{"id":33155,"date":"2013-12-13T04:55:05","date_gmt":"2013-12-13T07:55:05","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=33155"},"modified":"2013-12-13T04:55:05","modified_gmt":"2013-12-13T07:55:05","slug":"dilma-enfrenta-vaias-em-premio-de-direitos-humanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/dilma-enfrenta-vaias-em-premio-de-direitos-humanos\/","title":{"rendered":"Dilma enfrenta vaias em pr\u00eamio de Direitos Humanos"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<h2><a title=\"Dilma enfrenta vaias em pr\u00eamio de Direitos Humanos\" href=\"http:\/\/www.folhape.com.br\/blogdafolha\/?p=142610\" rel=\"bookmark\">\u00a0<\/a><\/h2>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>A presidente Dilma Rousseff (PT), entre vaias e aplausos, citou sua experi\u00eancia durante a ditadura militar para condenar nesta quinta-feira (12) a pr\u00e1tica de tortura. A petista discursou durante a 19\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Pr\u00eamio de Direitos Humano, em Bras\u00edlia. O clima era de tens\u00e3o entre militantes do setor. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Folha de S. Paulo.<\/p>\n<p>\u201cEu, que experimentei a tortura, sei o que ela significa de desrespeito a mais elementar condi\u00e7\u00e3o de humanidade de uma pessoa. Estamos determinados a mudar este quadro\u201d, afirmou a presidente, num dos poucos momentos em que sua fala n\u00e3o foi encoberta pelos gritos dos presentes.<\/p>\n<p>\u201cApesar de termos ratificado a conven\u00e7\u00e3o das na\u00e7\u00f5es unidas contra a tortura (\u2026) \u00e9 necess\u00e1rio reconhecer que a tortura continua\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>A presidente e seus ministros foram recebidos pela plateia entre aplausos e vaias. Houve momentos em que um grupo dirigiu vaias a Dilma e a ministros presentes, enquanto outros a aplaudiam e gritavam seu nome.<\/p>\n<p>Outro grupo, de mascarados, chegou a ser detido pelos seguran\u00e7as locais com cartazes. Depois, alguns manifestantes portando papeis contra a Pol\u00edcia Militar teve a entrada limitada, mas foi liberado ao in\u00edcio da solenidade.<\/p>\n<p>Enquanto a ministra de Direitos Humanos, Maria do Ros\u00e1rio, discursava e condenou a pr\u00e1tica \u201cde qualquer ato violento\u201d, esse \u00faltimo grupo dirigiu vaias ao seu discurso. Depois, na fala de Dilma, voltou a gritar palavras de ordem contra a pol\u00edcia.<\/p>\n<p>Integrantes do grupo foram questionados pela publica\u00e7\u00e3o, mas evitaram falar. Disseram que estavam junto com pessoas ligadas a D\u00e9bora Maria da Silva, fundadora do movimento M\u00e3es de Maio, composto por familiares de v\u00edtimas de viol\u00eancia praticada pelo Estado. Ela foi uma das homenageadas no evento.<\/p>\n<p>A presidente assinou, durante a solenidade, decreto que define diretrizes de preven\u00e7\u00e3o e combate \u00e0 tortura. O documento cria um comit\u00ea de preven\u00e7\u00e3o e combate \u00e0 tortura e incentiva a implementa\u00e7\u00e3o de mecanismos contra esse tipo de viol\u00eancia.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A presidente Dilma Rousseff (PT), entre vaias e aplausos, citou sua experi\u00eancia durante a ditadura militar para condenar nesta quinta-feira (12) a pr\u00e1tica de tortura. A petista discursou durante a 19\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Pr\u00eamio de Direitos Humano, em Bras\u00edlia. O clima era de tens\u00e3o entre militantes do setor. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Folha de S. 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