{"id":340575,"date":"2020-12-10T04:50:17","date_gmt":"2020-12-10T07:50:17","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=340575"},"modified":"2020-12-10T04:50:17","modified_gmt":"2020-12-10T07:50:17","slug":"a-historia-do-album-nazista-feito-com-pele-humana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/a-historia-do-album-nazista-feito-com-pele-humana\/","title":{"rendered":"A hist\u00f3ria do \u00e1lbum nazista feito com pele humana\u00a0"},"content":{"rendered":"<h1><\/h1>\n<p class=\"lead\"><strong>Al\u00e9m de exalar um odor, o livro tinha linhas semelhantes a cabelos e marcas que pareciam tatuagens<\/strong><\/p>\n<p class=\"autor\">\n<div class=\"addthis_inline_share_toolbox\" data-url=\"https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/noticias\/reportagem\/horrores-do-holocausto-a-triste-historia-do-album-nazista-feito-com-pele-humana.phtml?utm_source=pushnews&amp;utm_medium=pushnotification\" data-title=\"Horrores do Holocausto: A triste hist\u00f3ria do \u00e1lbum nazista feito com pele humana\" data-description=\"Al\u00e9m de exalar um odor, o livro tinha linhas semelhantes a cabelos e marcas que pareciam tatuagens\">\n<div id=\"atstbx\" class=\"at-resp-share-element at-style-responsive addthis-smartlayers addthis-animated at4-show\" role=\"region\" aria-labelledby=\"at-34590667-53c1-4df1-815a-e1b4c9206bbb\"><span id=\"at-34590667-53c1-4df1-815a-e1b4c9206bbb\" class=\"at4-visually-hidden\"><\/span><\/p>\n<div class=\"at-share-btn-elements\">Por: F\u00e1bio Previdelli<\/div>\n<div><\/div>\n<div class=\"at-share-btn-elements\"><img decoding=\"async\" class=\"img-fluid\" src=\"https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/media\/_versions\/segunda_guerra\/20200121_album_3ohucn6imphcvqckhzpy_widelg.jpg\" alt=\"O \u00e1lbum junto a carteira, ambos confeccionados com pele humana\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<figure class=\"img-lead\"><figcaption>O \u00e1lbum junto a carteira, ambos confeccionados com pele humana &#8211; Museu de Auschwitz<\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"artigo_texto\">\n<p><strong>Pawel\u00a0Krzaczkowski<\/strong>\u00a0\u00e9 um grande colecionador de arte polon\u00eas. Durante uma de suas visitas a uma feirinha de antiguidades,\u00a0<strong>Krzaczkowski<\/strong>\u00a0comprou um \u00e1lbum de fotografias que foram captadas durante a\u00a0<a href=\"https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/noticias\/reportagem\/noor-inayat-khan-a-impressionante-historia-da-cobicada-espia-da-segunda-guerra.phtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Segunda Guerra Mundial<\/a>.<\/p>\n<p>At\u00e9 a\u00ed, as coisas pareciam normais. Por\u00e9m, depois de um tempo, ele come\u00e7ou a notar certas peculiaridades na obra: al\u00e9m de exalar um odor, o livro apresentava linhas semelhantes a cabelos e algumas irregularidades em sua pintura, isso sem contar marcas que mais pareciam tatuagens.<\/p>\n<p>Com todas essas particularidades, ele resolveu enviar o livro para que o Museu de Auschwitz o avaliasse.\u00a0Foi a partir disso que veio a grande surpresa. Especialistas do Museu conclu\u00edram que a capa foi feita de pele humana.<\/p>\n<div class=\"injected_arroba mb-2 mx-auto\">\n<div id=\"banner-300x250-2-area\" data-mobile=\"300x250\" data-desktop=\"300x250\" data-google-query-id=\"CJ_h3avYwe0CFVgyuQYdiZQIIg\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/8804\/parceiros\/aventuras_na_historia_2__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<figure class=\"image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/media\/uploads\/1-1-1280x720.jpeg\" alt=\"\" \/><figcaption>Os cantos da capa eram texturizados e prensados com pele de prisioneiros \/ Cr\u00e9dito: Museu de Auschwitz<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os tra\u00e7os que pareciam cabelo eram pelos humanos, e os desenhos realmente eram tatuagens. O tecido usado no encadernamento do livro, de acordo com o Museu, veio, provavelmente, de um prisioneiro assassinado no campo de concentra\u00e7\u00e3o de Buchenwald, no leste da Alemanha.<\/p>\n<p>A autenticidade da capa foi constatada quando os especialistas compararam o livro com um bloco de notas que o Museu guardava que tamb\u00e9m havia sido feito a partir da pele de v\u00edtimas do\u00a0<a href=\"https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/noticias\/reportagem\/muito-antes-do-holocausto-ilha-do-tubarao-o-primeiro-campo-de-concentracao-alemao.phtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Holocausto<\/a>.