{"id":403977,"date":"2022-11-19T16:24:44","date_gmt":"2022-11-19T19:24:44","guid":{"rendered":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=403977"},"modified":"2022-11-19T16:24:44","modified_gmt":"2022-11-19T19:24:44","slug":"terreiros-sao-responsaveis-por-preservar-cultura-tradicao-e-culinaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/terreiros-sao-responsaveis-por-preservar-cultura-tradicao-e-culinaria\/","title":{"rendered":"Terreiros s\u00e3o respons\u00e1veis por preservar cultura, tradi\u00e7\u00e3o e culin\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<section class=\"mw-article-head\">\n<h1 class=\"mw-h1-1 mw-default-blue\" style=\"text-align: justify;\"><\/h1>\n<h2 class=\"mw-h2-1 mw-default-gray\" style=\"text-align: justify;\">O aca\u00e7\u00e1 \u00e9 um dos alimentos de resist\u00eancia preservado nos centros religiosos do candombl\u00e9<\/h2>\n<div class=\"mw-article-head-inner\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"mw-article-head-info\"><span class=\"mw-article-data mw-default-gray\"><abbr title=\"mw-article-date\"><strong>Por<\/strong><\/abbr><abbr title=\"mw-article-author\">: <strong>Isabel Oliveira<\/strong><\/abbr><\/span><\/p>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<figure class=\"mw-article-head-image\" data-article-id=\"1212016\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.atarde.com.br\/img\/Artigo-Destaque\/1210000\/Artigo-Destaque_01212016_00.jpg?xid=5625696\" alt=\"Imagem ilustrativa da imagem Terreiros s\u00e3o respons\u00e1veis por preservar cultura, tradi\u00e7\u00e3o e culin\u00e1ria\" data-cls=\"\" \/><\/figure>\n<div class=\"mw-image-info \"><span class=\"mw-image-description\">&#8211;\u00a0<label class=\"mw-image-author\">Foto: M\u00e1rcia Eduarda\/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/label><\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"mw-ad mw-ad2x2 fix2x2\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"banner-300x250-area\"><\/div>\n<div id=\"dp-h-dimagem\" class=\"jba\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21622511100,22666819895\/atarde_multize_7__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<section class=\"mw-article-body\">\n<article data-article-id=\"1212016\">\n<p class=\"mw-texto\" style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Vendidos pelas ruas de Salvador por negras baianas, os quitutes nos tabuleiros sempre fizeram parte da nossa paisagem, muito bem retratada por Jean-Baptiste Debret em suas in\u00fameras pinturas da cidade de Salvador no per\u00edodo colonial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aca\u00e7\u00e1, acar\u00e1, ec\u00f3, vatap\u00e1, ecuru, amal\u00e1, mocot\u00f3, dentre outras del\u00edcias, ajudaram a construir a hist\u00f3ria dos negros da Bahia. Estes alimentos est\u00e3o nas cartas de Lu\u00eds dos Santos Vilhena, como conta o professor Vilson Caetano.<\/p>\n<div class=\"mw-article-img-box \" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/cdn.atarde.com.br\/img\/inline\/1210000\/inline_01212016_00.jpg?xid=5625715\" alt=\"Imagem ilustrativa da imagem Terreiros s\u00e3o respons\u00e1veis por preservar cultura, tradi\u00e7\u00e3o e culin\u00e1ria\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA primeira not\u00edcia de comida vendida na rua que n\u00f3s conhecemos \u00e9 do finalzinho do s\u00e9culo XVIII nas cartas de Vilhena, um professor de grego na cidade de Salvador. Ele ficava escrevendo cartas dando not\u00edcias sobre a cidade. E numa dessas cartas, ele, mesmo de maneira preconceituosa, disse que \u2018n\u00e3o deixa de ser digno de reparo, ou de espanto, nesta cidade, que todos os dias saiam a vender pelas ruas, gritando, negros e negras de casas ricas, os seguintes alimentos\u2019. E a\u00ed Vilhena nos d\u00e1 uma lista de alimentos\u201d, conta.