{"id":448948,"date":"2024-03-27T05:39:08","date_gmt":"2024-03-27T08:39:08","guid":{"rendered":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=448948"},"modified":"2024-03-27T05:39:08","modified_gmt":"2024-03-27T08:39:08","slug":"serie-governadores-oswaldo-cordeiro-de-farias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/serie-governadores-oswaldo-cordeiro-de-farias\/","title":{"rendered":"S\u00e9rie governadores: Oswaldo Cordeiro de Farias"},"content":{"rendered":"<div class=\"elementor-element elementor-element-7f30e03 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"7f30e03\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"attachment-full size-full\" src=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/WhatsApp-Image-2024-03-26-at-5.48.21-PM.jpeg\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/WhatsApp-Image-2024-03-26-at-5.48.21-PM.jpeg 400w, https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/WhatsApp-Image-2024-03-26-at-5.48.21-PM-261x300.jpeg 261w\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"460\" \/><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-746f5ae4 elementor-widget elementor-widget-theme-post-content\" data-id=\"746f5ae4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-content.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div id=\"ub-expand-67c740a7-b810-4d7d-9553-05cc8bb65c3b\" class=\"ub-expand \">\n<div class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo 20<\/strong><\/p>\n<p>Ga\u00facho de Jaguar\u00e3o, o general Osvaldo Cordeiro de Farias foi eleito governador de Pernambuco pelo PSD em 1954, derrotando Jo\u00e3o Cleofas, que disputou pela UDN. Abertas as urnas, teve 239.315 votos, 53,9% dos votos v\u00e1lidos, enquanto Cleofas somou 204. 616, 46,09% dos votos v\u00e1lidos. Fez um governo voltado para o assistencialismo, com pol\u00edticas que beneficiaram especialmente quem morava no Sert\u00e3o, atrav\u00e9s da constru\u00e7\u00e3o de a\u00e7udes e estradas.<\/p>\n<p>Mas antes de governar Pernambuco, Cordeiro de Farias chegou ao poder no Rio Grande do Sul como interventor federal, em 1938, exercendo o cargo por cinco anos. Cordeiro \u00e9 filho de Joaquim Barbosa Cordeiro de Farias, militar transferido para o Rio Grande do Sul para trabalhar na pacifica\u00e7\u00e3o da Revolu\u00e7\u00e3o Federalista e que l\u00e1 permaneceu por alguns anos, e de Corina Padilha Cordeiro de Farias.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ub-expand-portion ub-expand-full\">\n<p>Em 1906, com a transfer\u00eancia de seu pai para o Rio de Janeiro, foi matriculado no Col\u00e9gio Militar, onde realizou todos seus estudos. Sentou pra\u00e7a aos 16 anos na 4a Companhia de Infantaria no Rio. Em 1917, ingressou na Escola Militar do Realengo, sendo, dois anos depois, declarado oficial de artilharia. Seria ainda promovido, em sua carreira militar, segundo-tenente (1920), primeiro-tenente (1921), capit\u00e3o (1930), major (1931), tenente-coronel (1933), coronel (1939) e general-de-brigada (1942).<\/p>\n<p>Cordeiro de Farias fez curso de observador a\u00e9reo na Escola de Avia\u00e7\u00e3o Militar, aperfei\u00e7oamento de oficiais (1\u00ba lugar) na Escola de Armas, cursou a Escola Superior de Guerra e estagiou na Escola do Estado Maior do Ex\u00e9rcito Americano. Mais tarde, integrou-se, como General, \u00e0 For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira e lutou na It\u00e1lia durante a Segunda Guerra Mundial. Com o fim do conflito, ajudou a derrubar o Estado Novo e em 1949 assumiu a dire\u00e7\u00e3o da Escola Superior de Guerra, sendo realocado para o Comando Militar do Nordeste. Filiado ao PSD, elegeu-se governador de Pernambuco e garantiu o quarto triunfo consecutivo do partido em disputas pelo Pal\u00e1cio do Campo das Princesas.