{"id":38384,"date":"2014-01-15T04:00:45","date_gmt":"2014-01-15T07:00:45","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=38384"},"modified":"2014-01-15T04:00:45","modified_gmt":"2014-01-15T07:00:45","slug":"presidente-do-tse-defende-revisao-de-norma-que-limita-investigacao-do-ministerio-publico-eleitoral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/presidente-do-tse-defende-revisao-de-norma-que-limita-investigacao-do-ministerio-publico-eleitoral\/","title":{"rendered":"Presidente do TSE defende revis\u00e3o de norma que limita investiga\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico Eleitoral"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"mailto:falecomuai@uai.com.br\">\u00a0<\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<div id=\"abanoticia\">O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marco Aur\u00e9lio, defendeu ontem (14) a revis\u00e3o da decis\u00e3o do tribunal que aprovou, em dezembro do ano passado, uma resolu\u00e7\u00e3o que limita o poder de investiga\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico Eleitoral (MPE) nas elei\u00e7\u00f5es de outubro. O ministro foi o \u00fanico a votar contra a mudan\u00e7a nas regras para investiga\u00e7\u00e3o de crimes eleitorais durante a sess\u00e3o plen\u00e1ria que decidiu a quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Em nota divulgada no site do tribunal, Marco Aur\u00e9lio reafirmou sua posi\u00e7\u00e3o sobre a quest\u00e3o e disse que acredita na \u201cevolu\u00e7\u00e3o da decis\u00e3o\u201d. \u201cEu acredito no direito posto. A atua\u00e7\u00e3o do TSE, editando resolu\u00e7\u00f5es, n\u00e3o \u00e9 a atua\u00e7\u00e3o como legislador, mas como \u00f3rg\u00e3o que regulamenta o direito posto pelo Congresso Nacional. No caso concreto, o C\u00f3digo de Processo Penal prev\u00ea que o inqu\u00e9rito pode ser instaurado de of\u00edcio, pela Pol\u00edcia Federal, por requerimento de \u00f3rg\u00e3o judici\u00e1rio, ou pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>O presidente tamb\u00e9m defendeu que o pedido de reconsidera\u00e7\u00e3o feito pelo procurador-geral da Rep\u00fablica, Rodrigo Janot, seja aceito pelo TSE. Marco Aur\u00e9lio disse que acredita na \u201csensibilidade do relator [Dias Toffoli] e do colegiado quanto ao acolhimento do pedido de reconsidera\u00e7\u00e3o, feito pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico, evitando-se um desgaste maior, considerada a poss\u00edvel a\u00e7\u00e3o por inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal\u201d.<\/p>\n<p>A Resolu\u00e7\u00e3o 23.396\/2013, do TSE, foi aprovada no plen\u00e1rio da corte em dezembro do ano passado. De acordo com a norma, a partir das elei\u00e7\u00f5es de outubro, a instaura\u00e7\u00e3o de inqu\u00e9rito para apurar crimes eleitorais s\u00f3 poder\u00e1 ser feita com autoriza\u00e7\u00e3o do juiz eleitoral. Segundo o ministro Dias Toffoli, relator das instru\u00e7\u00f5es das elei\u00e7\u00f5es, o poder de pol\u00edcia deve ser exercido pelo juiz. Atualmente, a Pol\u00edcia Federal tamb\u00e9m deve pedir autoriza\u00e7\u00e3o \u00e0 Justi\u00e7a Eleitoral para fazer investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Associa\u00e7\u00f5es de v\u00e1rios setores do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) divulgaram hoje nota de rep\u00fadio \u00e0 decis\u00e3o do TSE. Segundo as entidades, a norma \u00e9 inconstitucional.<\/p><\/div>\n<div>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marco Aur\u00e9lio, defendeu ontem (14) a revis\u00e3o da decis\u00e3o do tribunal que aprovou, em dezembro do ano passado, uma resolu\u00e7\u00e3o que limita o poder de investiga\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico Eleitoral (MPE) nas elei\u00e7\u00f5es de outubro. 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