{"id":446092,"date":"2024-02-26T06:58:11","date_gmt":"2024-02-26T09:58:11","guid":{"rendered":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=446092"},"modified":"2024-02-26T06:58:11","modified_gmt":"2024-02-26T09:58:11","slug":"bahia-e-lider-em-cuidados-paliativos-no-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/bahia-e-lider-em-cuidados-paliativos-no-nordeste\/","title":{"rendered":"Bahia \u00e9 l\u00edder em cuidados paliativos no nordeste"},"content":{"rendered":"<section class=\"mw-article-head\">\n<h1 class=\"mw-h1-1 mw-default-blue\"><\/h1>\n<h2 class=\"mw-h2-1 mw-default-gray\">Pol\u00edtica nacional voltada para essa especialidade deve ampliar oferta de servi\u00e7os e forma\u00e7\u00e3o de profissionais<\/h2>\n<div class=\"mw-article-head-inner\">\n<div class=\"mw-article-head-info\"><span class=\"mw-article-data mw-default-gray\"><abbr title=\"mw-article-date\"><strong>Por: <\/strong><\/abbr><abbr title=\"mw-article-author\"><strong>Alan Rodrigues<\/strong><\/abbr><\/span><\/p>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<figure class=\"mw-article-head-image\" data-article-id=\"1260174\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.atarde.com.br\/img\/Artigo-Destaque\/1260000\/1200x0\/Bahia-e-lider-em-cuidados-paliativos-no-nordeste0126017400202402241947-ScaleDownProportional.webp?fallback=https%3A%2F%2Fcdn.atarde.com.br%2Fimg%2FArtigo-Destaque%2F1260000%2FBahia-e-lider-em-cuidados-paliativos-no-nordeste0126017400202402241947.jpg%3Fxid%3D6126581%26resize%3D1000%252C500%26t%3D1708916463&amp;xid=6126581\" alt=\"Associa\u00e7\u00e3o de uidados paliativos defende redu\u00e7\u00e3o do sofrimento de pacientes com diagn\u00f3stico irrevers\u00edvel\" data-cls=\"\" \/><\/figure>\n<div class=\"mw-image-info \"><span class=\"mw-image-description\">Associa\u00e7\u00e3o de uidados paliativos defende redu\u00e7\u00e3o do sofrimento de pacientes com diagn\u00f3stico irrevers\u00edvel &#8211;\u00a0<label class=\"mw-image-author\">Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/label><\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<section class=\"mw-article-body\">\n<article data-article-id=\"1260174\">\n<p class=\"mw-texto\">\n<p>A Bahia \u00e9 o estado nordestino com maior n\u00famero de servi\u00e7os de cuidados paliativos. No Brasil, s\u00f3 perde para S\u00e3o Paulo e Minas Gerais. A especialidade, que apenas recentemente passou a fazer parte da forma\u00e7\u00e3o dos profissionais de sa\u00fade, tende a crescer com a implanta\u00e7\u00e3o na pol\u00edtica nacional de cuidados paliativos, anunciada no fim do ano passado.<\/p>\n<p><iframe width=\"1\" height=\"1\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe>Muito difundido na Europa, o cuidado paliativo ainda enfrenta muita resist\u00eancia, gra\u00e7as \u00e0 desinforma\u00e7\u00e3o e ao medo das fam\u00edlias e dos pr\u00f3prios pacientes de doen\u00e7as terminais ou irrevers\u00edveis. Receio que se agravou durante a CPI da Covid, quando planos de sa\u00fade foram acusados de mandar para casa os pacientes diagnosticados com o coronav\u00edrus, confundindo cuidados paliativos com abandono.<\/p>\n<p>Rodrigo Kappel Castilho \u00e9 presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP), coordenadora do Atlas que mapeou os servi\u00e7os dispon\u00edveis em todo o Brasil. Apesar do tabu e da car\u00eancia de forma\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, a modalidade vem crescendo.