{"id":282015,"date":"2019-05-05T15:30:56","date_gmt":"2019-05-05T18:30:56","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=282015"},"modified":"2019-05-05T15:30:56","modified_gmt":"2019-05-05T18:30:56","slug":"a-receita-dos-times-do-para-para-se-reconectar-ao-povo-e-encher-os-estadios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/a-receita-dos-times-do-para-para-se-reconectar-ao-povo-e-encher-os-estadios\/","title":{"rendered":"A receita dos times do Par\u00e1 para se reconectar ao povo e encher os est\u00e1dios"},"content":{"rendered":"<div class=\"articulo__apertura\">\n<header id=\"articulo-encabezado\" class=\"articulo-encabezado \">\n<div class=\"articulo-encabezado-texto\">\n<div id=\"articulo-titulares\" class=\"articulo-titulares\">\n<h1 id=\"articulo-titulo\" class=\"articulo-titulo \" style=\"text-align: justify;\"><\/h1>\n<div class=\"articulo-subtitulos\" style=\"text-align: justify;\">\n<h2 class=\"articulo-subtitulo\"><em>Em contraponto \u00e0 elitiza\u00e7\u00e3o do futebol, Remo e Paysandu acolhem torcedores de baixa renda nos est\u00e1dios com ingressos gratuitos e descontos para benefici\u00e1rios de programas sociais. A\u00e7\u00f5es fazem m\u00e9dias de p\u00fablico superarem at\u00e9 mesmo de times da S\u00e9rie A<\/em><\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"articulo-apertura \" style=\"text-align: justify;\">\n<figure class=\"foto superior foto_w980\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2019\/04\/27\/deportes\/1556385034_460135_1556385399_noticia_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2019\/04\/27\/deportes\/1556385034_460135_1556385399_noticia_normal_recorte1.jpg 1960w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2019\/04\/27\/deportes\/1556385034_460135_1556385399_noticia_normal_recorte2.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2019\/04\/27\/deportes\/1556385034_460135_1556385399_noticia_normal.jpg 980w\" alt=\"Remo Paysandu ingressos pobres\" width=\"980\" height=\"589\" \/><\/p>\n<div class=\"seedtag-gohan seedtag-adunit st-in-image\">\n<div class=\"st-container\"><\/div>\n<\/div><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">Wilson Rocha, torcedor do Paysandu, voltou ao est\u00e1dio gra\u00e7as a projeto popular.<\/span>\u00a0<span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">JORGE LUIZ<\/span>\u00a0<span class=\"foto-agencia\">PAYSANDU SC<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"firma firma--vertical\">\n<div class=\"autor\">\n<figure class=\"foto\"><\/figure>\n<div class=\"autor-texto\"><span class=\"autor-nombre\"><a title=\"Ver todas as not\u00edcias de Breiller Pires\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/autor\/breiller_silva_pires\/a\/\">BREILLER PIRES<\/a><\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"articulo-introduccion\" class=\"articulo-introduccion\">\n<p>Juntos na S\u00e9rie C do\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/campeonato_brasileno_futbol\">Campeonato Brasileiro<\/a>, Remo e Paysandu voltam a disputar a mesma divis\u00e3o ap\u00f3s 13 anos. Apesar da rivalidade, ambos demonstram sintonia fora dos gramados. Tradicionais, mas distantes dos investimentos milion\u00e1rios de elencos\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/03\/02\/deportes\/1520029529_714803.html\">bancados pelos clubes da elite<\/a>, os maiores times do\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/para\">Par\u00e1<\/a>\u00a0tentam mobilizar a massa de seus torcedores para reviver os bons tempos de evid\u00eancia no futebol nacional. Lan\u00e7ando m\u00e3o de planos populares e at\u00e9 ingressos gratuitos, a dupla quer restabelecer a\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/11\/20\/deportes\/1542753637_302970.html\">conex\u00e3o com a parcela mais pobre da torcida<\/a> e fazer dos est\u00e1dios cheios um diferencial competitivo em busca de conquistas.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"articulo_contenedor\" class=\"articulo__contenedor\">\n<div id=\"cuerpo_noticia\" class=\"articulo-cuerpo\">\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">No fim do ano passado, o Paysandu anunciou a cria\u00e7\u00e3o do projeto\u00a0<em>Alegria do Povo<\/em>, que, em parceria com o curso de servi\u00e7o social da Universidade da Amaz\u00f4nia (Unama), selecionou torcedores para um programa de concess\u00e3o de entradas gratuitas em jogos do clube. Ap\u00f3s uma an\u00e1lise socioecon\u00f4mica, assistentes priorizaram\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/07\/12\/politica\/1499871718_113339.html\">pessoas consideradas hipossuficientes<\/a>, que n\u00e3o t\u00eam condi\u00e7\u00f5es financeiras para se sustentar. Inicialmente, o projeto conta com 250 bicolores beneficiados pela cota de ingressos nas partidas como mandante.