{"id":287854,"date":"2019-07-01T09:48:15","date_gmt":"2019-07-01T12:48:15","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=287854"},"modified":"2019-07-01T09:48:15","modified_gmt":"2019-07-01T12:48:15","slug":"dormir-em-camas-separadas-e-melhor-para-sua-vida-sexual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/dormir-em-camas-separadas-e-melhor-para-sua-vida-sexual\/","title":{"rendered":"Dormir em camas separadas \u00e9 melhor para sua vida sexual?"},"content":{"rendered":"<header class=\"col desktop_12 tablet_8 mobile_4\">\n<div id=\"article_header\" class=\"article-header basic | \">\n<h1 class=\"font_secondary color_gray_ultra_dark \"><\/h1>\n<h2 class=\"font_secondary color_gray_dark \"><em>Um de cada quatro casais decidiu dormir em camas distintas. S\u00e3o gente meio estranha ou vision\u00e1rios de uma nova tend\u00eancia? V\u00e1rios especialistas analisam os pr\u00f3s e contras.<\/em><\/h2>\n<\/div>\n<section class=\"share-bar | border_bottom border_5\">\n<div class=\"content | border_bottom border_1 padding_bottom flex\n              justify_space_between relative\"><\/p>\n<div class=\"\n      social-icons\n      flex container_row\n      horizontal\n\n    \"><\/div>\n<div class=\"\n      social-icons\n      flex container_row\n      horizontal\n\n      right-links\n    \"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<figure class=\"lead_art |  \"><img decoding=\"async\" class=\"width_full\" src=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/resizer\/mPfPZSS2MGs7hZd7A8ueyHpK218=\/1500x0\/smart\/arc-anglerfish-eu-central-1-prod-prisa.s3.amazonaws.com\/public\/TKNMTT6YG7EACYJCDB5D4EMJ5Y.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<div class=\"article_byline | margin_bottom_lg  \">\n<div class=\"authors flex flex_wrap \"><span class=\"margin_bottom uppercase flex align_items_center margin_right\"><a class=\"color_black\" title=\"Ver todas as not\u00edcias de Mar\u00eda L\u00f3pez Villodres\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/autor\/smoda\/a\/\">MAR\u00cdA L\u00d3PEZ VILLODRES<\/a><\/span><\/div>\n<div class=\"\">\n<div class=\"place_and_time | uppercase color_gray_medium_lighter\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"article | col desktop_8 tablet_8 mobile_4\">\n<section class=\"article_body | color_gray_dark\">\n<p class=\"\">Aconchegar-se na cama em posi\u00e7\u00e3o de colherzinha com seu parceiro parece a forma perfeita de terminar o dia. Mas o que acontece a partir da\u00ed? Roncos de le\u00e3o, disputas ferozes pelos len\u00e7\u00f3is ou pontap\u00e9s dignos de um ninja acabam com o romantismo de dormir acompanhado. Um de cada quatro\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/pareja\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">casais<\/a>\u00a0j\u00e1 decidiu dormir separado. S\u00e3o gente meio estranha ou vision\u00e1rios de uma nova tend\u00eancia?<\/p>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\" data-google-query-id=\"CO6S7tvdk-MCFQkPgQodJnQHLA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_7811748\/elpais_web\/brasil\/Estilo\/intext_0__container__\"><iframe id=\"google_ads_iframe_7811748\/elpais_web\/brasil\/Estilo\/intext_0\" title=\"3rd party ad content\" name=\"google_ads_iframe_7811748\/elpais_web\/brasil\/Estilo\/intext_0\" width=\"1\" height=\"1\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" data-google-container-id=\"7\" data-load-complete=\"true\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"\">Antes da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, o medo da escurid\u00e3o n\u00e3o era uma quest\u00e3o trivial. Perigos reais e m\u00edticos espreitavam os dormentes, que dormiam juntos para combat\u00ea-los. Fam\u00edlias inteiras e at\u00e9 h\u00f3spedes compartilhavam o mesmo colch\u00e3o, conseguindo assim uma agrad\u00e1vel sensa\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o e fortalecendo sua coes\u00e3o como grupo. Foi o que constatou A. Roger Ekirch, professor de hist\u00f3ria da Virginia Tech que dedicou sua carreira a estudar os h\u00e1bitos de sono de nossos ancestrais. Tamb\u00e9m \u00e9 preciso levar em conta um condicionamento econ\u00f4mico: naquela \u00e9poca n\u00e3o existia a\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/ikea\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">Ikea<\/a> e uma cama custava os olhos da cara.