<\/p>\n<p>Segundo o Atlas, a regi\u00e3o Nordeste oferece 60 servi\u00e7os de Cuidados Paliativos, totalizando 264 leitos em estabelecimentos hospitalares p\u00fablicos e privados. A Bahia e o Cear\u00e1 s\u00e3o os estados que contam com o maior n\u00famero de servi\u00e7os: 19 e 18, respectivamente. Em seguida vem Pernambuco, com 7, Piau\u00ed com 4, Para\u00edba e Maranh\u00e3o com 3, Alagoas, Rio Grande do Norte e Sergipe, com 2. S\u00e3o Paulo, com 55, lidera o ranking nacional, seguido de Minas Gerais, com 22.<\/p>\n<p>Desde 2018, quando a ANCP lan\u00e7ou a primeira edi\u00e7\u00e3o do Atlas, houve um crescimento de 22,5% na oferta de servi\u00e7os de Cuidados Paliativos no pa\u00eds. Estes servi\u00e7os est\u00e3o distribu\u00eddos por todo o territ\u00f3rio nacional, com maior concentra\u00e7\u00e3o nas regi\u00f5es Sudeste e Nordeste. A regi\u00e3o Norte \u00e9 que a tem menos servi\u00e7os de Cuidados Paliativos. A Associa\u00e7\u00e3o Europeia de Cuidados Paliativos recomenda dois servi\u00e7os especializados a cada 100.000 habitantes.<\/p>\n<p>Qualidade de vida<\/p>\n<p>Para desmistificar a ideia de \u201ctratamento de fim de vida\u201d, Rodrigo Castilho explica que os cuidados paliativos t\u00eam o intuito de melhorar a qualidade vida do paciente e de seus familiares atrav\u00e9s da preven\u00e7\u00e3o e controle de sintomas. N\u00e3o apenas os f\u00edsicos, mas tamb\u00e9m espirituais emocionais e sociais.<\/p>\n<div id=\"dp-v-par2\" class=\"jba filled\" data-google-query-id=\"CM2x8sbeyIQDFcSylQId_7cPgQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21715141650,22666819895\/atarde.com.br_4__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p>\u201cMuitas pessoas associam cuidado paliativo com fim de vida, doen\u00e7a terminal, irreversibilidade, \u00e0 finitude. E n\u00e3o necessariamente \u00e9 isso\u201d, explica o m\u00e9dico intensivista. Ele conta que, desde 2002, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) define que o cuidado \u00e9 para uma situa\u00e7\u00e3o de risco de vida.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o quer dizer necessariamente que essa pessoa vai morrer. \u00c9 para cuidar daqueles que sofrem. Tanto em situa\u00e7\u00f5es agudas quanto as mais cr\u00f4nicas. Tamb\u00e9m cuida de pessoas em final de vida, mas \u00e9 muito menos do que o cuidado paliativo pode oferecer\u201d, esclarece.<\/p>\n<p>No Brasil, desde a sua cria\u00e7\u00e3o, em 2005, a ANCP luta por uma pol\u00edtica nacional de cuidados paliativos. Em 2018 uma resolu\u00e7\u00e3o federal caracterizou o cuidado paliativo e, em dezembro do ano passado foi pactuada a pol\u00edtica nacional de cuidados paliativos, com Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e conselhos nacional de secret\u00e1rios estaduais e municipais de sa\u00fade, Conass e Conasems, respectivamente.<\/p>\n<p>A ANCP aguarda a publica\u00e7\u00e3o no Di\u00e1rio Oficial. O objetivo da pol\u00edtica \u00e9 promover a capacita\u00e7\u00e3o, cria\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os e acesso a medica\u00e7\u00f5es para controle de sintomas. Um levantamento internacional mostra que o Brasil ocupa a 79\u00aa posi\u00e7\u00e3o entre 81 pa\u00edses no ranking de qualidade de morte.<\/p>\n<p>Forma\u00e7\u00e3o profissional<\/p>\n<p>Castilho acredita que, com a implanta\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional de Cuidados Paliativos, a especialidade vai crescer na oferta, em especial na rede de aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, de forma organizada e estruturada, incrementando tamb\u00e9m a educa\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o espec\u00edfica do profissional.