{"id":293252,"date":"2019-08-26T06:25:09","date_gmt":"2019-08-26T09:25:09","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=293252"},"modified":"2019-08-26T06:25:09","modified_gmt":"2019-08-26T09:25:09","slug":"sete-sinais-claros-que-indicam-o-fim-de-um-relacionamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/sete-sinais-claros-que-indicam-o-fim-de-um-relacionamento\/","title":{"rendered":"Sete sinais claros que indicam o fim de um relacionamento"},"content":{"rendered":"<header class=\"col desktop_12 tablet_8 mobile_4\">\n<div id=\"article_header\" class=\"article-header basic | \">\n<h1 class=\"font_secondary color_gray_ultra_dark \" style=\"text-align: justify;\"><\/h1>\n<h2 class=\"font_secondary color_gray_dark \" style=\"text-align: justify;\">Especialistas determinam quais comportamentos observam em consulta para saber se o amor terminou faz tempo<\/h2>\n<\/div>\n<section class=\"share-bar | border_bottom border_5\">\n<div class=\"content | border_bottom border_1 padding_bottom flex\n              justify_space_between relative\"><\/p>\n<div class=\"\n      social-icons\n      flex container_row\n      horizontal\n\n    \"><\/div>\n<div class=\"\n      social-icons\n      flex container_row\n      horizontal\n\n      right-links\n    \"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<figure class=\"lead_art |  \" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"width_full\" src=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/resizer\/CjSS_8h1Q09b_uErEIXE0iHojPA=\/1500x0\/smart\/arc-anglerfish-eu-central-1-prod-prisa.s3.amazonaws.com\/public\/XVYQGXWDQ22YQOWEKVWNQ4BDWU.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<div class=\"article_byline | margin_bottom_lg  \" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"authors flex flex_wrap \"><span class=\"margin_bottom uppercase flex align_items_center margin_right\"><a class=\"color_black\" title=\"Ver todas as not\u00edcias de Silvia C. Carpallo\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/autor\/silvia_c_carpallo\/a\/\">SILVIA C. CARPALLO<\/a><\/span><\/div>\n<div class=\"\">\n<div class=\"place_and_time | uppercase color_gray_medium_lighter\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"article | col desktop_8 tablet_8 mobile_4\">\n<section class=\"article_body | color_gray_dark\">\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">O\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/amor\/a\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">amor\u00a0<\/a>parece ter se transformado em um objeto de consumo de se usar e jogar fora. O\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/08\/08\/estilo\/1565261295_581587.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">Tinder\u00a0<\/a>fez com que, diante de tanta oferta, seja dif\u00edcil apostar em algu\u00e9m a longo prazo porque sempre parece que h\u00e1 mais escolhas. Temos medo de nos aferrar a uma pessoa, mas a realidade \u00e9 que temos muito mais medo de solt\u00e1-la. Dar o passo de deixar uma rela\u00e7\u00e3o continua sendo complexo por mais que pensemos que do outro lado o Tinder nos espera. Ou, talvez, justamente por isso.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">A coach Raquel Gargallo diz que, geralmente, o que \u00e9 dif\u00edcil assumir \u00e9 que \u201ca rela\u00e7\u00e3o j\u00e1 cumpriu com sua fun\u00e7\u00e3o em nossas vidas e \u00e9 preciso procurar outra forma de se relacionar entre os dois\u201d. Isso ocorre por outra quest\u00e3o de fundo, que \u201cn\u00e3o aceitamos que a vida, as rela\u00e7\u00f5es e os sentimentos s\u00e3o flex\u00edveis, evoluem, mudam e devem ser cuidados\u201d, mas principalmente que n\u00e3o aceitamos \u201cque \u00e9 poss\u00edvel que a maneira como nos amam e amamos mude\u201d.