{"id":29083,"date":"2013-11-18T14:00:59","date_gmt":"2013-11-18T17:00:59","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=29083"},"modified":"2013-11-18T08:23:04","modified_gmt":"2013-11-18T11:23:04","slug":"todas-as-mulheres-do-presidente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/todas-as-mulheres-do-presidente\/","title":{"rendered":"Todas as mulheres do presidente"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-29084\" alt=\"ImageProxy (2)\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/ImageProxy-28.jpg\" width=\"292\" height=\"280\" \/><\/p>\n<div align=\"center\">\n<div id=\"ecxbb-md-noticia-tabs\">\n<div id=\"ecxbb-md-noticia-tabs-1\">\n<div>\n<div>\n<p style=\"text-align: left;\">No tenso ano de 1962, durante uma c\u00fapula sobre armas nucleares em Nassau, John Fitzgerald Kennedy voltou-se para o primeiro-ministro do Reino Unido e lhe perguntou quanto tempo ele aguentava sem fazer sexo. O sexagen\u00e1rio Harold Macmillan, surpreso, n\u00e3o chegou a responder. &#8220;Eu queria saber como \u00e9 com voc\u00ea, Harold. Se eu passo tr\u00eas dias sem uma mulher, tenho uma dor de cabe\u00e7a terr\u00edvel&#8221;, apressou-se JFK.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div>\n<div><\/div>\n<div>Henri Burroughs\/ AP<\/div>\n<div>J &amp; J. Fidelidade nunca foi ponto de honra para o pol\u00edtico<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: left;\">Macmillan irritou-se e, mais tarde, descreveu Kennedy como um l\u00edder que desperdi\u00e7ava metade de seu tempo pensando em adult\u00e9rio, escreveu o historiador Michael O\u2019Brien em seu livro\u00a0John F. Kennedy\u2019s Women\u00a0(Now and Then Reader, 2011). Desde o assassinato de Kennedy, reportagens, depoimentos e livros come\u00e7aram a surgir sobre a intimidade do \u00edcone, com informa\u00e7\u00f5es antes cuidadosamente censuradas pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o e editoras.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Por duas d\u00e9cadas, o eleitor americano foi impedido de conhecer a impressionante cole\u00e7\u00e3o de namoradas e amantes de JFK desde 1934 quando, aos 17 anos, foi levado a um bordel do Harlem, em Nova York, por seus colegas do internato Choate, em Connecticut, para perder a virgindade com uma prostituta branca. Pagou US$ 3 pelo servi\u00e7o e saiu dali aterrorizado pela hip\u00f3tese de ter contra\u00eddo doen\u00e7a ven\u00e9rea.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Atrizes, modelos, secret\u00e1rias, jornalistas, enfermeiras, aeromo\u00e7as, estudantes, prostitutas, estagi\u00e1rias; casadas, solteiras, divorciadas, vi\u00favas; virgens e experientes foram alvos de sua tara. &#8220;Ele era um namorador patol\u00f3gico e, normalmente, incapaz de ver uma mulher de outra forma sen\u00e3o a de objeto sexual&#8221;, afirma O\u2019Brien.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Fidelidade a uma mulher jamais foi uma m\u00e1xima para Kennedy, nem com namoradas oficiais nem muito menos com Jacqueline Bouvier, com quem se casou em 1953. Autores recentes atribuem sua vol\u00fapia aos 10 mg di\u00e1rios de testosterona, um dos medicamentos receitados para combater a fraqueza, os mal-estares e a perda de peso da s\u00edndrome de Adisson. A s\u00edndrome \u00e9 uma mol\u00e9stia rara e sem cura causada pela defici\u00eancia de produ\u00e7\u00e3o do horm\u00f4nio cortisol.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Outros atribuem sua compuls\u00e3o ao exemplo observado dentro da abastada casa da fam\u00edlia em Massachusetts, onde prevalecia a tradi\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica irlandesa. Seu pai, Joseph, era um namorador inveterado. No campo freudiano, as teses recaem sobre a matriarca. Conformada com a infidelidade do marido, Rose tratou de cimentar os la\u00e7os familiares e propiciar a melhor educa\u00e7\u00e3o formal aos nove filhos, mas sem demonstra\u00e7\u00f5es de afeto. A amigos, JFK queixava-se de jamais ter recebido um abra\u00e7o da m\u00e3e.