<\/p>\n<p class=\"\">No entanto, os reis e nobres, com alforjes cheios e castelos que os blindavam dos perigos noturnos, dormiam em luxuosas alcovas separadas. Um costume que chegou at\u00e9 nossos dias e que alguns plebeus come\u00e7am a imitar. E aqui surge a pergunta: \u00e9 mais saud\u00e1vel dormir acompanhado ou sozinho?<\/p>\n<p class=\"\">Os estudiosos do sono concordam que pernoitar em camas separadas e at\u00e9 mesmo em quartos diferentes garante um descanso melhor. \u201cDormir \u00e9 como descer os degraus de uma escada, primeiro chegamos ao sono superficial, depois ao profundo. Se tivermos ao lado algu\u00e9m que fa\u00e7a algum ru\u00eddo, que se mexa, que d\u00ea uma sacudida com as pernas ou que ronque, passaremos de um sono mais profundo para um mais superficial. Durante a noite n\u00e3o vamos notar, mas sim no dia seguinte, quando tivermos a sensa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o ter descansado corretamente\u201d, explica Eduard Estivill, neurofisiologista, pediatra e fundador da\u00a0<a href=\"http:\/\/doctorestivill.es\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">Cl\u00ednica do Sono Estivill<\/a>.<\/p>\n<p class=\"\">Embora o ideal seja dormir em camas separadas, em muitos casos isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, reconhece Estivill: \u201cEm nossa cultura isso \u00e9 complicado, porque nem todo mundo tem dois quartos para poder dormir e h\u00e1 mais quest\u00f5es envolvidas\u201d.<\/p>\n<h3 class=\"font_secondary color_gray_ultra_dark\">Os condicionantes culturais<\/h3>\n<p class=\"\">Essas \u201coutras quest\u00f5es envolvidas\u201d t\u00eam a ver com a constru\u00e7\u00e3o do ideal de casal atual. Deitar na mesma cama se tornou uma caracter\u00edstica definidora daqueles que compartilham a vida juntos. \u201cDormir como um casal \u00e9 algo que n\u00e3o se faz com mais ningu\u00e9m, nem com amigos, nem com filhos. \u00c9 um ato de intimidade no qual s\u00e3o trocados abra\u00e7os, car\u00edcias ou conversas ao terminar o dia. \u00c9 um espa\u00e7o \u00fanico e exclusivo de calor e prote\u00e7\u00e3o. Mas n\u00e3o deixa de ser cultural. H\u00e1 muitos outros atos em um casal que criam essa intimidade\u201d, comenta a psic\u00f3loga Francina Bou.<\/p>\n<p class=\"\">Esse peso cultural faz que muitas vezes a decis\u00e3o de dormir separados seja percebida como um sintoma de crise da rela\u00e7\u00e3o ou como uma decis\u00e3o que costuma ser tomada por casais de idade avan\u00e7ada. \u201c\u00c9 um estere\u00f3tipo, realmente n\u00e3o h\u00e1 motivo para ver um problema em n\u00e3o compartilhar a cama. Tamb\u00e9m n\u00e3o tem nada a ver com a idade, h\u00e1 muitos casais idosos que dormem bastante felizes abra\u00e7ados, compartilhando a cama e o erotismo\u201d, ressalta Ana Fern\u00e1ndez, sex\u00f3loga e diretora do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.astursex.es\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">Centro Sexol\u00f3gico Astursex<\/a>.<\/p>\n<p class=\"\">Mas o costume est\u00e1 t\u00e3o arraigado que algumas pessoas fazem ouvidos surdos aos roncos e chutes de sua cara metade. Segundo um\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC5152533\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">estudo publicado em 2016 no\u00a0<em>The Journal of Biological and Medical Rhythm Research<\/em><\/a>, s\u00e3o muitos aqueles que, embora n\u00e3o descansem t\u00e3o bem, sentem-se mais inc\u00f4modos caso se separem de seus parceiros durante a noite. \u201cPara eles, dormir separados representa uma ruptura nas rotinas do sono e um desvio dos pontos de refer\u00eancia cruciais para os padr\u00f5es de sono. Em vez de promover uma boa noite de sono, dormir sozinho pode dificultar o sono, com a aus\u00eancia do companheiro e o vazio da cama que perturba o ambiente e o ritual associados ao ato de dormir untos\u201d, diz o estudo.