<\/p>\n<p>\u201cA cria\u00e7\u00e3o da Medicina Paliativa de \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o para Especialidade M\u00e9dica \u00e9 uma necessidade urgente, da mesma forma que foi para Enfermagem, hoje com uma matriz espec\u00edfica de conte\u00fado para forma\u00e7\u00e3o em Cuidados Paliativos\u201d, ressalta o presidente da ANCP.<\/p>\n<p>Com investimento estimado para este ano de R$ 851 milh\u00f5es, a meta \u00e9 estabelecer equipes multidisciplinares formadas por m\u00e9dico para atua\u00e7\u00e3o por 40 horas, enfermeiro, psic\u00f3logo e assistente social, al\u00e9m de pediatra para atendimento de crian\u00e7as com doen\u00e7as terminais.<\/p>\n<div id=\"dp-v-par4\" class=\"jba filled\" data-google-query-id=\"CP7BqcfeyIQDFcaNlQId1l0HUg\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21715141650,22666819895\/atarde.com.br_6__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Outra frente ser\u00e1 a de equipes assistenciais com cl\u00ednico em regime de 20 horas, enfermeiro, t\u00e9cnico de enfermagem, psic\u00f3logo e assistente social. Ao todo, devem ser formadas 1.321 equipes de cuidados paliativos. A implementa\u00e7\u00e3o vai depender da ades\u00e3o de estados e munic\u00edpios<\/p>\n<p>Esse investimento, segundo Castilho, deve resultar na otimiza\u00e7\u00e3o de recursos da sa\u00fade. Por falta de profissionais capacitados, mais recursos s\u00e3o utilizados, encarecendo o servi\u00e7o de sa\u00fade.<\/p>\n<p>\u201cEstudos demonstram que o cuidado paliativo reduz o custo da sa\u00fade, tanto pela queda na procura porque pessoas s\u00e3o melhor cuidadas ou porque a morte \u00e9 inevit\u00e1vel e algum tratamento j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 aceit\u00e1vel\u201d, diz o presidente da ANCP.<\/p>\n<p>Para ele, o profissional, principalmente m\u00e9dico, submete o paciente a medidas invasivas, criando falsas expectativas, \u201csem trazer o m\u00ednimo de dignidade para esse paciente e com sofrimento tamb\u00e9m familiar\u201d.<\/p>\n<div id=\"dp-v-par5\" class=\"jba filled\" data-google-query-id=\"CJe1lMbeyIQDFdSllQIdsYkBDQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21715141650,22666819895\/atarde.com.br_7__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Castilho cita um estudo de sa\u00fade suplementar de 2006, segundo o qual metade dos gastos se d\u00e1 no \u00faltimo ano de vida. \u201c\u00c9 mal direcionado. Tem tanto tratamento para prevenir e dar mais sa\u00fade, mais vida, mas no \u00faltimo ano \u00e9 que usam tratamentos mais dispendiosos e n\u00e3o relacionados \u00e0 qualidade de vida\u201d.<\/p>\n<p>Para o intensivista, grande parte desse problema adv\u00e9m de uma quest\u00e3o cultural, que passa por uma nova forma\u00e7\u00e3o. \u201c\u00c9 uma falha do profissional. \u00c9 anti\u00e9tico, o c\u00f3digo de \u00e9tica diz que a pessoa tem que receber todas informa\u00e7\u00f5es importantes\u201d, defende Castilho.<\/p>\n<p>\u201cSe a pessoa n\u00e3o sabe que tem um c\u00e2ncer, uma doen\u00e7a neurol\u00f3gica progressiva, ela vai querer todos os tratamentos\u201d, exemplifica. O m\u00e9dico lembra que ouvir o paciente permite a ele escolher qual o melhor caminho seguir.