{"id":291215,"date":"2019-08-04T14:41:00","date_gmt":"2019-08-04T17:41:00","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=291215"},"modified":"2019-08-04T14:41:00","modified_gmt":"2019-08-04T17:41:00","slug":"pesquisa-indica-que-nao-ha-dose-segura-de-agrotoxico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/pesquisa-indica-que-nao-ha-dose-segura-de-agrotoxico\/","title":{"rendered":"Pesquisa indica que n\u00e3o h\u00e1 dose segura de agrot\u00f3xico"},"content":{"rendered":"<header class=\"header webalert_parent_container gradient undefined\" data-chn-id=\"43\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"over\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"profile-avatar\" class=\"widget-profile\" style=\"text-align: justify;\" data-config=\"{&quot;sourceJs&quot;:&quot;\/\/conteudo.jsuol.com.br\/p\/perfil\/js\/widgetNotify.v3.js&quot;,&quot;avatarSize&quot;:&quot;full&quot;,&quot;avatarIconColor&quot;:&quot;white&quot;,&quot;widgetStyle&quot;:{&quot;username&quot;:&quot;color:#fff;&quot;,&quot;counter&quot;:&quot;&quot;,&quot;zIndex&quot;:6000007}}\">\n<div id=\"widgetNotify\" class=\"widgetNotify widgetNotify-wrapper\">\n<div id=\"widget-31413867464989065\" class=\"widgetUOLAvatarProduct widgetUOL widget-template-desktop closed widget-align-right widget-portal-uol user-not-logged\">\n<div class=\"messagesContainer loginbox \">\n<div id=\"loginboxScroll\" class=\"loginboxScroll\">\n<div class=\"wdg-login-container\">\n<div class=\"wdg-login widget-nav\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"under hidden-xs\" style=\"text-align: justify;\">\n<nav class=\"header-menu gradient    hrz\">\n<div class=\"menu-layer\"><\/div>\n<\/nav>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<article class=\" article-image-content container  article article-wrapper scroll-base clearfix collection-item collection-first-item\" data-loaded=\"true\" data-url=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/meio-ambiente\/ultimas-noticias\/ag-estado\/2019\/08\/04\/pesquisa-indica-que-nao-ha-dose-segura-de-agrotoxico.htm?utm_source=chrome&amp;utm_medium=webalert&amp;utm_campaign=ciencia-e-saude\">\n<div class=\"\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div class=\"\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-sm-24 col-md-16 col-lg-17 content-article\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-8 col-sm-21 col-md-21\">\n<div class=\"image-content-pad\">\n<header class=\"col-sm-14 col-lg-13\">\n<div class=\"slot-e\"><\/div>\n<\/header>\n<figure class=\"photo col-xs-8 col-sm-10 col-lg-11 representative crop-450x450 figure\" style=\"text-align: justify;\" data-format=\"quadrado\">\n<div class=\"image bg\">\n<div class=\"placeholder\">\n<div class=\"pinit-wraper\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"pinit-img loaded\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/1e\/2018\/08\/23\/trator-faz-aplicacao-de-agrotoxico-na-lavoura-para-combater-pragas-e-doencas-em-campo-mourao-regiao-centro-oeste-do-parana-1535049541132_v2_450x450.jpg\" alt=\"Dirceu Portugal \/Fotoarena\/Folhapress\" width=\"450\" height=\"450\" data-src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/1e\/2018\/08\/23\/trator-faz-aplicacao-de-agrotoxico-na-lavoura-para-combater-pragas-e-doencas-em-campo-mourao-regiao-centro-oeste-do-parana-1535049541132_v2_450x450.jpg\" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;450x450&quot;}\" data-crazyload=\"loaded\" \/><\/div>\n<p><i class=\"placeholder-mask\"><\/i><\/p>\n<div class=\"slot-a\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div><figcaption class=\"container bottom-title\">Imagem: Dirceu Portugal \/Fotoarena\/Folhapress<\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"  author  has-image\" style=\"text-align: justify;\" data-src=\"mouseover\">\n<p class=\"p-author\">Roberta Jansen<\/p>\n<p