cn\u00e3o conhecia testemunho maior de amor aos humildes\u201d, referindo-se a Madre Teresa. Os baianos responderam: \u201cE o Anjo Bom da Bahia?\u201d<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2019\/01\/11\/663326.jpg\" width=\"914\" height=\"753\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\">(Foto: Osid)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\"><i>&#8220;Vivo para os pobres e para Cristo. A maior injusti\u00e7a que se pode fazer \u00e9 olhar os pobres de cima para baixo, perdendo o respeito&#8221;, disse\u00a0<\/i>Madre Tereza de Calcut\u00e1<\/p>\n<\/blockquote>\n<div class=\"embed-content\">\n<div class=\"playbuzz\" data-id=\"57f2b680-e69a-4150-9b78-6d3cd6dc4aa6\" data-show-share=\"false\" data-show-info=\"false\" data-rendered=\"true\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Vivo para os pobres e para Cristo. 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