{"id":293285,"date":"2019-08-26T08:39:57","date_gmt":"2019-08-26T11:39:57","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=293285"},"modified":"2019-08-26T08:45:47","modified_gmt":"2019-08-26T11:45:47","slug":"mitos-e-verdades-sobre-os-vinhos-produzidos-no-vale-do-sao-francisco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/mitos-e-verdades-sobre-os-vinhos-produzidos-no-vale-do-sao-francisco\/","title":{"rendered":"Mitos e verdades sobre os vinhos produzidos no Vale do S\u00e3o Francisco"},"content":{"rendered":"<div class=\"row visible-lg\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"noticias-single__tags\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12 col-lg-3\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"noticias-single__meta\">\n<div class=\"noticias-single__author\">\n<div><strong>Paula Theotonio<\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"col-xs-12 col-lg-9\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12 noticias-single__stick-parent\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12 col-md-7 col-lg-7\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"noticias-single__description visible-lg\" style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Estudiosos explicam porque experimentar a produ\u00e7\u00e3o de vinhos do semi\u00e1rido baiano; safra garante tr\u00eas colheitas por ano<\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"noticias-single__content-area noticias-single__content-area--before-content\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"audimaWidget\" class=\"audima-position-default\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"noticias-single__content is-blocked\">\n<div class=\"noticias-single__content__text js-mediator-article\">\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/c\/2\/csm_vinicola_terranova_fotos_de_helder_ferreira_67b2dfe980.jpg\" width=\"1000\" height=\"668\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o da Vin\u00edcola Terranova, em Lagoa Grande, Pernambuco<\/strong>\u00a0(foto\/Helder Ferreira\/divulga\u00e7\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Desde que seus r\u00f3tulos come\u00e7aram a chamar aten\u00e7\u00e3o no mercado e nas premia\u00e7\u00f5es especializadas pelo mundo, os tintos, brancos e espumantes do Vale do S\u00e3o Francisco vem causando um misto de fasc\u00ednio e incredulidade entre os apreciadores.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 por menos: a regi\u00e3o que compreende a produ\u00e7\u00e3o anual de 4 milh\u00f5es de litros de vinhos finos est\u00e1 no semi\u00e1rido brasileiro, em meio \u00e0 Caatinga. Fica a apenas 8 graus da linha do Equador, enquanto as \u00e1reas tradicionais do Velho e Novo Mundo est\u00e3o para al\u00e9m dos Tr\u00f3picos de Capric\u00f3rnio e C\u00e2ncer. A m\u00e9dia de chuvas \u00e9 baixa, de 470 mm anuais; e a terra est\u00e1 exposta a mais de 3.100 horas nesse per\u00edodo. E, mesmo assim, as cinco vin\u00edcolas em plena produ\u00e7\u00e3o colhem at\u00e9 duas safras e meia por ano. Como isso se explica?<\/p>\n<div id=\"sosevnocorreio_300x250_01\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"CMrC44y5oOQCFQTU4QodUWQEfw\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/44585206\/c24h_sosevnocorreio_300x250_01_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Os grandes respons\u00e1veis por esse paradoxo s\u00e3o o Rio S\u00e3o Francisco, gigante brasileiro que margeia grande parte da regi\u00e3o, e a tecnologia da irriga\u00e7\u00e3o, importada de Israel e dos Estados Unidos, mais precisamente da Calif\u00f3rnia. A caminho das vin\u00edcolas, \u00e9 comum enxergar dois cen\u00e1rios antag\u00f4nicos: o da Caatinga intocada, com sua mata branca e cact\u00e1ceas, e o verde saturado dos vinhedos e demais produtos da fruticultura irrigada.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Tamanha distin\u00e7\u00e3o tem causado, ao longo dos anos, um certo desconhecimento e preconceito com os vinhos da regi\u00e3o. \u201cAntes de falar, \u00e9 preciso que cada pessoa dedique um tempo a viver o Vale, e entender sua singularidade\u201d, recomenda o en\u00f3logo portugu\u00eas Ricardo Henriques, da Vin\u00edcola Rio Sol, localizada em Lagoa Grande, Pernambuco.