<\/p>\n<p>Renunciou ao mandato em 1958, um m\u00eas antes de assumir a presid\u00eancia da Comiss\u00e3o Mista Brasil-Estados Unidos, cargo que exerceu durante dois anos. Como militar revolucion\u00e1rio, participou do Movimento Tenentista antes de comandar um dos destacamentos da Coluna Prestes. Com o fim do movimento exilou-se na Bol\u00edvia, mas retornou de forma clandestina ao Brasil em 1928 onde foi preso.<\/p>\n<p>Absolvido em julgamento posterior, foi reintegrado ao Ex\u00e9rcito e participou da Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Quando a Junta Militar de 1930 esteve no poder, trabalhou no gabinete do ministro da Guerra, Leite de Castro. Sob a presid\u00eancia de Get\u00falio Vargas, assumiu a chefia de pol\u00edcia em S\u00e3o Paulo e ap\u00f3s deixar o cargo combateu a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de 1932. De volta \u00e0 cidade do Rio de Janeiro, op\u00f4s-se \u00e0 Alian\u00e7a Nacional Libertadora.<\/p>\n<p><strong>O vice, Ot\u00e1vio Correia, foi eleito faltando um ano para Cordeiro encerrar sua miss\u00e3o \u2013<\/strong>\u00a0Em maio de 1957, a Assembleia Legislativa de Pernambuco realizou uma sess\u00e3o especial destinada a criar o cargo de vice-governador e eleger seu ocupante, o qual seria empossado no mesmo dia. Presentes 61 deputados, o candidato Ot\u00e1vio Correia angariou cinquenta e dois votos contra seis de Miguel Arraes, um de Jos\u00e9 Mixto e um voto em branco. Paraibano de Cabaceiras, Ot\u00e1vio Correia, advogado pela Universidade Federal de Pernambuco, foi nomeado em 1930 prefeito de Vertente do L\u00e9rio, no Agreste Setentrional. Ap\u00f3s o fim da Era Vargas, foi eleito deputado estadual pelo PSD em 1947 e em seguida governador interino nos sete meses anteriores \u00e0 posse de Barbosa Lima Sobrinho. Eleito deputado federal em 1950, licenciou-se para ser secret\u00e1rio de Justi\u00e7a no governo Etelvino Lins e no pleito seguinte venceu a elei\u00e7\u00e3o para deputado estadual pelo PSD. Na disputa para senador, o candidato eleito com maior vota\u00e7\u00e3o foi o advogado Jarbas Maranh\u00e3o. Formado pela Universidade Federal de Pernambuco, Maranh\u00e3o nasceu em Nazar\u00e9 da Mata e foi oficial de gabinete do interventor Agamenon Magalh\u00e3es. Depois, fundou e presidiu a se\u00e7\u00e3o pernambucana da Legi\u00e3o Brasileira de Assist\u00eancia. Eleito deputado federal em 1945 e 1950, chegou a presidir o diret\u00f3rio estadual do PSD, legenda da qual saiu ap\u00f3s integrar uma dissid\u00eancia apesar de ter sido um dos fundadores da mesma. Depois de algum tempo, ingressou no PST e foi eleito para o Senado Federal.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-60386\" src=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/WhatsApp-Image-2024-03-26-at-5.48.21-PM-1.jpeg\" sizes=\"auto, (max-width: 251px) 100vw, 251px\" srcset=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/WhatsApp-Image-2024-03-26-at-5.48.21-PM-1.jpeg 777w, https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/WhatsApp-Image-2024-03-26-at-5.48.21-PM-1-300x206.jpeg 300w, https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/WhatsApp-Image-2024-03-26-at-5.48.21-PM-1-768x527.jpeg 768w\" alt=\"\" width=\"251\" height=\"172\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<p><strong>Atua\u00e7\u00e3o destacada nas for\u00e7as da Coluna Prestes \u2013<\/strong>\u00a0Em outubro de 1924, Cordeiro de Farias participou do levante tenentista deflagrado em Uruguaiana, liderado por Hon\u00f3rio Lemes. No m\u00eas seguinte, derrotado pelas for\u00e7as de Flores da Cunha, recuou com 30 homens em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 fronteira com a