{"id":319759,"date":"2020-05-24T10:03:07","date_gmt":"2020-05-24T13:03:07","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=319759"},"modified":"2020-05-24T10:05:44","modified_gmt":"2020-05-24T13:05:44","slug":"319759-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/319759-2\/","title":{"rendered":"Economia do CE levar\u00e1 ao menos 2 anos para voltar a patamar pr\u00e9-crise"},"content":{"rendered":"<header class=\"c-article__header\">\n<div class=\"c-article__inner\">\n<div class=\"c-article__group\">\n<h1 class=\"c-article__heading\" style=\"text-align: justify;\"><\/h1>\n<div class=\"c-article__info\" style=\"text-align: justify;\">Por Bruno Cabral | Carolina Mesquita | Ingrid Coelho | Hugo Renan do Nascimento<\/div>\n<h2 class=\"c-article__subheading\" style=\"text-align: justify;\">Previs\u00e3o considera cen\u00e1rio em que nenhum outro evento que atrapalhe as condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas aconte\u00e7a a partir da reabertura das atividades. PIB do Cear\u00e1 dever\u00e1 cair mais que a m\u00e9dia nacional neste ano, estima economista<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"c-article__group\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"c-tools c-tools--editorial c-tools--editorial-article c-tools--editorial-negocios\">\n<div class=\"c-tools__item\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"l-content l-content--sidebar\">\n<div class=\"l-column\">\n<div class=\"c-article__main\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"c-article__photo-featured\">\n<figure class=\"media media--wide\">\n<div class=\"media__box\">\n<div class=\"media__container\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-319760 size-large\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/construcao-civil-620x349.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"349\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/construcao-civil-620x349.jpg 620w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/construcao-civil-300x169.jpg 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/construcao-civil-768x432.jpg 768w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/construcao-civil-160x90.jpg 160w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/construcao-civil-480x270.jpg 480w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/construcao-civil-640x360.jpg 640w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/construcao-civil.jpg 1440w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/div>\n<\/div><figcaption class=\"media__caption\">Elevado impacto na economia e menor risco de cont\u00e1gio levam a constru\u00e7\u00e3o civil \u00e0 primeira fase Segmento de energia gerada pelos pr\u00f3prios consumidores foi o mais afetado pela pandemia no setor.<span class=\"media__credit\">FOTO: FABIANE DE PAULA<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"c-article-tools c-article-tools--aside\">\n<div class=\"c-article-tools__actions\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"c-article-content\">\n<p>Apesar do plano de reabertura econ\u00f4mica cearense n\u00e3o prever em quanto tempo as atividades voltar\u00e3o \u00e0 capacidade produtiva de antes da<a href=\"https:\/\/diariodonordeste.verdesmares.com.br\/coronavirus\"><strong>\u00a0pandemia do novo coronav\u00edrus,<\/strong><\/a>\u00a0especialistas consultados pelo Sistema Verdes Mares apontam que ao menos dois anos ser\u00e3o necess\u00e1rios para que a atividade retome o patamar de antes da crise no Estado e no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>O projeto, ainda n\u00e3o apresentado pelo Governo Estadual, dividiu a reabertura em quatro fases, incluindo 12 setores primordiais para o rein\u00edcio. O governador Camilo Santana informou ontem (23) a expectativa de que o plano comece a ser implementado no Estado em 1\u00ba de junho, se at\u00e9 o fim do m\u00eas se confirmar a tend\u00eancia de estabiliza\u00e7\u00e3o dos casos de Covid-19.