<\/p>\n<div id=\"div-gpt-ad-1558981264142-0\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"COXt-Iu5oOQCFZTF4Qod32wFiw\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/44585206\/c24h_internas_300x250_03_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Videiras estressadas &#8211;\u00a0<\/strong>Um dos mitos difundidos sobre o Vale do S\u00e3o Francisco \u00e9 que seus vinhedos s\u00e3o submetidos a uma produ\u00e7\u00e3o ininterrupta ao longo de todo o ano, sem pausa entre as safras ou descanso para as videiras. Fato que, segundo especialistas, causaria uma perda na qualidade dos vinhos.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">\u201cA verdade \u00e9 que as videiras do Vale repousam de 60 a 90 dias entre as colheitas, per\u00edodo em que se recuperam para o pr\u00f3ximo ciclo. O que n\u00f3s n\u00e3o temos \u00e9 um per\u00edodo de hiberna\u00e7\u00e3o no inverno, comum em pa\u00edses de clima frio. Passar por esse processo n\u00e3o altera a qualidade final do produto\u201d, argumenta Henriques.<\/p>\n<div id=\"div-gpt-ad-1558981401166-0\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"CJ7Zsoy5oOQCFVYIwwodkKkPuw\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/44585206\/c24h_internas_300x250_04_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/0\/8\/csm_vinicola_terranova_2_fotos_de_euclides_neto_a25c07fb6d.jpg\" width=\"1000\" height=\"666\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><strong>O Vale do S\u00e3o Francisco produz tr\u00eas colheitas por ano com caracter\u00edsticas bem diferentes\u00a0<\/strong>(foto\/Euclides Neto\/divulga\u00e7\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m \u00e9 dito que, com o sol a pino durante quase todo o ano, os ciclos produtivos nos vinhedos pernambucanos e baianos s\u00e3o muito r\u00e1pidos &#8211; o que tamb\u00e9m comprometeria o desenvolvimento de alguns compostos importantes para a bebida, que conferem a ela cor, sabor, equil\u00edbrio e longevidade. \u201cNosso ciclo \u00e9 de, em m\u00e9dia, 130 dias, o mesmo que o de regi\u00f5es quentes, como Mendoza na Argentina e Alentejo, em Portugal\u201d, compara o en\u00f3logo.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0Ainda segundo Henriques, as duas safras e meia do ano por planta n\u00e3o aceleram o envelhecimento dessas videiras. \u201cAqui na Rio Sol, temos videiras com idades entre 10 e 15 anos e acreditamos que o auge delas ainda est\u00e1 por vir &#8211; ainda que j\u00e1 tenham nos presenteado com 20 a 30 colheitas\u201d, comenta o profissional.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Vinhos jovens &#8211;\u00a0<\/strong>O campo de uma vin\u00edcola do Vale do S\u00e3o Francisco est\u00e1 em plena produ\u00e7\u00e3o durante todo o ano, com diferentes est\u00e1gios do ciclo produtivo. Isso d\u00e1 aos visitantes um vislumbre de quatro esta\u00e7\u00f5es em uma s\u00f3 propriedade. Por\u00e9m, devido \u00e0s altera\u00e7\u00f5es no clima ao longo dos meses, as mesmas uvas apresentam caracter\u00edsticas distintas quando colhidas em diferentes \u00e9pocas. \u201cEm outros locais, safras possuem diferen\u00e7as de um ano para o outro. Aqui, as varia\u00e7\u00f5es s\u00e3o intra-anuais\u201d, alega a engenheira agr\u00f4noma e pesquisadora da Embrapa Semi\u00e1rido, Patr\u00edcia de Souza Le\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0Segundo a especialista, uvas colhidas entre fevereiro e abril tendem a produzir bons vinhos jovens e brancos. De maio a agosto quando as temperaturas ficam mais amenas e h\u00e1 uma amplitude t\u00e9rmica maior, vinhos t\u00eam um amadurecimento mais lento e apresentam maior equil\u00edbrio entre acidez e a\u00e7\u00facares. \u00c9 nessa fase do ano em que as empresas apostam na produ\u00e7\u00e3o de vinhos de guarda, principalmente tintos. E entre outubro e dezembro, h\u00e1 um tempo bastante ensolarado. De acordo com o en\u00f3logo Ricardo Henriques, \u00e9 um \u201cmeio-termo\u201d bastante arom\u00e1tico, excelente para complementar a produ\u00e7\u00e3o de espumantes.