{"id":398011,"date":"2022-09-08T09:29:19","date_gmt":"2022-09-08T12:29:19","guid":{"rendered":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=398011"},"modified":"2022-09-08T09:29:19","modified_gmt":"2022-09-08T12:29:19","slug":"produtos-da-construcao-civil-ficam-ate-19-mais-caros-e-consumidores-reclamam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/produtos-da-construcao-civil-ficam-ate-19-mais-caros-e-consumidores-reclamam\/","title":{"rendered":"Produtos da constru\u00e7\u00e3o civil ficam at\u00e9 19% mais caros e consumidores reclamam"},"content":{"rendered":"<div class=\"row visible-lg\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"noticias-single__tags\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12 col-lg-3\">\n<div class=\"noticias-single__meta\">\n<div class=\"noticias-single__author\">\n<div>Gil Santos e Esther Morais*<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"noticias-single__content-area__left\">\n<div class=\"col-xs-12 col-lg-12 col-md-12 \">\n<div id=\"CW3677\" class=\"publicidade publicidade-responsive1  \">\n<div id=\"minhabahia_300x250_02\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"col-xs-12 col-lg-9\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"noticias-single__image\"><picture class=\"noticias-single__picture\"><source srcset=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/e\/2\/csm_construcao_civil_mais_cara_credito_nara_gentil_correio_dc691d248a.jpg\" media=\"(min-width: 420px)\" \/><img decoding=\"async\" class=\"noticias-single__image-source\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/e\/2\/csm_construcao_civil_mais_cara_credito_nara_gentil_correio_83c2fd5372.jpg\" alt=\"Produtos da constru\u00e7\u00e3o civil ficam at\u00e9 19% mais caros e consumidores reclamam\" \/><\/picture><span class=\"noticias-single__image-caption\">(Nara Gentil\/CORREIO)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"col-xs-12 noticias-single__stick-parent\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12 col-md-7 col-lg-7\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<h1 class=\"noticias-single__title noticias-single__title--desktop noticias-single__title--with-image visible visible-lg\"><\/h1>\n<div class=\"noticias-single__description visible-lg\"><strong>A ind\u00fastria tamb\u00e9m sentiu o impacto da alta nos pre\u00e7os e teve acumulado de 11%<\/strong><\/div>\n<div class=\"noticias-single__content-area noticias-single__content-area--before-content\"><\/div>\n<div class=\"noticias-single__content is-blocked\">\n<div class=\"noticias-single__content__text js-mediator-article\">\n<p class=\"bodytext\">Quando come\u00e7ou a reformar a cozinha de casa, o motorista por aplicativo Daniel Nascimento, 35 anos, pretendia usar a poupan\u00e7a para comprar o material e pagar a m\u00e3o de obra, mas os gastos superaram as expectativas em quase 40%. O motivo foi a alta no valor dos insumos. Segundo o \u00cdndice de Pre\u00e7os no Consumidor (IPCA), os maiores acumulados dos \u00faltimos 12 meses foram da tinta (19,52%), cimento (14,51%), material hidr\u00e1ulico (3,83%) e m\u00e3o de obra (3,05%).<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201cMeu pai fez uma reforma parecida na cozinha da casa dele, no ano passado, e gastou quase metade do que eu paguei. Fiz pesquisa de pre\u00e7o, chorei desconto e at\u00e9 consegui uns abatimentos, mas, mesmo assim, paguei mais caro. J\u00e1 avisei a minha esposa que a pr\u00f3xima reforma s\u00f3 quando os pre\u00e7os baixarem\u201d, contou.<\/p>\n<div class=\"single-publicidade\">\n<div id=\"minhabahia_300x250_01\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"bodytext\">As maiores despesas dele foram com o material de acabamento, como tinta e madeira. J\u00e1 a professora M\u00e1rcia de Souza, 44, que est\u00e1 ajudando a filha a construir uma casa, contou que o que mais pesou no or\u00e7amento foi o cimento. Segundo o IPCA, \u00edndice pesquisado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), o cimento teve acumulado de 11,68%\u00a0esse ano\u00a0e de 14,51%, nos \u00faltimos 12 meses.