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Nos tempos de universidade, em Harvard e Stanford, JFK teve pelo menos tr\u00eas namoradas favoritas, entre in\u00fameros casos menores. Dizia gostar do desafio da conquista. Desde que envergou o uniforme de tenente da Marinha, em outubro de 1941, oito amantes foram identificadas, entre elas a dan\u00e7arina de strip-tease Blaze Starr, de 17 anos, orgulhosa de usar suti\u00e3 tamanho GG. Os encontros de Kennedy com Blaze teriam se estendido por quatro anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Nessa fase, Kennedy preferiu mulheres que seriam vetadas por sua fam\u00edlia. Mas ele se envolvia com elas sem dar-lhes esperan\u00e7a de casamento. O rompimento com a tradi\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica irlandesa n\u00e3o estava em seus planos. Ningu\u00e9m jamais se apresentou como bastardo do l\u00edder americano ou m\u00e3e abandonada pelo jovem Kennedy. Ainda assim, alguns relacionamentos poderiam ter comprometido sua trajet\u00f3ria pol\u00edtica.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Inga Arvad Fejos foi um desses riscos. Aos 28 anos, escrevia uma coluna no\u00a0Washington Times-Herald\u00a0e foi apresentada a Kennedy por Kathleen, irm\u00e3 de John e rep\u00f3rter do mesmo jornal. Inga fora candidata a Miss Europa 11 anos antes. Tornou-se amante do tenente Kennedy at\u00e9 que uma foto sua, sorrindo ao lado de Hitler na Olimp\u00edada de 1936, saiu no\u00a0Times-Herald.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A imagem suscitou investiga\u00e7\u00e3o do FBI, que suspeitava ser Inga uma espi\u00e3 do Terceiro Reich. Edgard Hoover, o poderoso diretor do FBI, gravou os encontros entre Inga e Kennedy. O esc\u00e2ndalo foi abafado com a transfer\u00eancia de Kennedy do Escrit\u00f3rio de Intelig\u00eancia Externa da Marinha, em Washington, para uma unidade naval em Charleston. De volta \u00e0 vida civil, ele ingressou na pol\u00edtica. Foi eleito deputado federal em 1947, pelo Partido Democrata, e reeleito duas vezes at\u00e9 chegar ao Senado, em 1953.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O deputado Kennedy morava no bairro de Georgetown, em Washington, onde amigos testemunharam o pol\u00edtico trocar de mulher como de camisa. No final dos anos 1940, envolveu-se com Florence Pritchett, ex-modelo divorciada e editora de moda do\u00a0NY Journal-American, com quem teria mantido um relacionamento at\u00e9 sua morte, em 1963. Em seu gabinete no Senado, metade dos telefonemas vinham de mulheres interessadas em um encontro com o poderoso pol\u00edtico, segundo sua secret\u00e1ria na \u00e9poca, Evelyn Lincoln. JFK namorava, desde 1951, a elegante, educada e cat\u00f3lica Jacqueline Bouvier &#8211; escolha perfeita para um pol\u00edtico ambicioso. &#8220;Tive muitas mulheres atraentes na minha vida&#8221;, confidenciou ele ao amigo Paul Fay. &#8220;Mas, de todas, com apenas uma eu poderia ter me casado. E me casei.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Conhecera Jackie Bouvier na casa do amigo Charles Bartlett, respeitado jornalista. Falaram sobre livros e suas experi\u00eancias no exterior e casaram-se dois anos depois, em 12 de setembro de 1953. Quinze dias antes, ele passara uma semana na Su\u00e9cia com Gumilla Von Post, a quem conhecera na Fran\u00e7a. Em 1956, ficou duas semanas em um hotel de Malibu, na Calif\u00f3rnia, com a aeromo\u00e7a divorciada Joan Lundberg. Ambos se encontraram ao longo dos tr\u00eas anos seguintes, com remessas de dinheiro de Kennedy para Joan. Depois de sua morte, ela alegou ter sido for\u00e7ada por JFK a fazer um aborto. Sua den\u00fancia, por\u00e9m, n\u00e3o foi adiante.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No final dos anos 1950, as atrizes de Hollywood tornaram-se sua obsess\u00e3o. Audrey Hepburn e Judy Garland teriam sido apenas amigas, mas corriam boatos sobre seus namoricos com Lee Remick e Jean Simmons. Sua maior frustra\u00e7\u00e3o foi Sophia Loren. Kennedy a convidou para duas recep\u00e7\u00f5es-armadilhas em sua casa. Em ambas, a italiana dissera &#8220;no&#8221;. Outra negativa confirmada viera da jornalista Margareth Coit, em 1953, quando essa vencedora do Pulitzer entrevistou Kennedy para a biografia do empres\u00e1rio Bernard Baruch. &#8220;Para ele, era dif\u00edcil acreditar que uma mulher tivesse intelecto&#8221;, resumiu Margareth.