<\/p>\n<p>\u201cCuidado paliativo tem a ver com respeitar a autonomia e cuidar do sofrimento. Vem muito a ideia de deixar de fazer coisas que poderiam ser feitas. Exemplo: esclerose lateral amiotr\u00f3fica. O paciente come\u00e7a a engasgar, deixa de mexer os membros, se para aquele paciente fizer sentido viver dependente de um respirador e se comunicar atrav\u00e9s de uma tecnologia, \u00e9 isso que o cuidado paliativo vai defender. Mas se aquele paciente, na personalidade dele, aquilo \u00e9 a mesma coisa que tortura, a gente vai defender que aquilo n\u00e3o pode ser empregado porque ningu\u00e9m pode ser submetido a tratamento desumano ou degradante, como o C\u00f3digo Civil defende\u201d.<\/p>\n<div id=\"dp-v-par6\" class=\"jba filled\" data-google-query-id=\"CNG8lMbeyIQDFWywlQIdlKkDZw\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21715141650,22666819895\/atarde.com.br_8__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Rodrigo Castilho lembra que a academia de cuidados paliativos da Am\u00e9rica Latina defende cuidados na aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria a partir do diagn\u00f3stico, com atendimento ambulatorial na porta de entrada ao inv\u00e9s de esperar chegar \u00e0 hospitaliza\u00e7\u00e3o. E cita a pr\u00f3pria experi\u00eancia em UTI como exemplo.<\/p>\n<p>\u201cEu evito a morte na UTI mas ela (paciente) morre logo depois (80% das mortes ocorrem ap\u00f3s a alta). Estou treinado para evitar que a pessoa morra mas a pessoa pode estar em final de vida e eu n\u00e3o estou dando o tratamento adequado, porque eu fui treinado para evitar a morte de qualquer jeito\u201d .<\/p>\n<p>Origem<\/p>\n<p>O termo paliativo vem do latim, \u2018 Palium\u2019, que era o manto usado pelos guerreiros para se proteger das intemp\u00e9ries. \u201cEm portugu\u00eas o paliativo pode parecer uma gambiarra, um jeitinho, algo secund\u00e1rio, mas cuidado paliativo \u00e9 para proteger aqueles que sofrem e que t\u00eam risco de morte\u201d, defende o presidente da ANCP.<\/p>\n<p>Mas, a implanta\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica nacional de cuidados paliativos ainda tem um longo caminho a percorrer. S\u00f3 em 2022 a especialidade se tornou obrigat\u00f3ria nas faculdades de medicina. Antes, havia somente em algumas poucas faculdades, mas sem oferta de resid\u00eancia.<\/p>\n<p>Rudval Souza da Silva \u00e9 enfermeiro de forma\u00e7\u00e3o e diretor cient\u00edfico da ANCP. Ap\u00f3s anos de atua\u00e7\u00e3o em hospitais de Salvador, cursou mestrado e doutorado e se tornou professor do cuirso de enfermagem da Universiadde Estadual da Bahia (Uneb). Ap\u00f3s se aprofundar em cuidados paliativos durante o doutorado Portugal, sugeriu a inclus\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o no curso enfermagem em 2018, no campus de Senhor do Bonfim.<\/p>\n<p>Segundo ele, a \u201cdificuldade principalmente no interior \u00e9 encontrar pessoas que tenham forma\u00e7\u00e3o e conhecimento em cuidados paliativos e como comunicar isso. Como passar para a fam\u00edlia uma not\u00edcia (de um diagn\u00f3stico terminal) que \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil\u201d.<\/p>\n<p>Legado<\/p>\n<p>Rudval lembra que todos planejam o que fazer da vida, mas raros s\u00e3o os que pensam na pr\u00f3pria morte. \u201cA gente tem todo um preparativo para o nascimento, mas a morte a gente esquece, o cuidado paliativo entra com um diferencial, para ajudar tanto o paciente para ir ressignificando aquele momento quanto a fam\u00edlia\u201d.<\/p>\n<p>Nesse processo, o resgate da pr\u00f3pria hist\u00f3ria \u00e9 uma ferramenta poderosa. A chamada terapia da dignidade estimula o paciente a contar sua hist\u00f3ria de vida e o relato se transforma em um \u201cdocumento-legado\u201d. Cabe ao paciente decidir se revela o conte\u00fado \u00e0 fam\u00edlia em vida ou ap\u00f3s a morte.