<\/p>\n<p>De acordo com o diretor da Faculdade de Economia, Administra\u00e7\u00e3o, Atu\u00e1ria e Contabilidade da Universidade Federal do Cear\u00e1 (Feaac-UFC), Paulo Matos, esse prazo de dois anos para a retomada da economia no patamar de antes do coronav\u00edrus deve ocorrer &#8220;em condi\u00e7\u00f5es normais&#8221;, caso nenhum outro evento venha a atrapalhar a economia. &#8220;At\u00e9 o fim de 2022, acreditando em anos normais, a gente conseguiria zerar a pancada de 2020&#8221;, pontua.<\/p>\n<p>Ele lembra que, para este ano, o Banco Central prev\u00ea que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cair\u00e1 mais de 5%. &#8220;E a economia cearense vai cair mais que a do Brasil este ano fatalmente, porque a economia do Cear\u00e1 possui uma composi\u00e7\u00e3o diferente, com um peso muito importante do com\u00e9rcio, do setor de servi\u00e7os e do turismo&#8221;, diz Matos, refor\u00e7ando que esses tr\u00eas setores foram fortemente afetados.<\/p>\n<p>&#8220;O turismo deve sofrer um baque permanente e vai precisar se reinventar. O turismo de neg\u00f3cios \u00e9 um setor que praticamente morreu&#8221;, avalia com preocupa\u00e7\u00e3o. Para o economista, cabe ao Executivo estadual refor\u00e7ar o trabalho de outras estrat\u00e9gias para uma inje\u00e7\u00e3o no perfil econ\u00f4mico do Cear\u00e1, al\u00e9m de garantir depend\u00eancia menor de recursos da Uni\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00f3s precisamos atrair recursos da iniciativa privada de fora do Brasil. Temos que mostrar que o Cear\u00e1 vai ser um dos estados mais juridicamente seguros para investir e prometer bons retornos. Quando a situa\u00e7\u00e3o normalizar, quem prometer os melhores retornos e os riscos mais baixos vai atrair esses neg\u00f3cios. O que o Cear\u00e1 precisa trabalhar \u00e9: mostrar que a gente prima por austeridade fiscal, que o Cear\u00e1 \u00e9 promissor&#8221;.<\/p>\n<p>De acordo com Jorge Lira, pr\u00f3-reitor de Pesquisa e P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da UFC, o plano de retomada elaborado pelo Governo do Estado trabalha com diversas possibilidades. &#8220;N\u00f3s, pesquisadores da UFC, e pessoas dos setores produtivos trabalhamos com cen\u00e1rios &#8211; mais prov\u00e1veis, menos prov\u00e1veis, mais leves e mais dr\u00e1sticos. Foram feitas proje\u00e7\u00f5es baseadas em evid\u00eancias sanit\u00e1rias e econ\u00f4micas&#8221;.<\/p>\n<p>Lira afirma tamb\u00e9m que foi dada devida aten\u00e7\u00e3o aos problemas estruturais, como o desemprego, por exemplo, e a quest\u00f5es relativas \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o. &#8220;A economia do Nordeste depende de transfer\u00eancia de recursos p\u00fablicos. O que precisa retomar primeiro, em termos de estrat\u00e9gia? \u00c9 mais f\u00e1cil a gente pensar em n\u00e3o perdermos empregos e em manter o abastecimento. O retorno n\u00e3o \u00e9 recuperar a capacidade produtiva, mas assegurar o m\u00ednimo de funcionamento das atividades&#8221;, acrescenta.<\/p>\n<p>Segundo Lira, a retomada da economia n\u00e3o depende s\u00f3 de um plano de reabertura, mas de v\u00e1rios fatores, como c\u00e2mbio e desemprego. &#8220;Existe uma crise, e o plano n\u00e3o permite retomar como estava. H\u00e1 quest\u00f5es aliadas \u00e0 pandemia que vinham indicando crises sistem\u00e1ticas no Brasil. A Uni\u00e3o j\u00e1 estava com baixa capacidade de investimento, por exemplo&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Setores<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Augusto Albuquerque, pr\u00f3-reitor de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e Desenvolvimento Institucional da UFC, a constru\u00e7\u00e3o civil foi apontada como um dos setores priorit\u00e1rios pela retomada devido ao grande impacto que tem na economia e ao menor risco de cont\u00e1gio pelo coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>&#8220;Eles j\u00e1 t\u00eam protocolos sanit\u00e1rios prontos. Assumiram n\u00e3o utilizar o transporte p\u00fablico. Nos chamou aten\u00e7\u00e3o porque, nessa \u00e9poca de elabora\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio, recebemos documentos desse setor. Eles j\u00e1 haviam feito benfeitorias nos canteiros de obras&#8221;, explica.