Argentina, onde acabou por se exilar. L\u00e1 conheceu outros tenentes revolucion\u00e1rios, Jo\u00e3o Alberto e Ant\u00f4nio de Siqueira Campos. Juntos, se dirigem para o Rio de Janeiro, em seguida descendo ao Rio Grande do Sul, onde se juntaram aos demais contingentes rebeldes do Estado, reunidos sob a lideran\u00e7a de Lu\u00eds Carlos Prestes e Miguel Costa. Os rebeldes ga\u00fachos acabaram se retirando para o Estado do Paran\u00e1, onde se juntaram aos remanescentes do levante paulistano deflagrado no m\u00eas de julho. Da unifica\u00e7\u00e3o desses dois grupos nasceu a Coluna Prestes, ex\u00e9rcito rebelde que, sob o comando do militar ga\u00facho que lhe deu o nome, promoveu, nos dois anos seguintes, uma guerra de movimento pelo interior do pa\u00eds contra as tropas fi\u00e9is ao governo federal. O movimento chegou a transpor as fronteiras do Paraguai, ap\u00f3s voltar a adentrar o territ\u00f3rio brasileiro. Cordeiro de Farias teve atua\u00e7\u00e3o destacada na Coluna, comandando um dos quatro destacamentos que a compunham.<\/p>\n<p><strong>Preso na volta ao Brasil por erro de uma den\u00fancia contra ele \u2013<\/strong>\u00a0Em fevereiro de 1927, j\u00e1 desgastados pela longa campanha e sem perspectivas de vit\u00f3ria, os l\u00edderes da Coluna Prestes, \u00e0 frente Carlos Prestes, resolveram encerrar a fase da luta e abandonaram o territ\u00f3rio brasileiro, refugiando-se na Bol\u00edvia. No ano seguinte, Cordeiro retornou ao Brasil clandestinamente e deu prosseguimento \u00e0s atividades conspirat\u00f3rias, tendo sido, ent\u00e3o, preso. Por um erro da den\u00fancia seu processo n\u00e3o foi enviado \u00e0 S\u00e3o Gabriel, onde havia servido, mas sim \u00e0 Uruguaiana, que lutou com Hon\u00f3rio Lemes, sem que houvesse nenhuma acusa\u00e7\u00e3o contra ele. Foi, portanto, absolvido pelo Supremo Tribunal Militar. Regularizada sua situa\u00e7\u00e3o, retornou ao Ex\u00e9rcito, ingressando no curso de engenharia do Instituto Geogr\u00e1fico Militar, sem deixar, contudo, de conspirar contra o governo.<\/p>\n<p><strong>Ativista do golpe militar que p\u00f4s fim \u00e0 chamada Rep\u00fablica Velha \u2013<\/strong>\u00a0Em 1930, Cordeiro de Farias participou do golpe militar que extinguiu a Rep\u00fablica Velha. O movimento, conhecido como Revolu\u00e7\u00e3o de 1930, dep\u00f4s o presidente Washington Lu\u00eds e impediu a posse do presidente eleito, J\u00falio Prestes. Integrou, nessa ocasi\u00e3o, o comando da insurrei\u00e7\u00e3o em Minas Gerais. Com a vit\u00f3ria do movimento e a posse do novo governo liderado por Get\u00falio Vargas, Cordeiro foi lotado no gabinete do ministro da Guerra, general Jos\u00e9 Fernandes Leite de Castro. Em maio de 1931, foi transferido para S\u00e3o Paulo, assumindo a chefia de pol\u00edcia daquele Estado. Permaneceu no cargo at\u00e9 junho do ano seguinte, um m\u00eas antes da deflagra\u00e7\u00e3o do movimento constitucionalista pelas for\u00e7as pol\u00edticas tradicionais de S\u00e3o Paulo, que exigiam a reconstitucionaliza\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds e a recupera\u00e7\u00e3o da autonomia estadual, com o afastamento dos tenentes que vinham exercendo influ\u00eancia na pol\u00edtica paulista. Colaborou ent\u00e3o no combate \u00e0 insurrei\u00e7\u00e3o e, no ano seguinte, voltou a ocupar a chefia de pol\u00edcia do Estado. No Estado Novo, foi, ainda, chefe do Estado-Maior da 5\u00aa Regi\u00e3o Militar, sediada em Curitiba.