{"id":437771,"date":"2023-11-18T10:45:30","date_gmt":"2023-11-18T13:45:30","guid":{"rendered":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=437771"},"modified":"2023-11-18T10:45:30","modified_gmt":"2023-11-18T13:45:30","slug":"ha-120-anos-o-brasil-incorporava-acre-ao-pais-leia-sobre-o-acordo-diplomatico-que-deu-origem-ao-estado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/ha-120-anos-o-brasil-incorporava-acre-ao-pais-leia-sobre-o-acordo-diplomatico-que-deu-origem-ao-estado\/","title":{"rendered":"H\u00e1 120 anos, o Brasil incorporava Acre ao Pa\u00eds: leia sobre o acordo diplom\u00e1tico que deu origem ao estado"},"content":{"rendered":"<h1 class=\"article__headline marginBottom30\"><\/h1>\n<div class=\"article__lead\">\n<p><strong>Historiadores discorrem sobre o contexto hist\u00f3rico e o papel da diplomacia brasileira no momento em que o documento foi assinado<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"articleMetadata marginBottom30\"><\/div>\n<figure class=\"articleImage\"><picture><source srcset=\"https:\/\/cdn.brasil247.com\/pb-b247gcp\/swp\/jtjeq9\/media\/20231117211128_a626f85e8b1f03f031b56d34ad4367da78c298bb4ed2cbd66f3bac7c5c478998.webp\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 680px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/cdn.brasil247.com\/pb-b247gcp\/swp\/jtjeq9\/media\/20231117211128_a626f85e8b1f03f031b56d34ad4367da78c298bb4ed2cbd66f3bac7c5c478998.jpg\" type=\"image\/jpeg\" media=\"(max-width: 680px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/cdn.brasil247.com\/pb-b247gcp\/swp\/jtjeq9\/media\/20231117211128_a067b760b628a832d836e897d43aa469337a2726e463a41bcb6eca6a6929650e.webp\" type=\"image\/webp\" media=\"(min-width: 681px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/cdn.brasil247.com\/pb-b247gcp\/swp\/jtjeq9\/media\/20231117211128_a067b760b628a832d836e897d43aa469337a2726e463a41bcb6eca6a6929650e.jpg\" type=\"image\/jpeg\" media=\"(min-width: 681px)\" \/><img decoding=\"async\" title=\"Governo do Acre (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o (governo do Acre))\" src=\"https:\/\/cdn.brasil247.com\/pb-b247gcp\/swp\/jtjeq9\/media\/20231117211128_a067b760b628a832d836e897d43aa469337a2726e463a41bcb6eca6a6929650e.jpg\" alt=\"Governo do Acre\" \/><\/picture><figcaption>Governo do Acre (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o (governo do Acre))<\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"article__text marginTop30 article_speakable\"><button class=\"parceiroButton inlineApoie247\"><\/button><br \/>\n<b>Ag\u00eancia Sputnik<\/b>\u00a0&#8211; Assinado em novembro de 1903, o Tratado de Petr\u00f3polis foi um acordo que culminou na ades\u00e3o do Acre ao territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n<p>Em linhas gerais, o tratado teve diversos impactos para a popula\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o naquele momento. Marcos Vinicius Neves, historiador e arque\u00f3logo, reconhece o acordo como um &#8220;feito extraordin\u00e1rio&#8221; da diplomacia brasileira.<\/p>\n<div class=\"contentAd contentAd--noBackground marginBottom30\">\n<div class=\"ad-displayed\">\n<div class=\"marginTop10 adBackground\">\n<div class=\"textPublicidade\"><\/div>\n<div id=\"div-gpt-ad-1560994717166-0\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/55115104\/article-728x90-2_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>J\u00e1 para S\u00e9rgio Roberto de Souza, professor de hist\u00f3ria da Universidade Federal do Acre (UFAC), o Tratado de Petr\u00f3polis constitui um &#8220;mito fundador&#8221;, uma vez que representa um &#8220;movimento de coloniza\u00e7\u00e3o que ocorre a partir da segunda metade do s\u00e9culo XIX, marcado pela viol\u00eancia contra as popula\u00e7\u00f5es origin\u00e1rias&#8221;.