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Nos dias atuais, muitas vin\u00edcolas fazem cortes e misturas dessas safras intra-anuais. Pesquisador da Embrapa Uva e Vinho (RS), Giuliano Elias Pereira acredita que, nos pr\u00f3ximos anos, as vin\u00edcolas podem vir fazer vinhos espec\u00edficos de cada per\u00edodo. \u201c\u00c9 uma regi\u00e3o com apenas 30 anos de exist\u00eancia, que s\u00f3 tende a melhorar, conquistando o consumidor com sua tipicidade e singularidade\u201d, aposta.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Defensivos agr\u00edcolas &#8211;\u00a0<\/strong>Outra inverdade \u00e9 que produzir vinhos no semi\u00e1rido requer uma quantidade massiva de agrot\u00f3xicos. A verdade \u00e9 que o uso de defensivos \u00e9 mais baixo que qualquer regi\u00e3o produtora brasileira: cerca de 20% da quantidade aplicada em outros territ\u00f3rios. Para Ricardo Henriques, o pr\u00f3prio clima da regi\u00e3o a torna menos suscet\u00edvel ao desenvolvimento de doen\u00e7as e pragas: \u201cN\u00e3o h\u00e1 ervas competindo pelo solo, n\u00e3o h\u00e1 chuvas, ent\u00e3o h\u00e1 menor necessidade de corre\u00e7\u00f5es, limpezas, tratamentos fitossanit\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 de acordo com Patr\u00edcia Coelho, a exig\u00eancia do mercado internacional, o custo dos defensivos e a evolu\u00e7\u00e3o das t\u00e9cnicas de manejo no campo fizeram com que as aplica\u00e7\u00f5es de qu\u00edmicos fossem diminuindo ao longo dos anos. \u201cHoje se faz um manejo integrado, com aplica\u00e7\u00f5es de acordo com a presen\u00e7a da praga e quando h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas desfavor\u00e1veis\u201d, explica.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Em Lagoa Grande (PE), a Vin\u00edcola Bianchetti aposta em uma produ\u00e7\u00e3o de vinhos finos org\u00e2nicos desde 2004. \u201cNosso foco \u00e9 sempre trabalhar a preven\u00e7\u00e3o de pragas, e quando h\u00e1 necessidade, aplicamos produtos naturais. Hoje, h\u00e1 uma ampla cadeia de insumos para produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica\u201d, explica a en\u00f3loga da propriedade, Izanete Tedesco. Em seus tr\u00eas hectares, ela produz r\u00f3tulos a partir das uvas Barbera e \u00a0Tempranillo, e pretende lan\u00e7ar em breve varietais de Petite Syrah, Rubi Cabernet, Sauvignon Blanc e Cabernet Sauvignon.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn3.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/7\/3\/csm_vinicola_terranova__1_fotos_de_euclides_neto_5a2cb0f9cd.jpg\" width=\"1000\" height=\"666\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><strong>Alto n\u00edvel de antioxidades e oligossacar\u00eddeos, que ajudam na sa\u00fade do intestino\u00a0<\/strong>(foto\/Euclides Neto\/divulga\u00e7\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o os mais saud\u00e1veis vinhos do Brasil<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 \u00e9 de conhecimento geral que uma ta\u00e7a de vinho por dia pode melhorar a sa\u00fade cardiovascular. O que nem todos sabem \u00e9 que essas bebidas, quando produzidas no Vale do S\u00e3o Francisco, t\u00eam um acr\u00e9scimo consider\u00e1vel em seus compostos ben\u00e9ficos ao cora\u00e7\u00e3o, como resveratrol, flavon\u00f3ides, antocianinas e procianidinas; al\u00e9m de oligossacar\u00eddeos que auxiliam no bom funcionamento do intestino.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Em pesquisas coordenadas pelo pesquisador Giuliano Pereira, nos \u00faltimos anos, entendeu-se que isso \u00e9 resultado de tr\u00eas fatores: altas temperaturas, radia\u00e7\u00e3o solar e poucas chuvas. Isso faria com que as uvas produzissem esses antioxidantes como forma de prote\u00e7\u00e3o.\u00a0J\u00e1 em estudo de Marcos de Lima, publicado na revista cient\u00edfica brit\u00e2nica Food Chemistry em julho deste ano, a luminosidade e as temperaturas amenas, em determinadas \u00e9pocas, fazem com que os compostos se concentrem ainda mais na bebida nordestina.