{"id":423119,"date":"2023-06-14T05:09:24","date_gmt":"2023-06-14T08:09:24","guid":{"rendered":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=423119"},"modified":"2023-06-14T05:09:24","modified_gmt":"2023-06-14T08:09:24","slug":"bahia-e-estado-que-mais-desmatou-caatinga-e-cerrado-no-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/bahia-e-estado-que-mais-desmatou-caatinga-e-cerrado-no-pais\/","title":{"rendered":"Bahia \u00e9 estado que mais desmatou Caatinga e Cerrado no pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<div class=\"row visible-lg\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"noticias-single__tags\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12 col-lg-3\">\n<div class=\"noticias-single__meta\">\n<div class=\"noticias-single__author\">\n<div>Maysa Polcri*<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"noticias-single__share \">\n<div class=\"noticias-single__share-item noticias-single__share-item--whatsapp noticias-single__share-item--whatsapp--desktop  \"><\/div>\n<div class=\"noticias-single__share-item noticias-single__share-item--more   \"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"noticias-single__content-area__left\">\n<div class=\"col-xs-12 col-lg-12 col-md-12 \">\n<div id=\"CW3677\" class=\"publicidade publicidade-responsive1  \">\n<div id=\"minhabahia_300x250_02\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"col-xs-12 col-lg-9\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"noticias-single__image\"><picture class=\"noticias-single__picture\"><source srcset=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/a\/8\/csm_Rio_Preto_Formosa_Bahia_BR_0d2a435afb.jpg\" media=\"(min-width: 420px)\" \/><img decoding=\"async\" class=\"noticias-single__image-source\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/a\/8\/csm_Rio_Preto_Formosa_Bahia_BR_44186c032a.jpg\" alt=\"Formosa do Rio Preto tem predomin\u00e2ncia do bioma Cerrado\" \/><\/picture><span class=\"noticias-single__image-caption\">Formosa do Rio Preto tem predomin\u00e2ncia do bioma Cerrado (Divulga\u00e7\u00e3o)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"col-xs-12 noticias-single__stick-parent\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12 col-md-7 col-lg-7\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<h1 class=\"noticias-single__title noticias-single__title--desktop noticias-single__title--with-image visible visible-lg\"><\/h1>\n<div class=\"noticias-single__description visible-lg\">A cidade de Formosa do Rio Preto, no oeste baiano, teve o alerta mais significativo para uma \u00e1rea desmatada<\/div>\n<div class=\"noticias-single__content-area noticias-single__content-area--before-content\">\n<div class=\"chamada-assinatura\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"noticias-single__content is-blocked\">\n<div class=\"noticias-single__content__text js-mediator-article\">\n<p class=\"bodytext\">Com pouco mais de 26 mil habitantes e localizada no extremo oeste baiano, a cidade de Formosa do Rio Preto foi a respons\u00e1vel pelo maior alerta de desmatamento do Brasil no ano passado. O avan\u00e7o das planta\u00e7\u00f5es aumentou em 128% a supress\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o no munic\u00edpio, entre 2020 e 2022, de acordo com o relat\u00f3rio anual do MapBiomas, divulgado essa semana. O desmatamento desenfreado na Bahia n\u00e3o \u00e9 pontual, prova disso \u00e9 que o estado foi o que mais desmatou os biomas Cerrado e Caatinga no pa\u00eds.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">No ano passado, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos H\u00eddricos (Inema), \u00f3rg\u00e3o estadual, prorrogou uma portaria de 2015 que permitiu que uma regi\u00e3o de 12.272 hectares fosse desmatada dentro da \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental do Rio Preto. Esse foi o maior alerta de desmatamento realizado pelo MapBiomas em 2022, de acordo com o Relat\u00f3rio Anual do Desmatamento.