<\/p>\n<p class=\"\">No entanto, outros estudos demonstram que uma m\u00e1 noite de sono nos faz olhar com antipatia para nosso parceiro no dia seguinte, ao som do tilintar da colherzinha com a qual mexemos um caf\u00e9 bem forte. Demonstram tamb\u00e9m que v\u00e1rias noites sem pregar o olho podem at\u00e9 levar a uma separa\u00e7\u00e3o. Um\u00a0<a href=\"https:\/\/www.silentnight.co.uk\/sleep-matters\/sleep_views\/happy-couples-happy-sleepers\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">estudo realizado pela empresa de colch\u00f5es Silentnight e pela Universidade do Leeds<\/a>\u00a0(Reino Unido) concluiu que em 29% dos casais, um parceiro acusa o outro de n\u00e3o deix\u00e1-lo dormir. O especialista brit\u00e2nico em sono\u00a0<a href=\"http:\/\/www.thesleepconsultancy.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">Neil Stanley<\/a>\u00a0\u00e9 um dos mais ferrenhos defensores da separa\u00e7\u00e3o de camas. Ele\u00a0<a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/lifeandstyle\/2013\/jun\/08\/separate-beds-key-good-sleep\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">assegura que aqueles que dormem sozinhos t\u00eam um risco 50% menor de sofrer uma crise em sua rela\u00e7\u00e3o.<\/a><\/p>\n<p class=\"\">E n\u00e3o se trata apenas de que um esbarro perturbe o sono profundo ou de que uma disputa pelo edredom nos desperte bem no momento em que sonh\u00e1vamos ter ganho na loteria. Deve-se levar em conta que, como assinala Estivill, 30% da popula\u00e7\u00e3o tem problemas relacionados com o sono. E alguns deles podem ser realmente irritantes para o casal. Na lista se destacam os roncos \u2212 que, por sua natureza sincopada, interferem no sono alheio com especial virul\u00eancia. \u201c\u00c9 um problema muito s\u00e9rio, que faz com que muitos casais venham ao consult\u00f3rio\u201d, diz Fern\u00e1ndez.<\/p>\n<p class=\"\">Outro problema que perturba o descanso de um casal \u00e9 a diferen\u00e7a de hor\u00e1rios ou de costumes. Ter turnos de trabalho diferentes \u00e9 uma pedra no sapato para poder dormir adequadamente. Porque se um se levanta \u00e0s seis e o outro vai dormir \u00e0s duas, o ideal de dormir juntos racha. E existem ainda outros tipos de problemas, que t\u00eam mais a ver com os costumes de cada qual, mas com os anos de conviv\u00eancia ganham um peso que n\u00e3o pode ser minimizado: um gosta de ver televis\u00e3o at\u00e9 tarde, o outro prefere ler com uma luz que irrita seu companheiro; um gosta de acordar com o r\u00e1dio, mas o outro odeia&#8230; S\u00e3o pequenos detalhes que s\u00e3o deixados de lado nos primeiros tempos de conviv\u00eancia, mas depois acabam cobrando a conta.<\/p>\n<h3 class=\"font_secondary color_gray_ultra_dark\">A tomada da decis\u00e3o<\/h3>\n<p class=\"\">Quando existe uma dificuldade como os turnos ou os roncos, conta-se com um\u00a0<em>casus belli<\/em>\u00a0para propor a separa\u00e7\u00e3o de camas. Mas, havendo ou n\u00e3o um problema que justifique a decis\u00e3o, ainda temos certas reservas, devido \u00e0 carga cultural j\u00e1 mencionada, para colocar na mesa essa quest\u00e3o delicada.<\/p>\n<p class=\"\">O doutor Eduard Estivill se depara com essa dificuldade em seu consult\u00f3rio, quando sugere que algum paciente se mude de quarto. \u201cGeralmente eles entendem, porque s\u00e3o inteligentes no sentido de que quando voc\u00ea explica os motivos e eles mesmos veem que podem incomodar o parceiro, aceitam tranquilamente o que recomendamos\u201d, comenta.<\/p>\n<p class=\"\">\u201cTodo casal precisa ter a capacidade de negociar e de chegar a um consenso sobre pontos de vista. Se uma das partes \u00e9 inflex\u00edvel e n\u00e3o h\u00e1 acordo, ent\u00e3o a\u00ed sim isso pode se transformar em um problema. A necessidade de descansar \u00e9 algo vital e n\u00e3o tem sentido pensar em uma conviv\u00eancia baseada no mal-estar de uma das duas pessoas que comp\u00f5em a rela\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Fern\u00e1ndez.