class=\"p-author time\">\n<\/div>\n<div class=\"text\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma an\u00e1lise de dez agrot\u00f3xicos de largo uso no Pa\u00eds revela que os pesticidas s\u00e3o extremamente t\u00f3xicos ao meio ambiente e \u00e0 vida em qualquer concentra\u00e7\u00e3o &#8211; mesmo quando utilizados em dosagens equivalentes a at\u00e9 um trig\u00e9simo do recomendado pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa). Encomendado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e realizado pelo Instituto Butantan, o estudo comprova que n\u00e3o existe dose m\u00ednima totalmente n\u00e3o letal para os defensivos usados na agricultura brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;N\u00e3o existem quantidades seguras&#8221;, diz a imunologista M\u00f4nica Lopes-Ferreira, diretora do Laborat\u00f3rio Especial de Toxinologia Aplicada, respons\u00e1vel pela pesquisa. &#8220;Se (os agrot\u00f3xicos) n\u00e3o matam, causam anomalias. Nenhum peixe testado se manteve saud\u00e1vel.&#8221; A pesquisa foi originalmente encomendada pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz). Em gesto considerado corriqueiro entre institutos de pesquisa, a Fiocruz pediu ao Instituto Butantan que realizasse o estudo, uma vez que tinha mais expertise nesse tipo de trabalho.<\/p>\n<div class=\"related-content-hyperlink\" style=\"text-align: justify;\" data-audience-print=\"{&quot;component&quot;:&quot;related-content-hyperlink&quot;}\" data-audience-print-url=\"noticias.uol.com.br\/meio-ambiente\/ultimas-noticias\/ag-estado\/2019\/08\/04\/pesquisa-indica-que-nao-ha-dose-segura-de-agrotoxico.htm\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Butantan fica a Plataforma Zebrafish &#8211; que usa a metodologia considerada de refer\u00eancia mundial para testar toxinas presentes na \u00e1gua, com os peixes-zebra (<em>Danio rerio<\/em>). Eles s\u00e3o 70% similares geneticamente aos seres humanos, t\u00eam um ciclo de vida curto (f\u00e1cil de acompanhar todos os est\u00e1gios) e s\u00e3o transparentes (\u00e9 poss\u00edvel ver o que acontece em todo o organismo do animal em tempo real). O laborat\u00f3rio pertence ao Centro de Toxinas, Resposta-Imune e Sinaliza\u00e7\u00e3o Celular (CeTICS), apoiado pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (Fapesp).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o pedido do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, os cientistas testaram a toxicidade de dez pesticidas largamente utilizados no Pa\u00eds. S\u00e3o eles: abamectina, acefato, alfacipermetrina, bendiocarb, carbofurano, diazinon, etofenprox, glifosato, malathion e piripoxifem. As subst\u00e2ncias s\u00e3o gen\u00e9ricas, usadas em diversas formula\u00e7\u00f5es comerciais.<\/p>\n<div id=\"_dynad_c_I5550002145_15649395662381494681133\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/t.dynad.net\/pc\/?dc=5550001577;ord=1564940312687\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pesquisadores testaram diferentes concentra\u00e7\u00f5es dos pesticidas, desde as doses m\u00ednimas indicadas at\u00e9 concentra\u00e7\u00f5es equivalentes a 1\/30 dessas dosagens. As concentra\u00e7\u00f5es dos pesticidas foram dilu\u00eddas na \u00e1gua de aqu\u00e1rios contendo ovas fertilizadas de peixes-zebra. Em seguida, em intervalos de 24, 48, 72 e 96 horas, os embri\u00f5es foram analisados no microsc\u00f3pio para avaliar se a exposi\u00e7\u00e3o havia causado deformidades e tamb\u00e9m se tinha inviabilizado o desenvolvimento.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Testes<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cada subst\u00e2ncia, em cada uma das dosagens determinadas, foi testada em tr\u00eas aqu\u00e1rios diferentes, cada um com 20 embri\u00f5es &#8211; uma forma de triplicar resultados, garantindo acur\u00e1cia. &#8220;Acompanhamos o desenvolvimento dos embri\u00f5es, verificando se apresentavam altera\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas, se estavam desenvolvendo a coluna vertebral, os olhos, a boca, se o cora\u00e7\u00e3o continuava batendo&#8221;, explicou. &#8220;E, ap\u00f3s o nascimento, tamb\u00e9m o nado dos peixinhos.