{"id":323614,"date":"2020-07-02T07:27:58","date_gmt":"2020-07-02T10:27:58","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=323614"},"modified":"2020-07-02T07:27:58","modified_gmt":"2020-07-02T10:27:58","slug":"tebas-o-negro-escravizado-que-marcou-a-arquitetura-de-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/tebas-o-negro-escravizado-que-marcou-a-arquitetura-de-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Tebas, o negro escravizado que marcou a arquitetura de S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<header class=\"a_h | col desktop_12 tablet_8 mobile_4\">\n<div id=\"article_header\" class=\"a_hg basic | \">\n<h1 class=\"a_t | font_secondary color_gray_ultra_dark \" style=\"text-align: justify;\"><\/h1>\n<h2 class=\"a_st font_secondary color_gray_dark \" style=\"text-align: justify;\">O trabalho de Joaquim Pinto de Oliveira chegou a ser apagado das p\u00e1ginas da hist\u00f3ria, mas ainda resiste ao tempo no centro da capital paulista<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"sb | width_full border_bottom border_5\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"sb_w | border_bottom border_1 padding_bottom flex\n          justify_space_between relative\"><\/p>\n<div class=\"flex container_row social-icons  horizontal  \"><\/div>\n<div class=\"flex container_row social-icons right-links horizontal  \"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\" data-fusion-collection=\"features\" data-fusion-type=\"article\/lead-art\"><\/div>\n<div class=\"a_by | margin_bottom_lg  \" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"a_auts flex flex_wrap \"><span class=\"a_aut | margin_bottom uppercase flex align_items_center \"><a class=\"a_aut_n | color_black\" title=\"Ver todas as not\u00edcias de Regiane Oliveira\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/autor\/regiane-oliveira\/\">REGIANE OLIVEIRA<\/a><\/span><\/p>\n<div class=\"flex container_row social-icons margin_left horizontal  small\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"\">\n<div class=\"a_pt | uppercase color_gray_medium_lighter \"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"a_w | col desktop_8 tablet_8 mobile_4\">\n<div class=\"a_b article_body | color_gray_dark\" style=\"text-align: justify;\">\n<figure class=\"lead_art |  \"><img decoding=\"async\" class=\"block width_full\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/2ysbmHy1Yh7YD0tzsBRHCGcjrg4=\/1500x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/DXL7LGKPLNAYVAFFCLJIXLDT5E.PNG\" alt=\"A Matriz da S\u00e9, em foto de Milit\u00e3o Augusto\nde Azevedo, d\u00e9cada de 1860 reproduzida no livro 'Tebas, um negro arquiteto na S\u00e3o Paulo escravocrata'.\" \/><figcaption class=\"f_c | color_gray_medium border_bottom border_1 border_gray padding_vertical text_align_right\">A Matriz da S\u00e9, em foto de Milit\u00e3o Augusto de Azevedo, d\u00e9cada de 1860 reproduzida no livro &#8216;Tebas, um negro arquiteto na S\u00e3o Paulo escravocrata&#8217;.<span class=\"f_a | color_black margin_left uppercase light\"><span class=\"author\">REPRODU\u00c7\u00c3O<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p class=\"\"><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Tebas_(arquiteto)\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">Joaquim Pinto de Oliveira<\/a>\u00a0(1721-1811), mais conhecido como Tebas, foi um homem escravizado cuja contribui\u00e7\u00e3o para a arquitetura\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/sao-paulo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">S\u00e3o Paulo\u00a0<\/a>passou por um\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/historia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">processo de apagamento<\/a>. At\u00e9 pouco tempo, sua pr\u00f3pria identidade era considerada uma lenda. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida, no entanto, sobre a import\u00e2ncia de seu trabalho, que resiste ao tempo no centro da capital paulista nas fachadas da\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Igreja_da_Ordem_Terceira_do_Carmo_(S%C3%A3o_Paulo)\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">Igreja da Ordem 3\u00aa do Carmo<\/a>\u00a0e da<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Igreja_das_Chagas_do_Ser%C3%A1fico_Pai_S%C3%A3o_Francisco\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">\u00a0Igreja das Chagas do Ser\u00e1fico Pai S\u00e3o Francisco<\/a>.<\/p>\n<p class=\"\">Nascido na Vila de Santos, no litoral paulista, filho de Clara Pinta de Ara\u00fajo, Tebas foi levado para a capital do Estado por um mestre-pedreiro portugu\u00eas, Bento de Oliveira Lima, que detinha sua propriedade juntamente com sua esposa, Antonia Maria Pinta, de quem, possivelmente, assumiu o sobrenome.<\/p>\n<section class=\"more_info | border_1 border_top pull_right\">&nbsp;<\/p>\n<\/section>\n<p class=\"\">Mestre de cantaria,<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Cantaria\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">\u00a0o of\u00edcio de talhar blocos de rocha bruta para a constru\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios<\/a>, Tebas foi fundamental na moderniza\u00e7\u00e3o de uma S\u00e3o Paulo constru\u00edda basicamente com taipa, a t\u00e9cnica de utilizar barro para moldar edifica\u00e7\u00f5es. Seu trabalho foi explorado por diversas ordens religiosas como beneditinos, franciscanos, carmelitas e cat\u00f3licos na ornamenta\u00e7\u00e3o de igrejas, como o Mosteiro de S\u00e3o Bento e a antiga Catedral da S\u00e9.