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das semelhan\u00e7as nas apar\u00eancias, as capas tinham n\u00edveis similares de poliamida 6 e poliamida 6.6 \u2014 pol\u00edmero usado na produ\u00e7\u00e3o de fibra sint\u00e9tica que surgiu, por volta, de 1935. A encaderna\u00e7\u00e3o foi feita com a pele junto ao nylon e eram usadas apenas internamente nos campos de concentra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/media\/uploads\/segunda_guerra\/1024px-buchenwald-j-rouard-24.jpg\" alt=\"\" \/><figcaption>Cole\u00e7\u00e3o de peda\u00e7os de peles tatuadas em Buchenwald \/ Cr\u00e9dito: Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAs informa\u00e7\u00f5es nos permitem determinar quando a capa foi criada.\u00a0Durante a Segunda Guerra Mundial, visto que\u00a0os poliamidas\u00a0eram uma novidade t\u00e9cnica e o acesso a elas era limitado\u201d, explicou a\u00a0chefe das cole\u00e7\u00f5es do Museu de Auschwitz,\u00a0<strong>El\u017cbieta\u00a0Cajzer<\/strong>, em\u00a0<a href=\"http:\/\/auschwitz.org\/en\/museum\/news\/a-unique-cover-historical-proof-of-the-crime-,1406.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">comunicado<\/a>.<\/p>\n<p>O \u00e1lbum guardava mais de 100 fotografias, em sua maioria de paisagens, e diversos cart\u00f5es postais. A cole\u00e7\u00e3o pertencia a uma fam\u00edlia b\u00e1vara que tinha uma pens\u00e3o numa cidade voltada para atender pacientes durante a Segunda Guerra.<\/p>\n<p>Pesquisadores especulam que o \u00e1lbum chegou at\u00e9 eles como um presente dado por um guarda do campo de\u00a0Buchenwald. Al\u00e9m da identifica\u00e7\u00e3o do livro, o Museu classificou o achado como \u201csem d\u00favidas, uma prova de um crime contra a humanidade\u201d.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/media\/uploads\/segunda_guerra\/ilse_koch.jpg\" alt=\"\" \/><figcaption>A nazista Ilse Koch \/ Cr\u00e9dito: Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"injected_arroba mb-2 mx-auto\">\n<div id=\"banner-300x250-5-area\" data-mobile=\"300x250\" data-desktop=\"300x250\" data-google-query-id=\"CKLh3avYwe0CFVgyuQYdiZQIIg\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/8804\/parceiros\/aventuras_na_historia_5__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Sobre a pr\u00e1tica de usar pele humana para encapar livros,\u00a0<strong>Cajzer<\/strong>\u00a0explica que \u201co uso de pele humana como material de produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 diretamente associado \u00e0 figura de\u00a0<strong>Ilse Koch<\/strong>, que, junto de seu marido, escreveu seu nome na hist\u00f3ria como a assassina do campo de Buchenwald\u201d.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s todas essas confirma\u00e7\u00f5es,\u00a0<strong>Krzaczkowski\u00a0<\/strong>doou o livro para o Museu de Auschwitz.<\/p>\n<p><strong>Mortes em Buchenwald\u00a0<\/strong><\/p>\n<div class=\"injected_arroba mb-2 mx-auto\">\n<div id=\"banner-300x250-6-area\" data-mobile=\"300x250\" data-desktop=\"300x250\" data-google-query-id=\"CKPh3avYwe0CFVgyuQYdiZQIIg\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/8804\/parceiros\/aventuras_na_historia_6__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>De acordo com a\u00a0<a href=\"https:\/\/encyclopedia.ushmm.org\/content\/pt-br\/article\/buchenwald\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Enciclop\u00e9dia do Holocausto<\/a>, do Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos,\u00a0Buchenwald\u00a0foi um dos maiores campos de concentra\u00e7\u00e3o criado pelos nazistas. Sua abertura ocorreu em 1937, quando passou a acomodar somente homens. At\u00e9 o final de 1943 ou in\u00edcio de 1944, as mulheres detidas n\u00e3o ficavam l\u00e1.<\/p>\n<p>O campo principal, Buchenwald, era cercado com arame farpado eletrificado, torres de vigil\u00e2ncia e uma rede de sentinelas armadas com metralhadoras autom\u00e1ticas.<\/p>\n<p>J\u00e1 \u00e1rea de deten\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m conhecida como Bunker, ficava na entrada do campo principal. Por l\u00e1, os agentes das SS frequentemente fuzilavam prisioneiros nos est\u00e1bulos ou os enforcavam na \u00e1rea do cremat\u00f3rio.<\/p>\n<div class=\"injected_arroba mb-2 mx-auto\">\n<div id=\"banner-300x250-7-area\" data-mobile=\"300x250\" data-desktop=\"300x250\" data-google-query-id=\"CKTh3avYwe0CFVgyuQYdiZQIIg\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/8804\/parceiros\/aventuras_na_historia_7__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<figure class=\"image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/media\/uploads\/segunda_guerra\/1024px-portao_de_entrada_buchenwald.jpg\" alt=\"\" \/><figcaption>Port\u00e3o de entrada de Buchenwald \/ Cr\u00e9dito: Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A maioria dos detentos era formada por prisioneiros pol\u00edticos. Por\u00e9m, ap\u00f3s a\u00a0<a href=\"https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/noticias\/reportagem\/nao-sai-da-memoria-como-margot-bina-rotstein-sobreviveu-ao-ponto-de-partida-do-holocausto.phtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Noite dos Cristais<\/a>, os agentes da SS enviaram cerca de 10 mil judeus para o local. Al\u00e9m desses dois grupos \u2014 judeus e prisioneiros pol\u00edticos \u2014, o campo tamb\u00e9m \u2018abrigou\u2019 criminosos reincidentes, Testemunhas de Jeov\u00e1, ciganos e desertores alem\u00e3es.