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tr\u00eas dos dez pesticidas analisados (glifosato, melathion e piriproxifem) causaram a morte de todos os embri\u00f5es de peixes em apenas 24 horas de exposi\u00e7\u00e3o, independentemente da concentra\u00e7\u00e3o do produto utilizada. Esse espectro foi da dosagem m\u00ednima indicada, 0,66mg\/ml, at\u00e9 0,022mg\/ml, que teoricamente deveria ter se mostrado inofensiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O glifosato \u00e9, de longe, o defensivo mais usado na agricultura brasileira: representa um ter\u00e7o dos produtos utilizados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m \u00e9 considerado muito perigoso. A subst\u00e2ncia \u00e9 relacionada, em outros estudos, \u00e0 mortandade de abelhas em todo o mundo. \u00c9 apontada pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) como potencialmente cancer\u00edgena para mam\u00edferos e seres humanos. O uso do glifosato \u00e9 proibido na \u00c1ustria e ser\u00e1 banido na Fran\u00e7a at\u00e9 2022.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os outros sete pesticidas analisados (abamectina, acefato, alfacipermetrina, bendiocarb, carbofurano, diazinon, etofenprox) causaram mortes de peixes em maior ou menor porcentagem, em todas as concentra\u00e7\u00f5es testadas. E mesmo entre os que sobreviveram &#8220;muitos apresentavam padr\u00e3o de nado alterado que decorre da malforma\u00e7\u00e3o das nadadeiras ou que podem sinalizar problemas neuromotores decorrentes da exposi\u00e7\u00e3o ao veneno&#8221;.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Ind\u00edcios<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os resultados obtidos nos peixes, segundo os cientistas, s\u00e3o um forte ind\u00edcio da toxicidade dos produtos ao meio ambiente. Eles tamb\u00e9m apontam que pode haver danos aos seres humanos. &#8220;Nunca poderemos dizer que ser\u00e1 igual (ao que foi observado nos peixes)&#8221;, afirmou a pesquisadora. &#8220;Mas, como geneticamente somos 70% iguais a esses animais, \u00e9 muito alta a probabilidade de que a exposi\u00e7\u00e3o aos agrot\u00f3xicos nos cause problemas.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De qualquer forma, sustenta a pesquisadora, o estudo \u00e9 um importante alerta. &#8220;Essas subst\u00e2ncias podem causar s\u00e9rios problemas aos trabalhadores que as manipulam e ao ecossistema como um todo&#8221;, disse. &#8220;Conforme o agrot\u00f3xico \u00e9 borrifado nas verduras e nas frutas, ele cai no solo, na \u00e1gua, contamina todos os animais que est\u00e3o ali e tamb\u00e9m o homem que se alimenta desses animais e desses vegetais. \u00c9 uma cadeia.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Respons\u00e1vel pelo Atlas Geografia dos Agrot\u00f3xicos no Brasil, Larissa Mies Bombardi, do Departamento de Geografia da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), concorda com a colega. Para ela, os peixes funcionam como sentinelas, apontando um problema maior. &#8220;\u00c9 o mesmo caso das abelhas, dos polinizadores&#8221;, afirmou. &#8220;Os sentinelas revelam que algo maior est\u00e1 acontecendo, algo que vai al\u00e9m daquela esp\u00e9cie.