{"id":272372,"date":"2019-02-03T12:47:48","date_gmt":"2019-02-03T15:47:48","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=272372"},"modified":"2019-02-03T12:47:48","modified_gmt":"2019-02-03T15:47:48","slug":"fernando-figueira-100-anos-o-homem-o-medico-e-o-mestre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/fernando-figueira-100-anos-o-homem-o-medico-e-o-mestre\/","title":{"rendered":"Fernando Figueira 100 anos: o homem, o m\u00e9dico e o mestre"},"content":{"rendered":"<div class=\"col s12\">\n<section class=\"box-featured full-size header\">\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Com uma hist\u00f3ria fortemente entrela\u00e7ada com seu maior projeto, o Imip, o professor foi um homem de m\u00faltiplas facetas com vistas a um ideal maior: a medicina social.<\/em><\/strong><\/p>\n<div class=\"header-information\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>Por:\u00a0<strong class=\"responsible\">Renata Coutinho<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<div class=\"content\">\n<div class=\"col m6 l6 s12 medium-matler\" style=\"text-align: justify;\">\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.folhape.com.br\/obj\/1\/313405,475,80,0,0,475,365,0,0,0,0.jpg\" alt=\"Crian\u00e7as e fam\u00edlias pobres eram o ponto central da aten\u00e7\u00e3o de Figueira\" \/><\/p>\n<div class=\"caption\">Crian\u00e7as e fam\u00edlias pobres eram o ponto central da aten\u00e7\u00e3o de Figueira<em>Foto: Museu Imip<\/em><\/div>\n<\/figure>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Determina\u00e7\u00e3o: o passo da realiza\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/strong><br \/>\nEm\u00a0<strong>4 de fevereiro de 1919<\/strong>, na rua da Fonte, Figueira da Foz, Portugal, nasce\u00a0<strong>Fernando Jorge Sim\u00e3o dos Santos Figueira<\/strong>, filho de Joaquim Figueira e Maria Alice Pedrosa dos Santos Figueira. Em abril do mesmo ano, a fam\u00edlia muda-se para o\u00a0<strong>Recife<\/strong>. Na inf\u00e2ncia, Fernando e a fam\u00edlia dividem-se entre a Capital e a cidade de Garanhuns, no Agreste, onde ele conclui o Ensino M\u00e9dio.\u00a0<strong>Aos 16 anos<\/strong>, presta exames e ingressa na\u00a0<strong>Faculdade de Medicina do Recife<\/strong>, atual Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Aos 21 forma-se m\u00e9dico, sendo um dos\u00a0<strong>mais jovens<\/strong>\u00a0de sua turma. Isso era s\u00f3 o come\u00e7o da\u00a0<strong>carreira mete\u00f3rica<\/strong>\u00a0do ent\u00e3o rapaz, que escolheu a popula\u00e7\u00e3o pobre como ponto nevr\u00e1lgico do cuidado em sa\u00fade, muito antes de o\u00a0<strong>SUS<\/strong>\u00a0existir.<\/p>\n<p><em>&#8220;O exerc\u00edcio da medicina n\u00e3o deve se subordinar \u00e0 crueza das leis econ\u00f4micas. Deve ser regido pelas necessidades sociais de um povo em determinado momento hist\u00f3rico&#8221;, Fernando Figueira.<\/em><\/p>\n<p>\u201c<strong>Determinado<\/strong>.\u201d \u00c9 assim que a maioria das pessoas que conviveram mais intimamente com o\u00a0<strong>doutor Fernando<\/strong>\u00a0o descrevem. Este tamb\u00e9m \u00e9 o principal adjetivo dado pela vi\u00fava dele, dona\u00a0<strong>Nancy Figueira<\/strong>, 86 anos, com quem viveu quase\u00a0<strong>50 anos<\/strong>\u00a0e teve oito dos nove filhos. \u201cEra sua marca. Quando queria fazer uma coisa, tinha que fazer de todo jeito, doesse em quem doesse\u201d, disse, com ar nost\u00e1lgico. Entre risos, relembrou que essa foi, inclusive, sua primeira impress\u00e3o daquele homem 14 anos mais velho que, num piscar de olhos, tornou-se seu marido depois de conhec\u00ea-lo no parto da irm\u00e3, em S\u00e3o Paulo. Na capital paulista, Figueira atuou no in\u00edcio da carreira. \u201cA gente se conheceu no ato m\u00e9dico. Conheci Fernando em julho e casei em outubro.\u00a0<strong>Tudo com ele era ligeiro<\/strong>. Assim que ele chegou em casa disse \u00e0 sua funcion\u00e1ria Rosa: &#8220;Agora eu me caso\u2019\u201d, divertiu-se Nancy.<\/p>\n<div id=\"content-teadstv\" class=\"\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"div-gpt-ad-1530800188537-0\" data-google-query-id=\"CMWNirvzn-ACFUV2wQodR7UGLA\">\n<div id=\"div-gpt-ad-1530800188537-0_ad_container\" data-google-container-id=\"f\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>No ano seguinte ao matrim\u00f4nio, decidiu retornar ao Recife com a esposa e o primeiro filho, depois de proposta para abertura de um consult\u00f3rio particular de pediatria.