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201cMesmo dividindo as despesas, a conta ficou salgada. A gente andou, pesquisou bastante e comprou o que era mais em conta e, ainda assim, ficou pesado. Como sobrou um pouco de cer\u00e2mica e tem um vizinho construindo aqui perto que comprou cimento a mais, a gente trocou o nosso material com o dele. Mas falta muito at\u00e9 a casa ficar pronta\u201d, disse.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Propriet\u00e1rios, gerentes e vendedores de lojas de materiais de constru\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m reclamaram dos pre\u00e7os e disseram que alguns produtos quase dobraram de valor se comparado com o per\u00edodo antes da pandemia. Os principais vil\u00f5es s\u00e3o o cimento e o bloco, insumos indispens\u00e1veis na maioria das obras.<\/p>\n<div class=\"single-publicidade\">\n<div id=\"internas_300x250_03\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"bodytext\">Em m\u00e9dia, o cimento tem custado de R$ 39,50 a R$ 49,90, dependendo da marca. Antes, era poss\u00edvel encontrar as melhores marcas por R$ 34,50. J\u00e1 o milheiro do bloco est\u00e1 variando de R$ 850 a R$ 900. Esse produto custava R$ 480 antes da pandemia. Jos\u00e9 Felipe Ferreira, gerente administrativo da loja Carvalho Material de Constru\u00e7\u00e3o, na Boca do Rio,\u00a0frisou que apesar da crise a demanda n\u00e3o diminuiu.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201cNa pandemia, tivemos que fazer lista de espera. Os clientes colocavam o nome na lista e ficavam aguardando pela chegada do material, \u00e0s vezes, por 15 dias. Nesse per\u00edodo os pre\u00e7os dispararam. Um milheiro de bloco chegou a custar R$ 1,5 mil. Houve uma redu\u00e7\u00e3o, hoje, est\u00e1 saindo por R$ 880, mas a gente esperava que o setor estivesse melhor\u201d, contou.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">A advogada Tatiana Carla Ferreira \u00e9 propriet\u00e1ria da Ferreira Materiais de Constru\u00e7\u00e3o, em Sussuarana, e contou que cimento e piso ainda s\u00e3o os principais alvos de reclama\u00e7\u00e3o. \u201cHouve um pico nos pre\u00e7os durante a pandemia, porque a ind\u00fastria foi afetada, mas a gente esperava uma diminui\u00e7\u00e3o que n\u00e3o ocorreu na mesma propor\u00e7\u00e3o. Desde o ano passado, os pre\u00e7os s\u00f3 aumentaram. O piso\u00a0que custava R$ 24,\u00a0hoje, est\u00e1 de R$ 38\u201d, disse.<\/p>\n<div class=\"single-publicidade\">\n<div id=\"internas_300x250_04\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"bodytext\">Vendedores no Imbu\u00ed e em Piraj\u00e1 disseram que perceberam queda na demanda e acreditam que ela est\u00e1 relacionada com alta nos pre\u00e7os dos produtos e com a redu\u00e7\u00e3o dos aux\u00edlios oferecidos no auge da pandemia.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Fatores<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Apesar do aumento de pre\u00e7o, o\u00a0vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Comerciantes de Material de Constru\u00e7\u00e3o do Estado da Bahia (Acomac-BA), Geraldo Cordeiro, afirma que\u00a0os custos est\u00e3o voltando ao equil\u00edbrio gradualmente e apenas materiais influenciados pelo alto pre\u00e7o de de insumos\u00a0como PVC, diesel e energia\u00a0est\u00e3o aumentando.