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">Levando em considera\u00e7\u00e3o que se trata de realidades dif\u00edceis de se ver, geralmente o momento de romper uma rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o chega do nada, e sim ap\u00f3s um ponto de inflex\u00e3o. Sobre essa quest\u00e3o a psic\u00f3loga Zoraida Granados acrescenta que essa reflex\u00e3o chega em circunst\u00e2ncias especiais, n\u00e3o no meio da rotina, e sim quando \u201cse precisa da outra pessoa, n\u00e3o somente como casal; e sim como companheira, amiga e apoio\u201d, e nos damos conta de que j\u00e1 nada \u00e9 o que era. \u201cEsses momentos de percep\u00e7\u00e3o podem ser mais ou menos conscientes e ser esquecidos. E produzem sensa\u00e7\u00e3o de irrealidade, medo e frustra\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">Mas existem realmente sinais claros que anunciam que \u00e9 o momento de deixar definitivamente a rela\u00e7\u00e3o? Pode ser que ainda exista esperan\u00e7a para o amor? As duas especialistas analisam alguns sinais fundamentais que diferenciam na terapia os casais que s\u00f3 precisam trabalhar seus problemas, dos que, talvez, deveriam aprender a dizer adeus com um te amo.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">1.\u00a0<strong>Acabou a confian\u00e7a m\u00fatua.<\/strong>\u00a0\u201cEsse \u00e9 um dos principais sintomas dos casais que v\u00eam e podemos perceber que podem estar totalmente despeda\u00e7ados, sem volta atr\u00e1s. Nem sempre \u00e9 assim, mas \u00e9 um fator determinante\u201d, diz Gargallo. \u201cA confian\u00e7a no outro nos traz seguran\u00e7a para crescer, ser e formar equipe, e se for rompida \u00e9 complicado restabelec\u00ea-la, menos por n\u00f3s mesmos\u201d. Ainda que a primeira coisa que vem \u00e0 mente \u00e9 uma poss\u00edvel infidelidade, a verdade \u00e9 que existem muitos outros motivos para perder a confian\u00e7a m\u00fatua. H\u00e1 casais que s\u00e3o capazes de restabelecer a confian\u00e7a ap\u00f3s uma trai\u00e7\u00e3o, mas na realidade tudo depende de cada pessoa.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">2.\u00a0<strong>N\u00e3o h\u00e1 sinais de cumplicidade<\/strong>. \u00c9 dif\u00edcil definir o que comp\u00f5e um casal, mas um dos conceitos que podem se aproximar \u00e9 o de duas pessoas que t\u00eam uma cumplicidade especial. Se ela j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 vista, evidentemente, h\u00e1 problemas. Assim, Granados diz que em consulta costuma prestar aten\u00e7\u00e3o em \u201ccomo se colocam, se sentam nas cadeiras, a proximidade, aproximam-se, se tocam, se apoiam, encorajam o outro a falar e se expressar, respeitam os turnos de palavras, acolhem, ou todo o contr\u00e1rio\u201d. Quando parecem duas pessoas alheias a esses gestos, que antes lhes definiam, quer dizer que h\u00e1 tempos tomaram caminhos separados.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">3.\u00a0<strong>O casal entrou em um din\u00e2mica t\u00f3xica<\/strong>. Costuma se falar de\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/02\/19\/estilo\/1455902245_094105.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">pessoas t\u00f3xicas,<\/a>\u00a0mas muitas vezes o problema n\u00e3o \u00e9 a pessoa em si, e sim a din\u00e2mica t\u00f3xica em que duas pessoas parecem se perder e da qual j\u00e1 n\u00e3o sabem como sair, para deixar de machucar um ao outro. \u00c0s vezes \u00e9 uma quest\u00e3o de agressividade, outras de falta de respeito, mas tamb\u00e9m podem ser codepend\u00eancias e pap\u00e9is que acabam por destruir o casal. \u201cMuitas pessoas acham e normalizam essa forma de tratamento e, de fato, chegam convencidas \u00e0s sess\u00f5es de que isso n\u00e3o importa, sem perceber o dano que causam um ou outro. Eles n\u00e3o t\u00eam limites e perdem constantemente a oportunidade de reconstruir sua rela\u00e7\u00e3o\u201d, diz Gargallo.