<\/p>\n<div id=\"dp-v-par1\" class=\"jba\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21622511100,22666819895\/atarde_multize_8__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a chef e pesquisadora social Paloma Zahir, a sabedoria ancestral do negro foi fundamental para perpetuar sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cFoi atrav\u00e9s da expertise da arte de mercar, das t\u00e9cnicas de preparo, da sabedoria ancestral sobre plantas, entre as demais atividades, que o negro conseguiu resistir a todo processo de inviabiliza\u00e7\u00e3o e apagamento de sua cultura. Se hoje temos orgulho dos nossos ancestrais, foi porque eles resistiram atrav\u00e9s do exerc\u00edcio de consci\u00eancia sobre a pot\u00eancia de sua cultura e seu lugar de origem\u201d, reflete.<\/p>\n<div class=\"mw-article-img-box \" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/cdn.atarde.com.br\/img\/inline\/1210000\/inline_01212016_01.jpg?xid=5625716\" alt=\"Imagem ilustrativa da imagem Terreiros s\u00e3o respons\u00e1veis por preservar cultura, tradi\u00e7\u00e3o e culin\u00e1ria\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da \u00e9poca da coloniza\u00e7\u00e3o para os dias atuais, a comida baiana, como ficou conhecida, e tendo como principal elemento o azeite de dend\u00ea, passou por longo processo at\u00e9 ter reconhecida sua identidade cultural. No s\u00e9culo XIX, com o preconceito enraizado desde sempre, um discurso que partiu dos intelectuais da \u00e9poca, baseado nas teorias europeias, vai condenar a comida de origem africana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cVai ser no s\u00e9culo XIX, momento em que se estava discutindo sobre a tem\u00e1tica da identidade nacional que as comidas de azeite, de dend\u00ea, a partir de um discurso produzido pela Escola Baiana de Medicina, vai ser considerada uma comida prejudicial \u00e0 sa\u00fade\u201d, revela o professor Vilson.<\/p>\n<div id=\"dp-v-par2\" class=\"jba\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21622511100,22666819895\/atarde_multize_9__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">A resist\u00eancia dos negros permite, mais tarde, introduzir de vez os elementos da comida negra no dia a dia dos baianos, que at\u00e9 hoje, de uma forma ou de outra, merca seus quitutes. Lembra Vilson Caetano que t\u00ednhamos uma variedade incr\u00edvel de comida no tabuleiro.<\/p>\n<div class=\"mw-article-img-box \" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/cdn.atarde.com.br\/img\/inline\/1210000\/inline_01212016_02.jpg?xid=5625717\" alt=\"Imagem ilustrativa da imagem Terreiros s\u00e3o respons\u00e1veis por preservar cultura, tradi\u00e7\u00e3o e culin\u00e1ria\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO acar\u00e1, o ec\u00f3, o vatap\u00e1, o ecuru, o amal\u00e1, o mocot\u00f3, uma bebida chamada alu\u00e1, o dengue, o ef\u00f3, comidas essas que ainda hoje est\u00e3o presentes nas ruas de nossa cidade. Algumas desapareceram, outras est\u00e3o preservadas pelos terreiros de candombl\u00e9s porque os terreiros de candombl\u00e9s s\u00e3o os principais mantenedores desta cozinha no Brasil\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De fato, foi nos terreiros, muitos deles hoje tombados, que os negros puderam preservar toda uma cultura de origem africana. A comida tem seu lugar especial neste processo hist\u00f3rico. Embora algumas dessas comidas tenham sa\u00eddo das mesas e desaparecido, elas, que tamb\u00e9m eram votivas, s\u00e3o consideradas como elementos de resist\u00eancia que atravessaram os tempos. Paloma Zahir lembra que algumas iguarias, como o aca\u00e7\u00e1, deixaram de ser consumidas pela popula\u00e7\u00e3o em geral em algum momento da hist\u00f3ria por preconceito.