<\/p>\n<p><b>A hist\u00f3ria do Acre que antecede o Tratado de Petr\u00f3polis<\/b><\/p>\n<div class=\"contentAd contentAd--noBackground marginBottom30\">\n<div class=\"ad-displayed\">\n<div class=\"marginTop10 adBackground\">\n<div id=\"div-gpt-ad-1560994795217-0\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/55115104\/article-728x90-3_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div class=\"ml-form-embed marginBottom30 marginTop30\" data-account=\"3346585:a3c9r4n3k3\" data-form=\"4533589:q9s5r2\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Antes de pertencer ao Brasil, \u00e0 \u00e9poca do per\u00edodo colonial, o territ\u00f3rio onde hoje \u00e9 o estado do Acre pertencia ao espanh\u00f3is. Por\u00e9m, com o avan\u00e7o dos portugueses rompendo o Tratado de Tordesilhas, foi preciso tra\u00e7ar uma nova linha imagin\u00e1ria na localidade onde hoje est\u00e1 situado o Acre. As novas fronteiras foram demarcadas a partir do Tratado de Madri, de 1750, em um novo acerto entre Portugal e Espanha.<\/p>\n<p>&#8220;Para resolver as pend\u00eancias do Tratado de Tordesilhas, j\u00e1 obsoleto, foi tra\u00e7ado na regi\u00e3o uma linha imagin\u00e1ria que n\u00e3o tinha correspond\u00eancia com o terreno. N\u00e3o tem nada pior para uma divis\u00e3o entre pa\u00edses do que uma linha arbitr\u00e1ria, reta, ainda mais sendo imagin\u00e1ria, entre a pretensa nascente do rio Javari e o rio Madeira, como um tratado de limites, porque, na verdade, n\u00e3o divide nada&#8221;, comenta Neves.<\/p>\n<div class=\"ad-displayed\">\n<div class=\"marginTop10 adBackground\">\n<div id=\"div-gpt-ad-1679417074230-0\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/55115104\/article-300x250-6_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>O acordo estabelecido permaneceu v\u00e1lido enquanto &#8220;nenhum fato novo agitasse essa regi\u00e3o&#8221;. Conforme Neves, na d\u00e9cada de 1860, &#8220;j\u00e1 come\u00e7ava uma certa valoriza\u00e7\u00e3o da borracha e j\u00e1 se sabia que a regi\u00e3o do Acre, como toda a Amaz\u00f4nia, era uma rica produtora&#8221; do insumo. Em 1867, no contexto de guerra entre o Paraguai e a Tr\u00edplice Alian\u00e7a, o governo boliviano pressionou o Brasil para rever a marca\u00e7\u00e3o das fronteiras entre Bol\u00edvia e Brasil \u2014 neste per\u00edodo, j\u00e1 independentes de suas respectivas col\u00f4nias.<\/p>\n<p>&#8220;Diante dessa press\u00e3o, o governo brasileiro topou fazer uma revis\u00e3o dos limites e, dessas condi\u00e7\u00f5es, surgiu o Tratado de Ayacucho, de 1867, que pegou aquela linha imagin\u00e1ria reta, estabelecida pelo Tratado de Madri, e a substituiu por uma linha obl\u00edqua&#8221;, conta o historiador.<\/p>\n<div class=\"ad-displayed\">\n<div class=\"marginTop10 adBackground\">\n<div class=\"textPublicidade\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Foi em 1877 que o &#8220;boom da borracha&#8221; aconteceu, comenta Souza. A partir da\u00ed, uma &#8220;avalanche humana come\u00e7ou a subir os rios amaz\u00f4nicos&#8221;, descreve Neves. Os seringueiros, em busca do chamado &#8220;ouro branco&#8221;, come\u00e7aram ent\u00e3o a atuar na Regi\u00e3o Amaz\u00f4nica, inclusive no que viria a ser o Acre \u2014 at\u00e9 ent\u00e3o, terras bolivianas.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, os bolivianos n\u00e3o conseguiam chegar \u00e0 regi\u00e3o para explorar o l\u00e1tex, &#8220;porque os rios do norte da Bol\u00edvia correm todos para o Madeira&#8221;, lembra Neves. &#8220;Brasileiros come\u00e7aram a vir, sobretudo, de Manaus e Bel\u00e9m para as terras que hoje pertencem ao Acre.&#8221;<\/p>\n<p>Em meio aos levantes e \u00e0s batalhas pelo territ\u00f3rio que viriam a acontecer entre seringueiros e o Ex\u00e9rcito boliviano, com a ocupa\u00e7\u00e3o do local, os povos ind\u00edgenas que habitavam o espa\u00e7o sofreram com &#8220;correrias, expropria\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios, estupros de mulheres ind\u00edgenas e assassinatos&#8221;, ressalta Souza. &#8220;Mesmo ap\u00f3s o processo de ades\u00e3o [do Acre], n\u00e3o h\u00e1 uma mudan\u00e7a significativa em rela\u00e7\u00e3o a isso&#8221;, completa.