<\/p>\n<p>\u201cEnquanto o paciente conta (suas lembran\u00e7as de vida) percebe quanto caminhou, o que construiu, o que deixa de legado. Esse documento \u00e9 algo que conforta\u201d, diz Rudval.<\/p>\n<p>Para reunir profissionais interessados em se aprofundar nos cuidados paliativos, o X Congresso Brasileiro de Cuidados Paliativos acontece entre os dias 13 e 16 de novembro, em Fortaleza. O evento reunir\u00e1 os maiores especialistas internacionais e nacionais sobre Cuidados Paliativos e as inscri\u00e7\u00f5es podem ser feitas atrav\u00e9s do link:\u00a0<a href=\"https:\/\/cuidadospaliativos2024.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/cuidadospaliativos2024.com.br\/<\/a><\/p>\n<p>Bahia ter\u00e1 hospital especializado<\/p>\n<p>E a Bahia, que j\u00e1 \u00e9 l\u00edder do nordeste na oferta de cuidados paliativos deve ampliar ainda mais a oferta do servi\u00e7o. Ainda nesse primeiro semestre deve ser entregue o primeiro Hospital de Cuidados Paliativos da rede estadual<\/p>\n<div class=\"mw-article-img-box \"><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/cdn.atarde.com.br\/img\/inline\/1260000\/0x0\/Bahia-e-lider-em-cuidados-paliativos-no-nordeste0126017400202402241947.webp?fallback=https%3A%2F%2Fcdn.atarde.com.br%2Fimg%2Finline%2F1260000%2FBahia-e-lider-em-cuidados-paliativos-no-nordeste0126017400202402241947.jpg%3Fxid%3D6126584&amp;xid=6126584\" alt=\"Primeiro hospital de cuidados paliativos do Brasil deve ser inaugurado ainda no primeiro semestre em Monte Serrat\" \/><\/div>\n<div class=\"mw-image-info\"><span class=\"mw-image-title\">Primeiro hospital de cuidados paliativos do Brasil deve ser inaugurado ainda no primeiro semestre em Monte Serrat<\/span><span class=\"mw-image-author\">| \u00a0Foto: Pablo Barbosa \/ Ascom Sesab<\/span><\/div>\n<p>Localizado em Monte Serrat, no pr\u00e9dio do antigo hospital de doen\u00e7as infecto-contagiosas, o Couto Maia, as obras j\u00e1 est\u00e3o em fase final. O hospital ter\u00e1 70 leitos, que ir\u00e3o se somar aos 82 j\u00e1 existentes e deixando a Bahia atr\u00e1s apenas de S\u00e3o Paulo, com seus 260 leitos.<\/p>\n<p>Com investimento superior a R$ 48,5 milh\u00f5es apenas em obras, o Hospital de Cuidados Paliativos ser\u00e1 o primeiro do Brasil. Al\u00e9m disso, ser\u00e1 um centro formador de especialistas em cuidados paliativos no SUS, sendo refer\u00eancia em ensino e pesquisa na \u00e1rea.<\/p>\n<div id=\"dp-v-par10\" class=\"jba filled\" data-google-query-id=\"COnElMbeyIQDFVS9lQId-NgA-A\"><\/div>\n<\/article>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pol\u00edtica nacional voltada para essa especialidade deve ampliar oferta de servi\u00e7os e forma\u00e7\u00e3o de profissionais<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":446093,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[6,12],"tags":[],"class_list":["post-446092","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-municipios","category-saude"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/medico-e-paciente.webp","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/446092","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=446092"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/446092\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/446093"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=446092"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=446092"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=446092"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}