<\/p>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"CM2Ou76CheICFQRgwQodxRkC_A\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/deportes\/intext_0__container__\"><iframe id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/deportes\/intext_0\" title=\"3rd party ad content\" name=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/deportes\/intext_0\" width=\"1\" height=\"1\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" data-google-container-id=\"d\" data-load-complete=\"true\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"teads-adCall\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Primeiro a se cadastrar no programa, Wilson dos Santos Rocha, 63, assistiu \u00e0 estreia do Pap\u00e3o no\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/04\/19\/deportes\/1524145383_709350.html\">Campeonato Paraense<\/a>. Com sal\u00e1rio de 200 reais por m\u00eas, ele n\u00e3o frequentava o est\u00e1dio da Curuzu havia cinco anos. \u201cFiquei muito emocionado de ver meu time de perto outra vez. N\u00e3o sobra dinheiro pra comprar ingresso e ajudar o clube, infelizmente, mas sempre que tiver a oportunidade de voltar, vou estar na arquibancada apoiando os jogadores\u201d, diz Rocha, que ainda ganhou uma camisa oficial doada por um grupo de torcedores.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">\u201cNosso clube acabou ficando\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/elite\">elitizado nos \u00faltimos anos<\/a>. Precisamos nos reconectar com a cultura popular\u201d, afirma Ricardo Gluck Paul, presidente do Paysandu, ao detalhar a motiva\u00e7\u00e3o para oferecer ingressos aos desfavorecidos. \u201cEsse \u00e9 o torcedor que queremos resgatar, porque sabemos de sua paix\u00e3o incondicional pelo time, ganhando ou perdendo. Futebol \u00e9 alegria do povo. E, por ser\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/04\/16\/deportes\/1555444922_882819.html\">um clube de massa<\/a>, o Paysandu tem obriga\u00e7\u00e3o de abra\u00e7ar todas as classes sociais.\u201d<\/p>\n<section id=\"sumario_3|html\" class=\"sumario_html derecha\"><a name=\"sumario_3\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<p class=\"texto_grande\">\u201cPrecisamos nos reconectar com a cultura popular\u201d, diz\u00a0 Ricardo Gluck Paul, presidente do Paysandu<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Do outro lado, o Remo n\u00e3o ficou atr\u00e1s. Em dezembro de 2018, a agremia\u00e7\u00e3o azulina reformulou seu plano de s\u00f3cio-torcedor e incluiu a categoria\u00a0<em>Ouro Social<\/em>, destinada a benefici\u00e1rios de programas sociais\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/04\/20\/deportes\/1492696195_677058.html\">como o Bolsa Fam\u00edlia<\/a>. Em apenas um m\u00eas, as 600 vagas da modalidade foram esgotadas. Nela, os torcedores pagam mensalidade de 30 reais e t\u00eam acesso garantido em todos os jogos. \u201cFizemos quest\u00e3o de n\u00e3o colocar nenhuma distin\u00e7\u00e3o na carteirinha de s\u00f3cio\u201d, conta o presidente F\u00e1bio Bentes. \u201cPara cumprir nosso papel social \u00e9 fundamental mostrar que todo torcedor tem import\u00e2ncia.\u201d<\/p>\n<section id=\"sumario_1|foto\" class=\"sumario_foto derecha\"><a name=\"sumario_1\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w360\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2019\/04\/27\/deportes\/1556385034_460135_1556385909_sumario_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2019\/04\/27\/deportes\/1556385034_460135_1556385909_sumario_normal_recorte1.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2019\/04\/27\/deportes\/1556385034_460135_1556385909_sumario_normal.jpg 360w\" alt=\"Azulindas Remo\" width=\"360\" height=\"266\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">Mariana Moraes \u00e9 s\u00f3cia do Remo desde 2016.