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A vit\u00f3ria de Kennedy no \u00faltimo debate com Nixon, em 1960, teria sido atribu\u00edda a uma r\u00e1pida rela\u00e7\u00e3o sexual nos bastidores. Kennedy surgiu calmo e bateu com facilidade seu advers\u00e1rio republicano. Na Casa Branca, protegido por velhos e novos colaboradores e pela imprensa conivente, n\u00e3o restringiu seus impulsos. Ao contr\u00e1rio: pareceu mais confort\u00e1vel para manter encontros que, hoje, teriam custado seu mandato.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Judith Campbell Exner, &#8220;amiga \u00edntima&#8221; de Kennedy entre final de 1961 e mar\u00e7o ou abril de 1962, poderia t\u00ea-lo levado ao fundo do po\u00e7o. Passados 14 anos da morte de Kennedy, ela revelou na autobiografia\u00a0My Story\u00a0(Futura) ter sido amante ao mesmo tempo de dois do poderosos l\u00edderes mafioso, John Roseli e Sam Giancana, que sucedera a Al Capone na Cosa Nostra. Judith fora apresentada a JFK por um afilhado da m\u00e1fia, o cantor Frank Sinatra, em Las Vegas, em 1960. Passou a frequentar a Casa Branca e a levar e trazer informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Entre todos os rumores sobre as amantes de Kennedy, nenhum \u00e9 mais discutido do que seu suposto envolvimento com Marilyn Monroe. No livro\u00a0The Few Precious Days: The Final Year of Jack and Jackie\u00a0(Gallery Books), o jornalista Christopher Andersen diz ter a pr\u00f3pria atriz informado Jackie sobre sua rela\u00e7\u00e3o com JFK. Mas, na vers\u00e3o de Michael O\u2019Brien, Marilyn nunca foi vista na Casa Branca e &#8220;nenhum bi\u00f3grafo respons\u00e1vel sustenta que Monroe e Kennedy foram parceiros em um caso amoroso&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Ambos teriam se encontrado apenas em quatro ocasi\u00f5es, diz O\u2019Brien. Socialmente, em novembro de 1961, em Santa M\u00f4nica (Calif\u00f3rnia). Na segunda e na terceira vez, no ano seguinte, quando h\u00f3spedes de Bing Crosby em Palm Springs. Mas Marilyn estava t\u00e3o mergulhada em \u00e1lcool e barbit\u00faricos que, segundo o historiador, seria improv\u00e1vel ter energia para algo mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Na \u00faltima vez em que se viram, Marilyn surgiu no Madison Square Garden em um show para arrecadar fundos para as d\u00edvidas da campanha presidencial de Kennedy, em maio de 1962. Com um vestido costurado pelo estilista franc\u00eas Jean Louis no corpo da atriz minutos antes da entrada no palco, Marilyn transformou a primeira can\u00e7\u00e3o ensinada a todo beb\u00ea do mundo ocidental na mais sutil forma de sedu\u00e7\u00e3o. Da plateia, Kennedy constrangidamente aplaudia a vers\u00e3o Happy Birthday, Mr. President. &#8220;Ela fez amor com ele \u00e0 vista de 40 milh\u00f5es de americanos&#8221;, resumiu na \u00e9poca a colunista social Dorothy Kilgallen, ao lembrar que o evento havia sido televisionado. A atriz, que fora amante de Robert Kennedy, suicidou-se tr\u00eas meses depois.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A vida sexual do l\u00edder americano continuou a surpreender depois de sua morte. Seu caso com a rica Mary Meyer, frequentadora da Casa Branca, emergiu s\u00f3 em 1976. Nunca houvera coment\u00e1rios a respeito desse relacionamento, mantido entre 1962 e 1963. Bomba mais potente foi a detonada pelo tabloide\u00a0Daily News\u00a0no ano passado, ao publicar a manchete &#8220;JFK teve sua Monica&#8221;, sobre o affaire de Kennedy com uma estagi\u00e1ria da Casa Branca. A reportagem estabelecia uma compara\u00e7\u00e3o com Clinton, presidente nos anos 1990, que foi enxovalhado e quase perdeu seu mandato por mentir sobre seu caso com Monica Lewinsky.