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-60388\" src=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/WhatsApp-Image-2024-03-26-at-5.48.21-PM-2-1.jpeg\" sizes=\"auto, (max-width: 255px) 100vw, 255px\" srcset=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/WhatsApp-Image-2024-03-26-at-5.48.21-PM-2-1.jpeg 350w, https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/WhatsApp-Image-2024-03-26-at-5.48.21-PM-2-1-300x258.jpeg 300w\" alt=\"\" width=\"255\" height=\"219\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<p><strong>Como governador do Rio Grande do Sul, nacionalizou as escolas alem\u00e3s \u2013<\/strong>\u00a0Em 1935, de volta ao Rio de Janeiro, Cordeiro de Faria deu combate a Intentona Comunista, levante militar deflagrado por elementos de esquerda ligados \u00e0 Alian\u00e7a Nacional Libertadora, liderado por ele pr\u00f3prio e por Carlos Prestes. Em 1937, Cordeiro foi transferido para o Rio Grande do Sul, onde assumiu a chefia do Estado-maior da 3\u00aa Regi\u00e3o Militar, sediada em Porto Alegre, sob o comando do general Manuel de Cerqueira Daltro Filho. Participou, ent\u00e3o, da campanha movida por Vargas para afastar o governador Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Flores da Cunha, que acabou sendo substitu\u00eddo pelo comandante da 3\u00aa Regi\u00e3o Militar. Ap\u00f3s a morte de Daltro Filho, Vargas nomeou Cordeiro de Farias como interventor federal no Rio Grande do Sul. Por estar no Rio de Janeiro, o cargo foi assumido interinamente por dois meses por Maur\u00edcio Cardoso, tendo Cordeiro de Farias assumido em 4 de mar\u00e7o de 1938. Em sua administra\u00e7\u00e3o, devido \u00e0s tens\u00f5es da Segunda Guerra Mundial, determinou que todas as escolas alem\u00e3s do Estado se nacionalizassem.<\/p>\n<p><strong>CURTAS<\/strong><\/p>\n<p><strong>NOME COTADO PARA PRESIDENTE \u2013<\/strong>\u00a0Em 1942, chegou ao generalato e em setembro do ano seguinte deixou a interventoria ga\u00facha para integrar-se na For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira (FEB). Em setembro de 1944, viajou para a It\u00e1lia, onde participou da Campanha como comandante das unidades da<\/p>\n<p>Artilharia Division\u00e1ria da FEB. A volta ao Brasil ocorreu em 1945, seguida de novas articula\u00e7\u00f5es pol\u00edticas. Seu nome chegou, ent\u00e3o, a ser cogitado como candidato a presidente da Rep\u00fablica. Em outubro daquele ano, participou de novo golpe militar, que desta feita afastou Vargas do poder, encerrando o Estado Novo.<\/p>\n<p><strong>EM FIM DE CARREIRA, ATUOU NO GRUPO JO\u00c3O SANTOS \u2013\u00a0<\/strong>Participou tamb\u00e9m ativamente do Golpe Militar que, em 1964, dep\u00f4s o presidente Jo\u00e3o Goulart. Novamente foi cogitado para presidente, o que n\u00e3o se concretizou. No governo do general Castelo Branco, assumiu o Minist\u00e9rio Extraordin\u00e1rio para a Coordena\u00e7\u00e3o dos Organismos Regionais, depois transformado em Minist\u00e9rio do Interior. Desempenhou esta fun\u00e7\u00e3o at\u00e9 junho de 1966, quando se retirou da vida p\u00fablica. Assumiu, ent\u00e3o, a dire\u00e7\u00e3o executiva do grupo empresarial pernambucano Jo\u00e3o Santos. Alguns anos antes de falecer, contou sua vers\u00e3o dos fatos que participou para a cientista pol\u00edtica Asp\u00e1sia Camargo, da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas, o que resultou no livro \u201cDi\u00e1logo com Cordeiro de Farias: Meio S\u00e9culo de Combate\u201d. A obra foi lan\u00e7ada pela editora Nova Fronteira em 1981 e reeditada pela Editora Biblioteca do Ex\u00e9rcito por ocasi\u00e3o do centen\u00e1rio do Marechal em 2001. Foi casado com Avany Cordeiro de Farias, com quem teve um filho, Osvaldo. Faleceu em 1981.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ga\u00facho de Jaguar\u00e3o, o general Osvaldo Cordeiro de Farias foi eleito governador de Pernambuco pelo PSD em 1954, derrotando Jo\u00e3o Cleofas, que disputou pela UDN. 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