\u00a0<strong>Inquieto<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>estudioso<\/strong>, em 1958 foi aprovado no concurso para livre doc\u00eancia de puericultura e cl\u00ednica da 1\u00aa inf\u00e2ncia e come\u00e7a a lecionar no\u00a0<strong>Hospital Pedro II<\/strong>. Foi ali que seria plantado o sonho de criar um modelo voltado exclusivamente para as\u00a0<strong>crian\u00e7as pobres<\/strong>. \u201cNaquele tempo, a crian\u00e7a era atendida junto com o adulto, n\u00e3o tinha seu espa\u00e7o. O professor\u00a0<strong>Fernando Figueira<\/strong>\u00a0come\u00e7ou a fazer esse servi\u00e7o de\u00a0<strong>pediatria<\/strong>\u00a0com local espec\u00edfico no Pedro II, com uma pequena enfermaria. Depois, come\u00e7ou a constru\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>Imip<\/strong>, em 1960\u201d, relembrou\u00a0<strong>Jo\u00e3o Guilherme Alves<\/strong>, atual diretor de Ensino do\u00a0<strong>Imip<\/strong>, e antigo aluno de Figueira.<\/p>\n<p><strong>Imip: o divisor da hist\u00f3ria<\/p>\n<p><\/strong>Inaugurado como\u00a0<strong>Instituto de Medicina Infantil de Pernambuco<\/strong>, erguido numa \u00e1rea central da cidade rodeada de\u00a0<strong>popula\u00e7\u00e3o vulner\u00e1vel<\/strong>, o espa\u00e7o era a menina dos olhos de\u00a0<strong>Fernando Figueira<\/strong>. Ali estava materializada a salva\u00e7\u00e3o para um mart\u00edrio que o acompanhava desde a \u00e9poca de rec\u00e9m-formado. \u201cEle dizia que enquanto houvesse uma\u00a0<strong>crian\u00e7a<\/strong>\u00a0amea\u00e7ada de perder seu bem maior, a vida, havia de se encontrar nele um\u00a0<strong>homem torturado<\/strong>. Ele era um homem torturado nessa \u00e2nsia de oferecer \u00e0s crian\u00e7as tratamento, medicamento, condi\u00e7\u00f5es de assist\u00eancia que evitassem mortes precoces\u201d, contou a atual presidente do\u00a0<strong>Imip<\/strong>,\u00a0<strong>Silvia Rissin<\/strong>.<\/p>\n<p><em>&#8220;Conscientemente ou n\u00e3o, o homem somente se realiza plenamente, quando se esquece de sua individualidade, se eleva e se projeta como parte integrante do imenso corpo social ao qual pertence&#8221;, Fernando Figueira.<br \/>\n<\/em><br \/>\nEla, assim como tantos outros profissionais da sa\u00fade, foi fisgada pelo professor que, ao longo dos\u00a0<strong>59 anos da institui\u00e7\u00e3o<\/strong>, amealhou um\u00a0<strong>ex\u00e9rcito de m\u00e9dicos, enfermeiros, t\u00e9cnicos\u00a0<\/strong>em prol da\u00a0<strong>medicina social<\/strong>\u00a0batalhada por ele. \u201cA gente costuma dizer que quem foi contaminado pelo v\u00edrus de ser \u2018<strong>imipiano<\/strong>\u2019 n\u00e3o tem cura. Aqui tem uma\u00a0<strong>m\u00edstica\u00a0<\/strong>do sentimento, de amor ao pr\u00f3ximo, de solidariedade, de cuidar de quem mais precisa na sociedade, dos desfavorecidos. Estamos h\u00e1 15 anos sem ele e, mesmo assim, conseguimos perpetuar essa\u00a0<strong>filosofia<\/strong>, seu ide\u00e1rio de vis\u00e3o do mundo\u201d, enfatizou.<\/p>\n<p>A entrega do professor e a replica\u00e7\u00e3o do seu lema entre alunos e funcion\u00e1rios ao longo de d\u00e9cadas, multiplicou seu sonho de uma medicina infantil para uma\u00a0<strong>medicina integral<\/strong>, onde os cuidados da fam\u00edlia s\u00e3o o centro do\u00a0<strong>bem-estar social<\/strong>. Esta amplia\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o nos\u00a0<strong>cuidados<\/strong>\u00a0foi um ponto-chave na\u00a0<strong>biografia<\/strong>\u00a0produzida pelo escritor C\u00edcero Belmar, que descreve\u00a0<strong>Fernando Figueira<\/strong>\u00a0como \u201c<strong>O Homem que Arrastou Rochedos<\/strong>\u201d. \u201cUma das coisas que mais me emocionou foram as descobertas dele ao perceber que n\u00e3o adiantava atender a crian\u00e7a pobre se n\u00e3o atendesse a m\u00e3e tamb\u00e9m. Isso muda o nome do\u00a0<strong>Imip<\/strong>\u00a0para\u00a0<strong>Instituto Materno-Infantil de Pernambuco<\/strong>. Depois, ele atenta que n\u00e3o adianta atender a crian\u00e7a pobre e a m\u00e3e, se o homem ficar de fora. \u00c9 quando passa a atender a\u00a0<strong>sa\u00fade integral<\/strong>\u201d, comentou.