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O\u00a0Daily News\u00a0falava de Mimi Alford, uma divorciada de 60 anos, av\u00f3, maratonista e funcion\u00e1ria de uma igreja presbiteriana da 5\u00aa Avenida, em Nova York. Marion (Mimi) Alford contou a hist\u00f3ria em detalhes apenas na sua biografia\u00a0Once Upon a Secret &#8211; My Affair with President John F. Kennedy and its Aftermath\u00a0(Randon House). Ela escondera o caso por mais de 40 anos, jamais o revelando ao primeiro marido nem \u00e0 fam\u00edlia: &#8220;Achava que seria meu segredo at\u00e9 a morte&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Mimi conheceu JFK em uma cerim\u00f4nia na Casa Branca em 1961, quando escrevia uma mat\u00e9ria sobre a primeira-dama para o jornalzinho de Miss Porter, de Connecticut, escola preparat\u00f3ria para a universidade onde Jackie tamb\u00e9m estudara. Meses depois, aos 19 anos, recebeu um convite para ser estagi\u00e1ria da Secretaria de Imprensa da Casa Branca, com sal\u00e1rio de US$ 67 por semana. Atendia telefonemas e recortava notas de telex. No quarto dia de trabalho recebeu um inusitado convite de David Powers na hora do almo\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Powers trazia e levava mulheres para Kennedy, facilitava a escapada delas quando da aproxima\u00e7\u00e3o de Jackie e limpava os vest\u00edgios. Na piscina, Mimi encontrou Priscilla Wear e Jill Cowan, ex-colegas de Jackie em Miss Porter. A estagi\u00e1ria n\u00e3o sabia: ambas era amantes de Kennedy, conhecidas como Fiddle e Faddle. Na \u00e1gua, aquecida para aliviar as dores nas costas, Kennedy a cumprimentou.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Na mesma noite, Powers convidou Mimi para uma recep\u00e7\u00e3o na ala residencial, no segundo andar da Casa Branca. Powers a motivou a entornar dois daiquiris. Depois de o presidente ter dado aten\u00e7\u00e3o aos convivas, ele levou a estagi\u00e1ria para conhecer o restante dos aposentos. No quarto de Jackie, Mimi perdeu a virgindade. Nos meses seguintes, era levada nas viagens presidenciais no segundo avi\u00e3o da Casa Branca.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Mimi revelou tamb\u00e9m o pendor do presidente para o voyeurismo. Certa tarde, observou Powers preocupado demais e pediu \u00e0 estagi\u00e1ria para cuidar dele. Mimi entendeu o recado e tomou como um desafio. Aproximou-se de Powers e fez sexo oral com ele. &#8220;O presidente assistiu, silenciosamente&#8221;, afirmou ela, logo depois de ter expressado sua vergonha por ter assentido. Kennedy a desafiou outra vez, em uma sala da Casa Branca, a fazer sexo oral com seu irm\u00e3o, Ted. Dessa vez, ela declinou.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A maior parte das aventuras amorosas de Kennedy na Casa Branca foi facilitada pelos longos per\u00edodos de Jackie com os filhos, Caroline e John-John, em Glen Ora, propriedade rural no Estado da Virg\u00ednia. O casal, a seu modo, conseguia passar a imagem de fam\u00edlia unida e ungida pelos princ\u00edpios mais sublimes. A Casa Branca de Kennedy restabelecia a corte lend\u00e1ria de Camelot.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">JFK dizia-se preocupado em preservar Jackie. Tantas eram suas fa\u00e7anhas, no entanto, que a primeira-dama certamente tinha visto pegadas de p\u00e9s femininos \u00e0 beira da piscina. Em conversa com Barbara Gamarekian, assistente de imprensa de Kennedy e depois c\u00e9lebre rep\u00f3rter do New York Times, Jackie certa vez apontou Fiddle e comentou: &#8220;Essa \u00e9 a garota que supostamente dorme com o meu marido&#8221;. No entanto, a pr\u00f3pria Jackie admitira Pamela Turnure, outra amante de JFK, como sua secret\u00e1ria de imprensa.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A primeira parte dos depoimentos de Jacqueline, gravados depois da morte de Kennedy e guardados no Arquivo Nacional, foi divulgada no ano passado. Mas nada indicaram sobre esse aspecto de sua vida. H\u00e1 expectativas de que, na parte restante, seja elucidado se ela realmente sabia dos casos do marido e, especialmente, se sua discri\u00e7\u00e3o fora volunt\u00e1ria ou, de alguma forma, premiada. Cinco anos depois de sepultar Kennedy, Jackie casou-se com o magnata grego Arist\u00f3teles Onassis, num arranjo costurado por seus cunhados.<\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">Fonte: Estado de S. Paulo<\/div>\n<p style=\"text-align: left;\">\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No tenso ano de 1962, durante uma c\u00fapula sobre armas nucleares em Nassau, John Fitzgerald Kennedy voltou-se para o primeiro-ministro do Reino Unido e lhe perguntou quanto tempo ele aguentava sem fazer sexo. O sexagen\u00e1rio Harold Macmillan, surpreso, n\u00e3o chegou a responder. &#8220;Eu queria saber como \u00e9 com voc\u00ea, Harold. 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