<\/p>\n<p>&#8220;Sem condi\u00e7\u00f5es de explorar a regi\u00e3o, a Bol\u00edvia tentou acordo com um cons\u00f3rcio de investidores norte-americanos&#8221;, conta Neves.<\/p>\n<p>\u00c9 a partir da\u00ed que surgiu o Bolivian Syndicate, &#8220;que utiliza o mesmo modelo de explora\u00e7\u00e3o imperialista da \u00c1frica, ou seja, uma companhia de com\u00e9rcio que arrendaria as terras do Acre, j\u00e1 que a Bol\u00edvia n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es financeiras nem humanas de ocupar a regi\u00e3o, para explorar por arrendamento essas terras e pagar uma parte \u00e0 Bol\u00edvia. Foi assim criada a situa\u00e7\u00e3o de conflito aqui no Acre, que deu origem \u00e0 Guerra do Acre, que \u00e9 o outro epis\u00f3dio dessa hist\u00f3ria, e que resultaria, ent\u00e3o, no Tratado de Petr\u00f3polis&#8221;, completa Neves.<\/p>\n<p><b>Como o Brasil comprou o Acre? O Tratado de Petr\u00f3polis<\/b><\/p>\n<p>Entre conflitos no final do s\u00e9culo XIX e come\u00e7o do XX, diferentes disposi\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas dos governos brasileiros que estiveram no poder durante o per\u00edodo, o Tratado de Petr\u00f3polis come\u00e7ou a ser costurado pelo Bar\u00e3o do Rio Branco em janeiro de 1903, mesmo per\u00edodo em que os seringueiros \u2014 &#8220;financiados por seringalistas de Manaus e Bel\u00e9m, que custearam os levantes na regi\u00e3o&#8221;, ressalta Souza \u2014 expulsaram o Ex\u00e9rcito boliviano da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Pressionado pela quest\u00e3o do Acre, de acordo com Neves, o governo Rodrigues Alves, que assumiu a Rep\u00fablica em 1902, nomeou o Bar\u00e3o do Rio Branco como chanceler e o incumbiu a miss\u00e3o de solucionar a tens\u00e3o entre bolivianos e brasileiros.<\/p>\n<p>Com o Tratado de Petr\u00f3polis, &#8220;a diplomacia brasileira entrou em cena e conseguiu fazer articula\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o aos membros dos Estados Unidos da Bolivian Syndicate&#8221;, comenta Souza. &#8220;Foi necess\u00e1rio indenizar a Companhia de Com\u00e9rcio em 120 mil libras esterlinas. O acordo foi feito nos Estados Unidos, antes de os interessados sequer chegarem \u00e0 regi\u00e3o. Isso foi feito para desistirem do contrato&#8221;, acrescenta Neves.<\/p>\n<p>Segundo o historiador e arque\u00f3logo, ficou determinado que &#8220;o Brasil deveria indenizar o governo da Bol\u00edvia com o valor de 2 milh\u00f5es de libras esterlinas, al\u00e9m de assumir a obriga\u00e7\u00e3o de construir a estrada de ferro Madeira-Mamor\u00e9 e ceder parte das terras que pertenciam ao Mato Grosso&#8221;.<\/p>\n<p>No que considera uma a\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria da diplomacia brasileira, Neves destaca toda a arquitetura desenhada no processo de negocia\u00e7\u00e3o com as partes envolvidas.<\/p>\n<p>Enquanto a Bolivia Syndicate n\u00e3o desistiu do contrato, o governo da Bol\u00edvia n\u00e3o queria negociar. O pa\u00eds foi isolado politicamente, a fim de que fosse pressionado a ceder o Acre. O Bar\u00e3o do Rio Branco fez uma movimenta\u00e7\u00e3o de tropas do Ex\u00e9rcito brasileiro para o Acre, mas tamb\u00e9m para a fronteira da Bol\u00edvia com o Mato Grosso como forma de cercar o pa\u00eds vizinho, evitando uma eventual invas\u00e3o e um poss\u00edvel confronto.<\/p>\n<p>&#8220;Houve uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es que o Bar\u00e3o do Rio Branco teve que desencadear ao longo desses 11 meses de negocia\u00e7\u00e3o que resultaram no Tratado de Petr\u00f3polis. O Bar\u00e3o do Rio Branco, a partir dessa vit\u00f3ria diplom\u00e1tica, ganhou um poder pol\u00edtico tal na Rep\u00fablica Velha que possibilitou negociar v\u00e1rias outras quest\u00f5es de limite que estavam pendentes, tanto no Norte do Brasil como na regi\u00e3o Sul&#8221;, aponta Neves.