<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-agencia\">REPRODU\u00c7\u00c3O<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"sumario-texto\"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m do plano de populariza\u00e7\u00e3o, o clube remista tamb\u00e9m tem investido em a\u00e7\u00f5es para tornar o est\u00e1dio mais atrativo \u00e0s mulheres e fidelizar torcedoras. Paralelamente a campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre ass\u00e9dio, foram disponibilizados itens de higiene espec\u00edficos nos banheiros femininos e catracas exclusivas. \u201cAos poucos, as\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/03\/07\/deportes\/1520456402_790606.html\">mulheres est\u00e3o perdendo o medo<\/a>\u00a0de frequentar as arquibancadas\u201d, diz Mariana Moraes, 23, ainda rouca de tanto torcer depois do jogo em que o Remo garantiu o t\u00edtulo paraense. Moradora da periferia de Bel\u00e9m, a estudante que integra a torcida feminina Azulindas paga 60 reais por m\u00eas para poder ir a todas as partidas de seu time na cidade e se orgulha da atitude do clube em abrir portas aos\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/07\/14\/deportes\/1500064846_528777.html\">torcedores mais pobres<\/a>. \u201cTodos devem ter oportunidade de ir ao est\u00e1dio. Se eu morasse em S\u00e3o Paulo, por exemplo, n\u00e3o teria condi\u00e7\u00f5es de ver jogos do Corinthians.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Na contram\u00e3o dos clubes do eixo Sul-Sudeste, o pre\u00e7o do ingresso praticado pela dupla \u201cRepa\u201d, como \u00e9 conhecido o cl\u00e1ssico paraense, ainda se encaixa no or\u00e7amento de boa parcela de seus torcedores. Enquanto o\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/04\/23\/deportes\/1555979200_847108.html\">Corinthians<\/a>, terceira bilheteria mais caro do pa\u00eds, cobra em m\u00e9dia 50 reais na Arena, Remo e Paysandu se mant\u00e9m est\u00e1veis na casa dos 20 reais. O valor acess\u00edvel reflete em calor nas arquibancadas. Com aproximadamente 10.000 torcedores por partida, os grandes do Par\u00e1 superam m\u00e9dias de p\u00fablico at\u00e9 mesmo de\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/04\/05\/deportes\/1554498170_792322.html\">times da S\u00e9rie A<\/a>, como Botafogo, Chapecoense,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/02\/18\/deportes\/1550524082_018610.html\">Fluminense<\/a>\u00a0e Goi\u00e1s. O foco na revitaliza\u00e7\u00e3o dos planos de s\u00f3cio visa aumentar as cifras. Enquanto o Paysandu tem 5.500 pagantes ativos e planeja triplicar o n\u00famero mobilizando sua base de 25.000 cadastrados, o Le\u00e3o Azul saltou de 800 para 5.000 s\u00f3cios em menos de seis meses.<\/p>\n<section id=\"sumario_4|html\" class=\"sumario_html izquierda\"><a name=\"sumario_4\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<p class=\"texto_grande\">\u201cPara cumprir nosso papel social \u00e9 fundamental mostrar que todo torcedor tem import\u00e2ncia\u201d, afirma F\u00e1bio Bentes, presidente do Remo<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Para a final do Paraz\u00e3o, contra o Independente, o Remo levou mais de 27.000 pessoas ao Mangueir\u00e3o. Empurrados pela torcida, azulinos e bicolores projetam boas campanhas na S\u00e9rie C e um cl\u00e1ssico, previsto para a 9\u00aa rodada, com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima no est\u00e1dio, que tem\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/12\/28\/deportes\/1514427700_914142.html\">capacidade para 40.000 torcedores<\/a>. Diante do sucesso de ades\u00e3o, os dois times tamb\u00e9m j\u00e1 trabalham na abertura de novos lotes de ingressos populares, convictos de que a incorpora\u00e7\u00e3o de baixa renda na arquibancada resulta em alto desempenho no campo. \u201cPara competir com times de outros Estados, nosso trunfo \u00e9 o\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/04\/27\/deportes\/1493325637_630349.html\">apoio maci\u00e7o do torcedor<\/a>\u201d, afirma Bentes. \u201cVamos provar que, aproxim\u00e1-lo do clube, n\u00e3o importa de onde venha, vale a pena.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em contraponto \u00e0 elitiza\u00e7\u00e3o do futebol, Remo e Paysandu acolhem torcedores de baixa renda nos est\u00e1dios com ingressos gratuitos e descontos para benefici\u00e1rios de programas sociais. 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