<\/p>\n<p class=\"\">As documenta\u00e7\u00f5es sobre sua alforria s\u00e3o contradit\u00f3rias e diferem conforme o narrador. H\u00e1 quem defenda que Tebas conseguiu sua alforria entre 1777 e 1778, ap\u00f3s uma a\u00e7\u00e3o judicial movida contra a vi\u00fava de Lima. Outros enfatizam que Tebas trabalhava com um grau de autonomia \u2015 na condi\u00e7\u00e3o de liberto condicional \u2015, assinando contratos, o que o levou a comprar sua liberdade em troca de projetos. H\u00e1 tamb\u00e9m relatos de que teria sido alforriado em testamento pelo empreiteiro Bento Lima.<\/p>\n<p class=\"\">Um de seus trabalhos mais importantes, o Chafariz da Miseric\u00f3rdia, erguido no que \u00e9 hoje a rua Direita, no centro da capital, foi demolido em 1866. Trata-se do primeiro chafariz p\u00fablico da cidade, constru\u00eddo quando Tebas j\u00e1 estava alforriado, que tinha um sistema que canalizava as \u00e1guas do ribeir\u00e3o Anhangaba\u00fa. Era ali que escravizados se reuniam para buscar \u00e1gua e abastecer as casas de seus senhores.<\/p>\n<figure class=\"f | margin_top\"><img decoding=\"async\" class=\"block width_full\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/gPXUgZAI1WsvY4PWwwADc1DhUPw=\/1500x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/KHCRMXD3SJBR7LKAD2BP743ZRE.PNG\" alt=\"Chafariz da Miseric\u00f3rdia. Imagem de Jos\u00e9 Whasth Rodrigues, (1871-1957)\" \/><figcaption class=\"f_c | border_bottom border_1 border_gray_ultra_light_warm text_align_right padding_vertical color_gray_medium\">Chafariz da Miseric\u00f3rdia. Imagem de Jos\u00e9 Whasth Rodrigues, (1871-1957)<span class=\"f_a | color_black margin_left uppercase light\"><span class=\"author\">REPRODU\u00c7\u00c3O<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p class=\"\">H\u00e1 relatos de que seu nome se tornou uma express\u00e3o popular de algu\u00e9m que sabia fazer de tudo. Dizia-se \u00e0 epoca: \u201cfulano \u00e9 um Tebas\u201d, como elogio, segundo pesquisadores. Por\u00e9m, um s\u00e9culo depois havia d\u00favidas se ele realmente teria existido. Essa era a pergunta de um artigo sobre a hist\u00f3ria do bairro da S\u00e9, no centro da capital, publicado pela Prefeitura de S\u00e3o Paulo em 1971, conforme relata a historiadora Emma Young, no livro\u00a0<a href=\"https:\/\/www.causp.gov.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Livro-Tebas.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\"><i>Tebas, um negro arquiteto na S\u00e3o Paulo escravocrata<\/i><\/a>, lan\u00e7ado em 2019. Organizado pelo jornalista e escritor Abilio Ferreira em parceria com outros pesquisadores, a obra faz parte de um esfor\u00e7o para tirar do esquecimento o legado do mestre da cantaria.<\/p>\n<p class=\"\">\u201cTebas est\u00e1 para o s\u00e9culo XVIII assim como\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Lu%C3%ADs_Gama\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">Luiz Gama<\/a>\u00a0est\u00e1 para o XIX. Ambos, por\u00e9m, pelo significado de suas exist\u00eancias, transcendem a \u00e9poca em que viveram\u201d, escreve Ferreira. Gama, um homem nascido livre \u2015 que foi vendido aos 10 anos pelo pr\u00f3prio pai em Salvador \u2015, foi um autodidata que conseguiu provar a ilegalidade de sua pr\u00f3pria escravid\u00e3o, tornando-se um proeminente jornalista e escritor abolicionista. Ele libertou, por via judicial, mais de 500 escravos, e foi reconhecido em 2010 como advogado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A homenagem serviu de inspira\u00e7\u00e3o para que o historiador\u00a0<a href=\"http:\/\/www.letras.ufmg.br\/literafro\/autores\/386-ramatis-jacino\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">Ramatis Jacino<\/a>, ativista do movimento negro, cobrasse o mesmo reconhecimento de Tebas.<\/p>\n<figure class=\"f | margin_top\"><img decoding=\"async\" class=\"block width_full\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/U4Je_vIEHusqzepGk0jietdtvdM=\/1500x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/44DYGSF6CBBTXJSJV7RER5WHK4.png\" alt=\"Homenagem feita pelo Google ao arquiteto brasileiro Tebas.\" \/><figcaption class=\"f_c | border_bottom border_1 border_gray_ultra_light_warm text_align_right padding_vertical color_gray_medium\">Homenagem feita pelo Google ao arquiteto brasileiro Tebas.<span class=\"f_a | color_black margin_left uppercase light\"><span class=\"author\">REPRODU\u00c7\u00c3O GOOGLE<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p class=\"\">\u201cInvisibilizar a contribui\u00e7\u00e3o de africanos e seus descendentes e de ind\u00edgenas na constru\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, na organiza\u00e7\u00e3o social e pol\u00edtica, assim como na produ\u00e7\u00e3o cultural da na\u00e7\u00e3o brasileira foi (e continua sendo) parte do projeto de domina\u00e7\u00e3o \u00e9tnica e de classes\u201d, escreve Jacino, no cap\u00edtulo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.causp.gov.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Livro-Tebas.