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">4.\u00a0<strong>Um dos dois (ou os dois) n\u00e3o quer mudar<\/strong>. Todo mundo evolui e muda de maneira inconsciente, mas h\u00e1 outras mudan\u00e7as que precisam de reconhecimento, trabalho e esfor\u00e7o, e nem todo mundo est\u00e1 disposto a isso. Nesse sentido, Zoraida Granados explica que s\u00e3o comuns os casos em que um dos dois, ou os dois, argumentam que \u201cquem tem que mudar \u00e9 ele\/ela, eu estou bem e n\u00e3o tenho um problema\u201d. Sobre isso esclarece que pouco pode ser feito, se um dos dois n\u00e3o quer entender que \u201co casal, para ser denominado como tal, deve ser formado por duas pessoas e ambas devem ter a mesma responsabilidade, esfor\u00e7o, dedica\u00e7\u00e3o e cuidado nesse compromisso\u201d.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">5.\u00a0<strong>Os planos de vida j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o os mesmos.<\/strong>\u00a0Pode ser que quando se conheceram os dois sonhassem em morar em Paris ou ter quatro filhos em uma casinha no campo. Mas com o tempo as perspectivas de vida mudam e podem j\u00e1 n\u00e3o coincidir. E renunciar aos nossos sonhos significaria um grande peso a longo prazo. \u201cA possibilidade de j\u00e1 n\u00e3o querermos o mesmo d\u00e1 tanto medo, que as pessoas preferem n\u00e3o olhar, continuar caminhando e ter \u00e2ncoras para manter e se manter com a pessoa ao lado, com filhos, com compromissos, com hipotecas&#8230;\u201d, diz Gargallo, que aconselha que \u00e9 melhor ser sincero consigo pr\u00f3prio e com a outra pessoa antes de se arrepender para sempre.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">6.\u00a0<strong>O sexo tamb\u00e9m \u00e9 danoso.<\/strong>\u00a0A sexualidade entre um casal deveria ser uma forma de uni\u00e3o, de sentirem-se plenos e de conex\u00e3o, mas algumas vezes acaba por ser um dos motivos de ruptura. Nem tanto porque surgem dificuldades, que podem ser superadas, e sim porque se transforma em uma maneira de utilizar o outro e de faz\u00ea-lo sentir-se mal. Nesse sentido, ocorrem casos em que, segundo Granados, se observa como \u201cum membro do casal limita, manipula, chantageia a liberdade na tomada de decis\u00f5es de como ter ou n\u00e3o sexo, e, at\u00e9 mesmo, no uso ou n\u00e3o de anticoncepcionais\u201d. Nesse caso, o trabalho est\u00e1 em fazer com que a outra parte desperte e fuja procurando uma rela\u00e7\u00e3o muito mais saud\u00e1vel.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">7.\u00a0<strong>O amor acabou.<\/strong> Por fim, ainda que a pessoa se empenhe em trabalhar muito a rela\u00e7\u00e3o e em fazer a sua parte, nem sempre somos donos dos sentimentos pr\u00f3prios e muito menos dos alheios. Por isso, \u00e0s vezes o amor simplesmente acaba, pelo menos, para uma das partes. E essas despedidas s\u00e3o as mais dif\u00edceis, porque sempre resta o carinho e o medo de machucar. \u201cH\u00e1 muitas pessoas que tentam tudo antes de assumir que n\u00e3o gostam da pessoa da mesma forma do que quando decidiram escolh\u00ea-la para viver com ela, para se casar&#8230; Isso as faz mentir para si pr\u00f3prias e \u00e0 outra pessoa, sendo infelizes e tentando procurar escapat\u00f3ria em outros aspectos, estar sempre com outras pessoas, trabalhar 24 horas por dia, fugir sempre que for poss\u00edvel de estar com o outro etc.\u201d. Se esse for seu caso, de acordo com Gargallo, talvez seja a hora de parar de se esconder e dar o passo. E sempre que uma porta \u00e9 fechada, uma janela se abre, para nos lembrar que sempre h\u00e1 tempo para voltar a se apaixonar.<\/p>\n<\/section>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O\u00a0amor\u00a0parece ter se transformado em um objeto de consumo de se usar e jogar fora. 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