<\/p>\n<div class=\"single-publicidade\">\n<div id=\"minhabahia_300x250_01\"><\/div>\n<\/div>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/_processed_\/0\/9\/csm_Captura_de_Tela__64__a64345b9a3.png\" width=\"1000\" height=\"538\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\">\n<p class=\"bodytext\"><strong>Antes e depois da \u00e1rea desmatada em Formosa do Rio Preto<\/strong><\/p>\n<p>(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">O munic\u00edpio faz parte da localidade conhecida como Matopiba, que engloba, al\u00e9m da Bahia, os estados do Maranh\u00e3o, Tocantins e Piau\u00ed. Desde a segunda metade da d\u00e9cada de 1980, a regi\u00e3o \u00e9 alvo crescente de desmatamento. \u00a0Na cidade que possui o Cerrado como bioma, o desmatamento saltou de 14 mil hectares para 33 mil entre \u00a02020 e 2022.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">A menos de 200 quil\u00f4metros de Formosa do Rio Preto, S\u00e3o Desid\u00e9rio tamb\u00e9m sofre com o desmatamento acelerado. O munic\u00edpio \u00e9 o sexto do Brasil com a maior m\u00e9dia de supress\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o por dia e o primeiro em desmatamento no Cerrado. Por l\u00e1, 100 hectares foram desmatados diariamente entre 2019 e 2022. Formosa aparece em oitavo lugar.<\/p>\n<div class=\"single-publicidade\">\n<div id=\"internas_300x250_03\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"bodytext\">Para Yuri Salmona, diretor executivo do Instituto Cerrados, a legisla\u00e7\u00e3o ambiental que autoriza o desmatamento \u00e9 permissiva e n\u00e3o leva em conta as consequ\u00eancias para o meio ambiente, que podem ser irrevers\u00edveis. \u201cA por\u00e7\u00e3o do cerrado no oeste da Bahia tem ocupa\u00e7\u00e3o massiva da agricultura intensiva para a exporta\u00e7\u00e3o de commodities e o empurramento das comunidades tradicionais\u201d.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\n<div class=\"embed-content\">\n<div class=\"flourish-embed flourish-chart\" data-src=\"visualisation\/14122931\"><iframe title=\"Interactive or visual content\" src=\"https:\/\/flo.uri.sh\/visualisation\/14122931\/embed?auto=1\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" sandbox=\"allow-same-origin allow-forms allow-scripts allow-downloads allow-popups allow-popups-to-escape-sandbox allow-top-navigation-by-user-activation\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<div class=\"flourish-credit\"><a href=\"https:\/\/flourish.studio\/?utm_source=showcase&amp;utm_campaign=visualisation\/14122931\" target=\"_top\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/public.flourish.studio\/resources\/bosh.svg\" alt=\"Flourish logo\" \/>A Flourish chart<\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"single-publicidade\">\n<div id=\"internas_300x250_04\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"bodytext\">Em entrevista \u00e0 reportagem, o secret\u00e1rio de Meio Ambiente de Formosa do Rio Preto, Geraldo Martins, alertou para os riscos do desmatamento na regi\u00e3o e cobrou mais crit\u00e9rio nas autoriza\u00e7\u00f5es concedidas pelo Governo do Estado.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201cSabemos que existem problemas que podem ser resolvidos, como o manejo e a conserva\u00e7\u00e3o do solo, e estamos trabalhando com produtores rurais nesse sentido\u201d, pontua Geraldo Martins. A cidade possui uma das maiores bacias hidrogr\u00e1ficas do estado, que corre risco devido ao assoreamento provocado pela destrui\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O Instituto do Meio Ambiente e a Secretaria de Meio Ambiente da Bahia (Sema) foram procurados, mas n\u00e3o se manifestaram sobre o estudo. A reportagem n\u00e3o conseguiu contatar a prefeitura de S\u00e3o Desid\u00e9rio.<\/p>\n<div class=\"single-publicidade\">\n<div id=\"internas_300x250_05\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Tr\u00eas Salvador destru\u00eddas\u00a0<\/strong><br \/>\nA \u00e1rea desmatada na Bahia em 2022 equivale a mais de tr\u00eas cidades de Salvador. Os 225.151 mil hectares devastados colocam o estado como o quarto no ranking de desmatamento do pa\u00eds. O bioma mais afetado foi o Cerrado, com 157 mil hectares de \u00e1rea vegetal destru\u00edda, o que representa aumento de 68%, ante 2021.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">A perda de biodiversidade, intensifica\u00e7\u00e3o do efeito estufa e impactos no ciclo da \u00e1gua s\u00e3o alguns dos reflexos da destrui\u00e7\u00e3o. Uma das formas para evitar o desmatamento e manter a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola \u00e9 a recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas, como explica Pedro Bruzzi, coordenador administrativo da Rede Cerrado.