<\/p>\n<p><b>A vida no Acre logo depois<\/b><\/p>\n<p>S\u00e9rgio Roberto de Souza ressalta que os conflitos na regi\u00e3o n\u00e3o pararam ap\u00f3s o tratado. &#8220;Em 1904, basicamente, foi estabelecido o processo de organiza\u00e7\u00e3o administrativa do territ\u00f3rio anexado, mas basicamente em 1905 outro movimento da diplomacia brasileira teve in\u00edcio. E a\u00ed veio o processo de constru\u00e7\u00e3o do que se fundamentaria em 1908, que \u00e9 o Tratado de Limites. Se voc\u00ea for ver, o Tratado de Limites anexa muito mais terras ao Acre e, obviamente, ao Brasil do que o pr\u00f3prio Tratado de Petr\u00f3polis.&#8221;<\/p>\n<p>Outra pontua\u00e7\u00e3o feita em rela\u00e7\u00e3o ao que vem depois do tratado para os acreanos \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o administrativa do Acre, que S\u00e9rgio considera uma &#8220;anomalia jur\u00eddica&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Existiam tr\u00eas perspectivas: que f\u00f4ssemos anexados ao Amazonas, que f\u00f4ssemos um Estado aut\u00f4nomo ou que f\u00f4ssemos um territ\u00f3rio federal, que \u00e9 uma anomalia. N\u00e3o existia essa condi\u00e7\u00e3o na Constitui\u00e7\u00e3o, em nenhum lugar da legisla\u00e7\u00e3o brasileira, e essa \u00faltima l\u00f3gica prevaleceu.&#8221;<\/p>\n<p>Ao tornar o Acre territ\u00f3rio federal, isto \u00e9, &#8220;ao assumir a tutela sobre esse espa\u00e7o, o Estado brasileiro assumiu tamb\u00e9m a cobran\u00e7a de impostos sobre o Acre, ficou com a maior parte do [que foi] arrecadado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o da borracha e devolveu para c\u00e1 uma quantidade infinitamente inferior ao que ele arrecada&#8221;, acrescenta Souza.<\/p>\n<p><b>O depois do depois<\/b><\/p>\n<p>Chamado por Souza de &#8220;mito fundador&#8221;, o Tratado de Petr\u00f3polis \u00e9 sacralizado pela historiografia oficial, que vangloria &#8220;personagens como grandes desbravadores que para c\u00e1 vieram, quando na verdade s\u00e3o agentes de uma modernidade violenta. \u00c9 uma constru\u00e7\u00e3o discursiva&#8221;, pondera.<\/p>\n<p>O professor de hist\u00f3ria acrescenta que esse \u00e9 o discurso comprado, inclusive, por boa parte da sociedade local quando o assunto \u00e9 o tratado que faz com que o dia 17 de novembro seja feriado estadual no Acre.<b>\u00a0<\/b>Entretanto, para ele, o ideal, depois de tanto, seria &#8220;desdizer esses ditos&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00f3s temos que repensar e confrontar as narrativas que foram produzidas sobre o Acre, numa de nos posicionarmos para falar da diversidade, da cultura, dos personagens ocultos, dos silenciados, e n\u00e3o mais dessa hist\u00f3ria mitificada.&#8221;<\/p>\n<p>Neves, por sua vez, lamenta que no anivers\u00e1rio de 120 anos do tratado, o estado n\u00e3o tenha mobilizado nenhum evento que reconhe\u00e7a o feito.<\/p>\n<p>&#8220;Assim como uma capa de jornal estampou no cinquenten\u00e1rio, quando tamb\u00e9m n\u00e3o teve nada, que as comemora\u00e7\u00f5es seriam adiadas para o centen\u00e1rio, as comemora\u00e7\u00f5es dos 120 anos do Tratado de Petr\u00f3polis foram adiadas para os 130.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Historiadores discorrem sobre o contexto hist\u00f3rico e o papel da diplomacia brasileira no momento em que o documento foi assinado<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":437772,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[3,6],"tags":[],"class_list":["post-437771","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/palacio-acre.webp","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/437771","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=437771"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/437771\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/437772"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=437771"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=437771"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=437771"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}