<\/p>\n<p>De acordo com o presidente do Sindicato da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o Civil no Estado do Cear\u00e1 (Sinduscon), Patriolino Dias de Sousa, ser\u00e3o necess\u00e1rios at\u00e9 tr\u00eas dias para os canteiros se adaptarem para cumprir as novas normas sanit\u00e1rias.<\/p>\n<p>&#8220;Usaremos transporte particular ou vamos contratar \u00f4nibus ou vans para n\u00e3o haver contato entre as pessoas no transporte p\u00fablico. Todos v\u00e3o usar m\u00e1scara. A gente vai escalonar o hor\u00e1rio de almo\u00e7o, entrada e sa\u00edda de colaboradores. Vamos usar term\u00f4metros nas entradas das obras, que ter\u00e3o ainda lavat\u00f3rios e esta\u00e7\u00f5es de \u00e1lcool em gel, al\u00e9m de uma cartilha de orienta\u00e7\u00e3o para os funcion\u00e1rios. E vamos fornecer kits sanit\u00e1rios para eles levaram para casa&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o h\u00e1 um balan\u00e7o do preju\u00edzo das empresas da constru\u00e7\u00e3o no Estado. Patriolino ressalta, no entanto, que muitas s\u00e3o construtoras do Minha Casa Minha Vida Faixa 1, por exemplo. &#8220;Algumas empresas trabalham nesse segmento. Outros trabalham para incorpora\u00e7\u00e3o, que \u00e9 o mercado quem vai dizer quando vamos retomar. Mas \u00e9 fato que, infelizmente, j\u00e1 tivemos v\u00e1rias demiss\u00f5es. O mais importante \u00e9 saber se os empregos ser\u00e3o mantidos a partir dessa reabertura&#8221;, completa.<\/p>\n<p><strong>Energia<\/strong><\/p>\n<p>Na expectativa para o retorno das atividades, o Sindicato das Ind\u00fastrias de Energia e de Servi\u00e7os do Setor El\u00e9trico do Estado do Cear\u00e1 (Sindienergia) tamb\u00e9m preparou um plano com medidas preventivas voltadas aos trabalhadores do setor. Segundo Ribamar Carneiro, diretor executivo do Sindienergia, as medidas abrangem tanto colaboradores que atuam em atividades de campo como nos escrit\u00f3rios. Em um primeiro momento, o setor dever\u00e1 voltar com 40% da for\u00e7a de trabalho.<\/p>\n<p>Entre as a\u00e7\u00f5es, Carneiro destaca o distanciamento entre as pessoas, medidas de higiene pessoal, monitoramento de toda a for\u00e7a de trabalho, sinaliza\u00e7\u00e3o dos ambientes de trabalho e a\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o com todos os trabalhadores, para capacitar e informar dos riscos associados \u00e0 pandemia.<\/p>\n<p>&#8220;Neste per\u00edodo de covid-19, o setor de energia distribu\u00edda (gerada pelo pr\u00f3prio consumidor em sua propriedade) tem sido o maior prejudicado, com equipes paradas, provocando uma instabilidade nas empresas&#8221;, diz Carneiro. Das cerca de 60 empresas associadas, 70% s\u00e3o do segmento de energia distribu\u00edda, respons\u00e1vel por cerca de 2 mil empregos diretos no Estado.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise \u00e9 endossada por Jurandir Pican\u00e7o, consultor de energia da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Cear\u00e1 (Fiec) e presidente da C\u00e2mara Setorial de Energias Renov\u00e1veis. &#8220;O segmento de energia como um todo foi considerado essencial. A gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda ficou mais restritiva porque o pr\u00f3prio setor est\u00e1 paralisado, e as casas das pessoas est\u00e3o fechadas por causa do isolamento&#8221;, destaca.<\/p>\n<p><strong>Couros<\/strong><\/p>\n<p>Na expectativa de voltar ainda na primeira fase, o setor de couros diz estar preparado para retomar as atividades. Segundo a presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Curtimento de Couros e Peles no Estado do Cear\u00e1 (Sindicouros), Roseane Medeiros, o segmento est\u00e1 totalmente parado.