{"id":38671,"date":"2014-01-16T04:30:55","date_gmt":"2014-01-16T07:30:55","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=38671"},"modified":"2014-01-16T04:30:55","modified_gmt":"2014-01-16T07:30:55","slug":"delegados-da-pf-pedem-revisao-de-decisao-que-limita-investigacao-de-crimes-eleitorais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/delegados-da-pf-pedem-revisao-de-decisao-que-limita-investigacao-de-crimes-eleitorais\/","title":{"rendered":"Delegados da PF pedem revis\u00e3o de decis\u00e3o que limita investiga\u00e7\u00e3o de crimes eleitorais"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<div id=\"abanoticia\">A Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Delegados de Pol\u00edcia Federal (ADPF) defendeu ontem (15) a revis\u00e3o da decis\u00e3o do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que aprovou, em dezembro do ano passado, resolu\u00e7\u00e3o que limita o poder de investiga\u00e7\u00e3o de crimes eleitorais pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Eleitoral (MPE) e da Pol\u00edcia Federal (PF). Segundo a associa\u00e7\u00e3o, depender de autoriza\u00e7\u00e3o de um juiz para investigar pode gerar impunidade.<\/p>\n<p>A entidade entende que os delegados da PF devem ter liberdade e independ\u00eancia para apurar os crimes eleitorais, sem autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via do juiz eleitoral. Mesmo antes da publica\u00e7\u00e3o da norma do TSE, a PF j\u00e1 estava impedida de abrir inqu\u00e9ritos eleitorais sem autoriza\u00e7\u00e3o judicial.<\/p>\n<p>\u201cA criminalidade eleitoral, quando praticada, \u00e9 bastante complexa, podendo haver forte vincula\u00e7\u00e3o aos crimes de corrup\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Assim, torna-se necess\u00e1rio uma pronta a\u00e7\u00e3o policial com a instaura\u00e7\u00e3o imediata de procedimento adequado e o devido acompanhamento do Poder Judici\u00e1rio e do Minist\u00e9rio P\u00fablico, sendo fundamental a estrita observ\u00e2ncia dos princ\u00edpios do Estado Democr\u00e1tico de Direito e da dignidade da pessoa humana\u201d, diz a associa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A norma do TSE tamb\u00e9m provocou rea\u00e7\u00f5es no Minist\u00e9rio P\u00fablico Eleitoral (MPE), principal \u00f3rg\u00e3o atingido pela decis\u00e3o da corte. Ontem (14), o procurador-geral da Rep\u00fablica, Rodrigo Janot, pediu ao tribunal a altera\u00e7\u00e3o da resolu\u00e7\u00e3o. O presidente do TSE, Marco Aur\u00e9lio, tamb\u00e9m defendeu a revis\u00e3o da decis\u00e3o. O ministro foi o \u00fanico a votar contra a mudan\u00e7a nas regras para investiga\u00e7\u00e3o de crimes eleitorais durante a sess\u00e3o plen\u00e1ria que decidiu a quest\u00e3o.<\/p>\n<p>A Resolu\u00e7\u00e3o 23.396\/2013, do TSE, foi aprovada no plen\u00e1rio da corte em dezembro do ano passado. De acordo com a norma, a partir das elei\u00e7\u00f5es de outubro, a instaura\u00e7\u00e3o de inqu\u00e9rito para apurar crimes eleitorais s\u00f3 poder\u00e1 ser feita com autoriza\u00e7\u00e3o do juiz eleitoral. Segundo o ministro Dias Toffoli, relator das instru\u00e7\u00f5es das elei\u00e7\u00f5es, o poder de pol\u00edcia na Justi\u00e7a Eleitoral deve ser exercido pelo juiz.<\/p><\/div>\n<div>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Delegados de Pol\u00edcia Federal (ADPF) defendeu ontem (15) a revis\u00e3o da decis\u00e3o do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que aprovou, em dezembro do ano passado, resolu\u00e7\u00e3o que limita o poder de investiga\u00e7\u00e3o de crimes eleitorais pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Eleitoral (MPE) e da Pol\u00edcia Federal (PF). 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