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\"><i>Tebas e o legado africano na produ\u00e7\u00e3o da riqueza e na urbaniza\u00e7\u00e3o paulistana<\/i><\/a><i>, do livro sobre o construtor<\/i>. O pesquisador destaca que, \u201cpara al\u00e9m da extraordin\u00e1ria fortuna gerada pelo seu trabalho for\u00e7ado, os africanos e seus descendentes legaram um conjunto de conhecimentos cient\u00edficos e tecnol\u00f3gicos, determinantes para a gera\u00e7\u00e3o daquela fortuna\u201d.<\/p>\n<p class=\"\">Tebas morreu em 11 de janeiro de 1811, aos 90 anos e foi sepultado na\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Igreja_S%C3%A3o_Gon%C3%A7alo_(S%C3%A3o_Paulo)\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">Igreja de S\u00e3o Gon\u00e7alo<\/a>, localizada na Pra\u00e7a Jo\u00e3o Mendes, centro de S\u00e3o Paulo. Sua hist\u00f3ria se tornou um samba escrito em 1974 pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Geraldo_Filme\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">cantor e compositor Geraldo Filme<\/a>, um militante do movimento negro, que reivindicava, j\u00e1 naquela \u00e9poca, a mem\u00f3ria do construtor como figura fundadora da moderniza\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, conta o pesquisador Carlos Gutierrez Cerqueira Pesquisador, do Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN), no livro que reconstr\u00f3i a mem\u00f3ria e Tebas.<\/p>\n<p class=\"\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=r0oSLzncRew&amp;fbclid=IwAR2hcIq_ll4gLriWmYTgZURT8ZWKRxPGEFgQx4vFN1jRx0tEeE21eFwQ3sk\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\"><i><b>Samba: Tebas, o escravo<\/b><\/i><\/a><\/p>\n<p class=\"\"><i>Tebas, negro escravo<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>Profiss\u00e3o: Alvenaria<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>Construiu a velha S\u00e9<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>Em troca pela carta de alforria<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>Trinta mil ducados que lhe deu padre Justino<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>Tornou seu sonho realidade<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>Da\u00ed surgiu a velha S\u00e9<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>Que hoje \u00e9 o marco zero da cidade<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>Exalto no cantar de minha gente<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>A sua lenda, seu passado, seu presente<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>Pra\u00e7a que nasceu do ideal<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>E bra\u00e7o escravo<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>\u00c9 pra\u00e7a do povo Velho rel\u00f3gio, encontro dos namorados<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>Me lembro ainda do bondinho de tost\u00e3o<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>Engraxate batendo a lata de graxa<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>E camel\u00f4 fazendo preg\u00e3o<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>O tira-teima do sambista do passado<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>Bixiga, Barra Funda e Lava-P\u00e9s<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>O jogo da tiririca era formado<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>O ruim ca\u00eda e o bom ficava de p\u00e9<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>No meu S\u00e3o Paulo, oi lel\u00ea, era moda<\/i><\/p>\n<p class=\"\"><i>Vamos na S\u00e9 que hoje tem samba de roda.<\/i><\/p>\n<p class=\"\">O livro\u00a0<a href=\"https:\/\/www.causp.gov.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Livro-Tebas.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\"><i><b>Tebas, um negro arquiteto na S\u00e3o Paulo escravocrata<\/b><\/i><\/a>\u00a0est\u00e1 dispon\u00edvel gratuitamente\u00a0<a href=\"https:\/\/www.causp.gov.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Livro-Tebas.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">aqui<\/a>, no site do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<\/div>\n<aside class=\"a_tp | border_top_dotted border_bottom_dotted border_gray border_1 border_top border_bottom\">\n<div class=\"a_tp_w | flex container_column_mobile justify_space_between\">\n<div class=\"a_tp_c | flex align_items_center justify_center\" style=\"text-align: justify;\">Adere a<\/div>\n<\/div>\n<\/aside>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O trabalho de Joaquim Pinto de Oliveira chegou a ser apagado das p\u00e1ginas da hist\u00f3ria, mas ainda resiste ao tempo no centro da capital paulista<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":323616,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[327,6],"tags":[],"class_list":["post-323614","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-multimidia","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/igreja-da-se.png","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/323614","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=323614"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/323614\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/323616"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=323614"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=323614"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=323614"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}