<\/p>\n<p>Em seus \u00faltimos dias, o campo tamb\u00e9m teve prisioneiros de guerra de diversas nacionalidades, combatentes da resist\u00eancia, ex-dirigentes importantes dos pa\u00edses ocupados pelos alem\u00e3es e oper\u00e1rios estrangeiros, que realizavam trabalhos for\u00e7ados.<\/p>\n<p><strong>Experimentos m\u00e9dicos<\/strong><\/p>\n<p>A partir de 1941, o local tamb\u00e9m passou por um programa diversificado de experi\u00eancias m\u00e9dicas com os prisioneiros, que tinham como objetivo testar a efic\u00e1cia de vacinas e tratamentos de doen\u00e7as contagiosas, como o tifo, a febre\u00a0tif\u00f3ide, a c\u00f3lera e a difteria. As experi\u00eancias resultaram em centenas de mortes.<\/p>\n<p>Tr\u00eas anos depois, em 44,\u00a0m\u00e9dico dinamarqu\u00eas\u00a0<strong>Dr. Carl\u00a0Vaernet<\/strong> iniciou uma s\u00e9rie de experi\u00eancias de transplantes hormonais que, segundo ele, trariam a &#8220;cura&#8221; para detentos homossexuais.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/media\/uploads\/segunda_guerra\/bundesarchiv_bild_183-1983-0825-303_gedenkstatte_buchenwald_wachturm_stacheldrahtzaun.jpg\" alt=\"\" \/><figcaption>Uma torre de observa\u00e7\u00e3o em Buchenwald \/ Cr\u00e9dito: Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda naquele ano,\u00a0Buchenwald\u00a0recebeu um complexo \u201cespecial\u201d para receber prisioneiros pol\u00edticos alem\u00e3es famosos, como \u00e9 o caso de<strong>\u00a0Ernst\u00a0Thaelmann<\/strong>, presidente do conselho do Partido Comunista Alem\u00e3o antes de Hitler ascender ao poder em 1933.\u00a0<strong>Thaelmann<\/strong>\u00a0foi assassinado por l\u00e1 em gosto de 1944.<\/p>\n<p><strong>Liberta\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>No in\u00edcio de abril de 1945, com a aproxima\u00e7\u00e3o das tropas americanas, os alem\u00e3es nazistas come\u00e7aram a evacuar cerca de 28.000 prisioneiros do campo principal e milhares de outros dos\u00a0sub-campos\u00a0de\u00a0Buchenwald. Cerca de um ter\u00e7o destes prisioneiros morreu de exaust\u00e3o durante as trilhas da morte, ou foram mortos por agentes da SS.<\/p>\n<p>J\u00e1 no dia 11 daquele m\u00eas, prisioneiros exaustos e famintos atacaram os vigias do local, assumindo o controle do campo. Naquela mesma tarde, as tropas americanas ocuparam Buchenwald.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/media\/uploads\/segunda_guerra\/buchenwald_slave_laborers_liberation.jpg\" alt=\"\" \/><figcaption>Buchenwald em Abril de 1945, fotografia tirada ap\u00f3s a liberta\u00e7\u00e3o do campo pelas tropas norte-americanas \/ Cr\u00e9dito: Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure>\n<p>Os soldados da Terceira Divis\u00e3o do Ex\u00e9rcito Americano encontraram mais de 21 mil presos por l\u00e1. Entretanto, eles foram apenas uma pequena parcela entre todos o que estiveram em Buchenwald. Estima-se que, entre julho de 1937 e abril de 1945, 250 mil pessoas passaram pelos campos.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, como esses n\u00fameros n\u00e3o s\u00e3o exatos, os dados sobre mortes n\u00e3o podem ser dados com precis\u00e3o, mas sabe-se que, pelo menos, 56 mil homens foram assassinados\u00a0no sistema de concentra\u00e7\u00e3o de\u00a0Buchenwald, dos quais 11.000 eram judeus.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Al\u00e9m de exalar um odor, o livro tinha linhas semelhantes a cabelos e marcas que pareciam tatuagens<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":340576,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[3,6],"tags":[],"class_list":["post-340575","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/livro-nazista.jpeg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/340575","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=340575"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/340575\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/340576"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=340575"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=340575"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=340575"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}