{"id":491963,"date":"2025-06-17T05:27:22","date_gmt":"2025-06-17T08:27:22","guid":{"rendered":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=491963"},"modified":"2025-06-17T05:27:22","modified_gmt":"2025-06-17T08:27:22","slug":"bahia-registra-3-639-crimes-e-violacoes-ambientais-em-dois-anos-aponta-observatorio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/bahia-registra-3-639-crimes-e-violacoes-ambientais-em-dois-anos-aponta-observatorio\/","title":{"rendered":"Bahia registra 3.639 crimes e viola\u00e7\u00f5es ambientais em dois anos, aponta observat\u00f3rio"},"content":{"rendered":"<div class=\"sc-b4c8ccf3-0 fsXNOt\">\n<div class=\"sc-b4c8ccf3-4 dxBsro\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div class=\"sc-b4c8ccf3-5 ccjAte\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"nameContainer\">\n<p>Por Eduarda Pinto, do BN<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"sc-24c322fd-1 laZqPV\">\n<div class=\"sc-24c322fd-2 dQgbLd\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"imgWrapper\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-491964 size-large\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/desmatamento-metropole-620x326.webp\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"326\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/desmatamento-metropole-620x326.webp 620w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/desmatamento-metropole-300x158.webp 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/desmatamento-metropole-768x403.webp 768w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/desmatamento-metropole-93x50.webp 93w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/desmatamento-metropole-160x84.webp 160w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/desmatamento-metropole-640x336.webp 640w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/desmatamento-metropole.webp 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/div>\n<div class=\"imgCredits\">Foto: Arquivo \/ Ag\u00eancia Brasil<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"sc-24c322fd-3 giHdVV\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Bahia \u00e9 o quarto estado com maior n\u00famero de delitos ambientais registrados no Brasil, pela Rede de Observat\u00f3rios, com 3.639 crimes ambientais registrados. \u00c9 o que apontam o levantamento \u201cAl\u00e9m da Floresta: Conflitos socioambientais e deserto de informa\u00e7\u00f5es\u201d, divulgado oficialmente nesta ter\u00e7a-feira (17). O estudo da organiza\u00e7\u00e3o reuniu dados sobre crimes ambientais, conflitos fundi\u00e1rios e crimes contra popula\u00e7\u00f5es e povos tradicionais de nove estados brasileiros, incluindo a Bahia, nos anos de 2023 e 2024.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Presente na Bahia, S\u00e3o Paulo, Par\u00e1, Rio de Janeiro, Piau\u00ed, Maranh\u00e3o, Cear\u00e1, Pernambuco e Amazonas, a Rede Observat\u00f3rios solicitou as informa\u00e7\u00f5es de cada estado por meio da Lei de Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o (LAI). Entre esses, os n\u00fameros baianos ficaram atr\u00e1s apenas de S\u00e3o Paulo, com 17.501 registros; Par\u00e1, que informou 6.252 delitos ambientais; e Rio de Janeiro, com 5.151 registros.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Bahia Not\u00edcias conversou com a pesquisadora baiana, Ana Paula Ros\u00e1rio, graduanda de Ci\u00eancias Sociais pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb). Em entrevista, ela explica como os dados s\u00e3o produzidos no estudo. \u201cA Rede de Observat\u00f3rios solicita informa\u00e7\u00f5es sobre crimes ambientais, conflito fundi\u00e1rio e crimes contra popula\u00e7\u00f5es e povos tradicionais, junto \u00e0s secretarias de seguran\u00e7as e \u00f3rg\u00e3os correlatos. Para al\u00e9m desses dados que solicitamos, n\u00f3s, pesquisadores da rede, tamb\u00e9m fazemos um monitoramento das m\u00eddias tradicionais, rurais e comunit\u00e1rias sobre quest\u00f5es de crimes ambientais tamb\u00e9m\u201d, explica.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Apesar do grande n\u00famero de crimes registrados, o levantamento aponta que a Bahia registrou uma varia\u00e7\u00e3o de -11,26% nas viola\u00e7\u00f5es pesquisadas entre um ano e outro, sendo 1.928 registros em 2023, e outros 1.711 no ano seguinte. A queda baiana nos crimes ambientais foi a terceira mais acentuada entre os estados analisados.