<\/p>\n<div class=\"mw-article-img-box \" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/cdn.atarde.com.br\/img\/inline\/1210000\/inline_01212016_03.jpg?xid=5625718\" alt=\"Terreiro tombado Il\u00ea Ob\u00e1 L'lok\u00ea, em Lauro de Freitas\" \/><\/div>\n<div class=\"mw-image-info\" style=\"text-align: justify;\"><span class=\"mw-image-title\">Terreiro tombado Il\u00ea Ob\u00e1 L&#8217;lok\u00ea, em Lauro de Freitas<\/span><span class=\"mw-image-author\">| \u00a0Foto: Raphael M\u00fcller \/ Ag. A TARDE<\/span><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEu acredito que o aca\u00e7\u00e1, assim como os outros pratos de origem africana, foi saindo da mesa por conta do racismo cultural que sempre esteve presente, usando alguns termos como: pratos de dif\u00edcil preparo, n\u00e3o saud\u00e1vel e etc. para que o povo negro fosse se desligando da sua cultura aut\u00f3ctone\u201d, afirma.<\/p>\n<div id=\"dp-v-par3\" class=\"jba\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"COnr2ID7uvsCFeEJ1AodKOcCWQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21622511100,22666819895\/atarde_multize_10__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<section class=\"mw-galeria-img\">\n<section id=\"mw-galeria\" class=\"mw-galeria\" data-count-gallery=\"3\">\n<div id=\"splide01\" class=\"splide inline-galery-splide splide--rewind splide--ltr splide--draggable is-active is-initialized\">\n<div id=\"splide01-track\" class=\"splide__track\">\n<figure class=\"mw-image-1\" data-element-type=\"GALLERY_INLINE_IMAGE\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/atarde.com.br\/img\/GALLERYINLINEIMAGE\/1210000\/800x600\/GALLERYINLINEIMAGE_01212016_00.webp?fallback=%2Fimg%2FGALLERYINLINEIMAGE%2F1210000%2FGALLERYINLINEIMAGE_01212016_00.jpg%3Fxid%3D5625729%26resize%3D212%252C393%26t%3D1668861892&amp;xid=5625729\" alt=\"Fazendo o aca\u00e7\u00e1\" data-src=\"\/img\/GALLERYINLINEIMAGE\/1210000\/GALLERYINLINEIMAGE_01212016_00.jpg?xid=5625729\" \/><\/figure>\n<p>Fazendo o aca\u00e7\u00e1 |\u00a0<label>Foto: M\u00e1rcia Eduarda\/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/label><\/p>\n<figure class=\"mw-image-2\" data-element-type=\"GALLERY_INLINE_IMAGE\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/atarde.com.br\/img\/GALLERYINLINEIMAGE\/1210000\/800x600\/GALLERYINLINEIMAGE_01212016_01.webp?fallback=%2Fimg%2FGALLERYINLINEIMAGE%2F1210000%2FGALLERYINLINEIMAGE_01212016_01.jpg%3Fxid%3D5625730%26resize%3D212%252C393%26t%3D1668861892&amp;xid=5625730\" alt=\"Fazendo o aca\u00e7\u00e1\" data-src=\"\/img\/GALLERYINLINEIMAGE\/1210000\/GALLERYINLINEIMAGE_01212016_01.jpg?xid=5625730\" \/><\/figure>\n<p>Fazendo o aca\u00e7\u00e1 |\u00a0<label>Foto: M\u00e1rcia Eduarda\/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/label><\/p>\n<figure class=\"mw-image-3\" data-element-type=\"GALLERY_INLINE_IMAGE\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/atarde.com.br\/img\/GALLERYINLINEIMAGE\/1210000\/800x600\/GALLERYINLINEIMAGE_01212016_02.webp?fallback=%2Fimg%2FGALLERYINLINEIMAGE%2F1210000%2FGALLERYINLINEIMAGE_01212016_02.jpg%3Fxid%3D5625731%26resize%3D212%252C393%26t%3D1668861892&amp;xid=5625731\" alt=\"Fazendo o aca\u00e7\u00e1\" data-src=\"\/img\/GALLERYINLINEIMAGE\/1210000\/GALLERYINLINEIMAGE_01212016_02.jpg?xid=5625731\" \/><\/figure>\n<p>Fazendo o aca\u00e7\u00e1 |\u00a0<label>Foto: M\u00e1rcia Eduarda\/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/label><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/section>\n<p style=\"text-align: justify;\">O aca\u00e7\u00e1, ou ec\u00f3, um prato votivo de origem africana, feito de massa de milho branco, \u00e9 uma das tantas comidas de santo que resistiram por conta dos terreiros de candombl\u00e9. Elas desapareceram das mesas, mas foi nos rituais religiosos que conseguiram fazer parte da hist\u00f3ria da comida baiana. Hoje, com a ressignifica\u00e7\u00e3o apontada pela chef Paloma, alguns pratos v\u00eam sendo resgatados e oferecidos nos card\u00e1pios dos restaurantes. O aca\u00e7\u00e1 \u00e9 um deles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para prestar uma homenagem ao Dia da Consci\u00eancia Negra e toda esta cultura de resist\u00eancia, vamos apresentar o bolinho de aca\u00e7\u00e1 feito no restaurante Kissanga.