{"id":379987,"date":"2022-02-08T10:42:57","date_gmt":"2022-02-08T13:42:57","guid":{"rendered":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=379987"},"modified":"2022-02-08T10:42:57","modified_gmt":"2022-02-08T13:42:57","slug":"analfabetismo-em-criancas-de-6-e-7-anos-bate-recorde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/analfabetismo-em-criancas-de-6-e-7-anos-bate-recorde\/","title":{"rendered":"Analfabetismo em crian\u00e7as de 6 e 7 anos bate recorde"},"content":{"rendered":"<div class=\"entry-header\">\n<h1 class=\"jeg_post_title\" style=\"text-align: justify;\"><\/h1>\n<div class=\"jeg_meta_container\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"jeg_post_meta jeg_post_meta_1\">\n<div class=\"meta_left\"><\/div>\n<div class=\"meta_right\">\n<div class=\"jeg_meta_comment\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"jeg_featured featured_image\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"thumbnail-container animate-lazy\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"attachment-jnews-featured-750 size-jnews-featured-750 wp-post-image lazyautosizes lazyloaded\" src=\"https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0012-750x450.jpg\" sizes=\"auto, 770px\" srcset=\"https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0012-750x450.jpg 750w, https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0012-300x180.jpg 300w, https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0012-768x461.jpg 768w, https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0012.jpg 1000w\" alt=\"Analfabetismo em crian\u00e7as de 6 e 7 anos bate recorde\" width=\"750\" height=\"450\" data-src=\"https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0012-750x450.jpg\" data-srcset=\"https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0012-750x450.jpg 750w, https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0012-300x180.jpg 300w, https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0012-768x461.jpg 768w, https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0012.jpg 1000w\" data-sizes=\"auto\" data-expand=\"700\" \/><\/div>\n<p class=\"wp-caption-text\">Sem internet, material ou adultos para ajud\u00e1-los, alunos n\u00e3o acompanharam aulas remotas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"jeg_share_top_container\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"jeg_share_button clearfix\">\n<div class=\"jeg_share_stats\">\n<div class=\"jeg_share_count\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"jeg_ad jeg_article jnews_content_top_ads \" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"ads-wrapper  \"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"entry-content no-share\">\n<div class=\"jeg_share_button share-float jeg_sticky_share clearfix share-normal\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"jegStickyHolder\">\n<div class=\"theiaStickySidebar\">\n<div class=\"jeg_share_float_container\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"content-inner \">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Da Folha de S. Paulo \u2014<\/strong> O Brasil atingiu o maior patamar, desde 2012, de crian\u00e7as de 6 e 7 anos que n\u00e3o sabem ler e escrever. No ano passado, chegou a 40,8% a fatia da popula\u00e7\u00e3o dessa faixa et\u00e1ria que n\u00e3o havia sido alfabetizada, o equivalente a 2,4 milh\u00f5es.<\/p>\n<div class=\"jeg_ad jeg_ad_article jnews_content_inline_ads  \" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"ads-wrapper align-center \">\n<div class=\"ads_code\">\n<div id=\"M723190ScriptRootC1153869_166c5\">\n<div id=\"MarketGidComposite1153869_166c5\" class=\"_mgw_1153869 _mgVideoBlock_1153869\" data-mgloaded=\"true\">\n<div>\n<div class=\"mgbox\">\n<div id=\"mgAdPlayerContainerDiv_1153869_0\" class=\"mgAdPlayerContainerDiv_1153869 adPlayerContainerDiv_1153869 \">\n<div id=\"mgAdPlayerDiv_1153869_0\" class=\"mgAdPlayerDiv_1153869 adPlayerDiv_1153869\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados s\u00e3o de um estudo divulgado nesta ter\u00e7a-feira (8) pelo Todos pela Educa\u00e7\u00e3o, com base na Pnad Cont\u00ednua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios) do Ibge. Na pesquisa, os respons\u00e1veis pelos domic\u00edlios responderam se suas crian\u00e7as sabiam ler e escrever. Com base nas respostas, foram calculados o n\u00famero e o percentual de crian\u00e7as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por lei, as crian\u00e7as deveriam ter assegurado o direito de aprender a ler e escrever at\u00e9 o fim do 2\u00ba ano do ensino fundamental, ou seja, aos 7 anos. O pa\u00eds, no entanto, atingiu o recorde dos \u00faltimos dez anos de crian\u00e7as sem acesso a esse direito. Em 2012, 28,2% da popula\u00e7\u00e3o dessa idade n\u00e3o estava alfabetizada, cerca de 1,7 milh\u00e3o.