<\/p>\n<div class=\"single-publicidade\">\n<div id=\"internas_300x250_05\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"bodytext\">Cordeiro\u00a0explica que a alta demanda em 2020 e 2021 e a escassez de insumos aumentaram o valor dos materiais no com\u00e9rcio. Durante o isolamento, o tempo em casa influenciou no interesse em fazer \u201cpuxadinhos\u201d ou reparos, ampliando procura por produtos b\u00e1sicos, como bloco, cimento e a\u00e7o. A busca resultou na escassez de materiais no mercado e consequente eleva\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O cen\u00e1rio aconteceu ainda quando as f\u00e1bricas estavam sem funcionamento e produ\u00e7\u00e3o. Logo, a alta demanda, que eleva pre\u00e7os ainda foi ao encontro do desabastecimento mundial. O resultado da soma de fatores foi a baixa taxa de compra do consumidor.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Quem sentiu os efeitos nas contas do fim do m\u00eas foi Gilberto Cerqueira, gerente da loja de materiais de constru\u00e7\u00e3o O Fazend\u00e3o, em Cajazeiras.\u00a0Ele conta que o estabelecimento est\u00e1 trabalhando no vermelho, com lucro diminuindo desde o in\u00edcio do ano. \u201cEm 2020, come\u00e7aram os aumentos [&#8230;], as vendas foram recuando em 2021. Mas\u00a02022, at\u00e9 agora, n\u00e3o disse para o que veio. As vendas ca\u00edram de 10% a 15%, n\u00e3o estamos\u00a0tendo nem lucro porque para vender tem que praticamente colocar pre\u00e7o de custo\u201d, ressalta.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia\u00a0tem sido fazer promo\u00e7\u00f5es e disponibilizar parcelamento em at\u00e9 12 vezes, por\u00e9m, a estrat\u00e9gia n\u00e3o est\u00e1\u00a0compensando os gastos. Hoje, Cerqueira diz que est\u00e1 trabalhando apenas para &#8220;n\u00e3o fechar as portas&#8221;.<\/p>\n<div class=\"single-publicidade\">\n<div id=\"internas_300x250_06\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"bodytext\">Construtores de im\u00f3veis, como Jos\u00e9 Nascimento, 55, tamb\u00e9m sentiram impacto da oscila\u00e7\u00e3o. Ele atua como pedreiro desde que era adolescente e contou que a crise valorizou a profiss\u00e3o ao mesmo tempo em que fez surgir mais amadores no mercado. Nascimento acredita que o aumento \u00e9 produto da demanda.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201cN\u00e3o fiquei parado durante a pandemia, porque, com o aux\u00edlio, muita gente resolveu ajeitar as casas e isso elevou os pre\u00e7os. Mas a verdade \u00e9 que todo mundo se considera pedreiro, e, com a crise de agora, muita gente tenta fazer o servi\u00e7o sozinho, sem a orienta\u00e7\u00e3o de um profissional. O resultado \u00e9 um servi\u00e7o mal feito e que precisa ser reparado depois. Cobro mais caro para consertar\u201d, analisa.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O crescimento na demanda n\u00e3o \u00e9 a principal raz\u00e3o para elevar os custos no entendimento do professor de economia da Unifacs e membro do Conselho Regional de Economia da Bahia (Corecon-BA), Alex Gama. Segundo ele, os reajustes no pre\u00e7o dos combust\u00edveis e no barril do petr\u00f3leo e a infla\u00e7\u00e3o impactaram mais que o poder de compra do consumidor.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201c\u00c9 um somat\u00f3rio de fatores. Houve aumento na demanda, com o aux\u00edlio e o home office promovendo reformas em casa, mas, sobretudo, houve um aumento de custo na produ\u00e7\u00e3o dos insumos. O pre\u00e7o do diesel que encarece o frete, da energia usada na produ\u00e7\u00e3o, a guerra que fez disparar o barril do petr\u00f3leo e a infla\u00e7\u00e3o que afeta todos os setores influenciaram nesse resultado\u201d, afirma.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Ele est\u00e1 pouco otimista com uma recupera\u00e7\u00e3o ainda esse ano. \u201cA economia brasileira n\u00e3o est\u00e1 crescendo. Talvez, no pr\u00f3ximo ano, a gente tenha uma tend\u00eancia de recupera\u00e7\u00e3o, mas isso tamb\u00e9m vai depender das decis\u00f5es do pr\u00f3ximo governo\u201d, disse.