<\/p>\n<div class=\"mw-article-img-box \" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/cdn.atarde.com.br\/img\/inline\/1210000\/inline_01212016_04.jpg?xid=5625719\" alt=\"Imagem ilustrativa da imagem Terreiros s\u00e3o respons\u00e1veis por preservar cultura, tradi\u00e7\u00e3o e culin\u00e1ria\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aca\u00e7\u00e1<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Massa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ingredientes:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">500g de milho branco<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1l de \u00e1gua<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Modo de Preparo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lave o milho branco e o coloque de molho. No terceiro dia, troque a \u00e1gua. Repita esse processo a cada dois dias at\u00e9 completar o ciclo total de dez dias, quando ele j\u00e1 ter\u00e1 atingido o ponto de fermenta\u00e7\u00e3o ideal para o preparo da massa. Bata os gr\u00e3os com \u00e1gua no liquidificador ou passe no moinho para gr\u00e3os. Depois, coloque a massa em um pote bem vedado com \u00e1gua e guarde em local refrigerado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aca\u00e7\u00e1 de Leite<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ingredientes:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">250g de massa de aca\u00e7\u00e1<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">500ml de \u00e1gua<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1l de leite Integral<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um pitada de sal<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">200g de a\u00e7\u00facar<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Folhas de bananeira para enrolar<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Modo de Preparo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em uma panela, coloque a \u00e1gua para ferver. Nesse momento, adicione a massa do aca\u00e7\u00e1, baixe o fogo e mexa sem parar. Quando come\u00e7ar a engrossar, acrescente leite, sal e a\u00e7\u00facar. Deixe cozinhar at\u00e9 formar bolhas e desgrudar do fundo da panela. Corte as folhas de bananeira e enrole os aca\u00e7\u00e1s. Espere esfriar para ele ficar em consist\u00eancia firme e pode servir e se deliciar com um cafezinho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>NOTAS COM HIST\u00d3RIAS &amp; SABORES<\/b><\/p>\n<div id=\"dp-v-par8\" class=\"jba\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"CObm8IH7uvsCFa8xuQYdOCYArQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21622511100,22666819895\/atarde_multize_15__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>TEA SHOP REINAUGURA LOJA NO SALVADOR SHOPPING<\/b><\/p>\n<div class=\"mw-article-img-box \" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/cdn.atarde.com.br\/img\/inline\/1210000\/inline_01212016_05.jpg?xid=5625720\" alt=\"Imagem ilustrativa da imagem Terreiros s\u00e3o respons\u00e1veis por preservar cultura, tradi\u00e7\u00e3o e culin\u00e1ria\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Tea Shop \u2013 considerada a maior rede de ch\u00e1s do Brasil \u2013 reinaugura