{"id":32606,"date":"2013-12-10T07:02:35","date_gmt":"2013-12-10T10:02:35","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=32606"},"modified":"2013-12-10T07:02:35","modified_gmt":"2013-12-10T10:02:35","slug":"surge-nova-denuncia-contra-a-desembargadora-telma-britto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/surge-nova-denuncia-contra-a-desembargadora-telma-britto\/","title":{"rendered":"Surge nova den\u00fancia contra a desembargadora Telma Britto"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">Daniela Pereira<\/span><\/h1>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">Mais um esc\u00e2ndalo envolvendo o Tribunal de Justi\u00e7a da Bahia (TJ-BA) vem \u00e0 tona. De acordo com o Radar on-line da Veja, desta vez o Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ) recebeu den\u00fancias de que na \u00e9poca da gest\u00e3o da ex-presidente, a desembargadora Telma Britto, o tribunal teria comprado por R$ 15 milh\u00f5es, sem licita\u00e7\u00e3o, um pr\u00e9dio para funcionar como um anexo da Corte, em mar\u00e7o de 2011. Meses depois, o TJ teria cedido o im\u00f3vel ao governo do estado e recebido outro im\u00f3vel com documenta\u00e7\u00e3o irregular.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"HOTWordsTxt\">\n<p>Segundo a coluna, a troca de im\u00f3veis foi realizada oito meses ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o da compra por parte do TJ-BA. O documento cedido pelo governo estadual n\u00e3o apresentava documentos regulares e estaria localizado a 30 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia do pr\u00e9dio rec\u00e9m- comprado. Al\u00e9m disso, o atual presidente do Tribunal, M\u00e1rio Alberto Hirs, foi afastado do cargo por suspeitas de liberar indeniza\u00e7\u00f5es de precat\u00f3rios superfaturadas.<\/p>\n<p>Enquanto isso, Eserval Rocha, presidente eleito do TJ, em exerc\u00edcio na fun\u00e7\u00e3o, baixou decretos contra o nepotismo na Casa, exonerando o respons\u00e1vel pelo N\u00facleo de Precat\u00f3rios. Com o decreto, Eserval cumpre a Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 181 (17\/10\/2013) do CNJ, que busca impedir o nepotismo cruzado no Tribunal.<\/p>\n<p>Sobre as acusa\u00e7\u00f5es, a assessoria do TJ ressaltou, por telefone, que a afirma\u00e7\u00e3o de que o pr\u00e9dio doado pelo governo estadual tem documenta\u00e7\u00e3o irregular n\u00e3o procede e foi \u201cfundamentada em fofocas\u201d. A assessoria do Tribunal ainda informou que o pr\u00e9dio foi comprado com valor abaixo do mercado, por\u00e9m desconhece que a documenta\u00e7\u00e3o esteja irregular. Em nota, o \u00f3rg\u00e3o afirmou que \u201ca mat\u00e9ria est\u00e1 em aprecia\u00e7\u00e3o no Conselho Nacional de Justi\u00e7a e, em respeito \u00e0 coisa julgada, o Tribunal de Justi\u00e7a do Estado da Bahia s\u00f3 far\u00e1 algum pronunciamento ap\u00f3s apura\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Os esc\u00e2ndalos envolvendo o Tribunal t\u00eam sido frequentes. Segundo interpreta\u00e7\u00e3o do CNJ, a partir das verifica\u00e7\u00f5es realizadas em abril deste ano no TJ-BA, os desembargadores M\u00e1rio Alberto Hirs e Telma Britto \u201cperderam o controle sobre julgamento e pagamento de precat\u00f3rios, o que teria levado a um preju\u00edzo de R$ 448 milh\u00f5es ao er\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p>Fonte: Tribuna<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais um esc\u00e2ndalo envolvendo o Tribunal de Justi\u00e7a da Bahia (TJ-BA) vem \u00e0 tona. 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