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pesquisador de Sa\u00fade P\u00fablica da Fiocruz, Luis Claudio Meirelles ocupou, por mais de uma d\u00e9cada, a ger\u00eancia geral de toxicologia da Anvisa. Segundo ele, a situa\u00e7\u00e3o atual do Pa\u00eds no que afirma respeito ao uso dos defensivos agr\u00edcolas \u00e9 preocupante. &#8220;Somos campe\u00f5es no uso de agrot\u00f3xicos no mundo e dispomos de uma estrutura de controle e vigil\u00e2ncia muito aqu\u00e9m dos volumes utilizados e dos impactos provocados&#8221;, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Al\u00e9m disso, os investimentos em pesquisa s\u00e3o muito baixos e, nos \u00faltimos tempos, tivemos uma libera\u00e7\u00e3o absurda de produtos, al\u00e9m de uma nova normatiza\u00e7\u00e3o para classifica\u00e7\u00e3o e rotulagem de agrot\u00f3xicos. Socialmente, o Pa\u00eds est\u00e1 perdendo. Estamos no caminho contr\u00e1rio do resto do mundo&#8221;, diz Meirelles.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Minist\u00e9rio e Anvisa afirmam n\u00e3o ter visto dados<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade confirmou que &#8220;encomendou a pesquisa \u00e0 Fiocruz no fim de 2017&#8221;, mas destacou que n\u00e3o recebeu o estudo. &#8220;No que cabe ao tema dos agrot\u00f3xicos, o levantamento teve in\u00edcio em 2019 e, por isso, a pasta ainda n\u00e3o tem como compartilhar nem comentar os resultados.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) informou que tamb\u00e9m n\u00e3o recebeu a pesquisa e, por isso, n\u00e3o seria poss\u00edvel &#8220;avaliar suas conclus\u00f5es ou o peso das evid\u00eancias&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ag\u00eancia esclareceu, no entanto, que acompanha todos os dados novos sobre produtos agrot\u00f3xicos e as novas evid\u00eancias cient\u00edficas s\u00e3o avaliadas. &#8220;Os produtos agrot\u00f3xicos s\u00e3o submetidos a um processo de reavalia\u00e7\u00e3o que consiste na revis\u00e3o dos par\u00e2metros de seguran\u00e7a \u00e0 luz de novos dados e conhecimentos&#8221;, informou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u00f3rg\u00e3o federal lembrou que esse procedimento \u00e9 necess\u00e1rio porque, diferentemente do que acontece com outros produtos, o registro dos defensivos agr\u00edcolas n\u00e3o tem tempo de validade. A Anvisa informou ainda que, dos dez produtos citados, o carbofurano foi reavaliado em 2017 e est\u00e1 proibido. Disse ainda que o glifosato est\u00e1 em processo de reavalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">290 agrot\u00f3xicos liberados neste ano<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) liberou este ano\u00a0<a href=\"http:\/\/noticias.uol.com.br\/meio-ambiente\/ultimas-noticias\/redacao\/2019\/07\/22\/governo-libera-mais-51-tipos-de-agrotoxicos-totalizando-290-no-ano.htm\">290 agrot\u00f3xicos<\/a>. Pelo ritmo das libera\u00e7\u00f5es, a tend\u00eancia \u00e9 de que seja batido o recorde de 2018, quando o governo de Michel Temer autorizou a comercializa\u00e7\u00e3o de 450 subst\u00e2ncias. A maioria n\u00e3o \u00e9 propriamente de novos produtos, mas sim de novas formula\u00e7\u00f5es para subst\u00e2ncias anteriormente liberadas, diz a Anvisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora aprovadas pelas regras brasileiras e consideradas seguras quando manuseadas corretamente e nas doses indicadas, muitas s\u00e3o proibidas nos EUA e na Europa. M\u00eas passado, a Anvisa tamb\u00e9m fez reclassifica\u00e7\u00e3o e mudou a rotulagem. Segundo a ag\u00eancia, essa decis\u00e3o visa a seguir um padr\u00e3o internacional. Por\u00e9m, como alertaram cientistas, a nova classifica\u00e7\u00e3o reduz significativamente o n\u00famero de defensivos categorizados como &#8220;extremamente t\u00f3xicos&#8221;. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S. Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) liberou este ano\u00a0290 agrot\u00f3xicos. Pelo ritmo das libera\u00e7\u00f5es, a tend\u00eancia \u00e9 de que seja batido o recorde de 2018, quando o governo de Michel Temer autorizou a comercializa\u00e7\u00e3o de 450 subst\u00e2ncias. 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