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ros\u00e1rio complementa, no entanto, que os dados devem ser considerados com cuidados, especialmente no que tange a subnotifica\u00e7\u00e3o, ou seja, a possibilidade de gerar um \u00edndice abaixo da realidade. \u201cFazemos um comparativo [entre os dados oficiais e as m\u00eddias] e a partir disso identificamos, primeiro, que existe uma subnotifica\u00e7\u00e3o dessas informa\u00e7\u00f5es, porque n\u00f3s n\u00e3o temos muito acesso a mat\u00e9rias produzidas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quest\u00e3o de conflitos socioambientais. E temos tamb\u00e9m uma quest\u00e3o, que \u00e9\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bahianoticias.com.br\/noticia\/304733-relatorio-revela-omissao-da-bahia-em-transparencia-de-dados-ambientais\" data-mrf-link=\"https:\/\/www.bahianoticias.com.br\/noticia\/304733-relatorio-revela-omissao-da-bahia-em-transparencia-de-dados-ambientais\">o detalhamento do dado, que muitas vezes n\u00e3o \u00e9 feito [por parte dos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos]\u201d<\/a>, destaca.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-491965 size-large\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/mico-leao-620x371.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"371\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/mico-leao-620x371.jpg 620w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/mico-leao-300x179.jpg 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/mico-leao-768x459.jpg 768w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/mico-leao-160x96.jpg 160w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/mico-leao-640x383.jpg 640w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/mico-leao.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><br \/>\n<em>Foto: Tomaz Silva \/ Ag\u00eancia Brasil\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Rede de Observat\u00f3rios aponta ainda que entre os mais de 3 mil crimes socioambientais registrados na Bahia, 3.174 est\u00e3o relacionados a danos a flora, ou seja, conjunto de plantas e esp\u00e9cies vegetais de determinada regi\u00e3o. O n\u00famero representa 87,22% dos crimes ambientais ocorridos em 2023 e 2024, sendo que a maior parte destes, cerca de 74,61%, foram relacionados a inc\u00eandios.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Danos a fauna &#8211; a vida animal de uma regi\u00e3o-, por sua vez, foram 285 dos crimes registrados nos \u00faltimos dois anos. Em seguida, danos da explora\u00e7\u00e3o mineral foram 80, danos pela polui\u00e7\u00e3o foram 46 e 54 foram registrados como \u201coutros\u201d.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quando analisados os dados da regi\u00e3o MATOPIBA, delimita\u00e7\u00e3o socioambiental dos estados do Maranh\u00e3o, Tocantins, Piau\u00ed e Bahia &#8211; neste caso, sem o Tocantins -, \u00e9 poss\u00edvel notar que o n\u00famero de registro de crimes ambientais e viola\u00e7\u00f5es na Bahia \u00e9 maior que a do Piau\u00ed (1.903) e Maranh\u00e3o (1.468) juntos. No entanto, em termos de varia\u00e7\u00e3o, a Bahia registrou a maior redu\u00e7\u00e3o proporcional entre 2023 e 2024: o Maranh\u00e3o teve um aumento de 26,19% e o Piau\u00ed teve uma queda de -0,52%.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para a pesquisadora, a queda se deve a atua\u00e7\u00e3o insistente de entidades s\u00f3cio-ambientais no estado. \u201cIsso se deve muitas vezes ao monitoramento desses espa\u00e7os, \u00e0 atua\u00e7\u00e3o de algumas institui\u00e7\u00f5es socioambientais\u00a0que lutam para que esses espa\u00e7os sejam conservados, para que esses espa\u00e7os tenham uma maior aten\u00e7\u00e3o e, sobretudo, tamb\u00e9m imaginar como esses eventos est\u00e3o sendo monitorados e como eles tamb\u00e9m est\u00e3o sendo analisados\u201d, conclui.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CONFLITOS NO CAMPO<br \/>\nA Rede de Observat\u00f3rios contabilizou ainda o n\u00famero de conflitos socioambientais registrados no mesmo per\u00edodo de tempo. Em todo o Brasil, foram registrados 495 ocorr\u00eancias entre 2023 e 2024, apenas nos nove estados analisados.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Segundo o levantamento, foram considerados conflitos socioambientais \u201ctanto os crimes tipificados em lei relacionados a quest\u00f5es ambientais (ex:maus-tratos a animais, desmatamento irregular, polui\u00e7\u00e3o de nascentes, etc.) quanto outros crimes e conflitos com um componente socioambiental em sua din\u00e2mica (ex: amea\u00e7a a quilombolas, danos ao patrim\u00f4nio de popula\u00e7\u00f5es tradicionais, omiss\u00e3o por parte de agentes do Estado, etc.)