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Um exemplo dessas altera\u00e7\u00f5es pode ser dado com a Syrah, considerada uma das uvas que melhor se adaptou a terroir da regi\u00e3o sanfranciscana. \u201cColhida no in\u00edcio do ano, quando a temperatura est\u00e1 quente, vai produzir vinhos com mais \u00e1lcool e mais taninos, mais jovens e que devem ser bebidos em at\u00e9 12 meses para obter a excel\u00eancia do seu sabor. No meio do ano, amadurece lentamente e ganha cor, taninos macios, acidez equilibrada e ser\u00e1 mais longevo. No final do ano, a Syrah \u00e9 ideal para espumantes jovens\u201d, exemplifica o professor do Instituto Federal do Sert\u00e3o Pernambucano (IF-Sert\u00e3o) na \u00e1rea de tecnologia de bebidas.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Passeios imperd\u00edveis pelas vin\u00edcolas do Vale do S\u00e3o Francisco<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Vin\u00edcola SantaMaria\/Rio Sol &#8211;<\/strong>\u00a0 A vin\u00edcola pertencente ao grupo D\u00e3o Sul possui v\u00e1rios pacotes para visita\u00e7\u00e3o. No roteiro Tradicional, por R$ 20, o visitante tem acesso guiado ao campo, f\u00e1brica e adega; faz degusta\u00e7\u00f5es dos vinhos e espumantes de entrada da Rio Sol e ganha uma ta\u00e7a de brinde. Dispon\u00edvel de segunda a sexta, 9h \u00e0s 11h e 14h \u00e0s 16h; e s\u00e1bado, das 9h \u00e0s 11h. Outra op\u00e7\u00e3o \u00e9 o P\u00f4r do Sol \u00e0s sextas-feiras (R$ 50), que inclui todos os itens da rota tradicional e inclui um passeio de catamar\u00e3 pelo Rio S\u00e3o Francisco, com opcional de transfer a partir de Petrolina (PE) por mais R$ 35. Aos s\u00e1bados, a vin\u00edcola promove o WineDay Rota dos Vinhos (R$ 160), com mais prova de uvas no campo, almo\u00e7o regional e transporte em \u00f4nibus de turismo a partir de Petrolina. Fazenda Planaltino, Rodovia PE-574, Km 8 Estrada da Uva e do Vinho. Lagoa Grande\/PE. (87) 3862-1616 ou (87) 99807-8475.\u00a0<a href=\"http:\/\/www.valeturismo.tur.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.valeturismo.tur.br\/<\/a>.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/6\/4\/csm_Vapor_do_Sao_Francisco_Foto_Divulgacao_26c0ef980c.jpg\" width=\"999\" height=\"666\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><strong>Passeio do Vapor do Vinho no Vale do S\u00e3o Francisco<\/strong>\u00a0(foto\/divulga\u00e7\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Vin\u00edcola Terranova &#8211;\u00a0<\/strong>Pertencente ao Grupo Miolo, a Terranova possui dois receptivos. O tradicional inclui um tour guiado por diversos setores da vin\u00edcola, como adega e destilaria, al\u00e9m de uma descontra\u00edda aula de degusta\u00e7\u00e3o deos vinhos e espumantes. Em seguida, voc\u00ea \u00e9 direcionado \u00e0 lojinha. Incluindo essas atividades, o Vapor do S\u00e3o Francisco (operado pela empresa Vapor do Vinho, R$ 160) inclui banho e passeio de barco pelo Lago de Sobradinho, com direito a almo\u00e7o e passagem r\u00e1pida pela Barragem de Sobradinho. Fazenda Ouro Verde \u2013 BR 235, Km 40, Santana do Sobrado, Casa Nova\/BA. (74) 3536-3972. Vapor do Vinho:\u00a0<a href=\"https:\/\/vapordosaofrancisco.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/vapordosaofrancisco.com<\/a>.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Vin\u00edcola Bianchetti &#8211;<\/strong>\u00a0Para conferir os vinhedos menores do lado pernambucano, a dica \u00e9 ir de carro at\u00e9 a Bianchetti. L\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel aprender sobre a produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica da vin\u00edcola diretamente com a en\u00f3loga e propriet\u00e1ria da empresa, a Izanete Bianchetti Tedesco. Ao final, \u00e9 claro, voc\u00ea pode experimentar os r\u00f3tulos da casa \u2013 especialmente os produzidos com as uvas Barbera e Tempranillo. O passeio custa R$ 15 e \u00e9 realizado sob agendamento de segunda a sexta-feira, das \u00a09h \u00e0s 15h; e aos s\u00e1bados, chegando at\u00e9 9h. Estrada dos Vermelhos, Zona Rural, S\/N, Lagoa Grande\/PE.\u00a0<a href=\"http:\/\/www.vinhosbianchetti.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.vinhosbianchetti.com.br<\/a>. (81) 4042-0008 ou (87) 99619-0040.