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Impacto na ind\u00fastria<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">A ind\u00fastria tamb\u00e9m vem sentido o impacto do aumento de pre\u00e7os. O \u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o (INCC-M), da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV), divulgado em julho, apontou um acumulado \u00e9 de 11,66% nos \u00faltimos 12 meses. O presidente do Sindicato da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o do Estado da Bahia (Sinduscon), Alexandre Landim, afirma que para levantar um pr\u00e9dio s\u00e3o usados cerca de 300 insumos e que a alta nos pre\u00e7os est\u00e1 for\u00e7ando o setor a mudar o mercado.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201cAlguns insumos subiram muito acima dos indicadores econ\u00f4micos, como o vergalh\u00e3o de a\u00e7o, tubos e conex\u00f5es em PVC e fios e cabos de cobre. A pandemia provocou um desequil\u00edbrio na cadeia de suprimentos em 2020, mas a gente esperava que a situa\u00e7\u00e3o estivesse melhor no segundo semestre e a partir de 2021, o que n\u00e3o ocorreu. O Brasil sempre teve uma cadeia de produ\u00e7\u00e3o muito bem desenvolvida, mas, diante do cen\u00e1rio, vamos buscar fornecedores externos e importar os insumos\u201d, explicou.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Ele acredita que a infla\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das respons\u00e1veis pelo cen\u00e1rio, e frisou que a alta nos pre\u00e7os prejudica a todos. \u201cPerde o contratante, quem vai construir e tamb\u00e9m os fornecedores, porque todos precisam rever os contratos e os custos. E perde tamb\u00e9m o comprador final, que tem a capacidade de compra afetada por conta dessa disparada nos pre\u00e7os\u201d, disse.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Procuradas, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Materiais de Constru\u00e7\u00e3o (Abramat) e a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado da Bahia (Fieb) preferiram n\u00e3o comentar o assunto.<\/p>\n<p><strong>Economia<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Quem trabalha com reforma conta que \u00e9 poss\u00edvel fazer uma economia significativa com algumas dicas e substitui\u00e7\u00f5es. A arquiteta Bamidele Fasoyln comanda o escrit\u00f3rio Casa de Maria Arquitetura Popular, voltado para pessoas de m\u00e9dia e baixa renda moradoras de Salvador e Regi\u00e3o Metropolitana, e deu algumas sugest\u00f5es para reduzir os custos. Uma op\u00e7\u00e3o \u00e9 substituir as cer\u00e2micas pela pintura, adesivos ou papel de parede.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201cA gente pode explorar a pintura de diversas formas e o resultado fica muito bom. \u00c9 poss\u00edvel encontrar adesivos e papel de parede por R$ 49,90, o rolo, ou R$ 29,90, na promo\u00e7\u00e3o. Nos \u00faltimos anos, a tecnologia melhorou bastante a qualidade desses materiais e eles conseguem imitar m\u00e1rmore, cer\u00e2mica e madeira com qualidade\u201d, explica.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Nas \u00e1reas molhadas, como banheiro e cozinha, \u00e9 poss\u00edvel abrir m\u00e3o da cer\u00e2mica at\u00e9 o teto e tamb\u00e9m nas \u00e1reas que ser\u00e3o cobertas pelos arm\u00e1rios. Outra sugest\u00e3o \u00e9 usar materiais reaproveit\u00e1veis, como portas, janelas e pisos. A arquiteta recomenda conversar com o pedreiro, j\u00e1 que ele est\u00e1 em contato constante com pessoas que fazem reforma e podem ter materiais sobrando, al\u00e9m de garimpar na internet. Mas \u00e9 preciso ter prioridades.