\u201d.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na Bahia, foram registrados 47 ocorr\u00eancias de conflitos socioambientais nos dois anos pesquisados. O n\u00famero, divulgado diretamente pelas entidades p\u00fablicas do estado, \u00e9 cerca de 73% menor que\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bahianoticias.com.br\/municipios\/noticia\/45029-bahia-protagonizou-mais-de-171-conflitos-no-campo-em-2024-aponta-relatorio-da-cpt\" data-mrf-link=\"https:\/\/www.bahianoticias.com.br\/municipios\/noticia\/45029-bahia-protagonizou-mais-de-171-conflitos-no-campo-em-2024-aponta-relatorio-da-cpt\">o registrado pela Comiss\u00e3o Pastoral da Terra<\/a>, apenas no ano de 2024, que foi de 171 conflitos no campo.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ana Paula Ros\u00e1rio destaca que \u201ca quest\u00e3o socioambiental \u00e9 uma quest\u00e3o que vem atravessando todo o nosso territ\u00f3rio brasileiro. Infelizmente, os conflitos socioambientais e o deserto de informa\u00e7\u00f5es trazem uma lacuna que muitas vezes impede que as pr\u00f3prias pessoas, os pr\u00f3prios cidad\u00e3os tenham acesso a essas informa\u00e7\u00f5es\u201d, afirma.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-491966 size-large\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/sem-terra-confronto-620x413.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"413\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/sem-terra-confronto-620x413.jpg 620w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/sem-terra-confronto-300x200.jpg 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/sem-terra-confronto-160x106.jpg 160w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/sem-terra-confronto-450x300.jpg 450w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/sem-terra-confronto-640x427.jpg 640w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/sem-terra-confronto.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><br \/>\n<em>Foto:\u00a0Gean Gomes\/MST<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No cen\u00e1rio geral, incluindo os 495 registros nos nove estados, a Rede de Observat\u00f3rios destaca que a maioria dos registros, 405 deles, envolvem crimes ambientais, seguidos de degrada\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio (105), e explora\u00e7\u00e3o ilegal do patrim\u00f4nio ambiental (90). As qualifica\u00e7\u00f5es dos conflitos consideram que um conflito pode incluir mais de uma \u201cqualidade\u201d. O mesmo par\u00e2metro \u00e9 usado para analisar as diferentes circunst\u00e2ncias em que o conflito ocorre. 97 ocorrem meio a um cen\u00e1rio de desmatamento, invas\u00e3o do territ\u00f3rio de povos tradicionais (81), viol\u00eancia contra os povos tradicionais (78), e explora\u00e7\u00e3o ilegal de madeira (76).\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A pesquisadora explica que a produ\u00e7\u00e3o de dados sobre as viola\u00e7\u00f5es socioambientais visam proteger esses territ\u00f3rios. \u201c\u00c9 importante existir uma cobertura de crimes ambientais mais robusta, com acompanhamento melhor, trazendo tamb\u00e9m as consequ\u00eancias desses crimes, sobretudo em rela\u00e7\u00e3o aos quilombos, as comunidades dos povos origin\u00e1rios da terra, os povos ind\u00edgenas, as pessoas que est\u00e3o em contexto de periferia, bairros violentados\u201d, finaliza.\u00a0<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No cen\u00e1rio geral, incluindo os 495 registros nos nove estados, a Rede de Observat\u00f3rios destaca que a maioria dos registros, 405 deles, envolvem crimes ambientais, seguidos de degrada\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio (105), e explora\u00e7\u00e3o ilegal do patrim\u00f4ni<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":491966,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[327,6],"tags":[],"class_list":["post-491963","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-multimidia","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/sem-terra-confronto.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/491963","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=491963"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/491963\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/491966"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=491963"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=491963"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=491963"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}