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201cH\u00e1 necessidade que o governo, atrav\u00e9s de assist\u00eancia t\u00e9cnica e linha de cr\u00e9dito, invista na recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas para que o solo seja reaproveitado e assim ocorra redu\u00e7\u00e3o da press\u00e3o de \u00e1reas nativas\u201d, defende.<\/p>\n<div class=\"single-publicidade\">\n<div id=\"internas_300x250_06\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"bodytext\">Al\u00e9m de ter em seu territ\u00f3rio a cidade que emitiu o maior alerta de desmate do pa\u00eds, a Bahia \u00a0foi respons\u00e1vel pelo alerta mais significativo da Caatinga. Uma \u00e1rea de 1.096 hectares foi desmatada em Barra, com autoriza\u00e7\u00e3o emitida pela prefeitura local. O munic\u00edpio foi o que mais devastou \u00a0o bioma em 2022.<br \/>\n.<\/p>\n<div class=\"flourish-embed flourish-chart\" data-src=\"visualisation\/14122895\">\n<p class=\"bodytext\">Dos 50 munic\u00edpios do pa\u00eds que mais dobraram proporcionalmente a \u00a0\u00e1rea desmatada em 2022, em compara\u00e7\u00e3o com 2021, quatro est\u00e3o na Bahia, mais especificamente no oeste do estado. S\u00e3o eles: Barreiras, Formosa do Rio Preto, Correntina e S\u00e3o Desid\u00e9rio.<\/p>\n<p><iframe title=\"Interactive or visual content\" src=\"https:\/\/flo.uri.sh\/visualisation\/14122895\/embed?auto=1\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" sandbox=\"allow-same-origin allow-forms allow-scripts allow-downloads allow-popups allow-popups-to-escape-sandbox allow-top-navigation-by-user-activation\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<div class=\"flourish-credit\"><a href=\"https:\/\/flourish.studio\/?utm_source=showcase&amp;utm_campaign=visualisation\/14122895\" target=\"_top\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/public.flourish.studio\/resources\/bosh.svg\" alt=\"Flourish logo\" \/>A Flourish chart<\/a><\/div>\n<\/div>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2023\/06\/13\/maior_area_desmatada_caatinga__barra_.png\" width=\"392\" height=\"774\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\">\n<p class=\"bodytext\"><strong>Antes e depois da \u00e1rea desmatada em Barra<\/strong><\/p>\n<p>(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Desmatamento cresce 22% no Brasil<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Os biomas Amaz\u00f4nia e Cerrado foram os que mais sofreram com a supress\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o no ano passado, de acordo com o Relat\u00f3rio Anual do Desmatamento elaborado pelo MapBiomas e divulgado nesta semana.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Os dois \u00a0biomas representam 90% do total de 2,057 milh\u00f5es de hectares desmatados no pa\u00eds em 2022. Em m\u00e9dia, uma \u00e1rea equivalente a 5,1 mil campos de futebol foram destru\u00eddos por dia no pa\u00eds no ano passado.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Os estados que mais desmataram \u00a0a Amaz\u00f4nia e o Cerrado foram o \u00a0Par\u00e1, Amazonas e Mato Grosso. Em seguida, aparece a Bahia. Juntos, os quatro respondem por mais da metade (58%) de todo o desmatamento no territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Segundo o estudo do Mapbiomas, a agropecu\u00e1ria \u00e9 o principal vetor do desmatamento, respons\u00e1vel por 96% da degrada\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Por outro lado, as terras ind\u00edgenas e quilombolas foram as que \u00a0permanecem como os locais mais preservados do Brasil, segundo o estudo, representando 1,4% da derrubada total ocorrida em todo o \u00a0ano passado.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Para chegar a esses \u00a0n\u00fameros, a plataforma MapBiomas re\u00fane universidades, empresas de tecnologia e organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais que analisam e produzem dados sobre desmatamento a partir de imagens geradas por \u00a0sat\u00e9lites.<\/p>\n<p>Fonte: Correio<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No ano passado, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos H\u00eddricos (Inema), \u00f3rg\u00e3o estadual, prorrogou uma portaria de 2015 que permitiu que uma regi\u00e3o de 12.272 hectares fosse desmatada dentro da \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental do Rio Preto. 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