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201cUm erro bastante comum \u00e9 se preocupar mais com o acabamento do que com as \u00e1reas hidr\u00e1ulica e el\u00e9trica. Exemplo: cobrir infiltra\u00e7\u00e3o com cer\u00e2mica. Isso n\u00e3o resolve o problema. Depois de um tempo a pe\u00e7a vai ficar oca e cair, e a despesa ser\u00e1 muito maior porque ter\u00e1 que quebrar, fazer o reparo e depois refazer o acabamento. \u00c9 preciso seguir a ordem certa do servi\u00e7o e evitar o desperd\u00edcio de material\u201d, aconselha.<\/p>\n<p><strong>Confira dicas de como economizar na obra:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Adesivos e papel de parede s\u00e3o op\u00e7\u00f5es mais baratas que a cer\u00e2mica para revestir os c\u00f4modos e existem modelos que imitam m\u00e1rmore, pastilhas e madeira com qualidade;<\/li>\n<li>A pintura \u00e9 outra op\u00e7\u00e3o para as paredes. \u00c9 poss\u00edvel explorar formas e cores para deixar o ambiente mais agrad\u00e1vel e iluminado, e custa menos que cer\u00e2mica;<\/li>\n<li>Evite desperd\u00edcios e erros conversando com um profissional antes de ir \u00e0s compras, e pe\u00e7a detalhes sobre o material que de fato ser\u00e1 necess\u00e1rio para a obra e a quantidade exata;<\/li>\n<li>Pesquise pre\u00e7os e converse com o pedreiro. Como ele est\u00e1 em contato com outras pessoas que fazem constru\u00e7\u00e3o e reforma, pode ajudar a encontrar materiais reaproveit\u00e1veis que sobraram de outras obras;<\/li>\n<li>N\u00e3o atropele as etapas do processo. Alguns servi\u00e7os, como reparos da rede hidr\u00e1ulica e el\u00e9trica, precisam ser feitos antes do acabamento ou podem causar infiltra\u00e7\u00e3o e queima de aparelhos, o que vai causar preju\u00edzo;<\/li>\n<li>Economize cer\u00e2mica na cozinha abrindo m\u00e3o de usar o material atr\u00e1s dos arm\u00e1rios e cubra parte da parede com adesivos ou pintura;<\/li>\n<li>N\u00e3o tente mascarar o problema usando, por exemplo, azulejos para encobrir infiltra\u00e7\u00e3o. A situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o ser\u00e1 resolvida e o reparo vai custar mais caro;<\/li>\n<li>Infiltra\u00e7\u00e3o \u00e9 um problema s\u00e9rio e que merece aten\u00e7\u00e3o. Geralmente, \u00e9 resolvido com a impermeabiliza\u00e7\u00e3o do solo ou da laje. Converse com um profissional;<\/li>\n<li>Profissionais afirmam que fazer certo \u00e9 mais barato do que consertar, ent\u00e3o, procure informa\u00e7\u00e3o e ajuda antes de come\u00e7ar o quebra-quebra;<\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"bodytext\"><em>*Com orienta\u00e7\u00e3o da chefe de reportagem Perla Ribeiro\u00a0<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"paywall-barreiras-subscriber\" class=\"modal hide paywall-barreiras-inread paywall-barreiras--subscriber-wall is-active\" tabindex=\"-1\" role=\"dialog\" data-type=\"subscriber\" data-base-url=\"https:\/\/assine.correio24horas.com.br\/v2\" data-enable-modal=\"false\" data-enable-swg=\"true\" data-sku-plan=\"basic_monthly\" data-chartbeat=\"false\">\n<div class=\"paywall-barreiras-inread__content\">\n<div class=\"paywall-barreiras-inread__header\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ind\u00fastria tamb\u00e9m sentiu o impacto da alta nos pre\u00e7os e teve acumulado de 11%<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":395885,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[327,6],"tags":[],"class_list":["post-398011","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-multimidia","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/construcao-de-praca.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/398011","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=398011"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/398011\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/395885"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=398011"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=398011"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=398011"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}