sua nova loja no 2\u00ba Piso do Salvador Shopping, no dia 25 de novembro, \u00e0s 18h. Com uma diversa cartela de bebidas que permitir\u00e1 uma experi\u00eancia sensorial dos amantes dos ch\u00e1s, o espa\u00e7o vai contar mais de 130 r\u00f3tulos entre ch\u00e1s e infus\u00f5es. Fundada em 1991, em Barcelona, a Tea Shop tem hoje mais de 100 lojas em cinco pa\u00edses e desembarcou no Brasil via Porto Alegre, em 2013. A rede comercializa mesclas desenvolvidas em laborat\u00f3rios exclusivos a partir de mat\u00e9ria-prima vinda das principais regi\u00f5es produtoras do mundo. Selos internacionais identificam a proced\u00eancia dos produtos e a ado\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas sustent\u00e1veis de cultivo nos pa\u00edses de origem. Al\u00e9m das lojas f\u00edsicas, o site\u202fteashop.com.br disponibiliza uma vitrine de mesclas \u00e0 escolha do consumidor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>MELHORES AM\u00caNDOAS DE CACAU DO BRASIL SER\u00c3O ANUNCIADAS EM EVENTO NO PAR\u00c1<\/b><\/p>\n<div class=\"mw-article-img-box \" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/cdn.atarde.com.br\/img\/inline\/1210000\/inline_01212016_06.jpg?xid=5625721\" alt=\"Imagem ilustrativa da imagem Terreiros s\u00e3o respons\u00e1veis por preservar cultura, tradi\u00e7\u00e3o e culin\u00e1ria\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Onze amostras de cacau especial do Par\u00e1, sete da Bahia, uma do Esp\u00edrito Santo e uma de Rond\u00f4nia s\u00e3o finalistas do IV Concurso Nacional de Qualidade de Cacau Especial do Brasil, que seleciona as melhores am\u00eandoas produzidas no pa\u00eds. Esta edi\u00e7\u00e3o ir\u00e1 distribuir R$ 50 mil em pr\u00eamios para os tr\u00eas primeiros colocados em cada uma das duas categorias: varietal (variedade \u00fanica de cacau) e blend (mistura de variedades). A cerim\u00f4nia ser\u00e1 realizada no pr\u00f3ximo dia 25 de novembro, em Bel\u00e9m do Par\u00e1. A etapa final desta edi\u00e7\u00e3o do concurso funcionar\u00e1 tamb\u00e9m como classificat\u00f3ria para o Cocoa of Excellence (CoEx), premia\u00e7\u00e3o internacional realizada bienalmente em Paris, Fran\u00e7a. Para isso, as amostras devem estar entre as oito com as maiores notas na avalia\u00e7\u00e3o sensorial. Esse processo de sele\u00e7\u00e3o \u00e9 coordenado por um comit\u00ea nacional liderado pela Ceplac. Na Bahia, dentre os sete finalistas da categoria varietal est\u00e3o a Agr\u00edcola Cantagalo e a Agropecu\u00e1ria Sempre Firme.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>COMIDA E DECOLONIALIDADE NA CULIN\u00c1RIA BRASILEIRA \u00c9 TEMA DE CURSO EM SALVADOR<\/b><\/p>\n<div class=\"mw-article-img-box \" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/cdn.atarde.com.br\/img\/inline\/1210000\/inline_01212016_07.jpg?xid=5625722\" alt=\"Imagem ilustrativa da imagem Terreiros s\u00e3o respons\u00e1veis por preservar cultura, tradi\u00e7\u00e3o e culin\u00e1ria\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ministrado pelo chef Alicio Charoth, o curso \u2018Comida e deocolonialidade na culin\u00e1ria brasileira\u2019 trata da rela\u00e7\u00e3o entre a forma\u00e7\u00e3o da nossa cultura alimentar e a perspectiva decolonial. Nas aulas, os participantes v\u00e3o conhecer o conceito de decolonialidade e a import\u00e2ncia dos povos origin\u00e1rios na forma\u00e7\u00e3o da culin\u00e1ria brasileira.