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Vin\u00edcola Vinum Sancti Benedictus\u00a0 &#8211;\u00a0<\/strong>O processo mais artesanal de produ\u00e7\u00e3o de vinhos ocorre nesta pequena vin\u00edcola em Cura\u00e7\u00e1 (BA), fundada pelo sommelier e escritor Jos\u00e9 Figueiredo. No tour operado para visita\u00e7\u00e3o, o turista passa um fim de semana conhecendo detalhes do manejo das videiras, participa de uma colheita noturna e pisa de uvas, e ainda aproveita a natureza no Hotel Recanto Campestre, \u00e0s margens do S\u00e3o Francisco. Passeio: R$ 420, sempre no primeiro fim de semana do m\u00eas, com hospedagem e alimenta\u00e7\u00e3o inclusas na sexta e no s\u00e1bado. Transfer opcional. Contato\/Agendamento: (74) 99160 1427 ou\u00a0<a href=\"http:\/\/www.instagram.com\/vsbvinhos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.instagram.com\/vsbvinhos\/<\/a>.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Vinhos do vale para provar com aten\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>1. Rio Sol Gran Reserva Alicante Bouschet\u00a0 &#8211;\u00a0<\/strong>Imponente, com uma boca marcante, volumosa e elegante, passa por 9 meses em barrica carvalho franc\u00eas e \u00e9 ideal para ser provado com carnes vermelhas. 13% de \u00e1lcool. Pre\u00e7o m\u00e9dio: R$ 65 &#8211; os vinhos da Rio Sol podem ser encontrados no Consulado do Vale, que fica na Ladeira dos Aflitos, 56, Dois de Julho.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>2. VSB Malbec 2019\u00a0 &#8211;<\/strong>\u00a0Denso, l\u00edmpido, elegante e potente, com aromas de cereja negra, cacau e baunilha. Elaborado com uvas passificadas e sobremaduras, e com colheita, desengace, engarrafamento e enrolhamento manuais. Combina com pratos picantes e estruturados. Pre\u00e7o m\u00e9dio: R$ 90.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2019\/08\/23\/colagem_vinhos.jpg\" width=\"1000\" height=\"1000\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>3. Miolo Testardi Syrah 2017 &#8211;<\/strong>\u00a0 Aromas de fruta vermelhas maduras, mescladas com gengibre, noz moscada e nuances defumadas. Altamente estruturado e de m\u00e9dio volume em boca, devido \u00e0 precoce integra\u00e7\u00e3o da madeira, \u00e9 um vinho muito equilibrado, untuoso, de acidez refrescante e de longa persist\u00eancia em boca. Acompanha bem os preparos de carne t\u00edpicos de sert\u00e3o, como carneiro assado, buchada e carne de sol. 14% de \u00e1lcool. Pre\u00e7o m\u00e9dio: R$ 130 &#8211; os vinhos da Miolo podem ser encontrados nas unidades da Perini.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>4. Bianchetti Tempranillo 2016 \u00a0&#8211;\u00a0<\/strong>Org\u00e2nico, se mostra excelente para acompanhar carnes vermelhas gordurosas e queijos, a exemplo do provolone. Levemente adocicado no paladar e com taninos marcantes. 12% de \u00e1lcool. Pre\u00e7o m\u00e9dio: R$ 45.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>5. Miolo Terranova Brut Ros\u00e9\u00a0 &#8211;<\/strong>\u00a0O primeiro espumante brasileiro elaborado com a uva Grenache, vinificado pelo m\u00e9todo Charmat. Aroma limpo e intenso que lembra frutas vermelhas, morango, framboesa e cereja. 12% de \u00e1lcool. Pre\u00e7o m\u00e9dio: R$ 37.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Fonte:Correio<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudiosos explicam porque experimentar a produ\u00e7\u00e3o de vinhos do semi\u00e1rido baiano; safra garante tr\u00eas colheitas por ano<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":293286,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[4,6],"tags":[],"class_list":["post-293285","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/uvas-do-vale1.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/293285","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=293285"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/293285\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/293286"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=293285"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=293285"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=293285"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}