<\/p>\n<p>&#8220;Embora a retomada v\u00e1 ser lenta, at\u00e9 porque o mercado mundial est\u00e1 muito parado, isso j\u00e1 vai ser um recome\u00e7o. Obviamente, v\u00e3o retornar os setores com menos riscos de cont\u00e1gio, e o industrial \u00e9 de baixo risco. As empresas, desde o come\u00e7o, elaboraram protocolos com muitos crit\u00e9rios e todos se preocuparam muito com a sa\u00fade dos seus colaboradores&#8221;, aponta.<\/p>\n<p>De acordo com Medeiros, as empresas est\u00e3o preparadas para retornar, principalmente, as exportadoras. &#8220;A demanda mundial est\u00e1 muito afetada. A It\u00e1lia \u00e9 um grande player e j\u00e1 est\u00e1 retornando \u00e0s atividade e entrando em uma certa estabilidade. No momento, n\u00e3o d\u00e1 para sinalizar quando a gente volta ao normal em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 demanda&#8221;, pontua.<\/p>\n<p><strong>Tecnologia<\/strong><\/p>\n<p>Na contram\u00e3o da maioria, o setor de tecnologia da informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o tem expandido durante a pandemia. Necess\u00e1rio para garantir as condi\u00e7\u00f5es que permitem o isolamento social, como o teletrabalho, o segmento n\u00e3o parou de funcionar e tem registrado crescimento, inclusive com contrata\u00e7\u00e3o de tempor\u00e1rios.<\/p>\n<p>&#8220;Aumentou a demanda por redes de internet, tanto por instala\u00e7\u00e3o quanto por manuten\u00e7\u00e3o. Temos conseguido atender de forma eficiente, inclusive temos recebido poucas reclama\u00e7\u00f5es dos consumidores&#8221;, ressalta Pedro Alfredo Neto, presidente do Sindicato das Ind\u00fastrias e Empresas de Instala\u00e7\u00e3o, Opera\u00e7\u00e3o e Manuten\u00e7\u00e3o de Redes, Equipamentos e Sistemas de Telecomunica\u00e7\u00f5es do Cear\u00e1 (Sindimest).<\/p>\n<p>Segundo ele, j\u00e1 s\u00e3o cerca de 4,5 mil empregados no setor em todo o Estado e foram contratados mais 5% como tempor\u00e1rios. &#8220;Esperamos que os que se destacam sejam aproveitados e efetivados quando passar esse momento&#8221;.<\/p>\n<p>Para Neto, a pandemia criou uma nova oportunidade de mercado e muitos neg\u00f3cios n\u00e3o dever\u00e3o voltar ao modelo anterior como redu\u00e7\u00e3o de gastos. &#8220;Mesmo com o retorno das equipes ao trabalho presencial, o que j\u00e1 implantamos n\u00e3o vai ser desfeito. Com a reabertura, a tend\u00eancia \u00e9 que fiquemos est\u00e1veis ou continuemos em expans\u00e3o&#8221;, projeta.<\/p>\n<p>Fonte: Di\u00e1rio do Nordeste<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<footer class=\"c-article__footer\">\n<div class=\"c-article-tools c-article-tools--footer\">\n<div class=\"tags\">\n<h3 class=\"tags__label\" style=\"text-align: justify;\"><\/h3>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/footer>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elevado impacto na economia e menor risco de cont\u00e1gio levam a constru\u00e7\u00e3o civil \u00e0 primeira fase Segmento de energia gerada pelos pr\u00f3prios consumidores foi o mais afetado pela pandemia no setor.FOTO: FABIANE DE PAULA<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":319760,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[6,11],"tags":[],"class_list":["post-319759","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-municipios","category-regional"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/construcao-civil.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/319759","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=319759"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/319759\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/319760"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=319759"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=319759"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=319759"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}