\u00a0 O curso ser\u00e1 realizado dia 23\/11\/2022 e 7\/12\/2022, das 19h \u00e0s 22h, na Sala Multi437 Sa\u00fade, em Salvador. As inscri\u00e7\u00f5es podem ser feitas com Fernanda ((71)9131-3466 pelo whatsapp). O pre\u00e7o sugerido \u00e9 de R$ 100,00. Ao final do curso os participantes v\u00e3o poder aproveitar a degusta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>SALVADOR SEDIA A 1\u00aa EDI\u00c7\u00c3O DO CLUBE DO FOGO, INSPIRADO NOS MAIORES FESTIVAIS DE CHURRASCO DO MUNDO<\/b><\/p>\n<div class=\"mw-article-img-box \" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/cdn.atarde.com.br\/img\/inline\/1210000\/inline_01212016_08.jpg?xid=5625723\" alt=\"Imagem ilustrativa da imagem Terreiros s\u00e3o respons\u00e1veis por preservar cultura, tradi\u00e7\u00e3o e culin\u00e1ria\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Salvador vai sediar, a partir de amanh\u00e3, a primeira edi\u00e7\u00e3o do Clube do Fogo. Inspirado no sucesso mundial dos festivais de churrasco, o evento trar\u00e1 10 esta\u00e7\u00f5es de barbecue, com as mais variadas t\u00e9cnicas: Fogo de Ch\u00e3o, Parrilla e Defuma\u00e7\u00e3o em Pit Smoker. Com entrada gratuita, al\u00e9m da experi\u00eancia gastron\u00f4mica proporcionada pelos maiores assadores de carne de Salvador, o p\u00fablico tamb\u00e9m contar\u00e1 com m\u00fasica ao vivo e \u00e1rea kids. O Clube do Fogo ser\u00e1 realizado no estacionamento \u2018E\u2019 do Shopping da Bahia at\u00e9 o dia 18 de dezembro.<\/p>\n<div id=\"dp-v-par10\" class=\"jba\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"CIfirYn7uvsCFdUFuQYdeG8NEQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21622511100,22666819895\/atarde_multize_2__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>CONCURSO GASTRON\u00d4MICO EXALTA TRADI\u00c7\u00d5ES NORDESTINAS E PEQUENOS PRODUTORES REGIONAIS<\/b><\/p>\n<div class=\"mw-article-img-box \" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/cdn.atarde.com.br\/img\/inline\/1210000\/inline_01212016_09.jpg?xid=5625724\" alt=\"Imagem ilustrativa da imagem Terreiros s\u00e3o respons\u00e1veis por preservar cultura, tradi\u00e7\u00e3o e culin\u00e1ria\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">A\u00a02\u00aa edi\u00e7\u00e3o\u00a0do Concurso de Gastronomia Estudantil vai reunir alunos de Gastronomia e Culin\u00e1ria de universidades no pr\u00f3ximo dia 30 de novembro. O laborat\u00f3rio gastron\u00f4mico do Centro Universit\u00e1rio Est\u00e1cio da Bahia foi o escolhido pelos t\u00e9cnicos do governo do estado para sediar o evento. O tema do concurso \u00e9: \u201cCozinha \u00c9tnica Cultural: uma volta \u00e0 diversidade da agricultura familiar baiana\u201d. O evento visa estimular os estudantes a elaborar uma iguaria a partir do uso de produtos fornecidos por pequenos produtores, respeitando a cultura regional. O concurso ser\u00e1 realizado em duplas, que t\u00eam at\u00e9 o dia 21\/11 para serem inscritas pelas institui\u00e7\u00f5es. As duas primeiras duplas classificadas ser\u00e3o convidadas a participar da Feira da Agricultura Familiar, apresentando seus pratos ao p\u00fablico.<\/p>\n<\/article>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O aca\u00e7\u00e1 \u00e9 um dos alimentos de resist\u00eancia preservado nos centros religiosos do candombl\u00e9<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":403978,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[2,6,7],"tags":[],"class_list":["post-403977","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cotidiano","category-municipios","category-nacional"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/comida-africana.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/403977","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=403977"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/403977\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/403978"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=403977"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=403977"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=403977"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}