<\/p>\n<p class=\"\">Aqui, como em todas as quest\u00f5es relacionadas ao casal, \u00e9 preciso chegar a um acordo. \u201cO negativo \u00e9 interpretar essa decis\u00e3o como uma rejei\u00e7\u00e3o. E isto ocorre porque culturalmente descrevemos um casal como duas pessoas que dormem juntas, caso contr\u00e1rio, isso n\u00e3o aconteceria\u201d, comenta Bou. Esta psic\u00f3loga tamb\u00e9m sugere, caso n\u00e3o se chegue a um acordo, a possibilidade de uma solu\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria: que os parceiros durmam alguns dias juntos e outros, separados. \u201cNo in\u00edcio da semana, quando \u00e9 necess\u00e1ria mais energia para o trabalho, poderiam dormir separados. E, a partir da quinta ou sexta-feira, juntos. Isso tamb\u00e9m pode ser um incentivo para o casal, que embora durma separado pode, ocasionalmente, transgredir essa norma.\u201d<\/p>\n<h3 class=\"font_secondary color_gray_ultra_dark\">E o sexo?<\/h3>\n<p class=\"\">Associamos as\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/sexo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">rela\u00e7\u00f5es sexuais<\/a>\u00a0\u00e0 cama, por isso parece que, se n\u00e3o nos deitarmos bem juntinhos, elas ser\u00e3o afetadas. Mas n\u00e3o \u00e9 assim, como demonstram alguns estudos: 38% dos casais brit\u00e2nicos que decidiram dormir em camas separadas depois de ter compartilhado o mesmo colch\u00e3o disseram que suas rela\u00e7\u00f5es sexuais melhoraram, bem mais que os 24% que viram o n\u00famero de encontros t\u00f3rridos diminuir.<\/p>\n<p class=\"\">\u201cO sexo transcende a cama. Os casais que costumam ter uma vida sexual mais rica usam outros lugares para seus encontros: a ducha, a cozinha, o sof\u00e1&#8230; O principal inimigo da vida sexual \u00e9 a rotina e, nesse sentido, dormir separados pode servir para prolongar a surpresa\u201d, assinala Bou.<\/p>\n<p class=\"\">Nessa dire\u00e7\u00e3o convergem as teorias da psicoterapeuta belga e autora do livro\u00a0<a href=\"https:\/\/books.google.com.br\/books\/about\/Sexo_no_cativeiro_Nova_edi%C3%A7%C3%A3o.html?id=lEJqDwAAQBAJ&amp;redir_esc=y\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\"><em>Sexo no Cativeiro: Como Manter a Paix\u00e3o nos Relacionamentos<\/em><\/a>, Esther Perel, que prop\u00f5e que os casais preservem um grau de intimidade que atice a paix\u00e3o. Para a autora, a proximidade em um casal est\u00e1 sobrevalorizada, porque n\u00e3o permite gerar um espa\u00e7o er\u00f3tico que incentive o desejo.<\/p>\n<p class=\"\">Como ocorre com tudo que est\u00e1 ligado ao mundo das rela\u00e7\u00f5es humanas, n\u00e3o se pode generalizar, e cada casal \u00e9 que deve decidir se compartilha ou n\u00e3o o colch\u00e3o, sem que isso \u2212 vale a pena a redund\u00e2ncia \u2212 lhe tire o sono. \u201cDever\u00edamos nos perguntar: podemos dormir juntos? \u00c9 compat\u00edvel com nosso trabalho? Com nossa sa\u00fade? Se for assim, \u00f3timo, e se n\u00e3o, n\u00e3o nos apeguemos ao clich\u00ea de que o casal se define por dormir junto, e desfrutemos, inclusive, de transgredir a norma de vez em quando\u201d, conclui Bou.<\/p>\n<\/section>\n<div class=\"trust_project\">\n<div class=\"content | flex container_column_mobile justify_space_between\">\n<div class=\"claim | flex align_items_center justify_center\">Adere a<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um de cada quatro casais decidiu dormir em camas distintas. S\u00e3o gente meio estranha ou vision\u00e1rios de uma nova tend\u00eancia? V\u00e1rios especialistas analisam os pr\u00f3s e contras.<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":287855,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1175,6],"tags":[],"class_list":["post-287854","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-educacao","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/camas-separadas.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/287854","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=287854"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/287854\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/287855"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=287854"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=287854"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=287854"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}