<\/p>\n<figure id=\"attachment_98529\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"text-align: justify;\" aria-describedby=\"caption-attachment-98529\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-98529 size-full\" src=\"https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0010.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" srcset=\"https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0010.jpg 1000w, https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0010-300x180.jpg 300w, https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0010-768x461.jpg 768w, https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0010-750x450.jpg 750w\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"600\" data-pin-no-hover=\"true\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-98529\" class=\"wp-caption-text\">Menina de 5 anos, aluna de escola municipal de S\u00e3o Paulo, tenta escrever o pr\u00f3prio nome. No pa\u00eds, 41% das crian\u00e7as de 6 e 7 anos n\u00e3o aprenderam a ler e escrever.<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">O aumento de crian\u00e7as de 6 a 7 anos nessa situa\u00e7\u00e3o ocorreu durante a pandemia de Covid-19. Em 2019, 1,4 milh\u00e3o n\u00e3o tinha sido alfabetizada (25,1% da popula\u00e7\u00e3o dessa faixa et\u00e1ria).\u00a0 O impacto \u00e9 ainda maior entre as crian\u00e7as mais pobres, pretas e pardas. Al\u00e9m de terem tido menos oportunidade de continuar estudando a dist\u00e2ncia, foram esses alunos que ficaram mais tempo com as escolas fechadas no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cOs dados refor\u00e7am o que outras pesquisas j\u00e1 apontaram, a pandemia teve impactos brutais no aprendizado das crian\u00e7as e refor\u00e7ou as imensas desigualdades que j\u00e1 existiam no pa\u00eds. \u00c9 urgente colocar em pr\u00e1tica pol\u00edticas que tenham como prioridade o ensino das crian\u00e7as mais pobres, pretas e pardas\u201d, diz Gabriel Corr\u00eaa, gerente de pol\u00edticas educacionais do Todos pela Educa\u00e7\u00e3o.\u00a0 Entre as crian\u00e7as que moram nos 25% de domic\u00edlios mais pobres do pa\u00eds, 51% n\u00e3o sabem ler e escrever. J\u00e1 entre as que moram nos 25% mais ricos, 16,6% ainda n\u00e3o tinham aprendido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As crian\u00e7as pretas e pardas, que j\u00e1 tinham o direito menos assegurado em anos anteriores, foram ainda mais impactadas. A diferen\u00e7a entre o percentual de crian\u00e7as brancas e pretas que n\u00e3o sabiam ler e escrever subiu de 8,5 pontos percentuais para 12,3 entre 2019 e 2021.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2019, 20,3% das crian\u00e7as brancas n\u00e3o sabiam ler e escrever. O percentual subiu para 35,1%, em 2021. No mesmo per\u00edodo, entre as crian\u00e7as pretas, a propor\u00e7\u00e3o cresceu de 28,8% para 47,4%. Entre as pardas, subiu de 28,2% para 44,5%.\u00a0 \u201cAs crian\u00e7as negras e as mais pobres tiveram menos oportunidade de continuar estudando durante a pandemia, principalmente por terem tido menos acesso ao ensino remoto. Por isso, precisamos de a\u00e7\u00f5es que sejam pensadas para quem foi mais prejudicado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Infelizmente, n\u00e3o \u00e9 o que estamos vendo\u201d, diz Corr\u00eaa.O aumento de crian\u00e7as de 6 a 7 anos nessa situa\u00e7\u00e3o ocorreu durante a pandemia de Covid-19. Em 2019, 1,4 milh\u00e3o n\u00e3o tinha sido alfabetizada (25,1% da popula\u00e7\u00e3o dessa faixa et\u00e1ria).\u00a0 O impacto \u00e9 ainda maior entre as crian\u00e7as mais pobres, pretas e pardas. Al\u00e9m de terem tido menos oportunidade de continuar estudando a dist\u00e2ncia, foram esses alunos que ficaram mais tempo com as escolas fechadas no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cOs dados refor\u00e7am o que outras pesquisas j\u00e1 apontaram, a pandemia teve impactos brutais no aprendizado das crian\u00e7as e refor\u00e7ou as imensas desigualdades que j\u00e1 existiam no pa\u00eds. \u00c9 urgente colocar em pr\u00e1tica pol\u00edticas que tenham como prioridade o ensino das crian\u00e7as mais pobres, pretas e pardas\u201d, diz Gabriel Corr\u00eaa, gerente de pol\u00edticas educacionais do Todos pela Educa\u00e7\u00e3o.