<\/p>\n<p>As mudan\u00e7as de nome da institui\u00e7\u00e3o culminaram com uma homenagem ao seu fundador, falecido em 2003, em decorr\u00eancia de um derrame:\u00a0<strong>Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira<\/strong>.<\/p>\n<div class=\"col m12 l12 s12 container-slider\">\n<div class=\"container-thumbnail\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"carousel-thumbnails\" class=\"carousel-thumbnails owl-carousel owl-theme owl-loaded\">\n<div class=\"owl-stage-outer\">\n<div class=\"owl-stage\">\n<div class=\"owl-item active cycle-pager-active\">\n<div class=\"item\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"cycle-slideshow\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 14px; vertical-align: baseline; background: transparent; outline: 0px; position: relative;\" data-cycle-fx=\"fade\" data-cycle-timeout=\"0\" data-cycle-pager=\"#carousel-thumbnails .owl-stage\" data-cycle-pager-template=\"\" data-cycle-slides=\"&gt; div\" data-cycle-prev=\".prev\" data-cycle-next=\".next\">\n<div class=\"item cycle-slide cycle-sentinel\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"caption\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"item cycle-slide cycle-slide-active\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.folhape.com.br\/obj\/1\/313405,930,80,0,0,930,560,0,0,0,0.jpg\" alt=\"Crian\u00e7as e fam\u00edlias pobres eram o ponto central da aten\u00e7\u00e3o de Figueira\" \/><\/p>\n<div class=\"caption\" style=\"text-align: justify;\">Crian\u00e7as e fam\u00edlias pobres eram o ponto central da aten\u00e7\u00e3o de Figueira<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-272374 size-large\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira1-620x373.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"373\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira1-620x373.jpg 620w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira1-300x181.jpg 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira1-768x462.jpg 768w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira1-160x96.jpg 160w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira1-640x385.jpg 640w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira1.jpg 930w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-272375 size-large\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira2-620x373.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"373\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira2-620x373.jpg 620w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira2-300x181.jpg 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira2-768x462.jpg 768w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira2-160x96.jpg 160w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira2-640x385.jpg 640w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira2.jpg 930w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-272376 size-large\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira3-620x373.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"373\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira3-620x373.jpg 620w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira3-300x181.jpg 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira3-768x462.jpg 768w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira3-160x96.jpg 160w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira3-640x385.jpg 640w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira3.jpg 930w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-272377 size-large\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira4-620x373.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"373\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira4-620x373.jpg 620w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira4-300x181.jpg 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira4-768x462.jpg 768w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira4-160x96.jpg 160w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira4-640x385.jpg 640w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/figueira4.jpg 930w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em\u00a04 de fevereiro de 1919, na rua da Fonte, Figueira da Foz, Portugal, nasce\u00a0Fernando Jorge Sim\u00e3o dos Santos Figueira, filho de Joaquim Figueira e Maria Alice Pedrosa dos Santos Figueira. 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