\u00a0 Entre as crian\u00e7as que moram nos 25% de domic\u00edlios mais pobres do pa\u00eds, 51% n\u00e3o sabem ler e escrever.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 entre as que moram nos 25% mais ricos, 16,6% ainda n\u00e3o tinham aprendido.\u00a0 As crian\u00e7as pretas e pardas, que j\u00e1 tinham o direito menos assegurado em anos anteriores, foram ainda mais impactadas. A diferen\u00e7a entre o percentual de crian\u00e7as brancas e pretas que n\u00e3o sabiam ler e escrever subiu de 8,5 pontos percentuais para 12,3 entre 2019 e 2021.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2019, 20,3% das crian\u00e7as brancas n\u00e3o sabiam ler e escrever. O percentual subiu para 35,1%, em 2021. No mesmo per\u00edodo, entre as crian\u00e7as pretas, a propor\u00e7\u00e3o cresceu de 28,8% para 47,4%. Entre as pardas, subiu de 28,2% para 44,5%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAs crian\u00e7as negras e as mais pobres tiveram menos oportunidade de continuar estudando durante a pandemia, principalmente por terem tido menos acesso ao ensino remoto. Por isso, precisamos de a\u00e7\u00f5es que sejam pensadas para quem foi mais prejudicado. Infelizmente, n\u00e3o \u00e9 o que estamos vendo\u201d, diz Corr\u00eaa.<\/p>\n<figure id=\"attachment_98530\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"text-align: justify;\" aria-describedby=\"caption-attachment-98530\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-98530 size-full\" src=\"https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0011.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" srcset=\"https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0011.jpg 1000w, https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0011-300x180.jpg 300w, https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0011-768x461.jpg 768w, https:\/\/ricardoantunes.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/IMG-20220208-WA0011-750x450.jpg 750w\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"600\" data-pin-no-hover=\"true\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-98530\" class=\"wp-caption-text\">Na periferia, crian\u00e7as ficaram nove meses sem atividades escolares.<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde o in\u00edcio da pandemia, o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, que tem uma secretaria exclusiva para a alfabetiza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o desenvolveu nenhum programa ou destinou recursos extras \u00e0s escolas para evitar preju\u00edzos nessa fase de aprendizado. Questionada, a pasta n\u00e3o respondeu sobre suas a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo Corr\u00eaa, com a aus\u00eancia do governo federal, \u00e9 importante que os estados apoiem t\u00e9cnica e financeiramente os munic\u00edpios para garantir a qualidade da educa\u00e7\u00e3o nos primeiros anos escolares. \u201cAs escolas municipais s\u00e3o respons\u00e1veis pela maioria das matr\u00edculas nos anos iniciais do fundamental, mas n\u00e3o podemos achar que o desafio \u00e9 s\u00f3 ter as crian\u00e7as dentro da sala de aula, precisamos garantir educa\u00e7\u00e3o de qualidade. E os estados precisam ajudar.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na cidade mais rica do pa\u00eds, nem mesmo a matr\u00edcula de todas as crian\u00e7as dessa idade foi garantida no in\u00edcio deste ano letivo. Em S\u00e3o Paulo, at\u00e9 14 mil alunos que est\u00e3o ingressando no 1\u00ba ano do ensino fundamental n\u00e3o tiveram vaga assegurada pelo governo estadual nem pela prefeitura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c\u00c9 o reflexo da falta de planejamento e coopera\u00e7\u00e3o entre o governo e a prefeitura. Essa situa\u00e7\u00e3o d\u00e1 um indicativo do tamanho do desafio que estados e munic\u00edpios mais pobres podem ter pela frente se n\u00e3o tiverem organiza\u00e7\u00e3o e apoio. Garantir escola \u00e9 s\u00f3 o primeiro passo, n\u00f3s precisamos de escola de qualidade\u201d, diz Corr\u00eaa.<\/p>\n<div class=\"jeg_post_tags\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201c\u00c9 o reflexo da falta de planejamento e coopera\u00e7\u00e3o entre o governo e a prefeitura. 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